The Journey: Into the Darkside

10 Cap. X - "Rituais Profanos"


Notas iniciais
Este é o segundo episódio do segundo arco de The Journey: Into the Darkside. Neste ponto da história, muitos aspectos de como a rede de tráfico de mutantes funciona já foram esclarecidos e ordenados pela Diana Fudiangan para criar meios de ataque a esses sistemas, como forma de os desmantelar. Um deles envolve um dos pesquisadores mais notáveis sobre o assunto "metágene" e sua manipulação, contratado pela própria rede tão combatida pelos agentes para desenvolver formas de controle sobre o poder mutante... Henrich Petrovich, o pai de Alecsandra. Ela, vivendo uma vida normal agora livre das influências emocionais do pai, acadêmica do primeiro ano de Arquitetura na Universidade de Birdstown, namorada do seu colega de trabalho, Karslie Imota, astuta super-agente de campo dos Twelve. Mal esperava o como a missão que Diana lhe delega lhe obrigaria a revisitar o seu passado, seus traumas, com uma pergunta... Como a Alecsandra de hoje lideraria com uma versão de si mesma do passado? Ou alguém que passa pelos mesmos problemas.

O episódio começa em um lugar isolado, árido e gélido. Algumas montanhas compunham as únicas coisas que podiam ser vistas em quilômetros e a vegetação rasteira que havia lá, maior parte grama, mal cobria completamente o chão. Aquele era um deserto no Alasca, Estados Unidos, e em um canto próximo a uma caldeira de barro, dois indígenas estavam realizando um ritual sagrado com foco e dedicação. Suas vozes ecoavam como trovões naquele lugar completamente abandonado até pela mãe natureza. Uma mulher com vestes de couro de animais, tecidas a mão, um olhar forte e penetrante, expressões afiadas em seu sorriso, e pele bem mais esbranquiçada considerando sua etnia, olhava admirada o homem imponente que conduzia aquela cerimônia, seu xamã, mas também o seu pai. Alingevkenani, era seu nome, revelando ser originária da tribo yupik. Assim como é chamada por seu mestre, que diz estar sentindo um poder nunca visto antes e que estava mais próximo do que nunca. Ela pergunta a ele, Kunaro, se conseguia o alcançar e ele diz que mais uma tentativa seria o bastante, quando a magia estivesse no seu auge na Lua cheia. Ou seja, na próxima noite.

Neste momento, a imagem revela Jhonatan Felps em sua casa, em Birdsville, meditando ao lado de muitas velas. Preocupado, ele abre os olhos como se sentisse algo.

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A cena muda para a manhã daquele mesmo dia, em uma praia caribenha, provavelmente Kayman. Annie Marie Lebronck estava recebendo algumas lições de Arthur sobre como controlar seus poderes, que estava lhe dizendo que entender o fluir do ar era como olhar para si e se perceber no ritmo de suas próprias emoções. Annie diz que não conseguia, pois se sentia muito angustiada com tudo o quê passou. Arthur diz que entendia, mas se ela não dominasse suas emoções uma hora elas a dominaram, e com seus poderes com certeza ela seria uma tempestade ambulante.

Assistindo, Alecsandra estava em uma cadeira de praia conversando com Karslie sobre Annie. Ela havia passado pelo mesmo procedimento que ela passou e, assim, desenvolvido os mesmos poderes de aerocinese de Arthur. Diana comenta que, ao que tudo indicava, Henrich não desenvolveu ou avançou o seu processo de manipulação do metágene, mas seu projeto ainda estava ativo, ele ficou com a maioria das cobaias. Mesmo as supostamente mortas. Karslie diz que Howard concordou em vigiar a plataforma da Nova Atlântida, mas com tantas operações está ficando cada vez mais difícil esconder o quê ocorria de Connor. Ele já começou a suspeitar desde quando a missão em Los Angeles, de investigar um empresário envolvido em abusos, teve rumos tão inesperados com a Liga da Morte.

Diana diz que, se alguma sanção administrativa for imposta a eles, ela assumirá a responsabilidade. Ainda julga Connor por não querer fazer o bem. Alex retoma o assunto da Annie, e diz que vê nela uma menina que perdeu tudo e que precisava de ajuda, além de suspeitar que ela passou por abusos sexuais vindos de seu pai, como ela. Diana pergunta se ela queria a adotar, e Alex diz que quem melhor para servir de mentora para Annie do que ela. Karslie faz um comentário irônico ao dizer que só percebe que a situação é séria quando Jhonatan aparece, apontando que ele se voluntariou a estar ali já ciente da situação de Annie Marrie. Alex comenta que estranhou, especialmente porque ele não disse nada desde quando chegou.

