The Last Flame of Fire
27 Capítulo 27 - Reencountering 'old' ... Friends?
Notas iniciais
Mesmo após Absol ter recebido a Potion, ele ainda estava debilitado e acabou até mesmo cambaleando quando foi andar novamente, quase caindo, então, Daisuke retornou-o para a pokebola.
– Acho melhor eu leva-lo pro Centro Pokémon, depois dessa batalha ele precisa se recuperar bem. – Disse Daisuke.
– Não devíamos avisar Sabrina que o ginásio não precisa mais ficar fechado agora? – Perguntou Yuki.
– Deveríamos, mas como faremos isso? Os dois assistentes dela foram embora, junto com ela, e não tem mais ninguém aqui. – Disse o garoto de olhos dourados. – E também, eu prefiro dar prioridade à saúde do meu novo amigo. – Daisuke olhou para a pokebola de Absol, que ele segurava em sua mão.
– Bom, então arrumamos um jeito de avisarmos ela depois que voltarmos do Centro Pokémon. – Disse Arisu, sorridente demais para alguém que a minutos atrás estava com um olhar assassino. Katsumi olhou para o sorriso um tanto quando assustador que Arisu estava dando e se afastou um passo da garota, e, enquanto todos andavam para o Centro Pokémon, Katsumi sabia que Arisu estava bolando algo.
...
No caminho ao Centro Pokémon haviam várias lojas, de todo tipo de coisas, como já esperado da cidade de Saffron, e todos andavam quietamente, alguns olhando para as vitrines e outros, na direção da rua, observando os carros passarem. Tudo normal até que Katsumi, que andava na frente, simplesmente travou e arregalou os olhos.
– Katsumi? — Daisuke chamou cutucando o ombro de Katsumi, a mesma saiu do seu transe, mas continuou encarando algum lugar, e quando Daisuke direcionou seu olhar na mesma direção, viu uma simples sorveteria.
– Mudança de rota, vamos para aquela sorveteria e ai nós vamos para o Centro Pokémon! – Falou Katsumi, e logo já estava andando em direção da loja. – Eu também tenho minhas prioridades!
Todos se entreolharam pensando no que será que havia dado na garota, mas também se dirigiram a sorveteria.
Katsumi praticamente saiu atropelando todos que ficavam no caminho dela e do lugar onde se escolhia o sorvete, mas antes que ela chegasse lá, Arisu deu mais um de seus sorrisos ‘diabólicos’ e foi na direção de Katsumi, parando ela em seu caminho.
– Sente-se Katsumi, eu pego o sorvete de todo mundo, aposto que você quer de flocos, não é? – Arisu estava com um sorriso agradável e a Pikachu no seu ombro estava do mesmo modo e Katsumi se perguntou como ela sabia que o seu tipo de sorvete preferido era de flocos. – Não confia em mim? – Arisu fingiu uma cara falsa de tristeza, mas ainda podia-se ver o rastro do seu sorrisinho. Katsumi não estava colocando muita confiança em deixar a menina que estava mais irritada com ela no momento pegar o sorvete dela, mas fazer o que, se ela dissesse que não, Arisu só ficaria pior; mais irritada e mais emburrada. Katsumi suspirou e se dirigiu a mesa que todos haviam se sentado e ela podia ver Yuki conversando algo com Randy, e Daisuke e Ignis calados, pensando sobre qualquer coisa que fosse.
Pegou um dos seis lugares – Um estava sobrando, o que Arisu sentaria – e praticamente implorava para que Arisu não fosse má com ela e não fizesse nada com seu pobre e inocente sorvete.
Logo Arisu chegou, trazendo uma pequena bandeja com alguns potinhos de sorvete, a garota de olhos violetas sentou-se a mesa e colocou a bandeja na mesma. Logo, pegou um potinho e entregou-o para Katsumi, com uma colher e Katsumi se surpreendeu, o sorvete tinha uma cor meio creme, bem pálida, com pontinhos, realmente parecia sorvete de flocos... Katsumi havia ficado convencida “Afinal, não existe mais nenhum outro tipo de sorvete que seja dessa cor e tem uns pontinhos, né?” Katsumi ignorou o olhar suplicante de sua Vulpix, que praticamente dizia “Não come, sua burra!” e pegou uma colherada cheia do sorvete e colocou na boca.
