Bucky estreitou os olhos para a mulher de franja escura e, antes que pudesse fazer qualquer coisa, ela estendeu o braço e fechou a mão, abrupta e sobrenaturalmente fazendo com que flutuasse até onde estava. A sensação foi a mais perturbadora possível, pois, ainda que nenhum de seus membros estivesse preso, não possuía qualquer controle sobre o corpo que flutuava à vontade da mulher.

Diferente dos olhos de Wanda, que sempre se encontravam envoltos pela energia escarlate, a mulher claramente possuía uma fonte de magia escura, quase negra, que refletia em seus olhos e dedos de maneira fantasmagórica, quase como se fosse… Proibido usá-la.

— Ah, James… Eu avisei. — O tom dela foi de falsa pena quando o colocou a altura de seu rosto para olhá-lo pescoço a pescoço, os olhos percorrendo todo o seu rosto em apreciação. — Você jamais irá conhecê-la de verdade.

Ele soltou um riso frio e meneou a cabeça, ainda que suas pernas e braços estivessem sem peso algum. Por isso, ao encarar a mulher percebeu que, da mesma forma que Wanda, ela jamais estaria preparada para qualquer altercação física.

— Ao contrário, eu estou indo porque a conheço. — Abruptamente, atingiu o rosto dela com sua própria cabeça, de forma tão violenta que o feitiço que o segurava no ar estacou, fazendo com que a gravidade agisse e imediatamente o levasse ao chão enquanto a mulher de cabelos negros, levou a mão ao supercílio sangrando, chocada pelo ataque. Sorriu, satisfeito por, pela primeira vez, vê-la realmente atordoada, mas não durou muito, pois, dessa vez, o ataque dela também foi mais violento. Não havia nada que pudesse fazer, apenas aceitou quando ela o jogou com uma laçada de mão no ar contra a grande parede de pedra da montanha de Wundagore. A dor se espalhou por todo o seu corpo instantaneamente. Possuía o soro para amenizar esse tipo de coisa, mas não era totalmente imune a ataques físicos e imaginou que qualquer coisa potencializada por magia pioraria tudo. — E não me chame de James.

Gemeu tentando recuperar o fôlego pelo impacto em seus pulmões, mas logo a magia escura e opressora da mulher voltou a prendê-lo contra a pedra sólida da montanha, de maneira que não o pegou desprevenido, mas preocupou. Eles, entre homens e mulheres, vestidos com o mesmo tipo de uniforme de seita, eram quinze e Bucky não conhecia nenhum truque, mágico ou não, que pudesse impedi-los de fazer o que bem entendessem com ele.

— É até fofo como tenta tanto justificar as atitudes dela para si mesmo. — Ela parou de se importar com o sangue que escorria por toda a sua têmpora, rosto e pescoço, se misturando aos fios negros, como se o corte anormalmente tivesse parado de doer. Se lembrava de ser atingido uma vez, quando ainda era um garoto, naquele mesmo local e de ser tomado pela dor lancinante, portanto, era no mínimo estranho que ela agisse como se fosse nada. Concordou com um aceno, já que um dar de ombros era impossível, no momento e a mulher voltou a se aproximar, dessa vez segurando sua mandíbula entre os dedos frios e compridos. — Wanda foi feita para muito mais do que lidar com dores e frustrações amorosas. Ela é o verdadeiro poder que habita esta terra, ela pode controlar povos inteiros e até novos mundos, mas neste momento… Está se lamentando por sua causa, como uma boa garotinha, não a mulher poderosa que é. Você a enfraquece e, portanto… Tem que sumir.

Os dedos dela que estavam em sua mandíbula desceram para seu pescoço e no instante seguinte o ar fugiu de seus pulmões. Sabia que estava potencializando o estrangulamento com magia, pois nada puramente humano poderia atingi-lo daquela forma.

