Bucky lavava sem pressa a louça do almoço enquanto, através da janela, observava a interação de Wanda com Billy e Tommy. Uma plataforma havia sido colocada sob uma das grandes árvores do jardim dos fundos e a ruiva estava ajoelhada no chão, sobre a grama verde, enquanto os garotos a ajudavam a construir um grande prédio de lego.

Era um prédio cheio de detalhes, que em muito lembrava a Torre Stark de sua realidade, mas parecia uma versão um pouco mais… Vintage do que havia em seu mundo, embora pudesse apostar que as tecnologias seriam tão avançadas quanto. Vez ou outra, o trio deixava o trabalho manual de lado e se utilizava dos poderes para fazer um avanço maior na brincadeira, encaixando peças que levitavam ou se moviam tão rápido, que sequer conseguia enxergar.

Ao lado dos meninos, Wanda parecia relaxada como nunca a havia visto. O peso que parecia carregar nos ombros, desde que havia chegado na cabana, havia sumido. Dois dias depois de ter voltado, apesar dos leves ferimentos externos pelo corpo e do que fizera na outra realidade para estar ali, seu semblante era mais suave e suas feições mais descansadas, como se, finalmente, estivesse em paz — com o mundo ao redor ou, talvez, consigo mesma.

Alarmado, Bucky abaixou os olhos para a pia, notando que o barulho de vidro quebrando havia sido criado por um copo, que havia escorregado de sua mão boa com o sabão e caído com força demais dentro da cuba da pia. Logo ele, que tinha um reflexo acima da média. Torceu os lábios em uma careta e soltou um xingamento baixo, passando a juntar os cacos de vidro com a mão de metal.

— Você está bem, sargento?

A essa altura, quase três dias depois, já conseguia distinguir o tom mais ameno e sem sotaque da Wanda daquela realidade. Com os braços cruzados e encostada contra o portal de entrada da cozinha, ela parecia somente analisar a situação que se desenrolava com certo divertimento. Bucky Barnes não podia quebrar um copo por mera distração, em nenhum cenário possível.

— Eu compraria outro…

Ela dispensou com um gesto de mão e se aproximou da pia, ciente do que ele observava com tanto afinco antes. Com um olhar sobre a tranquilidade de sua outra versão e as crianças, ela se voltou para ele, suspirando.

— Você disse que as crianças não o incomodavam.

Em silêncio, Bucky enxaguou e secou as mãos em uma toalha limpa, ainda mantendo o olhar na outra Wanda, aquela que mais ocupava seus pensamentos de verdade. Dormia e acordava pensando nela e, agora, ainda havia o agravante de tê-la ao seu lado, poder senti-la, desfrutar de seu cheiro, todos os dias.

— Ela nunca poderá tê-los. — Sem entender, a ruiva franziu o cenho e o encarou, confusa. — Na nossa realidade. O Alto Revolucionário disse que eles só podem ser fruto de algo… Sobrenatural. Eles nunca poderão nascer dela, como ela sempre quis.

Se, para ele, a consciência disso era um tanto sufocante, considerando o que conhecia dela, só podia imaginar como Wanda, que havia convivido com aquelas crianças, se sentira vazia, quase que literalmente, ao saber disso da forma que soubera. Eles eram seu objetivo de vida, seu sacrifício e também o prêmio e, de repente, não pareciam mais tão alcançáveis assim. Não sabia se Wanda tinha processado isso tão bem, uma vez que ainda estavam ali, com acesso às versões de Billy e Tommy daquela realidade, mas ela soava verdadeiramente compreensiva, o que não casava em nada com a forma como havia contado que tinha encontrado suas crianças.

— Sabe… Tenho impressão de que ela já sabia disso quando chegou aqui. — Ela disse em tom contemplativo. — Meu palpite é que sua Wanda estava apenas… Prolongando o luto de perdê-los de sua realidade fabricada e de nunca realmente poder tê-los de verdade.

