The Hunter and The Vampire

40 Capítulo 39: Continue com a sua vida!


Notas iniciais
Primeiro de tudo... Raiza Somerhalder Sarfati não me mate! huahua Fiquei com medo de você no seu último comentário O.o kkk.
EEEEEEEENFIM...
ooooooooooi meus amooores!
Depois do episódio que saiu ontem, eu preciso fazer uma fanfiction Klaroline! AAAAPENAS! KKK
Só pra quem não sabe, eu amo demais o Klaus ta? haha Só deixei ele mal nessa fic msm.
Preparados para o último capítulo? haha
Boa leitura! :*

POV Caroline Forbes

Fui guiando Dean até a entrada de casa, passamos pela sala e minha mãe estava em pé e andando de um lado para o outro. Quando ela me viu, na mesma hora gritou meu nome e veio até a mim, me apertando com um forte abraço.

– Como você está? O que Klaus te fez? – ela perguntava, parecendo desesperada.

– Eu estou bem mãe, Klaus está morto agora. – disse.

– Você é louca Caroline? Se ele morreu, você...

– Não mãe, pode deixar que eu não vou morrer. – disse sorrindo e ela me olhou de uma forma confusa. – Nós havíamos cortado a ligação com Klaus antes de matá-lo. – expliquei e abriu um sorriso em seu rosto e ela me abraçou de novo.

– Obrigada por trazê-la aqui, agente Brian. – disse minha mãe para Dean, enquanto me soltava.

– Mãe o nome dele não é Brian, é Dean. – disse de uma vez.

Aquela situação de troca de nomes já esta ficando cada vez mais chata.

– Mas na carteira do FBI...

– Bom, eles estavam enganados. – eu disse, interrompendo-a.

Reparei no olhar que Dean dava para mim, sei que ele poderia ser preso por minha mãe ter descoberto mas eu tenho certeza de que ela não faria tal coisa.

– Eu vou no quarto com o Dean, eu quero conversar com ele e depois eu te explico ela história direito. – eu disse para minha mãe, quando percebi que seu olhar era completamente confuso.

Peguei a mão de Dean e fui puxando-o até meu quarto. Tranquei a porta atrás de mim enquanto ele entrava e se sentava na cama. Fui caminhando lentamente até a minha mesa de maquiagens e guardei meus brincos em um porta-jóias que havia ali em cima.

Fiquei encarando o espelho por alguns segundos enquanto eu via minha imagem refletida.

Senti Dean atrás de mim, segurando minha cintura e me abraçando. Ele começou a dar uns beijinhos no meu pescoço.

– No que está pensando? – ele perguntou.

– Nada. – respondi, com um sorriso torto.

– Sabe, eu posso ser preso pelo o que você falou para a sua mãe. – ele disse, sorrindo enquanto ainda beijava meu pescoço.

– Não vai, pode deixar. – eu disse séria, me soltei dele e o encarei.

– O que houve? – ele perguntou, sem entender o motivo pelo qual eu havia feito aquilo.

– A gente precisa conversar. – eu disse, séria.

– Está tudo bem Caroline? – ele perguntou, confuso.

– É que, não sai da minha cabeça a imagem de você me olhando daquela forma. – eu disse, sem graça e caminhando pelo quarto.

– Que forma? – ele perguntou.

– Quando você entrou naquela sala, me viu coberta de sangue e do lado tava a garota que eu havia matado. – eu disse, com lágrimas nos olhos.

Eu poderia sentir raiva de mim mesma por ter me descontrolado e ter matado uma inocente.

– O onde é que você está querendo chegar? – ele perguntou, desconfiado.

– O que eu quero dizer é que, isso ta errado! – eu disse, enquanto parava de andar e o encarava.

– Errado? – ele perguntou. – Como assim, errado? Tudo bem que eu não planejava te ver daquele jeito Caroline, mas não há nada errado.

– Claro que há, Dean. Não aguento imaginar você pensando em mim daquela forma. – eu disse.

– Meu amor, eu entendo o que aconteceu. E eu sei que você não fez por mal, eu sei disso. Sei também mais do que ninguém, que você não é como os outros vampiros. – ele disse, segurando minha mão.

– Não conseguiria conviver com isso. – falei.

– Conviver com isso?

– Sabe... Você é um caçador, eu não quero ter a culpa de saber que você pode pensar em mim como uma vampira assassina e que você não fez nada para me deter. – eu disse, meio nervosa e largando a mão dele.

– Caroline, eu amo você. – ele disse – Eu nunca pensaria em você como uma assassina ou algo do tipo.

– Como pode ter tanta certeza? – perguntei.

– Eu só tenho. Não vou esquecer de você porque eu te amo, e não vou pensar em você como uma barbie assassina. – ele disse, sorrindo e me fazendo rir baixo.

– Talvez. – disse, voltando a andar pelo quarto. – O problema Dean, é que eu não posso fazer isso com você. – eu disse.

– Não pode fazer? Mas não é você quem tem que decidir isso Caroline, sou eu. É a minha escolha. – ele disse.

