The L World - 2015

1 Capítulo 1- O Sol e a Neve


Notas iniciais
Olá leitores... Bem-vindos a mais um passeio pela minha imaginação estranha e levemente interessante... Espero que curtam a fic e comentem pk incentiva a continuar postando (isso vale muito pros antigos)... Enfim, boa leitura...

2015, 14 de abril

Havia chovido naquela manhã de terça-feira, o que só tornou aquele início tarde ainda mais quente na cidade onde vivia a senhorita Lena Sarajevo, porém os tecidos que lhe vestiam não eram nada frescos. Usava uma calça jeans colada com rasgos na parte das coxas e joelhos, uma camiseta da banda Three Days Grace com as mangas compridas erguidas até os cotovelos, pulseiras de couro nos dois pulsos e nos pés um par de coturnos pretos, os cachos volumosos estavam soltos ao redor do rosto arredondado. Se o ônibus não estivesse tão vazio, o calor estaria quase insuportável, mas Lena não se importava, adorava seu estilo.

Na verdade, a rockeira não tinha uma razão para estar indo até o terminal de ônibus, tinha apenas um motivo que não conseguia compreender muito bem. Esse motivo tinha nome, sobrenome e longos cabelos negros.

Núbia Celine era sua amiga e desde a primeira em que se viram (sendo que já se conheciam do WhatsApp), Lena tinha criado uma afeição inexplicável por ela. Gostava de vê-la mesmo que para isso tivesse que fazer um enorme esforço devido à incompatibilidade de horários, e também gostava de fazer coisas por ela só para ser abraçada daquele jeito tão gostoso que só Núbia conseguia abraçar, depois é claro que ela dava seu típico gritinho espalhafatoso.

Ao descer do ônibus e olhar em volta, logo percebeu o grande aglomerado de alunos do Ana Libória, Lobo D’Almada, Ferreirinha e, os que mais interessaram à Lena, Gonçalves Dias. Entre os grupinhos vestindo a farda branca com detalhes em azul, logo a rockeira encontrou a amiga. Os fios ondulados estavam soltos e chegavam até a cintura, as pernas e quadril destacados pelo jeans azul levemente colado, um all star surrado nos pés e no rosto o que mais chamava a atenção da rockeira, o sorriso divertido.

Lena deu a volta se escondendo atrás das outras pessoas e abraçou Núbia por trás fazendo-a se sobressaltar, mas logo soube quem era quando a rockeira riu abafado em seu pescoço e disse. –Oi, Olaf.

–Solzinho! –exclamou virando-se e se inclinando um pouco para abraça-la de volta. –Que tá fazendo aqui?

–Vim te ver, o que mais? –sem querer, arrepiou-se de leve quando a amiga cheirou seu pescoço. –Ei, para.

–Você é sempre tão cheirosinha.

Essa era mais uma da lista de coisas que Lena gostava em Núbia, ela era totalmente espontânea. O lado ruim era que não sabia lidar com isso e sempre ficava vermelha.

–Obrigada. Então, como você está, minha bonequinha de neve?

–Ah, eu to bem. E você?

–Eu to xuxubeleza.

Núbia riu e balançou a cabeça negativamente enquanto um garoto gordinho também vestindo a farda do GD voltava a se juntar ao grupo.

–Aqui. –disse ele entregando na mão da colega de escola um pacote de M&M’s e uma quantia que deveria ser o troco.

–Ei, você é do grupo também, não é? –a rockeira perguntou ao garoto antes que Núbia tivesse tempo de agradecer. –O dos Lovatics.

–Lena? –perguntou ele.

–Gabriel. –ela concluiu e abraçou o adolescente com força. –Ainda bem que eu te reconheci, já que você só tira foto assim. –Lena se separou dele e colocou a mão no rosto, cobrindo a boca e o nariz.

–Eu te reconheceria de qualquer forma, não dá pra confundir. Você não sente calor não?

–Hm! –exclamou Núbia com a boca cheia de M&M’s. –Eu penso a mesma coisa toda vez que vejo ela.

