The Lady of the Night
4 Another Way to Die
Notas iniciais

Alicia Keys ft. Jack White — Another Way to Die
A door left open
A woman walking by
A drop in the water
A look in the eye
A phone on the table
A man on your side
Or someone that you think that you can trust
It's just another way to die
JÁ SE DAVAM OS PRIMEIROS SINAIS DO NASCER DO SOL, OS RAIOS JÁ IAM ILUMINANDO O CÉU NEGRO. Naquele horário, tinham pouco movimento no porto, somente alguns seguranças assegurando que ninguém invadisse o local. Uma pessoa andava rapidamente em direção ao armazém que estava no fim do caminho, nenhum segurança impediu a pessoa, pois não eram pagos só para proteger o lugar. Eles deveriam garantir que certas pessoas circulassem pelo local, bem como aquela pessoa.
Assim que parou em frente a porta do armazém, bateu duas vezes, esperou alguns segundos e bateu mais uma vez. Não demorou muito para um homem abrir uma pequena fresta.
— Poison me chamou. — avisou a voz feminina.
A resposta do homem foi somente abrir a porta, permitindo que a mesma entrasse. Ela observou que o lugar era grande, tinha algumas caixas de madeira nos cantos, algumas cadeiras e mesas ocupadas por pessoas que não conseguia ver o rosto por estarem nas sombras. Continuou andando até o fundo onde se encontrava uma sala com a luz ligada. Entrou no cômodo e notou uma mesa, cheia de papeis e com um notebook aberto, a cadeira atrás desta estava virada de costas mas dava para notar que tinha alguém sentado nela.
— E então...? — indagou o homem que estava sentado.
— Entre, senhor Poison — respondeu a pessoa se aproximando da cadeira, se sentando nela. — Não encontrei.
O barulho de algo caindo a fez dar um pulo de susto, o som de risadas vindo de fora da sala encheu o ambiente, irritando a pessoa. A cadeira se virou e Poison levantou a mão para que seu capanga que estava na porta mandasse os outros parassem de rir. A pessoa tentou identificar o rosto do líder, mas esse estava nas sombras, escondendo a sua face dos outros.
— Procurou direito? Olhou cada canto daquele apartamento?
— Sim — Balançou a cabeça em afirmação, reforçando sua fala. — Procurei por um esconderijo, mas não encontrei nada. O lugar está limpo.
— Sempre cuidadosa — murmurou o homem para si.
— Pelo relatório que li da SHIELD, ela era uma das melhores no que fazia.
— Eu não te perguntei nada! — gritou irritado e bateu novamente na mesa. — Sendo ela quem é, sabia que as chances de você falhar eram grandes. — Fez sinal com a mão para a pessoa se levantar e o foi o que ela fez. — Por isso eu iniciei meu plano B.
— Senhor?
— Logo terei aquela máquina em minhas mãos e terei minha vingança.
Pode-se ouvir as palmas vindo em um dos cantos mais escuros da sala, que consequentemente sai se revelando.
— Muito bem! — exclamou irônico o recém-chegado. — Me mostrou que nem todos os midgardianos são idiotas, Poison.
— Somos poucos, Loki — respondeu antes de voltar a encarar a pessoa a sua frente. — Alguns humanos nem deviam existir.
O Deus da Trapaça se aproxima de ambos, fazendo a pessoa sentada se encolher, pois sabia muito bem o que ele podia fazer e não queria ser sua próxima vítima.
— Como os Vingadores.
— Eles serão um problema — lembrou Poison num tom sério.
— Isso será resolvido na hora certa.
— Espero que não falhe de novo — comentou antes de começar a rir.
Aquelas palavras foram suficientes para irritar Loki, que no mesmo instante apontou a lança no pescoço do outro homem, o fazendo parar a risada.
— Cuidado com suas palavras, midgardiano. Eu ainda posso te matar, mesmo sem meus poderes — o ameaçou. — Eu sou um Deus, se coloque no seu lugar.
