The Hybrid Diaries

27 Fruto da árvore venenosa parte II


Notas iniciais
https://youtu.be/-egS9axbfRo-Cassius faz um lanche para Rosie. https://youtu.be/2aXtzyOZFak-Cassius ajuda Rosie.

P.O.V. Rosalice.

Eles são as pessoas mais estranhas que eu já conheci. Marius estava recitando poesia, mas estava claro que estavam brigando.

—Bom dia.

Quando eu o vi, eu sorri. Estava feliz em vê-lo.

—Ei.

Minha amiga, Rebekah veio ficar com a gente. Ela é uma vampira e uma médica. Meu avô Carlisle a treinou.

—Eu sei que provavelmente sou a única pessoa nesta casa que bebe leite, mas mataria algum de vocês ter certeza de que está na lista de compras?

Perguntei irritada porque o armário tá lotado de coisas e não tem leite.

—Falando nisso, preciso ir comprar suprimentos.

Disse Rebekah.

—Espero que meu irmão tenha te tratado com hospitalidade durante minha ausência.

—É. Na sua ausência como você gosta de chamar que é um jeito muito educado de dizer que seu irmão te deu de bandeja para um Clã de vampiros locais como um troféu. Eu fui atacada por vampiros locais, tive que viver numa casa com uma masmorra secreta cheia de caixões com vampiros dissecados dentro e fui quase assassinada por bruxas que estão absolutamente convencidas de que vou parir o filho do diabo.

Ele colocou o cereal na tigela e pegou o leite que estava encima da bancada e jogou dentro.

—Oh, leite. Certo. Eu soei como uma garotinha mimada. Desculpe. E eu estou bem. Seu irmão é estranhamente protetor. Apesar do fato de ele me considerar uma incubadora ambulante. E eu sei que tenho que agradecer a você por isso.

—Só estou feliz de saber que está bem. Apesar das bruxas assassinas.

Disse dando a tigela e a colher na minha mão.

—Elas estão com raiva. Uma delas teve uma visão e de acordo com o que ela vocalizou, meu bebê vai roubar a magia delas e destruí-las. Ops.

Respirei fundo e falei.

—Elas estão realmente irritadas, assustadas e provavelmente desesperadas. E minha vida está agora magicamente ligada á Elizabeth Gray uma bruxa desse Coven ai. Mas, não posso quebrar a ligação, preciso de outra bruxa pra fazer isso.

—Sua irmã não pode ajudar?

—Ela tentou, mas tem um feitiço sanguinis bloqueando. Traduzindo como ela é minha irmã sangue do meu sangue, ela não pode quebrar a ligação graças ao bloqueio. E por causa desta profecia estúpida nenhuma bruxa desta cidade de merda vai me ajudar. E isso não me conforta.

—Sim, acho que é hora de cuidarmos deste problema.

—Concordo. Assim que elas estiverem desligadas podemos sair desta cidade de merda.

Disse Rebekah enquanto arrastava um...

—Aquilo era um cadáver?

—Quem temos que matar?

Perguntou ela enquanto ainda arrastava o cadáver pra fora.

—Provavelmente ninguém.

P.O.V. Cassius.

Ela estava chocada e assustada com o fato da sua amiga estar arrastando um cadáver pela cozinha.

—Provavelmente ninguém.

Então olhei para ela e disse:

—Ok, potencialmente todo mundo.

Ela riu e deu uma colherada no cereal.

—Obrigado pelo leite.

—De nada.

Rosalice se sentou numa poltrona e estava comendo seu cereal e vendo televisão quando derruba tudo e grita:

—Ai! O que diabos?

P.O.V. Elizabeth.

Elas me acorrentaram.

—Alice me matar para chegar ao Marius ou ao bebê dele não é a resposta.

—Não vou matar você, Elizabeth estava lá no dia em que você nasceu. Mas, sou a última anciã remanescente do nosso Coven, é o meu dever sagrado proteger nosso Poder. E nosso Poder não significará nada se aquele bebê crescer mais um dia. A visão de Clarissa foi clara. Esse bebê trará a morte a todos nós.

—E o que você vai fazer?

Ela me mostrou a agulha.

—Não. Não, não Alice não faça isso. Não!

