The Kill

17 Capítulo 17 - Pocket full of stars


Notas iniciais
Eu estou lerda de mais pra postar novos capítulos mas aqui está.
Vou acabar com o suspense, faltam só mais dois capítulos pra história acabar, mas caso aconteça de vocês pedirem lindamente um capítulo bônus - vou chamar assim e não de epílogo porque acho essa palavra meio chata - eu postarei

Xx

Ela encarou a escuridão e viu um vulto passar.

_Não consegui ficar muito tempo longe de você... — o homem disse revelando seu rosto diante de Taylor.

_Max?! O que está fazendo aqui?

_Desculpa por acabar com a diversão... — ele ignorou a garota — Quer escolher outra vítima?

_Ah, eu quero sim... — ela apontou sua arma para a cabeça do rapaz e ele se aproximou.

_Ei, ei abaixa a arma, garota! — ele agarrou sua mão e meio segundo antes dela puxar o gatilho ele virou seu braço para o lago onde acabou atirando. — O que foi que eu fiz?

Seus olhos arderam e Taylor começou a andar em direção a sua casa, Max sentia uma irritação profunda. Ela havia tentado matá-lo! Ele a segurou pela cintura e virou seu corpo de frente para ele. Os olhos verdes queriam matá-lo pelo ocorrido e seu corpo só queria senti-la por perto. Ela o olhou seca e o empurrou. Taylor continuou caminhando enquanto olhava para trás e via o garoto encarar a boate atento. Em cerca de segundas ele correu atrás dela e a puxou para trás de algumas árvores tampando sua boca em seguida.

_Olha aqui, a polícia cercou a boate e está te procurando! Ou você me segue caladinha ou você vai presa! Ouviu? — ele sussurrou.

_Prefiro ir presa! — sua fala estava cheia de ódio e Max percebeu sem muito esforço. Se levantou do chão e passou a carregar Taylor no ombro. — Me solta, idiota!

_Desculpa Taylor, desculpa mesmo. Mas eu não vou deixar você ir presa.

_Eu estava muito melhor sem você aqui!

_Não, não estava! E agora cala a boca! — eles sussurravam. E então Max teria que ir até seu carro que estava parado na rua atrás da boate. Teriam que passar despercebidos pela polícia e pelos bêbados... Ele atravessou a rua em frente a uma casa abandonada e a atravessou parando no meio da rua. Quase alcançavam o carro e então Max colocou a garota no chão segurando forte seu punho. Teriam que ficar em silêncio. Alcançaram o carro e quando ele estava abrindo a porta uma luz apontou na direção dos dois. Max comprimiu os olhos e olhou bem para aquela direção, a polícia.

_Anda garota vai! — ele a empurrou para dentro do carro e entrou rapidamente enquanto via os policiais correrem atrás deles. Logo começou a dirigir e olhar pelo retrovisor. Os policiais ainda entravam no carro quando eles já estavam bem distantes.

_Eles estão nos seguindo?

_Ainda não, não se preocupa, eles não vão saber para onde fomos. — ele disse e Taylor murmurou um "Excelente!".

[...]

Algumas horas depois

Max estava saindo da cidade, até ali não havia nenhuma fiscalização, o que facilitava o trabalho deles. Lembra que o garoto queria se mudar para o centro da cidade? Então, ele se mudou para outra cidade... e não foi para o centro dela. Enquanto dirigia para a nova casa via Taylor dormir profundamente no banco ao lado. Ela não estava bem, seu rosto parecia cansado e ela estava tão magra. Logo ele se sentiu mal por tê-la abandonado.

Aos poucos a garota se despertou e encarou a face de Max a alguns centímetros da sua. Taylor se virou e passou a encarar a paisagem... Os pássaros... O Sol... O mar...

_Onde estamos? — ela perguntou

_Los Angeles.

_Aham. Praia né?

_É... óbvio.

_Vou ficar quanto tempo?

_O tempo que você quiser.

_Maravilhoso, já que é assim pode dar meia volta e me levar de volta até Boston.

_Chega de palhaçada! — Max parecia mais irritado que o normal — Sei que te deixei sozinha esse tempo mas você se virou muito bem, bem até demais!! Porque está tão irritada comigo?!

A garota bufou e viu que ele estava entrando na cidade. Parecia calma e tranquila sem grande movimentação. Alguns minutos depois ele estacionou o carro na frente de uma casa...grande... maior do que a que ela tinha em Boston.

_Não perde tempo, hein?

_Como você pode ver... — ele ia se gabando e então a garota puxou seu braço para abrir a porta. É a casa era muito grande.

Taylor se sentou no sofá branco em frente a porta e olhou Max que ainda se aproximava.

_Vai acabar sujando meu sofá com seu sangue garota..

_Sangue? Ta maluco?

_Se eu fosse você olhava seu ombro agora. — ele disse pegando alguma coisa na cozinha.

O braço de Taylor estava coberto por sangue, não era pra menos já que havia um corte gigantesco em seu ombro. Max riu e se aproximou da garota.

_Tira a blusa Taylor.

_Não... Não. — ela parecia dizer mais para si mesma.

_Anda, tira logo. Deixa eu limpar esse sangue anda.

_Não. — a menina parecia firme enquanto via ele a encarar sério.

_Por favor... Eu não vou fazer nada... juro.

Ela estava desconfiada ainda mas mesmo assim fez o que ele pediu e manteve a camiseta sobre os seios cobertos pelo sutiã.

Em poucos minutos seu braço estava limpo e o machucado coberto por um curativo.

_Obrigada. — murmurou vestindo novamente a blusa branca vendo Max a encarar — acho. — Ele apenas riu e foi até seu quarto vendo que ela o seguia. A garota queria muito voltar para casa. Lá era onde estavam suas coisas. Com ela só haviam um celular, um punhal, um revólver, cigarros e a roupa do corpo. Precisava de tudo que tinha. Remédios... — Olha, quando vou poder voltar? Sério.

_Não sei. Talvez você não possa... É arriscado, os policiais devem ter invadido sua casa e só vão abandoná-la quando verem que não há armas lá. — Taylor fez uma careta — Não vai me dizer que tem armas lá.

_Na verdade... Tem.

_Ah, então só o que posso dizer é que você está fodida, totalmente. Se eles encontrarem as armas vão abandonar a casa, provavelmente, daqui a muito tempo, tipo um ano, dois...

_Ah, você está brincando, né? Dois anos? Eu preciso voltar para casa!

_Tecnicamente não precisa...

_Claro que preciso! Preciso trocar de roupa, comer alguma coisa, tomar banho, pegar minhas armas, meus comprimidos.

_Nada que não possa fazer aqui. Sinceramente, garota! Vai dar uma volta e conta quantos cômodos tenho aqui. Você pode morar comigo por um tempo.

_Não, eu não posso...

_Claro que pode, não é incomodo. Eu adoraria ficar mais com você. — Max encarou o chão e sorriu.

Notas finais
Eaí o que acharam? Vou confessar que estava com saudade de vocês! Mas, bem ta aí.
Caso não tenham lido as notas iniciais, leiam! É uma ordem! Obrigada.

Bem é isso bjs.
~laminasinhas...