The Last Flame of Fire

23 Capítulo 23 - Courage


Notas iniciais
Hey o/. Estou postando hoje porque sim, tive vontade de escrever e vou postar hoje em vez de amanhã, eu dei uma revisada no capítulo, mas ainda pode conter algum erro. Lembram que eu na nota do capítulo anterior que esse estaria com menos de 2.500 palavras? E estava, estava com 2.300 e pouco, ai eu fui revisar e modificar umas coisas e olha só no que deu... Chegou a 3.000 palavras, sério, como eu faço isso? Capítulo meio sentimental porque na sexta passada, quando escrevi ele, eu estava meio sentimental, algo bem sem sentido, já que quase nunca eu fico sentimental. Espero que gostem ^^

– Eu... – Começou Daisuke, mas parando novamente de falar, seu olhar estava direcionado para o chão, o garoto fechou os olhos e respirou fundo, muitas possibilidades sobre o que poderia acontecer após isso vinham a sua mente. Talvez Katsumi nunca mais fosse querer ver a cara dele, talvez ela passasse a odiá-lo, e em sua mente passava até a possibilidade de que ela o mataria ali mesmo. “Afinal, um dos objetivos dela é acabar com o assassino do pai dela...” A possibilidade de que ela iria perdoá-lo era quase nula na mente do mesmo. Ele fechou a mão e apertou os dedos na pele de sua mão, provavelmente já vermelha pela força de pressão.

– Daisuke... – Disse Arisu, ainda se mantendo séria, com as sobrancelhas franzidas, a garota suspirou e mudou a expressão para uma mais gentil e até mesmo entristecida e disse com uma voz gentil. – Sabe, se você quiser, não precisa falar, é uma escolha sua...

O garoto voltou a encarar o chão. Ele sabia. Era, sim, uma escolha dele, mas ele teria que arcar com as consequências e responsabilidades da sua escolha, qual seja ela. Se ele contasse, é completamente inesperado o que Katsumi faria ou pensaria, mas se ele não contasse ele teria que aguentar para o resto de sua vida, a responsabilidade de carregar uma mentira, esconder a verdade, olhar para Katsumi e falar com a mesma sabendo do que fez e colocar um sorriso falso no rosto... Se ele fizesse essa escolha... Seria capaz de suportá-la? Seria capaz de toda vez que olhar para Katsumi, sentir a culpa do que fez e continuar em frente? Não que ele não vá sentir culpa, mas, pelo menos contando a verdade talvez sua culpa diminuísse, como se ele tirasse um peso dos ombros. Então, novamente, seria capaz de suportar essa escolha? Para essa pergunta, ele mesmo já sabia a resposta. Ele olhou para seu Growlithe, que o encarava preocupado ao seu lado.

– Eu... Fui eu que matei seu pai. – Disse Daisuke sem expressar emoções, pronto para arcar com o que quer que venha a seguir. Katsumi e sua Vulpix durante alguns segundos ficaram em silêncio, com uma expressão completamente confusa, não estavam entendendo nada.

“Só faltava ele querer brincar com esse tipo de coisa agora...” Pensou Katsumi, revirando os olhos, como se não fosse nada, sua Vulpix até mesmo bocejou.

– Sei que é difícil de acreditar e pode achar que eu estou brincando, mas eu estou falando a verdade! – Disse Daisuke, certo do que dizia, mesmo assim Katsumi não acreditou. “Então, talvez se eu contar tudo...” Pensou o garoto. Arisu apenas observava juntamente com sua Pikachu, observando uma pasta com documentos em sua mão e uma pokebola, e logo lágrimas voltaram a escorrer dos seus olhos, silenciosamente. – Eu vou te contar tudo então. – Começou Daisuke. – Eu já te conhecia na infância, eu havia me mudado para Cinnabar e você me ajudou na escola, você prendia o seu cabelo comprido em duas marias-chiquinhas e usava uma jaqueta vermelha maior que você na época, mas era você mesma, Katsumi, com seus olhos vermelhos! – Começou Daisuke, determinado e levemente irritado. Parando para pensar sobre um fato agora, Daisuke ficou curioso sobre um detalhe. Antigamente Katsumi tinha cabelo extremamente comprido, e atualmente o cabelo apenas passava um palmo abaixo dos ombros da mesma, se imaginado solto – Mas mesmo assim, havia crescido do tamanho que tinha quando Katsumi saiu de Cinnabar junto com Daisuke. Será que ela havia cortado o cabelo nesses cinco anos?