— Você não irá me matar, você precisa de mim — disse Poison sorrindo. — Não sou igual aos outros que o temem, Deus da Trapaça. — Loki encostou a ponta da lança na pele do pescoço do vilão. — Lembre-se, temos um trato e esse trato não pode ser quebrado. — Bateu o dedo na arma. — Fez uma promessa de um "Deus".
Loki abaixou a arma e o encarou seriamente, queria muito matá-lo, mas não podia, pois dependia daquele mortal qual fez o acordo.
— Voltarei daqui a uma semana e, então, verei se sua parte do plano deu certo — concluiu o Deus com raiva antes de sumir.
— Quero que monte uma equipe dos melhores homens e os mande para Pitssburg! — gritou para seu capanga que permaneceu na porta. — Quero que tragam a pirralha! — O capanga saiu os deixando sozinhos. — E você, continue me passando todas as informações sobre ela e a SHIELD, preciso saber cada passo que darão quando tudo começar.
— Sim, senhor.
A pessoa saiu e fechou a porta, o deixando sozinho. Seu notebook estava a sua frente e o puxou mais para si, levantou a tela que ligou, revelando várias imagens e textos. Uma dessas imagens era de uma moça usando uniforme de garçonete e trabalhando num Café. Ela havia mudado de muitas formas para ele, mas continuava com sua pose de superior. Brevemente tocou a foto, lembrando da época que ambos trabalhavam no mesmo lado, uma época em que os dois até chegaram a ser amigos.
— Em breve nos encontraremos, Louise...
LOUISE SE SENTOU NA CAMA E LEVOU A MÃO NO PEITO PARA ACALMAR SEU CORAÇÃO QUE BATIA RAPIDAMENTE. Olhou em volta garantindo que estava sozinha no quarto, faziam anos que não tinha esse pesadelo, lembranças de um dos momentos da sua vida anterior. Olhou para o relógio e viu que eram cinco e quarenta da manhã, cedo demais para acordar naquele dia.
Levantou-se da cama e foi até a janela que estava aberta, uma brisa suave bateu em seu rosto e fez seus cabelos negros balançarem, aliviando o calor que sentia por conta do pesadelo. Tentava entender por que agora aconteceu isso, imaginava se era algum sinal de algo, mas logo espantou essa ideia, saberia se algo estivesse acontecendo, uma pessoa entraria em contato. No entanto, as palavras de seu pai surgiram sua mente sobre como a pessoa trabalhava.
Foi até seu closet e abriu. Se ajoelhou e colocou as suas mãos no fundo, onde forçou as suas palmas e isso fez um barulho que a fez tirar as mãos. A parte da parede se recolheu para o canto revelando um espaço secreto. Ela colocou a mão e tirou uma pequena caixa que ao abrir, revelou alguns documentos e um celular. Pegou o aparelho e apertou o botão para a tela ligar. Mordeu os lábios ao ver que não tinha nenhuma mensagem ou ligação, ao invés de ficar aliviada, ficou mais ansiosa.
Guardou as coisas no lugar e viu a passagem se fechar, por alguns segundos continuou olhando a parede, pensando no seu próximo passo e se valeria a pena fazer isso por conta de uma dúvida em sua mente. Balançando a cabeça ela se levantou, deixaria isso para pensar depois, quando sentisse que suas emoções estivessem sob controle. Levantou-se e foi até o banheiro, Louise decidiu que uma corrida faria bem a ela, principalmente, em clarear a mente e esquecer o pesadelo.
A BATIDA DA MÚSICA BEAUTIFUL DAY QUE TOCAVA EM SEUS OUVIDOS, fazia Louise se balançar no ritmo da canção. Seu humor tinha melhorado, estava um pouco mais relaxada para ir trabalhar. No entanto, olhava uma vez ou outra por cima do ombro, pois não podia ignorar totalmente seus instintos. Quando avistou o estabelecimento, sentiu o aparelho tremer, avisando que uma mensagem tinha chegado. Assim que entrou no Café, foi verificar a mensagem e não escondeu a surpresa ao ler as palavras:
"Te peguei, pequena lady."