Quando já estava com o sorvete na boca, Katsumi viu Arisu começando um sorriso maligno que ia aumentando cada vez mais, sua Pikachu estava se segurando para não rir de algo. E foi só então que a garota começou a perceber o gosto do seu sorvete, um gosto com certeza nada parecido com flocos.
Katsumi se levantou o mais rápido que pôde, com as mãos na boca e correu em direção do bebedouro. Pegou um dos copos de plástico do lado do mesmo, e com a pressa, acabou derrubando mais uns três copos, encheu o que pegou de água e bebeu toda a água em praticamente três goles. Arisu apenas observava tudo com um sorriso vitorioso, a Pikachu tinha caído do ombro de Arisu, rindo, Vulpix estava sentada no chão com uma cara que expressava um “Eu te avisei...” enquanto os outros apenas olhavam para Katsumi que estava desesperada, e encarravam Arisu.
– Quê foi? – Praticamente cantarolou Arisu, após sua mais nova vitória.
– O quê você...? – Perguntou Randy.
– Nada... – Respondeu Arisu, praticamente cantarolando novamente, a garota pegou uma colherada de seu sorvete de chocolate com cobertura de granulado e deu uma risadinha.
– Arisu!! – Gritou Katsumi quando chegou na mesa, com os olhos ardendo em raiva e Daisuke encarou Arisu, exigindo uma resposta.
– Ah, foi só um sorvete de canela... – Arisu ainda sorria.
– Você sabia que eu odeio canela?! Mas... Como?! – Perguntou Katsumi, revoltada, Arisu apenas virou pra ela com um olhar normal e soltou uma risadinha. – Ah, vai rir é?! Vamos ver se você vai rir depois de apanhar! – Arisu praticamente saltou da sua cadeira, se abaixou um pouco para que sua Pikachu saltasse para seu ombro – O que o Pokémon fez –, e começou a correr Katsumi, corria irritada atrás dela, Vulpix balançou a cabeça, mas então ‘sorriu’ e foi correndo atrás da sua treinadora.
Growlithe e Daisuke suspiraram, parece que com Katsumi, paciência era uma palavra inexistente.
...
Após Katsumi ‘se acalmar’ e o grupo passar pelo Centro Pokémon, todos se dirigiram novamente para o ginásio psíquico.
– Não sei como vamos dizer pra Sabrina que o ginásio já está pronto pra ser aberto... Ela nem tá por aqui e a gente não tem como saber onde ela está. – Disse Ignis, com sua normal inexpressividade.
– Bom, acho que então o melhor é esperar lá dentro... – Disse Katsumi, um pouco emburrada pelo acontecimento mais cedo, todos concordaram com essa ideia e se dirigiam a entrada do ginásio, e quando estavam na porta, pararam, pois começaram a escutar algumas vozes se aproximando.
– Como você pode ter certeza que eles estão por aqui? É vidente? – Disse uma das vozes, uma voz masculina que aparentemente estava calmo, que Katsumi, Daisuke e Arisu conheciam, mas fazia certo tempo que não viam o... Amigo? Inimigo? O que quer que fosse.
– Me quando eu estou errada?! – Agora, uma voz feminina bem irritada, é, Katsumi tinha certeza quem eram.
– Teve aquela vez qu... Ai! – Um barulho de algo sendo chutado e Rafael parou de falar e logo, uma lança acerta a porta, centímetros ao lado de Katsumi, fazendo-a largar a maçaneta da grande porta e logo Rafael e sua irmã estavam no campo de visão do grupo de treinadores.
Rafael e Michele, ambos usavam o uniforme e armadura da Equipe Rocket como sempre. Rafael carregava sua arma, um machado, só que diferente do outro que usava, esse tinha um estilo diferente e não parecia tão pesado, sem contar que não era tão grande, e Michele que tinha lançado sua lança para parar Katsumi de abrir a porta.