– Você já começou errado! – Respondeu Katsumi em um tom alto e irritado. – Se eu tivesse te conhecido lembraria! – O Growlithe de Daisuke pulou na frente de seu treinador e começou a latir, afirmando o que seu treinador dizia, em uma ‘língua’ que claramente Katsumi não entendia, e defendendo-o, porém Daisuke conseguiu compreender, já que Growlithe era seu Pokémon e a ligação entre eles gerava completa compreensão sobre o que cada um pensa. Porém Vulpix entendeu, então também rosnou e a pequena raposinha começou a ‘latir’, ‘discutindo’ com Growlithe, deixando que Katsumi finalmente compreendesse, através da ligação, o que estava acontecendo.

– Sobre isso eu não sei, não sei por que se esqueceu, mas eu tenho como provar que nos conhecemos! – Daisuke jogou sua mochila no chão e começou a revirar tudo, quando achou o que procurava fechou a mochila e levantou, colocando-a em suas costas novamente. Ele estava com a Fire Stone em suas mãos. Olhou fixamente para a mesma, girando e revirando-a, como se procurasse ver algo, depois pegou uma ponta qualquer do tecido de sua jaqueta e esfregou uma parte da pedra e depois a segurou em frente de Katsumi. – Tá vendo! Me diz de quem é o nome que tá aqui?!

– Kats... – Começou a falar com os braços cruzados, a garota estava claramente nervosa, mas parou e descruzou os braços assim que terminou de ler, mentalmente. Vulpix e Growlithe pararam de brigar e olharam para Katsumi e Daisuke. – Katsumi... Tsuyo... – Disse a garota, incrédula. Vulpix e Growlithe se encararam preocupados. Porém, logo cruzou novamente os braços e voltou a argumentar, com as sobrancelhas franzidas. – Isso não prova nada, você pode ter escrito isso ai qualquer hora, mesmo assim não me lembro de te conhecer!

– Então pega a sua Fire Stone, e olha bem. – Deu uma pausa para Katsumi pegar a pedra do bolso da sua jaqueta, e a mesma fez, aborrecida. Ainda não tinha muita crença de que isso iria fazê-la aceitar isso. A garota olhou a pedra vermelha brilhante em suas mãos, limpou um pouco esfregando com sua mão uma parte da pedra e aproximou a pedra dos seus olhos, forçando a vista para ver que na mesma estava escrito Daisuke Waizu. – Tá vendo, seria impossível ter meu nome em algo que você tem desde antes de me ‘conhecer novamente’... – A voz de Daisuke foi diminuindo cada vez mais até voltar ao tom normal. – Continuando, eu sei que é difícil, não sei como esqueceu, mas eu te conheci sim! E isso foi... Um dia antes do incidente do seu pai.

“O dia que eu não me lembro de nada!” Katsumi agora estava começando a se preocupar, sua Vulpix se aproximou da mesma e colocou a patinha na perna de Katsumi, com um olhar triste, mas apoiando sua treinadora.

