The Last Seven.

4 A família do Yoongi


PARTE ®04/07

Tenho certeza que a maioria das pessoas já se imaginou ou pensou em assaltar um banco. Achamos que aquela idéia do Seung era algum tipo de brincadeira. Mas infelizmente não era. Ele realmente estava falando serio. O que ele nós contou naquela madrugada inteira, nós deixou de queixo caído. Menos o Yoongi, pois, pelo que entendi ele ficou sabendo sobre essa historia da família dele há pouco tempo.

—Que idéia mais idiota Seung— Falou Jimin

—Vou contar uma historia pra vocês—

Seung começou a contar. Ficamos a noite inteira. Vou resumi-la pra vocês.

Flashback

Era uma noite de sexta feira as 00h, quando a polícia era acionada. Pois estava acontecendo mais um assalto a banco na cidade do Texas. A polícia fechava o quarteirão com a esperança dos assaltantes estarem lá dentro ainda. E por azar deles, realmente estavam pegando os malotes de dinheiro ainda.

Seung era o chefe dessa quadrilha, ele apenas esquematizava tudo. Era um gênio do crime por assim dizer. Apenas mandava. Arrumou uns tolos pra fazer o trabalho braçal por ele. Por ele planejar como seria a entrada dos bandidos, o que eles iriam fazer; que tipo de ferramentas seriam utilizadas pra furar o caixa forte e principalmente a saída; ele ficava com a maior parte do dinheiro. E o resto os bandidos dividiam entre eles. Ele estava sentado em sua poltrona na sala de sua mãe. Ele poderia ser muito rico, mas não podia sair esbanjando de qualquer forma. Precisava ainda manter a postura de um garoto pobre e simples. Seus pais não estavam em casa, e seu irmão pequeno estava dormindo em seu quarto. Ao pegar o telefone, recebe uma ligação. Número desconhecido

—Por onde vamos sair? — Disse o assaltante1 colocando os sacos de dinheiros nas costas. —Estamos desesperados. A polícia vai entrar aqui a qualquer hora— O bandido olha pela janela e vê a Swat se preparando.

—Fique calmo. Presta atenção no que vou dizer. Vocês têm todo o dinheiro em mãos? — Seung falava com tanta calma que chegava a surpreender os próprios bandidos. Mas era evidente, que ele não se sentia ameaçado, pois não era ele que estava lá. Mas sabia que se caso um deles fossem pego, com toda certeza iriam o entregar. O lado bom era que Seung nunca usava seu nome verdadeiro. Nenhum desses bandidos sabia nada sobre ele. Apenas viram seu rosto algumas vezes pra entrega dos papéis dos planos. Normalmente esses papéis continham, onde havia câmeras, tubulações, horários de funcionamentos; tudo que eles precisavam pra conseguir entrar, pegar o dinheiro e sair.

—Sim, estamos com tudo na mão. — Falou o bandido suspirando alto

—Então presta bastante atenção. Na sala de número 75 no primeiro andar. Tem um túnel de esgoto. Se eu não estou enganado, essa saída vai estar por baixo de uma mesa de metal. — Seung, se levantava e ficava folhando uns papéis sobre esse banco.

Ele tinha tudo. Até as marcas das mesas ele tinha. Sabe como conseguiu? Simples! Dormindo com uma das bancárias. Ela estava tão apaixonada por ele, que acabou o ajudando nisso. Era sempre dessa forma que ele agia. Subornava alguém de dentro do banco, descobria o que precisava. Ia nesse banco fingindo interesse em abrir uma conta, observava tudo com cautela. Descobria até mesmo o tipo de metal que era o cofre central. Tinha lábia pra qualquer coisa. Mas claro isso não era feito em um mês. Eram meses de trabalho silencioso. Agora você me pergunta, se as pessoas subornadas não o entregavam? Não, pois após o assalto, ele simplesmente pagava pra alguém desaparecer com esses delatores. Ele nunca chegou a sujar a mão, ele pagava pra sujarem por ele. Mas isso não o tornava menos culpado por algo.