No mesmo instante, foi para fora e olhou em volta procurando algum sinal de quem havia mandado a mensagem, porém, não obteve sucesso. Podia ser qualquer pessoa que estivesse passando, ou alguém dentro do Café. Ao voltar, olhou para as pessoas que estavam aproveitando suas refeições, tinha de aparecer algo que indicasse se um deles era a pessoa.
Outra mensagem chegou e ela logo abriu.
"Não estou no Café ou no outro lado da rua. Pode parar de me procurar."
A garçonete releu as palavras e sentiu uma raiva surgir, de algum modo a descobriram. Seus dedos estavam prestes a deslizar na tela, quando escutou alguém a chamado e isso a fez levantar a cabeça. Uma das garçonetes, Lily, estava atrás do balcão e parecia espantada com algo.
— Louise, aconteceu algo?
— Não, nada grave.
— Então não fique parada no meio do caminho atrapalhando os clientes que querem entrar.
A garçonete notou um casal, atrás de si, querendo passar e logo saiu do caminho para dar passagem.
— Desculpa, fiquei surpresa com a mensagem que a moça que limpa meu apartamento me mandou — explicou Louise. — Acabou quebrando um vaso.
— Ela precisa ter cuidado.
A jovem acenou antes de se dirigir até onde ficavam os armários, numa sala ao fundo da cozinha. Tirou seu casaco e guardou suas coisas, pegou seu avental e colocou na cintura, onde já estava guardado seu bloquinho e caneta. Ela pegou o celular e leu novamente a primeira mensagem e refletiu aquelas palavras. O modo em que foi chamada a fez pensar nas possibilidades de quem seria o autor, já que era um número limitado de pessoas que a chamavam assim e conheciam seu passado. Digitou rapidamente uma mensagem.
"O que você quer?"
Guardou o aparelho no avental e voltou para onde estavam os clientes. Sorriu para seus colegas de trabalho e iniciou seu trabalho, mesmo dando a atenção as pessoas, uma parte da sua mente trabalhava em descobrir quem era a pessoa e se só ela foi descoberta.
A MELODIA DA CANÇÃO ANGEL DA BANDA AEROSMITH SE MISTURAVA COM O SOM DAS BOLAS DE BILHAR TOCANDO NA MESA OU ENTRE SI. Clint apoiou a base do taco no chão e depois o queixo na outra ponta, seus olhos estavam fixos na mesa, pensando no seu próximo movimento. Bruce estava sentado num banco, perto do amigo esperando sua vez, a qual achava que não chegaria, visto que era a segunda partida e ele só havia conseguido fazer três jogadas até errar. Os dois resolveram jogar já que as coisas estavam calmas e esse era um modo de se distraírem.
O arqueiro conseguiu ver uma brecha e estava pronto para fazer sua jogada quando Steve escolheu esse momento para entrar no cômodo e tossir, o que atrapalhou sua jogada, o fazendo errar. Bufou e fuzilou, com os olhos, o Capitão.
— Obrigado, Steve. — agradeceu o doutor se levantando.
— Não é cedo para estarem jogando? — indagou o mais velho se aproximando da mesa.
— Banner estava empacado em uma das suas ideias — explicou Clint se sentando. — Sugeri parar um pouco e se distrair, foi quando lembrei da sinuca.
— Não sei se ficar só observando é um modo de distração. — comentou antes de acertar a bola branca.
— Na próxima partida, se errar, pode jogar novamente.
— Eu preciso de uma ajuda sua, Clint.
— Diga, Capitão.
O mais velho foi até onde estava o Gavião Arqueiro e se sentou ao seu lado.
— Conhece algum restaurante bom? Estou olhando aqui na lista, mas são todos estranhos para mim. — Suspirou em frustração — Todos que eu gostava fecharam.
— Tem que ser um bem romântico.