Bucky franziu o cenho em ponderação, porque aquele era o tipo de comportamento “mais Wanda” que poderia associar ela. Antes, a ruiva preferiria se autodestruir em tristeza e infinitas possibilidades improváveis do que aceitar a realidade a que era submetida, para bem ou para mal.

— Isso seria um tanto… Cruel consigo mesma. — Murmurou, não podendo deixar de evitar o tom de concordância.

— E ser dura consigo mesma não é o que a Wanda que você conhece mais faz? — Ele apenas meneou a cabeça, no que a outra continuou. — É como se sua Wanda estivesse destinada a carregar toda a tristeza de nossa existência comum.

— Acho que é algo que ela não consegue evitar. — Constatou com um sorriso amargo, pois ele conhecia o que ela passara e, ao menos parte de toda aquela perda, justificava a pessoa que era agora.

— Ok, mas não consigo enxergar seu ponto. — Disse ela após um tempo silencioso, apenas observando e absorvendo a forma como sua outra versão parecia natural com seus filhos. — Quando chegou, estava reclamando sobre não ter uma chance por conta do destino determinista em que Wanda sempre se colocou…

— Não acho que isso seja sobre mim. É só… — Teve uma nova visão de Wanda rindo de algo que os meninos falavam enquanto os ajudava a procurar as pecinhas minúsculas do jogo. — O problema é que ela já é uma mãe, sem realmente ser, entende?

Neste momento, quase pode sentir as bochechas corarem sob o escrutínio do olhar dela, que não podia ler sua mente, mas, efetivamente, o conhecia. Antes, quando Wanda falava sobre as crianças ou mesmo quando mostrara os bebês a ele, em sua mente, tinha a impressão de que era apenas uma idealização, mas observando como se portava com Billy e Tommy podia notar que ela tinha, realmente, um dom, uma conexão com aqueles dois.

— Ah, James… Você é mesmo adorável. — Ela o olhou com um breve sorriso e o abraçou, murmurando. — Wanda será uma ótima mãe, se parar de enxergar o futuro de maneira tão fatalista. Eu entendo, ela passou por muita coisa, mas… Ela não é uma mártir. Apesar da Feiticeira Escarlate, ela ainda é Wanda Maximoff e… Tenho a impressão de que ela e esse outro lado místico irão entrar em equilíbrio em algum momento.

Ela se afastou, olhando o relógio de pulso e avisando que precisava chamar as crianças para levá-los a aula de futebol. Quando respirou fundo e voltou a olhar através da janela, se surpreendeu ao notar que Wanda, a ruiva, o encarava diretamente, o sorriso de antes congelado e um olhar enigmático, como se tentando compreendê-lo ou como se enxergasse além e sequer estivesse pensando nele. Bom, pelo menos estava no mesmo estado em que Bucky, que se encontrava sempre na eterna tentativa de entender o que se passava na cabeça dela.

A brisa leve fez com que os fios finos esvoaçassem ao redor de seu rosto e, alguns segundos depois, a atenção se desviasse para a versão que convocava os meninos. Eles precisavam colocar o uniforme e as chuteiras, pois tinham só quinze minutos para sair. Quando se afastaram, acenando distraidamente para ela, Wanda passou a juntar as peças do jogo para colocá-las em uma caixa e levar a estrutura do prédio para dentro da casa com o auxílio de seus poderes.

— Os meninos disseram que tem um parque com um lago a algumas quadras. — Ela se aproximou da cozinha em seu jeito costumeiramente discreto. — Quer ir comigo?

— Acha que é uma boa ideia? — Ponderou, por um instante. — Seu rosto é igual ao dela, a outra Wanda, e… Ela é casada. Com Visão. E nós não sabemos do meu status aqui…

Na verdade, nem sabia como os vizinhos dela ainda não haviam suspeitado de que havia mais pessoas naquela casa, além de Wanda e as crianças, enquanto o marido dela estava fora, mas não gastava muito tempo pensando a respeito. A versão da ruiva daquela realidade parecia muito tranquila sobre a presença deles, ainda que fosse repentina.