—Até vocês saírem do outro lado, vai demorar. Precisaram de uma distração. — Disse ele sentando-se à mesa.

— Que tipo de distração? — Perguntou o bandido indo até a sala qual Seung havia falado.

—Mate um de vocês. Que dessa forma vai dar tempo de vocês fugirem, pois a polícia vai tentar salva-lo, enquanto vocês fogem. — Seung voltava pra televisão e ficava olhando, passar ao vivo. —E sugiro que façam isso rápido, eles estão prontos pra entrar. E certifiquem de que ele esteja morto —

Foi desligado o telefone. Seung ficava olhando atento. Pegou um de seus cigarros e o acendia olhando pra televisão sem piscar.

—Ouve um tiro dentro do banco. Os policiais vão entrar. — Disse a reportem.

Quando os policiais iam invadir o banco, Seung escutava alguém abrir a porta de sua casa. Seus olhos foram desviados rapidamente pra porta. Seu coração desacelerou ao ver que eram seus pais.

— Seunghyun, quantas vezes vou ter que dizer pra você não fumar dentro de casa. — Disse a mãe do garoto, colocando algumas compras sobre a mesa da cozinha que dava de frente pra sala.

—Parece assustado filho. Aconteceu alguma coisa? — Falou o pai do garoto, pegando o cigarro da mão dele e o apagando no cinzeiro.

—Eu estava vendo um filme de suspense. Acabei me assustando com o barulho da porta— O garoto desligava a televisão, e andava até cozinha.

—Eu comprei maça verde que você gosta filho. — Disse a mãe dele, colocando as maças na fruteira.

—Obrigado mãe maravilhosa— Seung beijou sua mãe e a abraçou.

Ele poderia ter sua outra vida, contudo, ele não fazia isso apenas por dinheiro, fazia pra ajudar em casa. Aquela comida quais os seus pais compraram, foram comprados com dinheiro do assalto anterior. Ele deu a desculpa de ter conseguido aquele dinheiro vendendo uma revista rara qual ele havia achado. A desculpa tão esfarrapada que nem ele acreditou que seus pais caíram nessa. Ele havia dado o dinheiro, pelo simples fato de em sua casa na noite anterior não ter nem feijão direito. Não gostava de ver sua família passando necessidade.

—Cadê sua namorada? — Perguntou a mãe do garoto se referindo à menina do banco.

—terminamos— Falou ele pegando uma maça verde e a comendo.

—Nossa Seunghyun, você esta com uma menina todo mês. Desse jeito nunca vai conseguir casar. — A mãe guardava todas as coisas na geladeira.

—Não esquenta comigo mãe, desde que eu tenha você. Não preciso me preocupar com mais nada. E eu acho que já vou pra cama. — Falou ele, saindo da cozinha e indo pro seu quarto.

No dia seguinte acordou cedo, mais cedo do que deveria. Mas nem se quer havia conseguido dormir direito, pois estava preocupado com seus capangas. Vestiu-se muito bem. Quando ia saindo do quarto escutava uma voz doce o chamar.

—Hyung, aonde você vai? — Falava Yoongi enquanto coçava seus olhos.

—Vou procurar um serviço. Volto mais tarde. Cuida da casa ok? — O menino se agachava e beijava a testa do garoto pequeno.

Saiu de sua casa e foi encontrar seus capangas em um balcão abandonado. Ao chegar, via os mesmos todos sujos e nojentos. Contudo não tinha seis, havia somente cinco deles. Sabia que seu plano havia dado certo. Todos jogaram os sacos de dinheiros no chão. Contaram pra ele o que haviam feito. Seung até perguntou se eles verificaram se o cara realmente havia sido morto. Disseram que deram dois tiros nele. E que não tinha como sobreviver. Aquilo o aliviou. Pegou sua parte do dinheiro e foi guardar no local qual sempre guardava, ou seja, no porão de sua casa. Lá deveria ter cerca de quatro malas de dinheiro. Após três dias, ele entra em sua casa, depois de passar o dia inteiro fora em um bar, gastando dinheiro com mulheres e drogas. Ao passar pela sala vê seus pais assistindo noticiário. Sem se importar começa a subir a escada até que escuta algo que o fez quase cair de costas.