Na mesma praia, Isabelle está conversando com seu namorado, Leonard Charlott, sobre os rumos que as missões estão tendo e como estão formando um centro de ajuda para mutantes sequestrados em Kayman. Ele diz que acha tudo impressionante, e que se os mutantes aprendessem a controlar seus poderes assim que eles despertam o mundo seria diferente. Ela concorda, embora se gaba que eles só a fizeram fazer seus pais pensar que era superdotada, e também ser o desgosto deles, porque eles queriam que ela fosse advogada para seguir a carreira de sua mãe. Leonard se mostra um pouco nervoso, e Isa estranha e pergunta o quê era. Antes que ele possa dizer, Jhonatan surge e pede para falar com Leonard.

Ele diz que já sabe de seu plano, e que ele deveria ficar calmo porque Isa irá gostar independente da circunstância. Leonard estranha que Jhonatan, sempre indiferente a ele, o chamou para conversar e o rapaz revela que precisava de sua ajuda e todos os outros estavam envolvidos com assuntos importantes. Além disso, os poderes de Leonard eram muito eficientes para o quê precisava. Leonard pergunta se era algo de cunho místico, e que estava traumatizado do ritual que realizou para expurgar Satanás de seu corpo. Jhonatan diz que ele cuidava da parte mística, só precisava de um apoio.

Leonard estava relutante, mas concordou interessado em saber onde essa história ia dar. Ele recebe o endereço da casa de Jhonatan, que pede para ele estar ali às 20h, e este sai dali sem se despedir.

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No endereço e hora ditos, Leonard realmente comparece em Birdtown vestindo seu traje tático, que é quase um collant em variações de cinza e preto a prova de fogo, sem seus óculos (mas com lentes de contato). Jhonatan o recebe e pede para ele estar aberto ao inesperado. Leonard chega a sala e vê um ritual prestes a ser finalizado. Ele pergunta se era macumba, e Jhonatan diz que apenas era uma passagem. Assim que recita um juramento, um portal abre para eles e ele pede para Leonard o acompanhar.

No mesmo acampamento, no deserto do Alasca, Alingevkenani diz que pressentiu alguma coisa se aproximando. Kunaro pede para ela investigar, pois estava quase terminando de fazer a poção necessária para iniciar o ritual. Ela então caminha descalça em direção a algumas pedras, e encontra a dupla se aproximando. Ela pergunta quem eram eles, Leonard olha Jhonatan como quem queria fazer a mesma pergunta. Jhonatan se apresenta como um viajante, um andarilho e um entendedor de todas as coisas. Comenta que notou uma oscilação no tecido da realidade ali e trouxe a si mesmo e seu amigo para testemunhar o fato. Alingevkenani o olha e diz que ele não parecia ser um adepto, aliás, seu traje dava a entender que era algum tipo de nadador ou atração de circo.

Sem palavras para responder, Jhonatan fala por ele dizendo que era seu aprendiz e realmente não tinha afinidades com as artes místicas. Alingevkenani diz que não é muito fã de curiosos, mas há tempos não desfrutam do prazer de outro estudante das artes arcanas. Ela pede para os acompanhar. No acampamento, Kunaro olha para os dois e vê em Jhonatan um grande potencial, dizendo que vê tanto sofrimento e tantas histórias na aura de seu visitante que não conseguia distinguir suas intenções, mas Leonard, este realmente parecia que não sabia onde estava. Jhonatan brica, dizendo que para ele tudo era novo. Então se apresenta, e os dois apertam as mãos. Kunaro sorri e vê no jovem um potencial que nunca viu antes.

Alingevkenani adverte seu pai para não confiar cegamente em forasteiros, mas Kunaro lhe diz que não se importaria em ter descendentes do casal, porque a magia deles seria muito forte. Leonard comenta, discretamente, no ouvido de Jhon que não entendia o que estava acontecendo. Kunaro lhe diz que sussurros passavam despercebidos apenas aos ouvidos inocentes, e Jhonatan lhe explica que estava intrigado com o ritual que estava sendo feito ali. Kunaro diz que só poderiam conversar depois de uma boa xícara de chá.

Ele o serve para sua filha e os visitantes, depois explica que há muito tempo procurava o poder da pedra filosofal. Seus irmãos o achavam um tanto audacioso em desejar tamanho feito, mas ele era perseverante e resistiu diante de crises que os fizeram cair, tentando. Sua vida inteira estava dedicada a essa busca, e a agitação recente advinda do apocalipse o revelou que tal força vinha da pedra de Yodah. Um artefato que servia de canal do mundo físico para o espiritual, canalizava a energia de ambos, e se perdeu graças a intervenção de um mago, olhando diretamente para Jhon. Jhonatan comenta que já conhecia sobre a pedra, mas adverte que os canais que ela abre são selvagens, e pode muito bem abrir escotilhas que deveriam permanecer fechadas.