— Vai a algum encontro, Steve? — perguntou Bruce, desistindo da partida por conta da conversa.
— Sim.
— Quem é a moça?
— É a Bea, do Café Palaci. — respondeu rapidamente Clint, impedindo do mais velho de falar. Seus olhos estavam focados no celular. — Uma moça muito bonita e simpática.
— E quando é o encontro?
— Sábado — contou Steve cruzando os braços.
— Acho que esse lugar é muito bom — comentou o arqueiro, o que fez Bruce se aproximar dos dois para ver o estabelecimento. — É discreto e romântico, a nota de avaliação é alta. — Ele então estala os dedos ao lembrar de um lugar — Tem outro lugar, que será perfeito... Esse aqui!
Virou a tela para que o líder dos vingadores pudesse ver; o restaurante ficava no Central Park e tinha vista para o lago, dando um clima mais romântico. Mostrou outras fotos de dentro do estabelecimento, onde se notava parecer que havia saído de um filme dos anos 30, não era tão modesto e nem tão chique, no entanto, dava um ar de discrição.
— Parece um lugar caro. — comentou o cientista.
— Parece, mas não é — discordou. — Eu recomendo.
— Vou ligar para reservar. — Levantou-se para sair do cômodo.
— Sabe o que vai vestir? — indagou Bruce.
— Sei.
— O que? — perguntou novamente.
— Terno.
— Não, tem que ser algo mais casual — O cientista balançou a cabeça. — Terno é muito formal.
— Banner, eu acho... — disse Clint antes de ser interrompido.
— E vai dar flores a ela, certo? Não pode ser quaisquer flores, tem que ser algo que signifique suas intenções.
— Como assim flores tem significado de intenção?
— Você tem muito a aprender.
Aquelas palavras fizeram o arqueiro rir, Bruce Banner estava tentando dar conselhos amorosos, sendo justamente alguém que não tem vida amorosa.
— Calma, doutor — pediu Gavião Arqueiro. — Dá para ir de terno, mas cor escura — Coçou o queixo pensando no que podia dar de dica. — Flores tem significado, no entanto, rosas nunca falham.
— Vermelhas — completou Bruce rapidamente.
— Eu já ia dizer isso — disse Clint notando a animação do doutor. — E não esqueça de abrir a porta do carro, puxar a cadeira e tudo que você faz.
— E não fique nervoso.
— Eu já estou nervoso!
— E se ela der sinal que quer ser beijada, aproveita.
— Os sinais são simples, primeiro ela...
— Eu sei os sinais, doutor — interrompeu Steve envergonhado e irritado. — Não acredita no que Tony diz sobre mim.
— Então você não é realmente virgem? — indagou Clint curioso.
O CAFÉ ESTAVA MOVIMENTADO AQUELA TARDE, as garçonetes iam de um lado a outro atendendo e levando os pedidos. A porta da cozinha abriu, revelando Louise segurando quatro caixas empilhadas, o que acabou atrapalhando sua visão. Com cuidado, a moça andava pelo estabelecimento, desviando das pessoas e o que estivesse atrapalhando seu caminho. Quando estava chegando perto da última mesa do corredor, onde o cliente aguardava o pedido, sentiu seu pé bater em algo que a fez perder o equilíbrio.
Para sua sorte, sentiu uma mão na sua cintura lhe firmando, e alguém empurrando as caixas contra si. Ao virar o rosto, ficou surpresa ao ver que o cliente que lhe chamava de Marrentinha a tenha salvo do acidente. Não sentiu somente o corpo dele junto ao seu, como também o rosto, o que fez as batidas do seu coração acelerar, algo que não tinha acontecido com ela. Por aqueles poucos segundos, pode admirar o rosto do seu salvador, não negou que era bonito e que seus olhos tinham um tom de azul diferente, nem mesmo tinha certeza se eram dessa cor. Ao notar que ele a observava, um sorriso apareceu na face dele, o que fez sentir seu rosto aquecer. Desviou o olhar e balançou a cabeça para voltar a se concentrar, aproveitou o momento para se afastar dele.