Lena riu e ficou batendo papo com os dois enquanto os outros do grupinho conversavam entre si. Mesmo que pessoas comuns pudessem achar isso loucura, Lena pegou o mesmo ônibus que eles só para continuar jogando conversa fora. Mas infelizmente teriam que se despedir, pois o veículo já estava bem próximo à escola.

–Tchau, minha bonequinha de neve. –disse Lena abraçando a mais alta.

–Tchau, meu solzinho. –respondeu Núbia retribuindo carinhosamente.

–Porque vocês se chamam assim? –Gabriel inquiriu franzindo as sobrancelhas.

–Meu caro... –começou Lena colocando o braço por cima do ombro do colega. –Se eu te explicasse, você entenderia. Aí ia deixar de ser coisa nossa, sacou?

–Você é estranha. Gosto de você. –concluiu Gabriel.

Lena riu e o ônibus parou. Núbia e Gabriel desceram e a garota de preto recostou no banco.

2015, 16 de Maio

Havia dias que Gabriel andava falando sobre um tal concurso de Just Dance que no qual ele participaria naquele sábado e Lena decidiu que ia, embora tenha dito que não porque geralmente quando dizia que iria, algo acontecia e não dava certo.

Ao chegar ao Garden Shopping, logo avistou uma garota que também conhecera no grupo e uma que não se lembrava de onde conhecia, mas era absurdamente familiar. Foi sentar com elas e logo Gabriel se juntou a elas.

Lena estava um tanto distraída olhando intrigada para a garota sentada à sua frente, tentando lembrar-se de onde a conhecia, quando notou uma figura alta e de longos cabelos ondulados se aproximando por trás dela. Núbia. Como sempre, a abraçou por um tempo maior que costumava abraçar qualquer outra pessoa. Não conseguia evitar. Não era sua culpa se aquele era simplesmente o melhor abraço ever.

–Ei, você tá diferente hoje. –comentou Núbia ainda com os braços ao redor da rockeira. –Mas continua cheirosa.

–Não to diferente não. Pelo menos uma vez a cada duas semanas me visto como uma pessoa normal. –respondeu afagando as costas da mais alta e em seguida a soltando. –Só que você nunca me pegou num desses dias.

Núbia parou para analisar melhor as roupas que Lena vestia. Uma bermuda jeans escura que não era colada ao corpo, uma camisa cinza com os ombros pretos, a palavra HIGH e o número 5 escritos na frente também em preto e detalhes em strass, nos pés usava um par de all star pretos com detalhes vermelhos, sobre os cabelos trançados um boné preto e detalhe que Núbia não tinha reparado antes, um colar sagas.

–Ai, eu gostei desse teu cordão. –Lena passou a mão sobre a peça e sorriu, era uma boa lembrança. –Me dá ele?

–Você pelo menos sabe o que é isso?

–Sei, esse aqui é de Harry Potter, né?

Lena segurou o pingente com aparência intencionalmente envelhecida e apontou para cada símbolo respectivamente. –Relíquias da Morte, Divergente, Tridente de Poseidon, Tordo de Jogos Vorazes e Instrumentos Mortais.

–Eu sei, colar sagas. –Núbia fez uma carinha fofa, mas achou que não ia adiantar, então virou para falar com os outros.

A rockeira manteve os olhos na amiga enquanto passava mais uma vez a mão no pingente do colar e uma ideia surgiu em sua mente, então, mesmo que doesse a ideia de ficar longe de seu precioso colar, levou as mãos até o fecho e o tirou, em seguida colocou ao redor do pescoço da mais alta a fazendo ficar surpresa.

–Pra mim? Sério? –perguntou sorrindo aquele sorriso lindo que Lena adorava.

–Hmmmm não. –com o fecho fechado, Lena fez um carinho no rosto de Núbia e lhe ofereceu um sorriso torto. –Eu pego da próxima vez que te ver, assim tenho um desculpa, bonequinha.

