Notas iniciais
Heyyyy!
Espero que gostem dessa história, eu sinto muito por ter apagado "Colega de Quarto" Mas PROMETO que vão amar essa Fanfc!
Bjs, Girl Of Violet

Desde de que nasci sempre me esforçava ao máximo para agradar meus pais e ser igual ao meu irmão mais velho, Frederico, ele era o filho que todos os pais iriam desejar,até eu o queria ter como filho, meus pais sempre tiveram orgulho dele e eu... tentava ser igual a ele, mas minhas tentativas eram completamente fail.

Mas nem toda a sua perfeição conseguiu o salvar da morte, meu pai vivia dizendo que a culpa não era minha, mas não conseguia acreditar, me culpava pela morte dele, sentia sua falta todos os dias, ele era a pessoa que eu mais amava nesse mundo, depois do meu pai, se amava minha mãe? Claro que sim, mas ela era totalmente preconceituosa, mas disso falo depois.

O que aconteceu foi o seguinte, teria um show de uma das minhas bandas preferidas aqui em NY, eu queria muito ir, mas só tinha 15 anos e não podia ir sozinha e meus pais disseram que não, Fredericoque além de ser o filho perfeito, também era o irmão perfeito, conseguiu convencer meus pais e então me levou ao show, ao término do show estavamos voltando no carro dele, quando um caminhão veio na contra mão em nossa direção, vendo que não iriamos conseguir desviar sem bater, ele pediu para que eu saísse do carro, fiz que não e continuei, mas ele gritou comigo e abriu a porta do lado onde estava e me obrigou a sair, obdeci e saí quase na mesma hora em que o carro e o caminhão se chocaram, o carro de Fede saiu capotando ladeira à baixo, o caminhão seguiu seu caminho, sai gritando em direção onde estava o carro do meu irmão e quando me aproximei aconteceu o que eu mais temia, o carro explodiu, gritei o nome dele o mais alto possível, como se isso fizesse ele voltar, mas ele não voltaria, nunca mais, aos prantos liguei para a emergência e para os meus pais, minha mãe ficou dois meses sem falar uma única palavra comigo, a solução foi leva-la à um psicológo, já se passaram anos, mas ainda acho que minha mãe me culpa pela morte de Fede

. Voltando a mim, meus pais sempre quiseram que seguisse a profissal da família, mas os decepcionei ao escolher história, ainda na faculdade da cidade, meu pai lamentou, mas disse que ficaria feliz com qualquer que fosse a minha escolha, já minha mãe, disse que uma garota da classe que eu tinha não podia estudar em uma universidade pública e muito menos ser historiadora para receber tão pouco, mas era o que eu queria e não ia mudar de ideia, quando chegou minha carta de confirmação, comecei a pular e a procurar quartos e apartamentos alugados, meu pai me ajudou e encontramos um bem perto da universidade e com um bom preço o que aumentou ainda mais o desgosto de minha mãe.

Um dia antes de me mudar para minha nova casa, comecei a arrumar minha mala, coloquei algumas roupas (já que tinha bastante, mas não dava a mínima), e fui em direção à minha estante de livros e fiquei frustrada ao ver que não podia levar todos, então tive que escolher os meus favoritos que eram: A Menina Que Roubava Livros, Quem é você, Alasca?, O Diário de Anne Frank e As Vantagens de Ser Invisível, que era algo que eu conhecia muito bem, já que era invisível na escola e só tinha um único amigo que era a única pessoa que sentiria falta dessa casa, minha mãe como sempre não aprovava a amizade já que ele era filho de nossa empregada, mas Diego, é o melhor amigo desse mundo e sentiria muito a sua falta. Terminei minhas malas e mal consegui pregar meus olhos, ao amanhecer corri para o banheiro toda feliz, tomei meu banho, escovei meus dentes e me arrumei com o meu estilo "hipster" de ser. Ao descer meus pais já estavam sentados tomando café.

– Bom dia mãe, bom dia pai. — disse com um sorriso de orelha à orelha.

– Bom dia querida! — meu pai disse sorrindo.

– Bom dia. — minha mãe disse secamente, uma coisa que nem ligava mais, me sentei na cadeira e comi o mais rápido possível.

– Ei! Coma devagar, assim você vai se engasgar. — meu pai me advertiu.

– Eu sei pai, mas não quero chegar atrasada para o vôo — disse colocando um pão na boca e o engolindo com o café.

– Entendo, mas ainda é cedo e você pode comer sossegada.

– Okay, pai.

Depois de terminar de comer, subi para pegar minhas malas e tive a ajuda de Ramalho, o mórdomo, que subiu comigo e pegou minhas malas, sendo avisado por mim que quem levava a mala dos livro era eu. Ele levou minhas coisas até o porta-malas do meu carro.

– Obrigada Ramalho, vou sentir muito a sua falta — disse sorrindo.

– Eu também srt. Castillo, você ira fazer muita falta para mim e para todos os funcionários. — ele sorriu e eu o abracei. Minha mãe pigarreou e me afastei.

– Mãe, vou sentir sua falta — eu disse e fui na direção dela para abraça- la, ela me abraçou friamente e logo se afastou.

– Pai — disse com lágrimas nos olhos — Vou sentir tanto a sua falta, vou ligar todos os dias, prometo.