— Posso usar um moletom. — Disse dando de ombros e seguindo para as escadas. Imaginou que ela apenas precisava de algum tempo para espairecer, pois voltou rápido enquanto passava a blusa pela cabeça, puxando o capuz para cobrir os cabelos ruivos. Eram diferentes da outra versão dela, que os mantinha mais castanhos, mas tinham exatamente as mesmas feições, o que poderia causar confusão em quem os visse. O próprio Bucky colocou um boné e eles não demoraram a alcançar a calçada e seguir para o local que Wanda havia indicado. — Você e Wanda… A outra Wanda… Parecem se entender bem.

— Sim. — Concordou de forma sucinta.

— Ela o chama de James. — Bucky voltou a concordar, sem encará-la novamente, embora percebesse o tom dela, indicando que esperava que ele desse continuidade ao assunto. Apertou os lábios, esperando que disfarçasse o pequeno sorriso que insistia em subir pelo canto de seus lábios. — Porquê?

— Além de ser o meu nome? — A olhou de maneira divertida, a vendo simplesmente estreitar os olhos, totalmente séria e sem se impressionar. Sabia exatamente onde ela queria chegar porque, novamente, Wanda não decepcionava quando o assunto era a complexidade feminina. — Bem… Aparentemente, existe um James Barnes para toda Wanda Maximoff no universo conhecido.

Não sabia se isso era realmente verdade, queria apenas provocá-la e distraí-la um pouco. Apesar de Wanda ter realmente se engajado com as crianças e suas atividades, como uma parente distante da verdade da mãe deles ou coisa do tipo, não é como se conversassem sobre a realidade, o fato de não pertencerem a este mundo e existirem, na verdade, outros mundos repletos de possibilidades concretas.

— Ela tem uma história com uma versão de você.

Meneou a cabeça em concordância, enquanto seguiam pela calçada de concreto, que rodeava a praça. Então, para diminuir parte da indignação e acusação dela, contou que a outra Wanda não deu muitos detalhes, apenas que eram jovens e que era parte do passado; sua vida era com Visão e os meninos, não havia dúvidas sobre isso.

— De qualquer forma, você está soando um pouco… Enciumada. — A cutucou de leve com o cotovelo ganhando, novamente, um olhar de julgamento gelado.

— Isso seria como sentir ciúmes de mim mesma. — Sustentou o olhar dela de maneira pensativa, pois até o fato de terem aquela conversa parecia absurdo em um cenário normal, mas sempre voltava à sua mente que aquilo que estavam vivendo ali era uma exceção — a exceção de todas as exceções -, então, Wanda ter ciúmes de uma versão sua não seria, realmente, impossível. Além disso, podia sentir que isso estava intrínseco no tom e nos olhares silenciosamente julgadores dela sempre que James conversava com sua outra versão. Então, de repente, o semblante dela se tornou mais ameno e Wanda, simplesmente, soltou um riso para si mesma, voltando a encarar a paisagem natural, que se abria à frente deles. — Tudo isso é meio… Surreal, não é? E, talvez… Você não esteja errado.

— Sobre o quê? — Perguntou, confuso, observando de perto o perfil pensativo, embora Wanda tivesse tomado seu próprio tempo para continuar.

— Não achei que estivesse à vontade com seu primeiro nome... — Ela disse em voz muito baixa, olhando para o chão antes de se voltar para encará-lo. — Na verdade, eu não pensei muito sobre isso… Sinto muito.

Franziu o cenho e, percebendo o semblante realmente culpado, levou a mão ao ombro dela sobre o moletom, apertando levemente.

— Wanda, essa coisa do nome… Bem, tudo o que eles tiveram, não deve interferir no que nós somos ou temos, ok? — Wanda finalmente concordou com um pequeno aceno, embora não parecesse realmente segura sobre suas afirmações. — Não é tão importante assim. Não estou acostumado a ouvir sempre… Depois de todos esses anos.