—O bandido qual foi baleado pelos seus próprios cúmplices, sobreviveu. Deu retratos falados pra polícia dos assaltantes e do líder da quadrilha em troca de redução de pena. Seu líder é conhecido como T.O.P. — Nesse mesmo momento o garoto virava de costas e vê seu retrato falado na televisão. — Se vocês tiverem qualquer informação sobre esses bandidos entrem em contato com a polícia. — Os pais do garoto desligavam a televisão.

Seung descia as escadas lentamente, enquanto sentia tudo ao seu redor girando. Seus pais levantavam e o encaravam. O retrato era bem mal feito, mas pros pais, era evidente de que se tratava de seu filho. Pois o reconheceria até se tivessem colocado uma pinta enorme na testa.

—Seunghyun... — Disse a mãe do menino com os olhos marejados.

—Eu...eu... não sei o que dizer. — Falou o garoto gaguejando.

—Como assim não sabe. E você ali na televisão. Acha que somos tolos? — Falou o pai do garoto com toda agressividade

—Saia da minha casa Seunghyun. Saia agora! Ou se não vamos chamar a polícia. — A mulher pegava almofadas e começava a tacar no garoto.

—Te educamos tão bem, pra você agora fazer isso? Como pode? — Falou o pai do garoto indo até ele.

—Eu precisei, estávamos praticamente passando fome, você não arrumava emprego e a mãe nunca trabalhou. E infelizmente eu também não conseguia arrumar nada. Não iria permitir meu irmão passar fome. Viemos pra cá pra ter uma vida melhor. Mas não foi o que obtivemos— Seung tentava se explicar de todas as formas. Chegou até mesmo a se ajoelhar aos pés de seu pai pedindo perdão.

—Apenas saia dessa casa. — O homem dava um tapa no rosto do garoto, que o fazia cair no chão.

—Vocês vão se arrepender por causa disso. — O garoto se levantava chorando, pegava seu casaco qual estava sobre a cadeira da cozinha e saia daquela casa sem rumo.

Passou dois dias fora, planejou voltar pra Coréia. Mas não iria deixar seu irmão com eles passando necessidade. Arrumou passaportes pra ambos. Por eles ter vindo de lá, ele poderia voltar a morar lá sem problema nenhum. Naquela semana, quase todos seus capangas foram presos, faltava pouco pra polícia chegar nele. Quando faltavam algumas horas pro Yoongi sair da escola, Seung foi e o buscou mais cedo da escola, dando desculpa pra diretora do Yoongi que os pais dele, estavam viajando e que iria buscá-los no aeroporto. O menino pequeno não entendeu nada mais ficou quieto. Seung conseguiu abrir uma conta em um banco mesmo não estando em Seul e depositar todo o dinheiro roupado lá. Uma conta qual não continha seu nome verdadeiro, nem nada do tipo. Veio pra cá, com apenas a roupa do corpo e com seu irmão com o uniforme da escola praticamente. Sempre dizendo pro menor que estavam viajando a férias. Mas quando passou os anos e o Yoongi começou a entender as coisas. Ele contou que havia o trazido pra Seul, pra ter uma condição de vida melhor. Pois eles estavam passando por dificuldades no EUA. Mas somente alguns meses atrás, contou que havia sequestrado ele como uma forma de se vingar de seus pais. Mas por incrível que pareça Yoongi, não se irritou nem nada do tipo. Ele aceito numa boa. O que pro sinal era completamente estranho.