Rafael pulava com uma perna só e estava com uma mão na cabeça, é, sua irmã gostava de descontar a raiva nele com chutes, principalmente na perna.
“Coitado, esse ai nasceu pra apanhar na vida, a irmã bate, a Katsumi nocauteava também... Só digo isso: coitado.” Pensou Daisuke.
Michele, a irmã de Rafael, assim que viu que o grupo estava a ponto de entrar no ginásio, olhou séria para o grupo.
– Se afastem e não entrem. – Disse a garota, muito séria. – Apenas um conselho, se não quiserem viram mil pedacinhos. – Com o olhar confuso de todo o grupo, Michele suspirou. – Vai, explica ai.
– E eu sou o que pra você mandar em mim? Um escravo? – Rafael tentou retrucar, cruzando os braços, mas logo que Michele ameaça dar outro chute ele coloca as mãos na frente do seu corpo, de forma defensiva. – Perai! Tá bom! Já entendi! – Rafael deu uma pausa e então começou. – Vocês não devem entrar ai se não quiserem que uma explosão acabe tanto com vocês quanto como o ginásio. Tem uma bomba ai. – O silêncio prevalece durante alguns segundos até que Yuki o quebra.
– Quê? – Diz Yuki, confusa. – Como teria uma bomba lá... E como vocês sabem?
– Ah, longa história, vou resumir pra vocês. – Rafael disse enquanto sua irmã apenas continuava emburrada, olhando para o lado. — A Equipe Rocket tinha colocado uma bomba ai, que era para supostamente explodir todos que estivessem lá dentro, juntamente com a estrutura, mais objetivamente, na sua batalha, Katsumi. – Katsumi apenas ficou surpresa quando Rafael a citou e apontou para ela. – Pelo que fiquei sabendo, já sabe que a Equipe Rocket quer você morta, e eles pretendiam te matar lá. – Rafael fez uma pausa, ele falava como se fosse algo tão simples... – Mas ai, aquele Absol sentiu que um desastre iria acontecer, pois, diferente do que algumas pessoas pensam, os Absol’s não causam desastres, mas sim ‘preveem’ eles, então, ele resolveu impedir que todos entrassem.
– Então... Quer dizer que iriamos morrer?! Tá de brincadeira né! Poderiam ter dito antes. – Disse Katsumi.
– Juro que tentamos, mas até pouco tempo, a Equipe Rocket tinha informantes por toda parte, se eles nos vissem ajudando o inimigo do chefe, nós e nossa família já estaríamos todos na vala. – Disse Rafael, apesar de tudo, com uma expressão calma. – Apenas pedimos para que avisem isso a Sabrina e que arrumem um esquadrão especializado em desarmar bombas, e que tomem muito cuidado, ela pode ser ativada com ‘controle remoto’ e está localizada bem no centro de terra do campo. – Dito isso, Rafael se virou, Michele se aproximou e pegou sua lança, logo depois fez o mesmo que Rafael e ambos começaram a ir embora novamente.
– Espera... – Katsumi chamou e ambos pararam, mas apenas Rafael virou a cabeça para encarar Katsumi. – Por que vocês nos ajudariam? – Rafael deu um sorriso e olhou pra sua irmã, que apenas bufou e então se virou, com uma expressão irritada, as mãos na cintura, uma das mãos segurando a lança perto da cintura.
– Vocês salvaram nossas vidas, não ligando se erramos Rocket’s ou não, então, temos um acordo, quando precisarmos, pedimos a ajuda de vocês, e vocês podem ter a nossa. – Apesar da expressão irritada de Michele, suas palavras eram calmas e até gentis, ela se virou e começou a ir embora com seu irmão e quando os dois já estavam longe, Katsumi falou para Arisu e Daisuke.
– Sabe, por isso que eu falo que minha vingança é com Giovanni, e não com todo Rocket, pois tem outros como eles. Pessoas, apesar de tudo, boas. – Katsumi sorriu.
...
Daisuke haviam avisado a Sabrina sobre a bomba no ginásio e arrumou um esquadrão antibomba, e o ginásio ainda teria que ficar fechado por mais dois dias.