Ela ficou em silêncio por alguns instantes, apenas processando tudo aquilo enquanto contornavam o lago de cor esverdeada. Era uma vista realmente estonteante. Não era uma praça ou um lago muito grande, mas era rodeado por árvores, arbustos e cipós que, às vezes, tocavam a água, fazendo um espelho contínuo em um dia claro como aquele. Havia, ainda, uma ponte de ferro do outro lado, para onde estavam se encaminhando, que cruzava a extensão lateral do lado.

— É apenas que parece tão… íntimo.

Ela murmurou baixo, pensativa, e Bucky podia apostar que os dedos, dentro do bolso do moletom, se retorciam daquela forma costumeiramente ansiosa de sempre. Se perguntou de onde vinha parte daquela timidez de Wanda, pois, apesar da contrariedade, quietude e resignação de sempre, a ruiva não costumava ser realmente assim.

— Sim, parece.

Concordou quietamente, se perguntando o que se passava pela cabeça de Wanda, realmente, agora que tinha lidado com a ameaça de Chthon, que antes pairava sobre sua vida; bem como, com a questão das crianças, que não eram suas e jamais seriam. Tinha impressão de que uma delas estava resolvida e a outra não, embora não fosse só isso, mas Bucky não estava nem perto de descobrir: passava a metade do tempo tentando compreendê-la e a outra metade se surpreendendo sobre como direcionava sua realidade. Então, ela respirou fundo e começou a subir os degraus da escada de ferro sobre o lago, sem pressa.

— Sabe, eu estava pensando… Acho que vou cortar o cabelo.

Bucky quase engasgou e estacou, se voltando a ela um tanto incrédulo e atônito.

— Por favor, não. — Disse, antes que pudesse se conter, recebendo um olhar surpreso e divertido dela, que mantinha as mãos nos bolsos do moletom e o semblante tranquilo. Não era possível imaginá-la sem os longos cabelos ruivos. Eles eram a marca de Wanda; mesmo nos piores momentos, os fios vermelho-escarlate estavam lá, quase que fazendo parte de sua essência, marcando quem ela era e quem deveria ser. — Bem… É claro que… Pode fazer o que quiser, eu só quero dizer… Seus cabelos são… Uma parte de quem você é. Isso é tudo.

Bucky achou que não fizera muito sentido, mas ela continuou o fitando por um segundo a mais até desviar os olhos para, claramente, não constrangê-lo, quando conseguiu finalmente respirar de verdade. O que estava acontecendo naquele dia? Sua distração, que sabia muito bem ter nome e uma cor de cabelo específica, iria acabar o levando à ruína.

— Eu apenas… Às vezes, sinto que o cabelo é uma marca da Feiticeira, não minha. Como se, até isso, fosse mais sobre ela do que eu. — Ela refletiu baixinho, enquanto andavam devagar. Ali, todo o ritmo paranoico de antes havia sido resignada a quase nada, especialmente porque Wanda sequer tocava no Livro ou mencionava a Magia do Caos. É claro, ela não precisaria utilizar seus poderes no tecido daquela realidade, além de, certamente, ter colocado tudo o que devia e não devia em prática contra o Alto Revolucionário e os seguidores de Chthon, mas parecia ser mais do que isso. — E, ao mesmo tempo, desde que cheguei aqui, sinto que estou me distanciando dela cada vez mais. Então, parece fazer sentido.

— Você não acha que isso tem a ver com estar em uma realidade em que a Feiticeira não pertence?

— Quando cheguei aqui pela primeira vez… — Ela maneou a cabeça, negando de forma contemplativa quando chegaram ao centro da pequena ponte e destacaram para aproveitar a vista. A pouco menos de duzentos metros, ficava a rua de trás da casa de Wanda, onde os meninos costumavam brincar com a filha do Stark daquela realidade, o que soava… Um tanto perturbador, considerando tudo o que havia acontecido no mundo deles, envolvendo-os. — A Feiticeira Escarlate estava totalmente intrínseca a mim, ao meu objetivo… Mas agora, é como se estivesse adormecida, quase que… Conformada com o fato de que não pode ter as crianças.