Fim Flashback

Após ele passar a noite toda contando aquela historia, e ficarmos perplexos. Ele nos explicava seu plano. Ele era cliente do banco qual ele tinha planejado assaltar. Seu plano já estava tudo montado a única coisa que faltava era pessoas confiáveis pra realizar isso. Ele sabia que cedo ou mais tarde aquele dinheiro qual ele havia roubado iria acabar. E com o aquele dinheiro, qual roubarmos com toda certeza daria pra pagarmos o tratamento do Jeon, e até ajudaria eles a saírem da falência.

Sem pestanejar aceitamos seu plano. Era aquilo ou Jeon iria morrer, e preferíamos arriscar e fazer qualquer coisa pra manter nosso amigo vivo.

—Eu quero ajudar. — Disse Jeon

Sabíamos que ele estava fraco e talvez não fosse ter força pra realizar esse tipo de coisas.

—Tudo bem Jeon. Você vai poder ajudar. Mas somente se você estiver bem até lá— Falou Seung, pegando uns papéis, quais eram as plantas do banco com as informações do mesmo. Yoongi se surpreendeu com tudo aquilo, nem ele sabia que seu irmão era tão perspicaz assim.

—Vai ser preciso bem mais do que uma noite pra explicar tudo pra nós. E sem contar que vamos precisar arrumar armamentos. — Falou Nam

—Eu tenho um contato que mexe com armamentos. Estarei passando pra vocês o número e comprem com ele, pois é confiável. — Disse Seung, pegando um papel e anotando o telefone do cara. —A minha parte que é passar a planta pra vocês e explicar nos mínimos detalhes. Eu estou fazendo. A parte de arrumar os armamentos, e principalmente a roupas e máscaras, essa parte é totalmente responsabilidade de vocês. — Disse Seung.

Não tinha certeza se realmente era aquilo que eu queria. Mas sabia que Jeon precisava disso e não importava se eu queria ou não, apenas precisava ser feito por ele.

—meninos, não quero que vocês se envolvam com esse tipo de coisa por minha causa é perigoso demais. — Sussurrou Jeon

—Estamos com você, não importa as circunstâncias. — Disse Jin dando um sorriso

Após Seung explicar e mostrar todas as plantas do banco para nós, já sabendo mais ou menos como iríamos fazer, fomos dormi. No dia seguinte acordei com uma conversa alta vindo do corredor. Olhei pros lados e não havia mais nenhum deles dormindo. Se é que eles chegaram a dormi. Levantei-me, com a coberta sobre meus ombros e fui andando lentamente até onde vinham aquelas vozes.

—Mais já acordados meninos? — Falei vendo Yoongi falar pelo telefone.

—shiu— Hoseok fez um final com a mão pra diminuir o volume de minha voz.

—Ok— Falei sussurrando, me jogando no chão enquanto esperava Yoongi terminar a ligação.

Fiquei olhando atento e escutando. O garoto de cabelo cinza colocava um papel na parede e começava a escrever com uma caneta de pena. Até as canetas deles eram mais bonitas do que as que tínhamos em casa. Chegava a ser cômico aquilo.

—Aham, não T.O.P não vai. Vai apenas eu e uns amigos! — Falou o menino pegando o papel e dando uma pequena amassada

—Quantos? Comigo sete! E relaxa a grana já esta na mão, só leva o que combinamos. Beleza. Até — O menino desligava o celular.

—Era o cara das armas? — Perguntei me sentando no chão.

—Sim. Combinamos de encontrar com ele naquela velha vila que andamos de skate hoje ao meio dia. — Yoongi entreva o papel pro Namjoon.

—Então pra que precisou do papel? — Perguntou o garoto de cabelo platinado

—Pra anotar o que ele tinha e os valores. Ele quer 10mil em tudo que precisamos até mesmo as ferramentas pra abrir o cofre. — O garoto suspirava

— 10mil? Não temos isso! — Disse Jeon

— Seung, eu posso emprestar os outros sete, desde que não se esqueçam de me pagar depois. — O homem estava com uma sacola nas mãos, parecia algo pesado.