Yuki, Ignis e Randy estavam em algum lugar, treinando e se preparando para a batalha de ginásio. Katsumi e Arisu também aproveitavam para treinar, mas um dia depois, na manhã, perceberam os semicírculos arroxeados em baixo dos olhos de Daisuke. As duas garotas sabiam que ele tinha insônia, mas ele nunca tinha ficado com tantas olheiras antes. E Arisu teve a ideia de mandar Katsumi ir perguntar pra ele se estava tudo bem.
– Vai! – Insistia Arisu.
– Não! Você só quer que eu vá pra ficar me enchendo o saco, dizendo coisas do tipo “Ownt”! – Katsumi fechou a cara e cruzou os braços.
– Ah Kats... – Disse Arisu, com uma carinha triste.
– Kats? Agora eu tenho apelido? – Perguntou Katsumi, sarcástica.
– Se você não for, eu te arrasto! – Arisu pegou o braço de Katsumi e começou a puxá-la, até mesmo sua Vulpix ajudava a empurrá-la, e Katsumi pensou: “Trairá!”
– Tá, tá! Não precisa disso, eu vô. Caramba viu. – Resmungou Katsumi e Arisu bateu sua mão na patinha da sua Pikachu, comemorando.
A garota, juntamente com sua Vulpix, se aproximou de Daisuke, que estava sentado em um degrau da escada de um parque perto do Centro Pokémon, fazendo carinho na cabeça do seu Growlithe.
– Oi Daisuke. – Disse Katsumi, mas já foi direto ao assunto. – Sabe, você anda meio... Cansado demais, não tá treinando demais, tá? – Daisuke demorou um pouco para responder.
– Na verdade, tem dois motivos. – O garoto fez uma pausa. – Uma é sim sobre o treinamento. Eu... Estou com medo que o Growlithe se machuque demais na batalha do ginásio... Se eu perder ele... Eu... Vou ter perdido mais alguém da família... Eu não aguentaria. – Fez outra pausa. – Porque, pensa comigo, ele venceu por pouco na batalha contra o Absol, um Pokémon selvagem! Não que ele seja ruim, ele é meu melhor Pokémon, é por isso mesmo que estou preocupado. Ele não está conseguindo aguentar tão bem esses Pokémon evoluídos... Mas, eu não o evoluo porque não sei se isso é o que ele quer... – Daisuke abaixou a cabeça, ainda com a mão parada na cabeça do seu Growlithe. – Eu... Só tenho muito medo de perdê-lo...
– Eu também, não sei o que faria se eu perdesse a Vulpix, quase surtei no ginásio de Cerulean... – Katsumi olhou para sua Vulpix, que pulou para o colo da mesma. — Mas, a única pessoa que pode saber o que o Growlithe pensa e quer, além dele mesmo... É você. Não sou eu nem mais ninguém que tem uma ligação tão forte com ele. Se a ligação diz que ele quer ou não evoluir, então é isso. – Katsumi sorriu e olhou para Daisuke.
Então, Daisuke olhou para seu Growlithe. Era isso que ele queria? Daisuke sentia pela ligação que sim... Mas, a ligação estava mesmo certa?
“Growlithe... Você quer mesmo evoluir? Eu... Não sei...” Daisuke pensou, então, seu Growlithe latiu e começou a balançar a cauda, e seus olhos mostravam a resposta. Os olhos do seu Growlithe diziam que sim, e que qualquer decisão que seu treinador tomasse, estava boa para ele, afinal, ele confiava na sua família.
– Growlithe... – Daisuke sorriu. Levou sua mão a sua mochila, que estava ao seu lado, tirando de lá, uma pedra do fogo que ele tinha comprado em uma das lojas de Saffron.
Katsumi observava a cena, então, olhou para sua Vulpix, sorriu e afagou a cabeça da raposa, a mesma balançava suas seis caudas e parecia alegre, mas então, Katsumi ouviu uma voz, alegre e que parecia de uma garota de sete ou oito anos, na sua cabeça.
“Também quero evoluir!”
Katsumi ficou parada durante alguns segundos e então pensou “Quê?... Ah, tanto faz, deve ser coisa da minha imaginação...” A garota suspirou. Mas assim que olhou para sua Vulpix novamente, a voz apareceu novamente.