Quis questionar, no mesmo instante, se isso era um sentimento da própria Wanda, mas não sabia se estaria cruzando uma linha. Então, se lembrou de quando ela acordou repentinamente de sua espécie de coma e observou as crianças por algum tempo, uma aparência mais bruxa do que mulher tomando suas feições, parecendo se despedir dos meninos à distância antes de desmaiar novamente.

— Aconteceu algo estranho enquanto estava dormindo…

Contou a ela em detalhes, enquanto apoiava os cotovelos sobre o guardamão de ferro da ponte, os olhos acompanhando de longe uma manada de cisnes nadando tranquilamente sobre a superfície esverdeada do lago. Aquele era um lugar caro para se viver, disso tinha certeza; até porque, se a Família Stark estava na vizinhança havia segurança dobrada e muita exclusividade. Não duvidava de que pudesse ser uma vila, que abrigava pessoas com poderes ou, simplesmente, os Vingadores daquela realidade.

— Eu não me lembro disso. — Foi a primeira vez que ela pareceu, realmente, preocupada.

— Você parecia… Em uma espécie de dor enquanto olhava para eles. Embora, certamente, não fosse nenhum tipo de dor física. — Concluiu lentamente, a analisando. — Você acredita que esse “afastamento” da Feiticeira tem a ver com o fim de toda a manipulação dos seguidores de Chthon? Porque, pelo o que sei… Vocês sempre coexistiram.

Eles pararam sob uma árvore alta, com uma copa que se espalhava por metros pelo parque, e Wanda pareceu pensativa.

— Acho que, tanto quanto eu… A Feiticeira agora viu uma oportunidade de entrarmos em um equilíbrio saudável, que o Livro e os servos de Chthon não nos deixavam alcançar de propósito. — Ela respirou fundo, exausta apenas de pensar sobre os dias em que estivera mergulhada na Magia do Darkhold, certamente. — Sinto que agora posso começar a compreendê-la de verdade, como seus poderes realmente funcionam sem uma interferência maligna ou uma obsessão perigosa… É bom não sentir tanto peso o tempo todo.

Bucky a olhou, percebendo o que ela queria dizer com aquilo. Wanda e a Feiticeira estavam apenas começando a se entender. Todas aquelas semanas de Caos tinham sido apenas o início confuso e peturbado de duas almas, que se pertenciam, essencialmente, mas ainda não tinham se ajustado. E essa seria a jornada dela dali em diante, pois a ruiva não conhecia a outra de verdade, apenas seu potencial e o descontrole caótico, que podia causar.

— É bom que esteja pronta para ficar bem de verdade.

Sorriu levemente, notando como até os olhos esverdeados se encontravam mais brilhantes e menos preocupados. Ela sorriu de volta e, sem cerimônias, tirou um dos braços do bolso do moletom e entrelaçou no dele sobre o guarda mão, aproveitando para deitar a cabeça em seu ombro, prolongando o longo instante de silêncio entre eles.

Ainda surpreendia Bucky a forma como se entendiam tão facilmente naqueles momentos, sem que precisassem dizer muita coisa, apenas… Estar ou ser. Eram assim desde o início e tinha a impressão de que continuariam a ser bem depois do fim.

— Bucky… — Ela murmurou baixo, apertando seu braço. — Está na hora de voltar para a nossa realidade.


Notas finais
Oie! Enfim, um capítulo calmo depois da tempestade, para as coisas místicas se acalmarem e para os próprios personagens ajustarem suas expectativas. Bucky levemente surtado por Wanda querer cortar o cabelo é meu império romano, mas a diva com ciúmes... Dito tudo isso, acho que vão AMAR o próximo capítulo, por isso, me contem o que acharam para voltar rápido, pois só assim tenho noção de que a fic atingiu os leitores, que já acompanham! Até breve ♥