– Quando eu te conheci, eu vivia me mudando, não me encaixava em nenhum lugar, juntamente da minha mãe, que já foi Rocket, e quando eu fiz uma amizade... Como eu fiquei feliz... – Daisuke deu um pequeno sorriso, porém triste. – Mas ai eu descobri que teria que me mudar de novo, e eu não queria me mudar logo depois que eu faço uma amiga! Minha... Primeira amiga... Então, eu saí correndo da minha casa, deixei minha mãe lá... – Parou durantes alguns momentos e fez uma expressão arrependida e levemente irritada e voltou a falar. — Confesso que isso foi a coisa mais retardada que já fiz na minha vida e que eu fui muito idiota naquela hora, mas eu não queria saber de mais nada. Por coincidência eu te encontrei com sua mãe em uma avenida, ou melhor, você me encontrou. – Fechou levemente os olhos e deu um sorrisinho de lado, se lembrando do momento que Katsumi o ‘chamou’. – Você me fez pensar melhor, eu estava sendo egoísta, nos andamos muito, conseguimos essas duas pedras para que se nos separássemos, pudéssemos nos encontrar novamente. – Sua expressão se entristeceu novamente. – Mas ai, aconteceu, quando eu voltei, minha mãe sumiu, tinha aquela carta... – Apertou o punho da mão mais forte. – Eu sai de casa pra procurar ela, e então teve um homem estranho de óculos escuros e cabelo castanho... Ele me deu uma dica de onde ficava o quartel da Equipe Rocket, eu quando passei por um beco, senti uma leve dor na cabeça, mas não percebi que comecei a ser enganado por uma ilusão de um Pokémon, isso me levou para o lugar errado, mas na minha cabeça eu... Parecia que eu estava no lugar certo, mas era a ilusão, eu não fazia ideia que era na verdade... Sua casa. – Daisuke deu uma pausa para suspirar, ele realmente estava contando tudo que sabia. – Então, eu acabei arranhando a porta com a adaga e então isso atraiu seu pai pra fora da casa, que eu achava que era um Rocket, novamente por causa da ilusão, ele se aproximou de mim, minha mãe na carta disse para não confiar em Rocket’s, e foi então que eu... – Daisuke não conseguia falar mais, faltava-lhe a coragem para dizer a verdade, dolorosa até mesmo para ele, seu Growlithe se aproximou dele, parou no lado dele, deu um latido transpassando confiança e acenou com a cabeça para Katsumi, que Daisuke percebeu, claro, sua ligação com Growlithe era forte, o Growlithe estava o apoiando, voltou a olhar para Katsumi com uma expressão séria. – Peguei uma das adagas que minha mãe me deu e cortei a barriga do seu pai, e então... As ‘cortinas’ caíram, eu vi a verdade por trás da ilusão, eu vi você correndo na direção do seu pai, enquanto eu em choque era levado por um Rocket, e depois descubro que quem era para morrer na verdade era você, eles me disseram que tinham minha mãe, me treinaram e me fizeram matar pessoas... Durante quase cinco anos... Mas eu descobri a verdade, perdi as memórias e ai te encontrei novamente. – Daisuke tentou simplificar o máximo que pudesse. Katsumi apenas permaneceu parada lá, em choque sua Vulpix estava com a boca entreaberta e com os olhos arregalados. Até mesmo Arisu achava que ele não conseguiria dizer toda a verdade e permanecia com a mão em na boca, em choque.

Katsumi não conseguia pensar em mais nada. Katsumi e Vulpix se lembraram do primeiro dia que viram Daisuke e Growlithe, após Katsumi ajudar Daisuke, e Growlithe ser capturado. “Não...” Se lembraram das risadas que deram enquanto conversavam no S.S. Anne enquanto Vulpix brincava com Growlithe e Katsumi conversava com Daisuke. “Não...” Katsumi e Vulpix se lembraram das batalhas, as cidades que passaram juntos. “Não...” Katsumi então, se lembrou, e fazendo Vulpix também se lembrar, da promessa que fez, prometendo que iria vingar-se do assassino do seu pai, que odiaria quem fez isso, e iria descobrir a pessoa, para mata-la e manda-la para o inferno que ela merece ir. Katsumi estava parada, seu cabelo cobria seus olhos, ela apertava sua mão em um punho, começava a se sentir tonta. Como assim ela também já o conhecia? Esforçava-se para lembrar-se do dia anterior da morte de seu pai, mas isso só a deixava cada vez mais tonta, sua cabeça doía demais ao pensar nisso, se aproximou de Daisuke, que apertou os olhos fechados.