“Não, não é da sua cabeça. E ainda bem que você me ouviu! A nossa ligação é tão forte que se você se concentrar você consegue me ouvir! Legal!” A Vulpix ‘latia’ enquanto isso.
“Só quando eu estou concentrada? Mas já me concentrei com outros Pokémon’s e nada disso aconteceu... Espera ai, que que eu estou fazendo? Falando com um Pokémon?!” Katsumi pensou e arregalou os olhos.
“Quero evoluir...” A voz de suspostamente sua Vulpix dizia, só que a voz parecia mais distante.
“Eu não tenho pedra do fogo nenhuma.” Katsumi pensou. “Espera, porque eu continuo falando com... Essa voz.” A voz continuava, mas ela parecia ficar mais distante cada vez que ela tirava seu completo foco do assunto. “Será que era verdade...?”
Encarou sua Vulpix, a expressão de sua Vulpix a levava a acreditar que era verdade, mas mesmo ela se focando, não conseguia falar mais com Vulpix. Agora hora tinha se focado tanto e não tinha percebido? Mas, de qualquer modo, parecia que sua Vulpix queria mesmo evoluir.
Foi então que Katsumi se lembrou de uma pedra do fogo que tinha, e não lembrava aonde havia a conseguido, tirou a pedra da sua jaqueta e olhou para a mesma.
Nesse momento, Daisuke, que aproximava a sua pedra do fogo de Growlithe, para evoluí-lo, para e encara Katsumi, que iria usar a pedra do fogo que ele havia dado para ela.
– Não! – O impulso foi instintivo e quando menos percebeu tinha gritado para Katsumi não usar a pedra do fogo. Mesmo que ela não se lembrasse, ele queria que ela guardasse a lembrança que ele havia dado. – Essa pedra... Fiquei sabendo que você sente que é uma lembrança de algo, ou alguém, então... Guarda ela, por favor.
Mesmo não entendendo o motivo de Daisuke se preocupar se ela iria usar uma pedra do fogo na sua Vulpix, parou e guardou-a novamente no bolso da sua jaqueta.
– É que, a ligação... Ela me disse que quer muito evoluir... Então, como não tenho outra pedra do fogo, pensei em usar essa. – Disse Katsumi “Mesmo que minha mão tenha tremido um pouco na hora que pensei em usá-la, como se eu soubesse que isso não era o que queria, eu não queria, de algum modo, perdê-la.”
Daisuke colocou novamente a mão na sua mochila e tirou outra pedra do fogo que tinha comprado em uma loja de Saffron, a que havia ganhado de Katsumi ainda estava bem guardada.
– Toma, imaginava que isso aconteceria. – Daisuke entregou uma das pedras para Katsumi.
– Mas, você comprou, são suas! – Disse Katsumi.
– Considere essa pedra do fogo um presente.
Katsumi o encarou durante alguns segundos, mas no final pegou a pedra do fogo.
– O que acha de evoluirmos eles ao mesmo tempo? – Perguntou Daisuke, sorrindo para seu Growlithe.
– Certo! – Concordou Katsumi, sorrindo. – Três... Dois... Um! – Ao final da contagem, ambos aproximaram as pedras dos Pokémon’s, encostando-as neles e logo um brilho vermelho começou a envolver os dois Pokémon’s e as pedras foram simplesmente sumindo.
O brilho aumentou de tamanho, mudou de forma e era tão forte que já não se podia ter mais nenhuma visão dos dois Pokémon’s.
Logo, o brilho foi cessando, mostrando as novas formas dos Pokémon’s.
Vulpix tinha ganhado mais três caudas, agora tendo nove, seu pelo tinha ficado de uma cor mais clara e estavam sedosos, e seus olhos eram de um vermelho cintilante.
Growlithe havia aumentado muito de tamanho, seu pelo havia crescido, mas os tons de preto, creme e laranja permaneciam, e o Pokémon tinha um olhar muito mais poderoso.
Agora, não eram mais Vulpix e Growlithe.
Eram Ninetales e Arcanine.
Continua...
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