Não demorou que começasse a tentar se debater, enquanto os demais companheiros da mulher levantaram suas mãos para o céu, como em uma prece, exceto que delas surgiram velas, que tornavam aquele momento quase que um ritual de sacrifício. Seus olhos se alargaram ao perceber que parecia exatamente isso: algo que fizesse Wanda sair da inércia e relutância em que se colocara com relação aos seus poderes de caos, como quando encontrou apenas os restos de Visão na sede da S.W.O.R.D.

Tentou se mover, mas o poder da magia da mulher era tão intoxicante que, a cada vez que seus músculos protestavam e suas mãos se fechavam em punho, buscando alguma tração, mais peso parecia mantê-lo junto à parede de pedra. Bem, talvez tivesse algo a ver com a Montanha Wundagore em si, mas jamais saberia dizer, pois estava começando a perder a consciência — sua mente indo e vindo em frenesi, ânsia de respirar e desespero unidos em um só instante.

Contudo, abruptamente o peso da magia cessou sobre seu corpo e Bucky foi ao chão, de joelhos, tentando fortemente respirar. Agora, era a mulher quem havia sido jogada longe na distância da estrada de terra e, de relance, pode ver que Wanda flutuava cerca de dez metros acima do chão, uniformizada e envolta em escarlate.

Enquanto a mulher se recuperava, ela encarou os demais seguidores de Chthon, que haviam deixado as velas de lado, mas se encontravam com as mãos para frente, agora em defesa. A ruiva, então, cabelos e vestes esvoaçantes, se colocou no chão de maneira tão firme que a terra sob seus pés tremeu, ecoando em poder caótico, que fez os demais darem um passo para trás, claramente amedrontados pela força que iriam enfrentar, se decidissem atacá-la. Ignorando-os, Wanda se dirigiu a Bucky a passos largos, preocupação em todo o semblante quando o escarlate dos olhos desapareceu para dar lugar às íris esverdeadas.

— Você está bem? — Ela o ajudou a se colocar de pé quando Bucky confirmou, ainda sentindo os efeitos da magia causando certa ânsia de vômito. — Preciso que saia daqui.

— O quê?! — A segurou pelo ombro, para fazer com que o olhasse de verdade. — Não, não vou te deixar sozinha…

Ela abriu a boca para contestá-lo, mas não houve tempo, pois a mulher de cabelos negros estava se levantando com um sorriso no rosto, agora estava uma bagunça pelos fios fora do lugar e o sangue do supercílio secando na pele pálida demais.

— Ah… Amor jovem… — Ela meneou a cabeça, se colocando de joelhos para tentar ficar em pé, embora o tom carregasse certo desdém e deboche sobre eles. — Sabe… Deve ser assim que sua mamãe se sentia sobre aquele namorado dela…

— O quê? — Wanda murmurou ao seu lado, tentando entender sobre o que ela falava.

— Quando Natalya foi escolhida por Chthon. Ela também carregava lembrancinhas dele para todos os lugares. — A mulher enfiou a mão no bolso da roupa sacramental e retirou de lá uma faixa de cabelo e um relógio digital antigos, jogando no chão à sua frente, no espaço entre eles, como se fosse lixo. Wanda tencionou, os dedos se apertando em torno da manga de sua jaqueta, os olhos fixamente pesados nos pertences de Billy e Tommy. — Pessoalmente, acho que o Alto Revolucionário deveria ter escolhido alguém mais… Comprometido com a causa. Mas, você sabe, eles queriam tanto puni-la pela vida mundana, que desejava mais do que qualquer outra coisa, que a escolheram para o sacrifício. Dar vida aos Caos. Você e seu irmão.

— Você é nojenta. — Wanda pronunciou, com uma careta. — Seria capaz de se oferecer a um ritual que soa mais como um abuso do que qualquer outra coisa em nome de…

— Uma honra! — Ela apontou o dedo para Wanda, a interrompendo, os olhos agora vermelhos e injetados em fúria. — Uma alta honra que você, em toda a sua existência medíocre e mesquinha, humana, jamais compreenderia. Igualzinha a sua mãe! Tão… Mal agradecida pelo o que a vida oferece, tão desdenhosa… Tão egoísta com suas vontades!