–Obrigada. –mesmo que tivesse sido um não, Núbia manteve o sorriso e abraçou Lena. –Agora eu vou voltar pra minha mesa, tá? –dito isso, beijou a bochecha de cada um na mesa e seguiu para longe.

Lena ficou observando enquanto ela se afastava, então puxou o celular do bolso, abriu o contato *-* Big Olaf *-* no WhatsApp e digitou “Adoro seu cabelo, sabia?”, enviou e tornou a guardar o aparelho. Logo a competição começou.

2015, 04 de Junho

Era o quarto tempo de aula e Núbia estava conversando baixo com os amigos do lado enquanto a professora de Biologia dava explicações de revisão para aqueles que estavam na recuperação. Graças a Deus ela não precisava se preocupar com isso, pois estava passava em todas as matérias. Certamente que em algumas ela havia passado escorregando na manteiga, mas o importante era que estava passava.

De repente, uma batida na porta distraiu a atenção de todos e a professora se encaminhou para abri-la, revelando um entregador com um buquê de quatro rosas vermelhas.

–Com licença, me desculpe por interromper, mas aqui tem alguma... –ele disse puxando um papelzinho do bolso. –Núbia Celine?

–An? –Núbia exclamou incrédula.

–É ela. –disse a professora apontando para ela.

–Isso aqui é para a senhorita. –o entregador deu dois passos para dentro da sala e Núbia levantou de seu lugar ao fundo, foi até ele e pegou as flores da mão do rapaz educado.

Enquanto o jovem saía, a garotas iam para cima da morena perguntando quem havia mandado o buque, quase a sufocaram antes mesmo que chegasse ao meio da sala, mas a professora interviu mandando todos se comportarem, afinal, ainda estavam em uma sala de aula.

Ao sentar de volta em sua cadeira, Núbia cheirou as rosas e pegou o pequeno envelope branco com detalhes dourados, abrindo-o para ler o cartão. Ao fazê-lo, percebeu a metáfora na cor do envelope (Neve e Sol).

“Apenas um gesto singelo para te lembrar;

O quanto es especial para mim, bonequinha.

Atenciosamente, Solzinho”

Em menos de quinze minutos o sinal para o fim da aula soou pela escola e a morena acompanhou o fluxo de alunos que se encaminhavam para fora do prédio. Mas não foi muitos passos além do portão e alguém segurou seu braço.

–Oi, Olaf. –Lena disse puxando-a e a abraçando por trás.

–Idiota. Por que sempre tem que me assustar? –exclamou e riu.

–Eu não te assusto sempre. –defendeu-se erguendo ambas as mãos. –Eu te assustei três vezes, nos vimos seis, então...

–Okay. O que tá fazendo aqui?

–É que eu tava com saudade ué.

–Own.

–Saudade do meu colar.

–Chata. –Núbia revirou os olhos e tirou o cordão do pescoço.

–To brincando. Tava com saudade de você também, bonequinha.

–Tá certo. Obrigada pelas flores, Solzinho. Adorei. –sorriu e fez uma breve pausa franzindo o cenho. –Só vai ser meio difícil explicar pra minha mãe.

–De nada. Relaxa, é só dizer a verdade, você tem uma amiga incrível. Mas faltou uma coisa que eu queria te entregar pessoalmente. –a roqueira levou uma das mãos ao bolso de seu short jeans azul desfiado e puxou de lá dois pacotinhos de M&M’s.

–Aaaaaaai. M&M, eu adoro M&M. M&M de chocolate, tu vai me dar também, cara?

–Vou sim. Só não fala com essa vozinha que dá vontade de te morder, sua fofa. –Núbia pulou nos braços de Lena que teve que se equilibrar, já que a garota era consideravelmente mais alta. Não que tivesse pensado em reclamar, adorava os abraços dela, espontâneos assim era anda maia gostoso. -Além de te entregar isso, vim pra te fazer uma pergunta.

–O que?

–Tá a fim de sair qualquer dia desses?

–Tipo, só eu e você?

–É, mas... Não de um jeito esquisito.