Tarde demais. Senti a agulhada.

P.O.V. Marius.

Senti cheiro de sangue e todo mundo também sentiu.

—O que diabos foi isso?

—Bem que eu queria saber. Senti como se tivesse sido esfaqueada. Mas, tenho quase certeza de que isso está relacionado com a Lizzie.

—Então, vamos descobrir. Você cuide dela.

Meu irmão e eu fomos achar as tais bruxas e encontramos uma inconsciente.

—O que houve?

—Alice. Nossa anciã. Os homens dela levaram a Lizzie.

—Dia um com você no comando, caro irmão e uma bruxa se ligou á Rosalice e a dita cuja da bruxa foi sequestrada.

—Onde ela está?

—Não sou burra. Se eu lhes disser onde a Alice está vão simplesmente matá-la.

—É tão obvio assim?

—Olhem, eu sei que ela é um pé no saco e que é meio... doida, mas ela é a nossa última anciã viva. Pode ser insignificante pra vocês, mas significa muito pra nós. E sua garota grávida, ela pode ser uma de vocês, mas é uma de nós também. O que significa que ela provavelmente sabe que os anciões são os únicos que podem fazer feitiços importantes.

—Como completar o seu infame ritual da colheita.

—Você sabe sobre isso?

—Ficaria surpresa com as coisas que eu sei.

Ele está perdendo tempo.

—Me permitam, entreter vocês com a lista de prioridades de hoje.

1-Desfazer a ligação idiota da sua amiga Lizzie, assim ela não poderá mais controlar o destino da mulher que carrega a minha filha.

2-Convencer o meu irmão mais velho a aceitar minhas desculpas por uns recentes atos que seriam considerados mau-comportamento. E

3-

—Não existe um número três.

—O que o meu irmão está tentando comunicar é que nem a sua anciã, nem o maldito ritual da colheita tem qualquer relevância para ele. Agora, desembucha.

P.O.V. Rosie.

A Bex veio carregando uma cesta cheia de maçãs.

—É hora do lanchinho da prole do diabo.

Ela gritou em alto e bom tom.

—Eu realmente gostaria que não a chamasse assim.

—Desculpe, já escolheu outro nome? Pegue uma, os pomares estão explodindo com elas.

Peguei a maçã e ela colocou a cesta na mesa.

—Como está o pescoço?

—Me sinto bem. O que é estranho. Se é algum tipo de feitiço já deveria ter funcionado. Mas, tenho absoluta certeza de que isso está relacionado com a Lizzie.

—Bom, faça-me o favor e não morra no meu turno.

—Farei o meu melhor. Sabe, na primeira vez que nos conhecemos eu te achei uma verdadeira... vaca.

—E o que te fez mudar de ideia?

—Oh, eu não mudei de ideia ainda te acho uma vaca, mas meio que aprendi a gostar disso em você.

Ela riu.

—Bom, é doce da sua parte dizer isso. Lembre-se quando eu tiver partido.

—Partido? Onde você vai?

—Eu só vim pra cidade para ter certeza de que tudo estava bem com você e a Geni. Agora que eu sei, é hora de partir.

—Oh!

Ia morder a maçã quando, comecei a passar meio mal.

—O que foi?

—Eu não sei. Provavelmente é só algum tipo de enjoo matinal mágico.

Bex colocou a mão na minha testa.

—Na verdade, você tá queimando.

Então liguei lé com cré.

—Oh, não. É um objeto amaldiçoado.

—O que?

—Agulha das lamúrias. Meu sangue está começando a esquentar, se não quebrarmos essa maldita ligação logo...

Senti as lágrimas escorrendo pelo meu rosto e as palavras saíram e cortaram meu coração.

—Sofrerei um aborto.

—Oh, Meu Deus!

—Ligue para o Cassius. Diga a ele. Diga ao Marius também.

P.O.V. Cassius.

Meu celular tocou. Reconheci o toque, era a médica encarregada da saúde de Rosalice.

—O que houve?

—É um objeto amaldiçoado. A bruxa que está ligada á Rosie foi esfaqueada com uma agulha que faz o sangue da mãe esquentar, ferver e causa a morte do bebê.

—É para um aborto.