Ele esperou que Wanda explodisse em magia escarlate, mas tudo o que ela fez foi dar um passo adiante, medindo a outra de cima a baixo, embora os dedos se rodeassem ansiosos e tentados. Naquele momento, entendeu que era mais Feiticeira do que mulher e estava bastante grato por isso, bem como a evolução em relação a magia que a habitava.

— Bem… — O tom era mais grave. — No fim das contas, não irá importar a vontade de ninguém.

Em um só movimento, Wanda levantou os braços na direção da mulher e de seus comparsas — efeitos diferentes os atingindo. Enquanto a outra conseguiu se defender, ao menos metade dos demais seguidores de Chthon foram jogados ribanceira abaixo com a força da energia escarlate. A mulher de franja escura, no entanto, parecia ter levantado uma espécie de escudo, mas, pela força física que parecia desempenhar na tarefa única, não duraria muito mais tempo. Os demais homens e mulheres uniformizados passaram a atacar Wanda e, novamente, com sua atenção dividida em duas frentes, teve que voltar ao ar para tentar ter alguma vantagem.

Os fios ruivos flutuavam junto com ela, armados sob a coroa e, dessa vez, parte do céu ao redor também se transformou em vermelho escarlate, como se houvesse criado uma redoma em torno de todos eles. Provavelmente em razão de sua hipersensibilidade, podia sentir a energia mais pesada e parecida com a da cabana emanando no clima e apenas de relance conseguiu ver a formação da sombra de alguns desenhos esotéricos no ar. Não sabia o que significavam, mas tinha certeza que tinha tudo a ver com os dedos de Wanda rapidamente trabalhando, manuseando aquela espécie de matéria escarlate.

Então, no instante seguinte, com um movimento específico, todos os servos de Chthon foram atingidos, pois a magia que conheciam em nada podia combater a de Wanda, fazendo com que ficassem atordoados e inabilitados para qualquer ataque. Porém, no mesmo momento, a serva de franja escura o atacou novamente, em detrimento dos feitiços de Wanda, fazendo com que, novamente, caísse de joelhos no chão de terra cascalhada, se contorcendo em um tipo de dor insuportável. Era mais do que um choque, como se fosse uma dor conduzida por cada poro seu, que vinha de dentro, se espalhando igualmente em intensidade por todos os membros. E, ainda que tivesse resistência a muitos métodos de tortura, aquele não era catalogado, nem medido, era… Magia pura e simples.

De relance, enquanto tentava conter os gritos de dor, notou que ela tentava se aproximar ao mesmo tempo em que se defendia de Wanda. Porém, a ruiva agora estava novamente livre no chão e pôde atingir a outra com uma rajada escarlate que a deixou momentaneamente desnorteada, também fazendo com que o efeito do feitiço sobre ele findasse, quase o colocando em suspenso. Sua respiração pesada e até o fundo de seus olhos refletiam a potência da dor que sentia.

Dessa vez, não conseguiu se colocar de pé tão rápido, mas viu quando Wanda dispensou com facilidade o feitiço da mulher e, em suas feições transmutadas de Feiticeira, a puxou para perto com seus dedos enluvados e apenas teve tempo de ver quando os olhos da outra se arregalaram ao notar o que ela faria.

De repente, a adaga que o feriu semanas antes estava nas mãos dela, formada em escarlate em torno de seus dedos, e a ponta se perdeu no abdômen da mulher, que imediatamente se contraiu, impactada, e caiu de joelhos aos pés de Wanda. Percebeu que ela tentou respirar com dificuldade por apenas um segundo e, logo, perdeu completamente as forças, caindo com um baque silencioso no silêncio pesado da estrada.