–Ah. Pode ser. Quando?

–Você escolhe. Mas se for domingo, eu gosto de pijamas e visto M ou G. G. G é mais confortável, larguinho.

–An?

–Domingo. Dia 7. Meu niver.

–Ah. Eu não sabia não. Pode ser domingo.

–O negócio do pijama é zoa, tá? Sua companhia já é presente. Nossa, isso quase pareceu uma cantada.

–É?

–Só quase.

–Eu nem percebo essas coisas.

–Que bom, porque eu faço sem querer. Igual quando eu comentei que a garota da padaria tinha o cabelo bonito demais pra trabalhar de touca e ela interpretou como se eu tivesse puxando assunto. #Constrangedor.

Núbia riu e balançou a cabeça negativamente. Só podia ser coisa da Lena mesmo.

2015, 07 de Junho

Núbia e Lena estavam em uma pizzaria aconchegante e bem localizada da cidade, comiam tranquilamente enquanto músicas tocavam em som ambiente, muito agradável.

–Oh God! Não creio, não creio, não creio, não creio. –Lena exclamou na troca de músicas.

–O que foi, menina? –perguntou Núbia franzindo o cenho.

–Eu A-Do-Ro essa música. –a rockeira fechou os olhos e começou a sacodir o corpo no ritmo do single que se espalhava pelo local. — To ask you a question 'Cause I know that you're an old-fashioned man Yeah, yeah Can I have your daughter for the rest of my life? Say yes, say yes 'cause I need to know…

–E anda por aí carregando toda uma pinta de rockeira, hein Lena? –murmurou balançando a cabeça com uma expressão triste, mas logo começou a rir.

–Hahaha. Eu sou rockeira. Sou uma folk, uma pop. Sou uma MPB, uma sertaneja, eventualmente. Quem foi que disse que eu tenho que ser uma coisa só? –Lena sorriu torto e piscou. –Além do mais, hoje estou vestida normal.

–No que se pode dizer de “normal” pra você, né Lena?

Lena estava vestida com um short jeans desfiado, all stars pretos, boné preto na cabeça e o que Núbia se referia, uma camisa estampada na frente com a montagem de emojis de WhatsApp, metade um sol e metade um floco de neve, e atrás, uma frase que ela mesma havia dito mais ou menos quando começaram a se tratar assim “O Sol e a Neve encontraram um jeito de se dar bem” ao que Núbia respondeu “Ahan, igualzinho a Frozen”. A maior precisou de cinco minutos para se recuperar do acesso de risos que teve ao ver a camisa assim que a rockeira tirou a jaqueta e colocou sobre o encosto da cadeira.

–(riso divertido). Até parece que você não gostou. –a mais baixa se gabou dando de ombros.

–Adorei. É bem legal pra quem entende o sentido. –Núbia respondeu.

–Se todo mundo entendesse...

–Deixaria de ser coisa nossa. Por isso mesmo que eu adorei.

–Eu ia mandar fazer uma pra você também, mas em junho o orçamento é meio apertado. Ao que parece, Sarajevos adoram nascer em junho.

–AH, mas eu vou te roubar essa, pode esperar! Deixa só esperar aparecer a oportunidade. Aaaaaaaaaah.

–O que foi menina? –Lena se sobressaltou com o grito da amiga.

–EU AMO ESSA MÚSICA. –exclamou fazendo uma coreografia um pouco desajeitada por estar sentada. –Oh I beg you Can I follow Oh I ask you...

–Why no Always? –Lena começou a cantar também, então as duas cantaram juntas.

–Be the ocean where I unravel...

A maioria das pessoas no estabelecimento direcionou o olhar para a mesa das garotas, alguns rindo, outro achando aquilo ridículo e estranho e outros simplesmente por curiosidade de saber quem estava fazendo aquilo em plena uma pizzaria.

Depois que a música terminou, começou um folk que Lena também cantarolou baixinho enquanto Núbia balançava o corpo no ritmo. Depois dessa, começou uma batida bem conhecida para ambas que ficaram imediatamente estáticas se olhando de olhos arregalados.