— Está bem?
— Estou — respondeu desviando o olhar para as caixas. — Obrigada por me ajudar.
Não esperou ele falar algo e se afastou, chegando ao seu destino e depositando as caixas em cima da mesa. Conversou rapidamente com o rapaz que tinha feito os pedidos, explicando o que tinha na caixa. O tempo todo, Louise sentia o olhar sobre si e quando olhou na direção viu que era ele, a uma mesa de distância.
Assim que finalizou o atendimento foi até ele, pois notou que não tinham o tinham atendido. Pegou o bloquinho de anotações e a caneta.
— Bem-vindo, ao Café Palaci — disse ao chegar na mesa. — O que deseja?
— Café e um pedaço de torta de limão, por favor.
— Seu amigo não veio hoje? — perguntou anotando o pedido, curiosa pelo fato dos outros dias ele ter vindo acompanhado de Steve e naquele dia estar sozinho.
— Não, está muito ocupado — Encostou na cadeira. — Deixa a Beatriz descobrir que está perguntando sobre ele, Marrentinha.
— Vou trazer seu pedido, senhor. — avisou, mostrando sua indignação pelo apelido antes de sair.
Louise foi preparando o pedido, quando retirou o bolo para pegar o pedaço da torta, notou Bea ao seu lado, mexendo em outro doce. A garçonete mais velha observou que a mais nova tinha um sorriso travesso.
— Ele veio sozinho?
— Bea, não começa — pediu colocando o pedaço no prato.
— Perguntei por causa do Steve — Recebeu um olhar gelado da mais velha. — Juro que era por causa disso e não por achar que ele está afim de você.
— Guarda o resto da torta para mim. — Mandou pegando a bandeja com o pedido.
Pegou uma xícara e colocou ao lado do prato, depois pegou a jarra de café e foi até a mesa onde estava Clint, que estava mexendo no celular. Ela depositou tudo na frente dele e encheu a xícara de café, forçou um sorriso para ele.
— Algo m... — Um brilho passou em seu rosto que a fez olhar pela janela e notou um homem parado no outro lado da rua, usando um terno preto, que continha algo de metal em sua roupa que brilhava e a impedia de ver seu rosto — Com licença.
Com passos rápidos, se afastou da mesa e foi para a saída. Abriu a porta e saiu, foi nesse mesmo momento que algumas pessoas apareceram a sua frente para entrar no estabelecimento. Foi toda sua vontade para não empurrar as pessoas. Quando conseguiu passar por elas e atravessar a rua, a pessoa não se encontrava e não havia sinal para onde foi.
Sentiu uma presença atrás de si e virou-se, achando que era a pessoa, mas encontrou o amigo de Steve, com uma expressão preocupado.
— O que aconteceu? — indagou Clint dando um passo mais perto da moça. — Você saiu correndo.
— Eu... — Balançou a cabeça. — Pensei ter visto um conhecido.
— Esse conhecido deve ser alguém muito importante para sair correndo — Esticou a mão em direção onde segurava o bloquinho e a caneta. — E ter jogado isso na mesa.
— Quase — Cruzou os braços e deu um sorriso de lado. — Posso dizer que é importante o suficiente para fugir das suas brincadeiras.
— Ai, essa atingiu bem meu coração. — Levou as suas mãos ao peito. — Vou precisar de outra xícara de café para acalmá-lo.
— Não é o único que precisa. — murmurou para si.
A garçonete soltou uma leve risada, antes de passar por ele para voltar ao estabelecimento. Assim que abriu a porta do lugar, seu celular vibrou e, no mesmo instante, pegou o aparelho, onde já aparecia o aviso de recebimento de uma mensagem. Abriu e apertou o punho ao ler as palavras.
"Eu quero o que você esconde. Sábado às 21h eu espero que me entregue ou alguém sofrerá as consequências."
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