Bucky já havia matado e presenciado a morte de muitas pessoas, mas não havia visto Wanda matar, o que era muito diferente. Sabia de sua letalidade, conhecia as histórias, ouvia dizer sobre a magnitude de seus poderes, mas não se imaginara presenciando algo do tipo. Contudo, sequer teve tempo para pensar em algo daquele tipo, pois a ruiva se voltou para ele, mais Feiticeira do que mulher, ignorando a pergunta estúpida em seus olhos, como que para confirmar que, realmente, havia matado a outra, determinou.

— Preciso tirar você daqui.

Ela não esperou resposta e a passos rápidos, pareceu precisar de alguns segundos para se concentrar, antes de levantar as mãos e movê-las em círculos abstratos à sua frente, fazendo com que uma espécie de portal geométrico se abrisse. Era surreal, tudo aquilo que presenciava no espaço de alguns minutos, pois, menos do que uma hora fazia com que todo o seu tempo naquele lugar tivesse feito todo o sentido. Não conseguia enxergar muito bem o outro lado, era como se fosse a imagem borrada de outra realidade, um lugar mais claro e provavelmente mais calmo.

— Wanda… — Sua voz era rouca e, surpreendentemente, sua garganta doía de forma que lembrava uma inflamação humana e não duvidava de que a pele do pescoço estivesse marcada. Lentamente, ele se colocou de pé, ainda testando suas forças enquanto buscava resquícios da mulher na entidade à sua frente. Não falhou quando notou os olhos avermelhados se tornando mais suaves ante o som de sua voz. Se aproximou, apoiando a mão no pescoço dela, sentindo a maciez dos fios ruivos, agora, cacheados entre os dedos. — Eles já foram.

Ela segurou seu pulso sob os dedos enluvados e meneou a cabeça, em negação, o olhando com certo receio. Então, antes que pudesse abrir a boca para se manifestar, foi como se todo o ambiente ao redor mudasse. O vermelho do feitiço construído por ela foi quase que tomado por matéria negra, tornando o quadro inteiramente preto e branco, como em um filme antigo, e a temperatura do início da noite caiu repentinamente, fazendo com que o efeito do inverno passasse a ser insuportável até para ele ante a sua criação sobrenatural.

— Não, não foram.

A ruiva voltou a olhar para o lado oposto do vortex que havia construído através de sua magia e Wanda acompanhou seu olhar apenas para congelar ao ver outro servo de Chthon, emergindo da curva natural que a estrada fazia em torno da Montanha Wundagore, arrastando suas vestes escuras, a capa com capuz tapando todo o seu rosto, mais como uma criatura anormalmente alta e esguia, antinatural, do que qualquer outra coisa. Então, ele parou, totalmente quieto, como que esperando o próximo movimento dela ou analisando a cena que se desenrolava à sua frente, com metade dos servos de Chthon derrotados e a líder deles morta.

— O que é aquilo?

Perguntou muito baixo, sentindo o pulso dela acelerar sutilmente contra seus dedos, ainda no pescoço alvo. Toda a postura mudou enquanto encarava a criatura, meses de conhecimento novo e esotérico perpassando por seus olhos e feições, bem como, no discreto levantar de sobrancelhas no instante em que a coisa levantou os braços e afastou o capuz, revelando feições esqueléticas e compridas, tão pálidas quanto as da mulher de franjas, além de um olhar escuro, frio e vazio, fincado em ambos ainda que à distância.

— Aquilo… É a verdadeira razão de tudo isso. O Alto Revolucionário.

Wanda alcançou a mão que estava no pescoço dela e entrelaçando seus dedos o puxou para dentro do portal, sem esperar maiores respostas, ainda que Bucky não pudesse pensar em uma que se encaixasse naquilo tudo.