—Rosie disse que se não quebrarmos a ligação logo, ela perde a criança e cara, ela já tá de cama então... se apressa.

Disse a médica desligando. Felizmente encontramos a maldita bruxa e outra disposta a nos ajudar.

—Agnes me atacou com uma...

—Poupe o discurso, já sabemos sobre a agulha e agora você vai consertar isso.

Quando chegamos á mansão, Rosalice estava acamada e a médica lhe fazia compressas com água fria.

—O que ela tá fazendo aqui?!

—Por favor, deixe-a fazer o que pode.

—Ela é a razão da Rosie estar de cama!

—Talvez eu saiba um jeito de diminuir a febre. Vai dar tempo para a outra desfazer a ligação. Vou precisar de algumas ervas especiais, te mando uma lista.

—Ótimo. Agora sou a garota de recados.

Quando a noite chegou, a febre aumentou demais e tivemos que apelar.

—Ela está queimando.

—Coloca ela na água!

Entrei na água com Rosalice que estava passando muito mal.

—Não vejo como uma nadadinha noturna vai ajudar.

—É claro que não, você não é bruxa. A temperatura está super alta, a água, com a ajuda das ervas... vai nos esfriar.

A bruxa entrou na água correndo.

—Aqui, beba isso.

Disse dando um copo nas mãos de Rosalice. Que bebeu até a última gota.

—Você vai ter que afundar ela.

—E como sugere que eu faça isso, sem matá-la?

—Segure-a. É um remédio natural para diminuir o batimento cardíaco e reduzir a pressão sanguínea.

—Isso nunca vai funcionar.

Disse a médica. E eu sentia o calor emanando do corpo de Rosalice e seu desespero. Ela mal conseguia respirar.

—Deliliah vai quebrar esta ligação. Só precisamos de tempo.

—Eu não consigo... não consigo respirar.

—Tudo bem. Tudo bem. Apenas, se foque no som da minha voz. Respire longa e profundamente.

Ela estava de olhos fechados.

—Rosalice, olhe pra mim! Respire longa e profundamente.

Ela olhou e começou a respirar.

—Isso. Longa e profundamente, apenas se foque no som da minha voz.

A Tribrida se acalmou e se entregou, o que me permitiu afundá-la lentamente na água por alguns minutos. O relógio soou meia noite e ela gritou, abraçando a barriga.

Então, finalmente respirou aliviada.

—Eu acabo de sentir a ligação ser quebrada.

Disse Rosalice.

—E eu também.

Ela ainda me abraçava e eu ainda a segurava. Ela se soltou de mim, mas ainda estava com a mão abraçando a barriga. A bruxa, Elizabeth furou a própria mão, mas nada aconteceu á mão de Rosalice.

—Graças á Deus.

A Tribrida olhou para mim com ternura e amor, e carinho e eu a olhei de volta do mesmo modo.

P.O.V. Rebekah.

Oh, eles estão tão apaixonados. Que fofo. Ninguém merece isso mais que a Rosie.

—Vamos, vamos colocar você pra dentro.

Disse o Original lobisomem.

—Cassius!

Ele olhou para a bruxa.

—Assim que o seu irmão, descobrir que a ligação está quebrada.... ele matará Alice. Eu sei que não me deve nada, mas por favor não o deixe matá-la.

Ele saiu da água com velocidade sobrenatural. E ele ainda era humano. Loucura! Nenhum lobisomem consegue fazer isso!

—Aparentemente ele consegue.

—O que?

—Ela é uma telepata, está falando comigo.

—Oh!

—Cassius, não deixe a anciã morrer. Mas, também não deixe ela se safar. Eu sou parte bruxa, tenho que pensar em todos os povos. No bem de todos eles.

—Por favor. Cassius! Ela é o único acesso que temos ao poder que precisamos para sobreviver! Prometa-me que o impedirá.

—Te farei uma última promessa, Elizabeth Gray. Não permitirei que meu irmão mate Alice.

A bruxa estava saindo da piscina quando Rosalice agarrou-lhe o braço.

—Eu sei que só estava me usando para salvar o seu povo... mas faça isso de novo e eu te mato. Te estraçalho e te como.

Liguei para o meu irmão e vamos resolver este problema.