Katsumi não sabia o que sentia. Direcionou a mão a bainha de sua espada, assim que alcançou o pomo da espada, retirou-a de lá causando o som estridente da lâmina, levantou a espada. Sentia raiva do que Daisuke fez, porém a mão que segurava a espada tremia. Ele poderia ter matado seu pai, mas era de seu conhecimento que ele não havia feito por escolha, o mesmo havia sido obrigado por uma ilusão, achava que corria risco e apenas se defendeu... Apertou o cabo da espada, sua boca estava entreaberta, apertava os dentes com raiva, porém ainda tremia. Faria o mesmo no lugar dele? Colocou-se na posição do mesmo, se sua mãe tivesse sumido e os suspeitos fossem Rocket’s, hesitaria em matar um que possivelmente estivesse mantendo sua mãe presa e fosse um risco para sua vida? Não... Ela sabia que não, faria o mesmo. Mas ainda sentia raiva, teria coragem de acertá-lo com a espada pela raiva? Não, o mesmo não fez por escolha, mas porque foi obrigado e nas situações de Daisuke, faria a mesma coisa e ele ainda contou á ela. Isso superava a raiva, não seria capaz de mata-lo. Mas principalmente, porque não teria coragem de matar seu amigo por causa de uma vingança idiota e sem mais nenhum sentido agora.

Daisuke, assim que não sentiu nenhum golpe começou a abrir os olhos lentamente apenas para escutar o som da espada caindo ao chão e ver Katsumi se aproximando, temia o pior, porém, Katsumi... O abraçou.

Nada disso faz sentido mais... – Katsumi disse em um sussurro, mais para si mesma, mas que Daisuke escutou, e ainda surpreso pela ação repentina, abraçou a garota de volta gentilmente, assim que percebeu que a mesma chorava. Não fazia mais sentido a promessa que havia feito, o assassino do seu pai não o matou intencionalmente e o assassino do seu pai... Era seu amigo. Katsumi nunca mataria seu amigo, nunca teria coragem, não seria tão fria a ponto de nunca perdoá-lo, sua cabeça doía cada vez mais e se sentia mais tonta cada vez, o esforço que fez para lembrar-se do dia que não tinha lembranças exigiu muito de si. Quando Katsumi simplesmente parou de chorar, Daisuke a afastou um pouco.

– Ela desmaiou? – Perguntou Daisuke preocupado.

...

Depois que Katsumi foi levada para o quarto do Centro Pokémon, para descansar, Daisuke e Arisu também saíram do quartel da Equipe Rocket, deixando os policiais fazerem o resto do trabalho. Já era noite.

– Sei que pode ser meio tarde pra perguntar, mas por que você chorava? – Perguntou Daisuke, Arisu ainda estava triste e seus olhos voltaram a lacrimejar. Os dois estavam sentados no sofá do quarto que haviam reservado no Centro Pokémon, Katsumi já estava na cama por ter desmaiado e já esperavam uma visita de Lily, já que foi dito que a família de Katsumi foi informada.

– Quando eu tive que sair, eu resolvi procurar pistas sobre meu pai, entrei em uma daquelas salas com Rocket’s, derrotei todos, ou pelo menos eu pensava, um estava vivo e... – As lágrimas já escorriam do rosto de Arisu e a garota começava a soluçar. – Ele matou minha Butterfree... – Arisu tampou os olhos com suas mãos, seus cotovelos estavam apoiados nas suas pernas. Daisuke não sabia o que dizer, colocou uma mão no ombro de Arisu, com um olhar triste. A Pikachu de Arisu se aproximou da mesma e encostou a cabeça em sua perna, triste.

...

O Sol começava a aparecer nos céus, Daisuke novamente não havia conseguido dormir, então olhava a pasta com arquivos que Arisu havia trazido, achou documentos contando sobre várias pessoas que trabalharam para os Rocket’s nos últimos cinco anos. Achou o seu nome e olhava, porém, nada que não soubesse. Fechou o documento e olhou para o quarto, Arisu já tinha ido dormir, depois de chorar mais um pouco, ele deu o maior apoio possível, Katsumi ainda não havia acordado e sua Vulpix também havia desmaiado com o esforço que a mesma fez para se lembrar, isso atingiu Vulpix também por causa de como as duas são ligadas. O garoto suspirou e ficou olhando para o teto, sentado no sofá, logo escuta a porta sendo aberta bruscamente, o que acorda, tanto Katsumi quando Arisu, assustadas, e logo Lily entra olhando para todos os lados e praticamente gritando.