O vórtice o aceitou sem delongas, levando-os diretamente para o que parecia ser a sala de estar de uma residência totalmente comum, com móveis planejados, sofás macios e alguma bagunça infantil espalhada pela casa. Seus pés estacaram audivelmente no piso de madeira e o portal se fechou sem explicações atrás deles, antes de a ruiva se voltar a ele, ganhando sua atenção imediatamente e impedindo que fizesse qualquer juízo de valor sobre o local.

— Bucky, você tem que ficar aqui. — Ela usou os dedos enluvados para secar com cuidado um pequeno fio de sangue, que escorria de seu nariz por conta da tortura sobrenatural a que fora submetido. — Isso é algo que tenho que terminar sozinha, preciso… Saber que ficará em segurança, que não irá… Me distrair.

— Você… Você… — Ele piscou um pouco atordoado, desejando pedir que ela ficasse também. Mas, racionalmente, sabia que ela tinha que enfrentar aquele momento, lidar com a oportunidade de encarar o passado e finalizar o capítulo com aqueles que a queriam para um fim específico. Piscou, tentando se localizar e olhou ao redor novamente. — Que lugar é esse? Onde estamos?

— Preciso saber que ficará onde não possa me distrair e… — Os dedos dela se entrelaçaram em ansiedade. — Este é o lugar mais seguro em que consigo pensar.

— É mais seguro para você aqui também, então…

Murmurou, sem sequer saber qualquer coisa sobre aquela casa, inteiramente preocupado com ela, pois sabia que o que enfrentaria não seria nada simples, apesar de seus poderes incríveis. Então, Wanda piscou, deixando de lado a postura de Feiticeira por um instante ao abaixar os ombros e se aproximar, segurando sua mandíbula para fechar os lábios sobre os seus em um beijo forte e sussurrar, com pressa.

— Não se preocupe, vou voltar para te buscar. — O tom dela foi embargado ao final, quando os dedos escorregaram dolorosamente por seu pescoço e Bucky a segurou por um instante, quase um reflexo. — Eu prometo.

Ela o beijou novamente e se forçou a se afastar no momento em que passos lentos se fizeram ouvidos na escada à direita, que levava ao segundo andar. Ao se virar, não pode evitar a total surpresa que o tomou, pois a figura que descia as escadas, em jeans simples, pés descalços e uma camisa branca, com cabelos ruivos e olhos esverdeados era a exata cópia da mulher ao seu lado.

Em sua defesa, também percebeu que ela ficou um tanto surpresa por sua presença, mas Wanda não se abalou e apenas a encarou em silêncio. Notou que mais era dito no olhar das duas naqueles segundos do que em milhares de conversas de verdade que já presenciara, pois, não demorou a que a outra apenas anuísse com a cabeça e Wanda o encarasse em despedida antes de se preparar para abrir o portal, que demonstrou o mesmo padrão de imagem abstrata da estrada e da Montanha Wundagore — agora podia identificar -, como se estivesse em um local oposto.

O silêncio tomou conta quando Wanda, a Feiticeira, os deixou naquela residência pacata e claramente familiar, então, tudo o que restou a Bucky foi tirar os olhos do local onde o vórtice havia desaparecido, não deixando qualquer resquício no chão, para levantá-los para a outra versão de Wanda, que o cumprimentou tranquilamente.

— Olá, James.

Notas finais
Olááá!!! Reta final tem todas essas emoções heim! Vocês não acharam que iríamos passar por toda essa fic sem qualquer referência a Dr. Estranho no Multiverso da Loucura né? E sabe o que eu amo mais? Bucky estava indo embora e eles agindo como um casal, todo preocupadinhos, porque uma coisa não tem nada a ver com a outra, principalmente quando o assunto é uma ameaça a eles. Me contem o que têm achado da história até aqui, finalmente estamos tendo algumas repostas e as peças vão se encaixando aos poucos, mas já estamos chegando lá, principalmente agora que Bucky está com OUTRA VERSÃO DE WANDA! AAA Enfim, muito obrigada a quem tem acompanhado e também comentado, as impressões de vocês são sempre muito importantes! Até breve ♥