Kunaro diz que conseguiu construir um feitiço que força a pedra a se revelar, e pretende o realizar naquela noite quando a Lua estiver no zênite. Ele oferece a Jhonatan a chance de testemunhar, mas ele apenas diz ser um curioso que precisava entender que acontecimentos se resinificavam ali. Alingevkenani então diz que todos aqueles que buscam devem encontrar o quê procuram, e Kunaro adverte que com o poder da pedra poderia fortalecer os vínculos da magia e ser uma nova referência a seu povo. Seus interesses com ela eram benignos, para tranquilizar Jhonatan. Ele diz que está satisfeito, e convida seu amigo para ir embora. Agradece o chá, é se retira.

Alingevkenani pergunta a seu pai se não vou estranheza naquela visita, e ele apenas diz que aquela noite será fatídica para ambos e que deveriam se preparar. Distantes, Leonard pergunta o quê foi aquilo e porque precisava de sua presença para visitar um xamã no frio do Alasca. Ele diz que sua importância não estava ali, mas no que viria a seguir.

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Naquela mesma noite, Alex ainda estava na base do Kayman quando vê Annie olhando para o céu, assustada. Ela tenta se aproximar dela, mas a garota pede para estar sozinha. Alecsandra diz que entende como deveria ser difícil lidar com toda aquela situação, mas Annie diz que não. Seus amigos, sua família, sua vida... Tudo estava perdido. Seus pais estavam mortos e eles estavam a segurando de poder ir morar com seus tios e poder tentar se reconstruir. Alex diz que agora que ela era uma fugitiva, enquanto a rede de tráfico de mutantes ainda existir, ela estaria sob ameaça nas ruas e traria perigo para seus entes queridos.

Annie diz que odeia ser uma mutante, que isso só serviu para destruir sua vida e preferia quando ela era só uma garota cheia de sonhos que gostava de passar os finais de semana nos shoppings e brigava com seu pai por ter gastado mais do quê devia. Agora, não tinha mais com quem brigar. Alex diz que existe brio em ser mutante, e isso não a deixa de ser normal. Só que ela precisava de ajuda, e era de sorte por a ter. Annie se irrita, diz que Alex não a entende e em um descontrole de seus poderes, cria um vendaval que joga Alex para longe.

Envergonhada pelo o quê fez, Annie corre para ajudar Alecsandra a se levantar e pede desculpas. Esta dizendo que ela precisava se permitir ser ajudada, e que não estava sozinha. Assim, ela revela que quando entrou para os Twelve, ela estava tão perdida quanto Annie, e precisou ser acolhida e adotada pelo Arthur e pela Beatrice, quem Annie se recorda como a psicóloga, para se reerguer. Ela também não tinha família, passou por uma tentativa de assassinato por ter fugido de seu pai, e não podia sair nas ruas livremente. Isso a levou a uma depressão forte, onde ela até revelou ter tido pensamentos suicidas, mas que no final conseguiu se recuperar.

Annie repara que ela falou que o sofrimento que passou foi causado pelo seu pai, daí ela pergunta se ele lhe vendeu para o tráfico, momento em que ela resolve lhe dizer a verdade: ela era filha do homem quem conduziu o experimento em Annie que ativou seu metágene. Ela era filha de Henrich Petrovich. A garota ficou em choque ao saber daquilo, especialmente ao notar que aquele cientista invasivo, que mexia com o seu corpo como se fosse propriedade dele, lhe dopava e forçava a diversas descargas elétricas, também teve coragem de fazer isso e mais com sua própria filha. Annie diz que sentia muito pelo o quê Alex passou, e naquele momento se desenvolve um vínculo de empatia mútua. Alex agradece, e diz que por isso queria que Annie fosse aberta a ela. Ela queria ajudar a ela enfrentar sua dor de uma forma diferente, mais saudável, como quem ela não teve. Ou melhor, teve. Mas, como ela gostaria de tratar naquele momento de fragilidade.

Annie, então consiste, e as duas começam a construir uma relação de proximidade.

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De volta ao acampamento no Alasca, Kunaro começa a realizar o seu ritual evocando o nome dos grandes avatares da magia que antecederam a ele. Alingevkenani assiste aquilo ansiosa, e treme quando seu pai levita no pentágono onde estava sentado se aproximando do estado de transe. Ele se esforça para alcançar conexão com as forças místicas que resguardam a pedra de Yodah, e depois de muita dedicação e concentração, ele consegue trazer para aquele plano a própria pedra, que aparece reluzente no alto. Ele a olha, admirado, como quem conseguiu fazer um feito desejado por décadas, orgulho de si e admirado com seu brilho como o de um rubi refletindo a luz da Lua.