–Oh God! Essa música é tão...

–Essa música acaba com minhas estruturas!

–Eu vou dançar. –Lena se levantou.

–Ei, tá louca? –Núbia segurou o braço da mais baixa tentando segurar o riso.

–TO não. Eu sou. E eu sei que você quer também. Vem comigo.

–An? Vamos parecer duas estranhas.

–Eu vou parecer estranha se fizer sozinha, você pareceria estranha se fizesse sozinha. Seremos menos estranhas sendo estranhas juntas, vem.

Núbia riu e se deixou ser guiada até um lugar mais espaçoso no recinto, então começaram a dançar e cantar juntas. –Don't surrender, surrender, surrender Please, remember, remember December We were so in love back then Now you're listening To what they say Don't go that way Remember, remember, December Please, remember…

Depois voltaram a se sentar e Núbia não conseguia acreditar que realmente havia feito aquilo. –Lena, você é louca.

–E feliz, oras. Vou ao banheiro. –Lena foi e em poucos minutos voltou empolgada. –Cara, aquele banheiro é a Terra das Selfies, temos que tirar uma foto naquele espelho!

–(risos). OKay, né?

Depois que pagar a conta, Lena e Núbia foram até o banheiro para tirar a tal Selfie. A rockeira passou o braço de forma firme pela cintura da mais alta, que por sua vez passou o braço por seu ombro e tiraram duas fotos em cada celular.

–Lena, tenho uma pergunta.

–Faça.

–Você gosta de mim? Você sabe como.

–Ah. –a rockeira afrouxou a firmeza com que segurava a cintura da outra morena. –Não. Eu gosto do seu sorriso e do seu abraço, então gosto de te dar razões pra sorrir e me abraçar.

–Então você não esperaria nada sério se eu, tipo, te beijasse agora?

–Provavelmente não agora, mas lésbicas geralmente acabam se apegando.

–Mas você não é bi?

–Com fortes tendências lésbicas, é.

–Então te beijar seria um erro?

–Hmmmm. Um errinho bem agradável, eu diria.

–Jura? –Núbia passou o braço livre por cima do outro ombro de Lena, envolvendo assim seu pescoço, impelindo-a a não se afastar.

–Yep. –a mais baixa respondeu um tanto quanto encabulada. –Quer dizer, claro que emocionalmente eu vou achar estranho, tipo... –começou a tagarelar de nervosismo. –Você é a Olaf, minha fofa bonequinha de neve. Mas como humana, não sou de ferro, e você... Você é bem... Você é... Entende?

–O que?

Lena desceu o tom até o nível “sussurro”. –Você é gostosa.

Núbia riu e colou os lábios aos de Lena, limitando a apenas se movê-los um pouco antes de pedir a passagem com a língua.

Foi um momento avido e delicioso. Apenas.

E continuou sendo avido e delicioso apenas, todas as vezes em que se encontravam.

Notas finais
E aê? E aê? Eu adorei esse capítulo... Serinho... Baseado em boas lembranças editadas e misturas com coisas fictícias... Beijinhos a minha bonequinha de neve que basicamente inspirou isso... xoxo Atenciosamente, Déborah Guedes Santana. P.s.1: As músicas citadas no capítulo são Rude ( https://www.youtube.com/watch?v=PIh2xe4jnpk ), I Follow Rivers ( https://www.youtube.com/watch?v=K3JGxj2rvAs ), Wake Me Up, Remember December ( https://www.youtube.com/watch?v=hmp5_cayCIs ). P.s.2: Essa de bonequinha de neve é porque o que mais gosto nela é o abraço ("o que mais gosto" quer dizer muita coisa) e ela é muito agitada e alegre, então me lembrou o "Oi, eu sou o Olaf, e eu gosto de abraços quentinhos!". P.s.3: O que eu quis dizer com ter um motivo e não uma razão é que é só uma causa, mas não é uma justificativa, não tem um sentido realmente, é só o porque. Entenderam?
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!