— Por mim tudo bem— Falei

Os meninos todos aceitaram. Seung entregou os três mil que havíamos conseguido pelo evento cultural e colocou o restante do dinheiro dentro daquela sacola qual ele estava em mãos. Saímos e fomos direto pro local marcado. Ainda faltava uma hora. Estávamos vivendo fora da lei, àquilo é emocionante. Ficamos nos fundos de uma antiga loja, conversando enquanto esperávamos o homem. Víamos um homem todo de preto se aproximando. Yoongi pulos aquela grade e foi diretamente falar com ele. Não dava pra escutar o que falavam. Ficamos na grade apenas observando. Yoongi fazia um sinal com a mão, pulamos aquela grade com a grana. O homem foi em direção a um carro todo preto. Seguíamos o Yoongi. Ao chegar até o homem, ele encostava-se no carro.

—Cadê a grana? — Perguntou ele inclinando a cabeça um pouco pra direita.

—Esta aqui— Falou Hoseok, qual estava segurando o dinheiro.

O homem veio na direção do menino com a intenção de pegar o dinheiro. Hoseok puxava pra trás o saco com o dinheiro, não deixou nem que ele encosta-se um dedinho na sacola.

—Primeiro queremos ver o que você tem ai pra nós— Falou menino

— Uau, acho que alguém aqui andou assistindo filmes demais de ação. – Pensei comigo, dei um leve sorriso naquele momento.

—Vocês moleques são cheios de marra. Tem sorte de serem amigos do T.O.P. — O homem abriu o porta-malas e novamente abriu o zíper de uma bolsa grande preta. Qual continha tudo que precisávamos.

—Esta tudo ae? — Perguntou Yoongi pegando a mala.

—Se quiser conferir. Mas aqui não tem malandragem não. O papo é reto, molecada. — O homem ficava esfregando seu dedo indicador, várias vezes em seu nariz e ficava olhando pros lados. Parecia preocupado com alguma coisa.

— Da à grana pra ele. — Disse Jimin

—Se quiser pode conferir. — Hoseok entregava a grana pro homem.

—Eu vou mesmo. Porque se estiverem tentando me tapear eu vou meter a bala na cabeça de vocês aqui mesmo— O homem, começou a pegar os malotes e contar de mil em mil.

—Você esta ligado que somos sete e você apenas um ne? — Jin deu um sorriso de lado.

—E vocês estão ligados que não sabem nem destravar uma arma ne? Pois então eu sei. — Falou o homem dando um sorriso irônico, e guardando o dinheiro qual ele havia acabado de contar.

Ele estava coberto de razão, não sabíamos como usar aquilo. Precisávamos aprender. O cara apenas virou as costas, colocou a bolsa com o dinheiro no carro e foi embora. Ficamos ali parados esperando ele ir. Após isso, voltamos pra loja abandonada. Sabíamos que ninguém iria ali, e seria um ótimo lugar pra escondermos as armas e até mesmo treinar tiro ao alvo até ficarmos bons suficientes pra podermos realizar o plano do assalto. Era um local totalmente vazio. A única parte ruim daquilo era o cheiro de mofo que havia em todas as partes. O local perfeito. Não havia vizinhos, havia energia e água. Os donos haviam abandonado há tempos. Assim como os donos daquelas casas. Na verdade nem sabia o real motivo de terem abandonado aquelas casas e comércios. E o lado bom era que somente nós usávamos tudo aquilo da forma que queríamos. Tínhamos encontrado aquela vila por acidente. Mas foi o melhor acidente da minha vida. Porque desse acidente surgiu momentos vividos ali, quais nunca vamos esquecer. Estávamos animados pra comer o treinamento.