Neste momento, Alingevkenani pressente a presença de alguém e um feitiço isola a pedra nos céus, impedida de se estabelecer perfeitamente naquele espaço. Era Jhonatan Felps, quem afirma que não poderia permitir que Kunaro adquirisse aquele item místico, dizendo que fez um grande trabalho a escondendo do mundo, viu o estrago que ela podia fazer se usada do modo errado, e admite que conjurou um complexo feitiço para a tornar invisível para demais feiticeiros e magos em outra dimensão, e estava surpreso que ele conseguiu desfazer seu encantamento. Kunaro reitera que seus interesses eram benignos com a pedra, e já sabia que Jhonatan estava ali porque não queria que ele a pegasse, mas queria o convencer do contrário, então diz que a pedra nunca poderia ter um uso benéfico, porque era má em essência. Kunaro diz que não abandonaria o trabalho de uma vida só pela existência de um “guardião de Yodah” e ordena sua filha, Alingevkenani, o proteja enquanto desfazia o feitiço de Jhon. Ela assim o faz conjurando vinhas do solo infértil, que prendem Jhonatan. Aí que Leonard se revela e, voando em um estado incendiário, usando seus poderes para criar fogo pelo seu corpo e o usar como um propulsor, ele vai até Kunaro tentando o impedir. Ele dispara uma lavareda contínua naquele mestre místico, e quando Alingevkenani se prepara para ajudá-lo, Jhon se solta e conjura um feitiço para imobilizá-la.

Kunaro olha para Leonard e diz estar admirado em entender seu real poder, mas o surpreende com um enigma de que essa não era sua verdadeira forma. Ele então respira fundo e puxa as chamas de Leonard para sua boca, as desfazendo. Logo, usa seu cajado para atirar detritos em direção a ele, o forçando a fugir. Jhon e Alingevkenani estão numa batalha mais equilibrada, com ela já tendo recuperado os sentidos e disparando espinhos em sua direção, que passam por ele, intangível. Alingevkenani, então, evoca golens de pedra e areia para o derrubar, e ele os faz virar pó com um gesto. Ela, assim, os transforma em escombros para o enterrar, mas ele sai ileso. De repente, ambos usam a energia da vida do ambiente para dispararem um poderoso raio um no outro, chegando num impasse. É aí que Jhonatan faz uma revelação: ele não era apenas um feiticeiro, era também um mutante.

Assim, ele absorve a água do ambiente e a transforma em um bloco de gelo duro, e a joga contra Alingevkenani, que estava concentrada em seu feitiço, a derrubando. Kunaro, vendo sua filha ser machucada, se enfurece e decide ser mais letal contra seus inimigos. Ele pega seu cajado e prepara um feitiço de banimento para outra dimensão, que mira em Leonard visando acabar com sua distração. Ele fica assustado, mas Jhonatan o olhando, prepara um feitiço que o faz possuir Leonard e conjurar outro feitiço, de ricochete. Assim, Kunaro se expulsa dali, sendo selado para longe daquela realidade. Jhonatan pede para Leonard usar o disparo de fogo mais quente que podia, e mirar na pedra. Assim ele faz, a destruindo.

Alingevkenani assiste assombrada aquela cena, e o cajado de seu pai caído no chão, com o ritual acabado. Ela chora e tenta atacar Jhon, que a prende em uma enorme prisão de pedra que ela não consegue sair por estar emocionante abalada, já que era alimentada por emoções intensas. Leonard assiste chocado aquilo e pergunta se Kunaro morreu, e ele diz que apenas foi para um lugar onde não podia mais sair. Alingevkenani grita, questionando o porquê Jhon fez aquilo. Eles não eram inimigos, estavam de boas intenções, acolheram ele mesmo sabendo de seu objetivo. Felps apenas vira de costas, e abre um portal para sair. Alingevkenani amaldiçoa o nome de Jhonatan, e diz que irá vingar o banimento de seu pai. Ele se retira, e Leonard assiste ela destruída, chorando sua perda.

Do outro lado, na casa de Jhonatan, Leonard diz que agora entendia porque ele precisava dele. Ele precisava de uma distração para poder vencer aqueles dois magos, já que com ambos concentrados nele, ele não conseguiria ter uma abertura para destruir a pedra. Assim, só estava sendo usado. Jhonatan diz que sim, mas era para uma causa maior e às vezes as obrigações os fazem fazer coisas que podem ser duras, mas necessárias. Ele adverte que Kunaro e Alingevkenani não eram tão bons como pareciam, mas Leonard parecia fechado a ele. Ele só precisava ir embora. Assim, Jhon concinte. O episódio termina com Alingevkenani, já liberta, chorando e segurando o cajado de seu pai, que se ilumina com uma chama esverdeada e o revela, agora em outro plano de existência. Alingevkenani está com um olhar sombrio, repetindo para si mesma e para ele que iria vingá-lo.