– Cadê minha filha! Disseram que ela desmaiou! Mas se essa menina se machucou sério ela vai apanhar! – Dizia a mulher estressada, carregando a sua bolsa, assim que Arisu viu quem era apenas se jogou novamente na cama suspirando alto, irritada, sua Pikachu fez o mesmo, Arisu pegou uma almofada e tapou o rosto de Pikachu com a mesma, que fez o mesmo para a treinadora que depois pressionou o travesseiro no rosto.

– Mãe! Olha que horas são, você vai acordar todo mundo! – Disse Katsumi também gritando.

“Ironia você dizer isso gritando também...” Pensou Daisuke.

– Ah, graças, você tá bem! – Lily se aproximou de sua filha e a abraçando forte.

– Quero ar... – Katsumi disse, se referindo ao abraço extremamente apertado que sua mãe estava dando.

– O quê aconteceu, vocês vão me contar, agora. – Então o silêncio novamente tomou conta do lugar, Katsumi olhou para Daisuke, que deixou com que Katsumi contasse tudo.

...

Lily escutou tudo atentamente, se mantendo séria depois que Katsumi terminou de falar tudo, Lily pediu um favor a mesma.

– Pode ir buscar alguma comida pra mim? Sabe, quando eu fico tensa eu fico com fome... – Pediu Lily para sua filha, com um sorriso claramente falso, mas que a garota não percebeu.

– Ah... Tá bom... – Respondeu Katsumi, entediada. Assim que a garota saiu do quarto junto de sua Vulpix, Lily continuou a falar com Arisu e Daisuke.

– Temia que quando você recuperasse a memória, isso aconteceria, mas não esperava sobre você ser o assassino de John... Você realmente conheceu Katsumi sim. Mas o motivo por ela não se lembrar daquele dia, é para o bem dela mesma, se quiserem que eu conte, eu posso falar, mas não podem contar pra ela. – Arisu e Daisuke concordaram. – Certo... Quando conheceram ela pela primeira vez, se lembram de que ela tinha cabelo bem mais comprido que o que ela tem agora? E que ela até mesmo tinha uma jaqueta vermelha? Então, tudo que causou a ela não se lembrar daquele dia começa a partir da hora que você vai embora, de volta pra sua casa, Daisuke. Eu e Katsumi continuamos a andar por aquela avenida, mas aconteceu algo, um incidente muito grave, que marcou a história de Cinnabar aquele dia, que a policia resolveu manter segredo apenas para as pessoas que estavam lá naquele dia. Mas acho que é mais fácil se vocês vissem a memória da Katsumi. – Arisu e Daisuke ficaram confusos, Lily olhou na sua bolsa e retirou uma pokebola, liberou o Pokémon da mesma, uma Espeon, e a ordenou para usar um ataque em alguns segundos. – Esse Pokémon ‘contém’ as memórias da Katsumi desse dia, e não posso fazê-la se lembrar disso para o bem dela mesma... A Espeon é um Pokémon dos meus tempos de treinadora. – Lily acariciou a cabeça da Espeon, que ronronou.

Logo o ataque psíquico de Espeon atinge Arisu e Daisuke, fazendo os dois verem tudo o que Katsumi, com cinco anos, viu aquele dia que ficou marcado para todos que presenciaram tal situação...

Continua...

Notas finais
Sério, eu sentiria raiva de mim mesma por parar logo nessa parte... Mas meu impulso de deixar mistério no ar sempre me vence, desculpem >.< Acho que ainda vão gostar bastante da personagem Lily, ela ainda vai ter uma grande importância na história. Bem, até o próximo capítulo ^^