– Sinto muito Dean, mas a sua escolha não está importando muito agora. Eu não posso deixar você viver lembrando de que namorou uma vampira e que um dia ela matou pessoas e que provavelmente vai voltar a matar porque é a minha natureza. – eu disse.

– Acha que eu estou ligando por ter namorado com você, Caroline? – ele perguntou, aumentando o tom de sua voz. – Deixe-me te dizer algo, Caroline. Eu não me importo. Não entende que os momentos mais felizes da minha vida foi com você? E que a única pessoa que eu amei de verdade foi você?

– Dean, o problema é que eu não sei se vou conseguir continuar com isso. – eu disse. – Quero que você volte para a sua vida. Caçando coisas e salvando as pessoas era o que você sempre quis fazer e sempre fez não foi? Não quero atrapalhar isso, não quero mudar a sua vida. – eu disse.

– Então me diga, o que você quer fazer agora? – Dean perguntou, gritando e nervoso.

Eu fiquei quieta, não havia o que responder ao menos ele não precisaria saber.

– Fique sabendo, que mesmo se você terminar comigo não vai haver um dia que eu pense em você e no seu jeito ou em quanto eu te amei nesse tempo. – ele disse.

– É por isso, que só terminar não é o suficiente. – eu disse, com lágrimas nos olhos.

Fui me aproximando dele, eu mesma sabia que poderia não conseguir fazer aquilo com ele mas eu precisava.

Segurei seu rosto com minhas mãos e o beijei docemente. Nos separamos enquanto nossas testas ainda estavam coladas.

– Eu amo muito você, mas não quero te deixar preso nessa situação, Dean. – eu disse e o abracei.

O soltei e o encarei por alguns segundos, Dean deixava algumas lágrimas escorrerem pelo seu rosto enquanto as secava na mesma hora. ''Se ele não houvesse tomado verbena, eu tenho alguma chance'' pensei.

– Você vai sair da minha casa, vai entrar no Impala e vai direto para o hotel, quando chegar lá vai apenas se lembrar de ter ido a uma lanchonete e ter comido um x-tudo e ter tomado uma cerveja. – eu disse, contendo as lágrimas. – Vai dizer ao Sam que vocês precisam sair de Mystic Falls para procurar por novos casos e você vai se esquecer de mim e de tudo o que nós vivemos. Vai se lembrar apenas de que veio até essa cidade em um caso de vampiros e você e Sam acabaram com eles de uma vez. – eu disse, o hipnotizando.

Na mesma hora, Dean saiu da minha casa. Parece que ele realmente não havia tomado verbena, seria melhor assim. Dean tinha a vida dele e eu não queria que ele pensasse diferente por causa de mim.

Me deitei na cama e abracei minhas pernas, enquanto chorava.

POV Sam Winchester

Havia terminado de sair do banho quando Dean entrou pela porta do hotel.

– E ai, onde você estava? – perguntei.

– Fui ali na lanchonete rapidinho. – ele disse.

– Ata, como está a Caroline? – eu disse, enquanto me deitava na cama.

– Que Caroline? – ele perguntou

– Como assim que Caroline? – perguntei, sem entender.

– Não conheço nenhuma Caroline. – ele disse, entrando no banheiro.

Que diabos estava acontecendo? Por que ele não estava se lembrando dela? A não ser que... Será que ela o fez esquecer de tudo? Mas por que ela faria isso?

Peguei meu telefone na mesma hora e liguei para ela, esperei ela atender.

– Que diabos você fez?! – perguntei, gritando.

Sam, eu precisava. – ela disse.

– Precisava?! Não, você não precisava! – eu disse, ainda nervoso.

Não podia ter deixado ele continuar na vida dele assim, Sam. – ela disse.

– O que disse para ele? – perguntei.

Ele só vai lembrar de ter vindo para Mystic Falls e ter resolvido um caso com você. – ela disse.

– Por que você fez isso, Caroline? – perguntei, quase gritando.

Droga Sam, você não sabe como eu estou ok? Acha que eu estou feliz por isso? – ela perguntava, gritando ainda mais.

– Está bem, espero que tenha pensado bem antes.

Era o melhor. – ela disse, pude ouví-la chorando

– Eu tenho que desligar agora. – eu disse, quando vi Dean saindo do banheiro.

Ele está do seu lado?

– Está. – eu disse, seco.

Ok Sam, foi muito bom ter conhecido vocês. – ela disse, chorando. – Adeus.

– Adeus, Car. – eu disse, desligando o telefone.

Abaixei minha cabeça, debruçando-a em minhas mãos enquanto respirava fundo.

Eu até conseguia entender o lado da Caroline, mas ela deveria ter deixado o Dean saber de tudo.

– O que houve, cara? – perguntou Dean.

– Nada, vamos dormir. – eu disse, me deitando na cama e apagando a luz.

Notas finais
Ta todo mundo querendo me matar né? pode falar. kk
Posto o epílogo amanhã meus amores, beeeeijos ♥ ♥