The Journey: Into the Darkside

2 Cap. II - "Um Grito de Socorro"


Notas iniciais
Este é o segundo episódio do arco um, que apresenta todo o novo mundo de The Journey após a derrota de Satanás em uma batalha direta com Arthur Luczien, rendendo consequências concretas, como sua fama e destruição de parte de Nova York, como adjacentes, inspiradas em todo o poder que Arthur exibiu em seu máximo: o poder que os mutantes conseguiam alcançar. Com uma rede de tráfico de mutantes construída no submundo, é Diana Fudiangan quem dá os primeiros passos para, de forma extraoficial, conseguir evitar que os seus sejam massacrados ou escravizados entre os mais desumanos.

Bom, o episódio começa exatamente em uma cena do primeiro episódio. Arthur está saindo da sala de seu superior, Connor, visivelmente estressado e passa por seus amigos que estão socializando na zona de teleporte. Alecsandra comenta que estranhava o comportamento nervoso do irmão, mas Karslie a explica que o nível de exigências agora que ele era o líder oficial da equipe de super-agentes e uma figura pública apenas aumentou.

Diana observa atenta quando o Connor pessoalmente aparece para recrutar Alex e Karslie para uma missão que envolvia a identificação e recrutamento de um mutante chamado entre os seus de Mosca, em Bankok. Ronald também é chamado para a tarefa. Assim que ele despacha, Arthur ressurge em direção a uma plataforma de teleporte desejando voltar para casa. Rodney faz uma brincadeira com ele, e ele responde lhe dando um soco no abdômen. Ele então sai, e Connor comenta sobre dificuldades de lidar com agentes com problemas emocionais e saí.

Todos ficam sem entender, e Diana ri dizendo que já recebeu socos piores enquanto pega sua bolsa e chama Rodney para uma plataforma de teleporte. Enquanto o trio se prepara para a missão em Bangkok, a dupla vai para um beco em Chicago, onde agora livre das câmaras da base em que estavam, pede o pendrive para Rodney. Ele lhe dá, advertendo sobre os riscos que eles estavam cruzando ao roubar informações sigilosas dos Twelve e, em extensão, da ONU. Diana sabia dos riscos, e Rodney se teleporta para sua cidade.

Em sua casa, num pequeno espaço no subúrbio de Chicago, Diana coloca o pendrive em seu computador e tem acesso a estatísticas. Ela as examina cautelosamente, com uma expressão séria e preocupada. Isabelle liga para ela em videochamada e pergunta sobre o resultado de sua pequena "contorno da vigilância de Connor". Ela diz que é assustador e que os dados apontam que em um ano os números de tráficos de pessoas ascenderam em uma proporção de quase 8 por 1, em relação ao ano anterior. Era basicamente uma crise mundial e, assim que essas pessoas eram sequestradas, a maioria jovens na faixa de 13 a 32 anos, nunca mais eram vistas.

Os números batiam com o aumento de centros de pesquisa identificados em missões secretas dos Twelve, em bases inimigas, estarem aumentando voltadas ao metágene: o gene que desperta os poderes nos mutantes. Diana acredita que essas pessoas estariam sendo enviadas a esses centros para aumento do controle dos inimigos sobre os mutantes. O número de sequestros era maior em países emergentes, enquanto ainda ocorriam em desenvolvidos. Isabelle pergunta o quê ela pretendia fazer a respeito, e Diana responde que atividade recente de tráfico de pessoas ocorre em uma pequena vila na Somália, na África, e gostaria de fazer uma missão extraoficial para investigar ela mesma isso.

Isa questiona do porquê eles não ativarem as forças mais capazes dos Twelve, e Diana admite que a administração de Connor faz pouco caso aos mutantes. Como lembro da equipe oficial de operações táticas de Connor, Isabelle receia concordar. Assim, elas planejam a operação.


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Voltando aos dias atuais... Rodney, Diana e Isabelle estão caminhando debaixo do Sol quente da Somália, escondidas, observando o dia-a-dia da comunidade. Elas percebem aumento da atividade policial na área, provavelmente em resposta aos sequestros, mas a população parecia ter medo deles. Querendo saber mais, ela decide fazer contato com uma senhora, usando seu equipamento como um tradutor entre suas línguas, perguntando se ela sabia sobre casos de desaparecimento na região se apresentando como uma pesquisadora. Imediatamente, a senhora encerra a conversa e, com olhares, denuncia algo errado para amigas que também vão para suas casas. Os deixando sozinhos.

Isabelle fica sem entender o quê aconteceu, mas nota que a equipe policial que fazia ronda estava voltando e opta por se esconderem, para evitar um incidente diplomático de qualquer tipo. Enquanto o fazem, uma mulher conta que soube do interesse delas pelo desaparecimento e estava cansada de ficar em silêncio por medo sobre o quê acontecia. Ela convida o trio para sua casa, onde poderiam conversar melhor. Lá, ela revela que sua filha sumiu há dois dias, quando foi ao rio pegar água para a família e desapareceu sem deixar rastros. Ela comunicou o sequestro para a polícia local, mas eles olvidaram. A verdade era que estava sendo mais frequente, e que eles suspeitavam de algum grupo que age nas sombras e veio do estrangeiro.