– Também Vilu, sentirei muito a sua falta, não se esqueça de me ligar quando chegar lá, te amo.

– Também te amo — me virei em direção dos empregados e me despedi deles, especialmente de Mary, mãe de meu amigo Diego. — Tia Mary, vou sentir sua falta também.

– Eu também meu amor, vou sentir muito a sua falta — ela disse me dando um abraço maternal, uma coisa que não recebia à anos.

– Diego, acha que eu me esqueci de você? Você é tão especial para mim quanto os outros, vem cá me dá um abraço. — ele veio em minha direção com o rosto olhando para baixo, sabia que estava chorando. — Ei, não chora, eu vou voltar tá? Vem cá — eu disse o abraçando forte.

– Eu vou sentir tanto a sua falta pequena, muito.

– Eu também Divou sentir sua falta também, você é meu melhor amigo — isso o fez deixar seu corpo rígido, e ele olhou pra mim e se despediu. Fui em direção ao meu carro dando um último adeus á todos.

A viagem de avião durou mais ou menos 5 horas. Li a metade da viagem e depois dormi. Quando cheguei, procurei allgum táxi e disse o endereço, cheguei ao prédio 1 hora depois, bem na hora do encontro com minha colega de apartamento. Subi às escadas já que o elevador estava com defeito, cheguei no quarto andar e procurei o apartamento 407, quando encontrei bati na porta já que a campainha estava com defeito, bati novamente e nada, bati sei lá quantas vezes, quando lembrei que tinha a chave ( oh burrice), uma garota com mais ou menos 20 anos atendeu a porta, ela tinha cabelos negros bem compridos e olhos bem verdes, parecia ter acordado agora.

– Olá, boa tarde, você é a Francesca Reys, certo?

– Fran, pode me chamar de Fran, e quem é você?

– Meu nome é Violetta, sou sua colega de quarto.

– Ah sim, mas você não vinha às duas horas?

– Já são duas horas.

– Certo, entre, vou te apresentar a sua casa. — ela disse me fazendo um sinal para entrar.

O apartamento era uma bagunça total, uma coisa que eu detestava era bagunça, parece que eu tinha alergia à isso. Respirei fundo e tentava me acalmar a cada cômodo que ela me mostrava. Ela me mostrou o meu "quarto" tinha uma cama, um armário e só. Coloquei minhas malas no chão e sentei na cama.

– Obrigada.

– Tá com fome? Vou descer para comer alguma coisa.

– Não obrigada, eu comi no avião, caso eu queira sair para comprar algo, onde eu vou?

– Toma o mapa — ela jogou um papel que era um "mapa" das coisas perto da universidade. Agradeci com a cabeça e ela foi embora, depois de confirmar que ela já tinha ido comecei a arrumar aquela zona que era o apartamento, quando cheguei no meu quarto, coloquei uma colcha de cama, vi que o armário era grande o suficiente para colocar minha roupas e meus livros.

Estava exausta, tomei um banho e cochilei um pouco, quando acordei. Fran ainda não tinha voltado e minha barriga estava ronranco de fome, olhei no relógio e vi que já eram 19:00, eu dormi muito!

Coloquei meu casaco, peguei o mapa e desci as escadas atrás de uma lanchonete ou coisa parecida, quando estava saindo, ouvi alguns barulhos e me virei e vi quatro caras socando, chutando e batendo em uma rapaz jogado no chão.

– Ei! Parem com isso! — eu gritei, os garotos se viraram em minha direção e pararam.

– Na próxima você não escapa! — um deles gritou e eles sairam correndo.

Corri em direção do rapaz agredido, ele estava horrível, o segurei pelos braços e o levantei e o levei até o apartamento, o coloquei sentado no sofá que finalmente eu pude o enxergar. E fui atrás de remédios e curativos.

– Segundo armário do banheiro- ele disse, agradeci e fui até o banheiro, peguei tudo o que precisava e me sentei do lado dele, e comecei a limpar seu rosto, ele gemia de dor.

– Shh, se acalme, isso vai te ajudar. — ele ficou mais calma, e me deixou cuidar dele em paz.

– Por que aqueles garotos estavam te batendo? — eu perguntei.

– É uma coisa que não lhe diz respeito, você é muito nova para isso.

– Nova? Eu já tenho 20 anos!

– Sério? Você é tão pequena que parece quer 16 anos.

– Posso até ser pequena, mas foi eu aqui que te salvei daqueles garotos, o mínimo que podia fazer era me contar o porquê de eles estarem te batendo. — ele riu o que o fez gemer de dor novamente.

– Onde mais dói?

– Na minha barriga.

– Tira a camisa.

– Nossa, você é rápida. — ele sorriu maliciosamente, o que era um sorriso daqueles destruídores, tive que respirar fundo para não ficar completamente derretida.

– Não é disso que estou falando, tire a camisa para eu poder estancar o sangue. — ele tirou a camisa e pude ver o horror que estava seu abdômem super definido, meu deus o que eu estava pensando!

Limpei o sangue e passei o remédio, pedi para ele colocar a camisa de volta de deitar no sofá, fui buscar uma água para ele. Escutei quando a porta abriu e Franentrou completamente chocada e surpresa.

– QUE PORRA É ESSA? — ela gritou e se "jogou" em cima do garoto.

Notas finais
Espero que tenha, gostado!
COMENTEM EM!
Bjs
Girl Of Violet