The Labyrinth of Love
9 O Trágico Acidente
Notas iniciais
POV Elena
Estamos indo em direção à casa da Tia Jenna, estou correndo um pouco demais, mas é porque eu quero chegar logo e desabafar com ela. Taylor saiu noite passada, por isso foi dormir tão cedo e agora está dormindo, não pergunta nada, mas talvez seja melhor assim.
***
Onde estou? O que aconteceu? Digo pra mim mesma. Estou escutando algo:
– Ela sofreu um acidente. Sorte que eu estava fazendo ronda por lá e a reconheci. – disse um homem com uma voz grossa.
– Você já a conhecia? – outro homem com uma voz mais atraente perguntou.
– Sim, ela da aula para meu filho. É uma ótima professora, fica às vezes com ele até tarde, porque ele é doente. E sabia que era casada com o senhor por isso fui até sua casa. – disse o primeiro homem.
– Ah sim, claro, e a irmã dela? – perguntou o segundo homem.
– Eu não sei. O senhor precisa falar com o médico responsável. — o primeiro homem falou.
– Obrigado.
POV Stefan
Elena sofreu um acidente, estou me sentindo muito culpado. Vou perguntar para a recepcionista qual é o médico que está cuidando dela.
– Poderia me dizer qual o médico responsável pela Senhora Elena Gilbert Salvatore? – perguntei.
– O senhor é o que dela? – perguntou a recepcionista.
– Sou o marido. – respondi.
– É o Doutor Jacob Maldonado. Ele está no 3º andar no quarto 320.
– Obrigado.
POV Jacob Maldonado
Hoje chegou aqui no hospital duas vítimas de acidentes, duas jovens. E ainda não apareceu ninguém da família.
– Licença, o senhor é o Doutor Maldonado? – um homem, da minha idade imagino, perguntou.
– Sou sim, do que precisa? – perguntei.
– Quero saber sobre minha esposa, Elena Gilbert! – ele respondeu.
– Ah sim, me acompanhe, por favor. – nossa nunca imaginei que ela tivesse um marido!
– E como ela está Doutor? — perguntou ele quando chegamos ao quarto.
– Me deixe ver se ela acordou! – respondi e quando chegamos mais perto do leito, ela perguntou:
– Quem são vocês? Por que estou aqui?
– Você não me reconhece? Sou o seu... – O homem que ainda não perguntei o nome começou a dizer e eu o interrompi:
– Não espere, não fale nada!
– Por quê? – ele perguntou.
– Espere um minuto. Senhora – comecei, me referindo a Elena – pode me dizer o seu nome?
– Meu nome é... Não me lembro! Por que não me lembro do meu nome? – ela começou a gritar e a chorar.
Então eu chamei a enfermeira e pedi para lhe dar um calmante. E depois, ela foi se acalmando até dormir. E fui conversar com o senhor.
– O que ela tem? – ele perguntou
– Primeiro: qual é o seu nome? – perguntei.
– Stefan Salvatore – respondeu
– Certo. Ela bateu a cabeça e pelo que você mesmo percebeu ela perdeu a memória.
Quando disse isso ele começou a chorar e perguntou:
– E a irmã dela?
– Ela... Ela morreu! – respondi. Eu estava quase chorando junto com ele, mas tinha que ser forte.
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