A falta de confiança nas autoridades, seguido de casos de retaliação em investigações por conta, deixam o povo com medo. Vendo o interesse do trio em investigar o caso, ela confia a Diana a missão de encontrar sua filha. Algo que ela aceita. Com um alvo em mente, Diana ordena que eles investiguem a própria delegacia de polícia da cidade. Assim ficam, o dia inteiro, até o anoitecer, apenas reparando uma movimentação de policiais que faziam sua ronda a pé e uma única viatura, indo e voltando.

Cansada de esperar, Diana decide invadir ela mesma a delegacia em busca de informações, enquanto Isa e Rodney ficam na encolha. Nos computadores, nos arquivos de transações bancárias, eles descobrem que o silêncio dos policiais foi comprado por um agente misterioso que parecia ligado ao próprio governo da Somália. Antes de baixar os arquivos no seu computador portátil, Diana é percebido por um policial que voltava da ronda e é obrigada a lutar contra ele para poder evadir dali.

Ela o vence, mas ele pede reforços. Logo, uma caçada começa e eles correm para a floresta. Os policiais que vinham os alvejam com tiros, mas Diana os defende construindo uma parede de pedra com seus poderes. Na fuga, Rodney torce o pé e é obrigado a atravessar o rio por conta, usando seus poderes de transformação em uma criatura aquática, para adquirir velocidade. Diana combina de se encontrarem do outro lado, e assim conseguem fugir. Isa questiona que algo muito errado estava acontecendo ali, já Diana afirma que deveria ser algo grande.

Ela pede para Isabelle usar sua armadura e seus poderes para hackear o sistema dos servidores do governo da Somália, e identificar um endereço físico que represente a entidade que comprou o silêncio dos policiais da vila. Ela consegue, e é 34km dali. Diana tem um plano de ir lá investigar, e assim que chegam ao Rodney se teleportam para lá. Já era de manhã, quando descobrem algo parecido com um campo de concentração guardado pelo o quê parecia ser o exército do país. Diana fica incrédula com o quê vê, e decide soltar os cativos como objetivo de sua missão. Rodney questiona como poderiam os salvar sem suporte necessário, e ela aponta que era apenas detalhes. A organização que testemunhavam deveria ser desmantelada.

Eles conseguem invadir a instalação, e no momento em que Diana planejava uma forma de os libertar são enfim interceptados pelo sheik Al Husejean, que suspeitava que uma hora haveria alguma intromissão nos seus planos. Só não suspeitava que seria de uma velha conhecida. Diana exige saber porque o rico e poderoso Al Husejean estava sequestrando jovens de suas famílias e os privando de sua liberdade em um campo de concentração. Al responde que, simplesmente, estava seguindo o negócio que estava mais em alta no mercado e dá a eles a chance de irem embora. Segundo ele, tinha autorização legal do governo da Somália para prosseguir com suas atividades.

Diana se recusa a ir, mas Isabelle reconhece que eles não tinham autoridade nem autorização diplomática para estarem ali, mas aponta a Al Husejean que iriam reportar a ONU o quê viram. Al responde que, no jogo de influências, os três não passavam de formigas. Em resposta a arrogância de Al, Diana usa seus poderes para gerar um terremoto com o seu pisão, destruindo as paredes da base e abrindo brechas para os cativos fugirem. Os três correm enquanto o exército parte para os atacar, e Diana ordena que lutem.

De repente, dois tanques de guerra aparecem para os abater, e Diana lança seu alvo a eles usando todo o seu esforço para os derrubar. Para seu horror, porém, Isa e Rodney não alcançam o seu ritmo e estão próximos de serem mortos. Os jovens sequestrados foram recapturados, e ela testemunha o olhar de deboche de Al Husejean sabendo que ela estava em uma luta que não podia vencer. Assim, ela ordena aos seus amigos uma retirada. O chefe da segurança pergunta a Al Husejean se a base estava comprometida, e ele disse que provavelmente sim. Mas ele já tinha a informação que queria, que o levou a sair da Arábia Saudita até ali: a Diana já sabia do esquema de tráfico de pessoas.


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Retornando a uma cena do primeiro episódio, o grupo estava reunido em uma praça de skate em Brownsville, cidade onde Karslie morava. Eles reclamam da administração de Connor sobre os Twelve, e Diana se indigna sobre a situação do mundo. Segundo ela, desde quando Satanás quase realizou seu apocalipse, as estruturas morais do planeta entraram em colapso. Muito interesse surgiu sobre os mutantes, que estavam se tornando um recurso a ser explorado. Ela queria mudar isso, mas sabia que era impotente sozinha e as agências regulares, como os Twelve, não tinham interesse nisso.

Ela propõe que formassem um grupo extraoficial dedicado a essa missão, algo que todos concordam com relutância. Arthur comenta que, por já ser uma figura pública e estar em intensa vigília de Connor, não poderia ajudar efetivamente. Mas, poderia prestar suporte e auxílio sempre que necessário. Assim, um pacto é formado.