The Hunter and The Vampire
38 Capítulo 37: Tortura
Notas iniciais
GEEEEEEENTE, quase infartei quando vi a recomendação nessa fic da
isabela, muito obrigaaada fofa! *-* huahua
Boa leitura gente! ;*
POV Dean Winchester
– Como assim ela sumiu? – perguntou Stefan, no alto da escada e descendo os degraus logo em seguida.
– Ela sumiu. Não está em casa, nem na casa da Bonnia. E pelo visto, nem aqui. Tenho quase certeza de que Klaus a pegou. – eu disse, andando de um lado para o outro.
– Eu vou ligar para Liz e avisar que Klaus pode ter pego Caroline. – disse Stefan, pegando o telefone do bolso.
– Vai contar a ela que Caroline é vampira? – perguntei.
– Liz já sabe, a muito tempo. – disse Damon.
– Oi Liz. – disse Stefan, no telefone. – Não, a Caroline não está aqui. – ele explicava. – Quem é Brian? – perguntou Stefan e eu apontei para mim, ele balançou a cabeça confirmando que havia entendido. – Então, o Brian ta aqui e disse que a procurou em todos os cantos. Elena e Damon também estão aqui e não sabem nada dela. – ele disse. – Acho que tem um dedo de Klaus nessa história. – Stefan falou. – Está bem, qualquer coisa eu te falo. Aguardo notícias Liz, adeus. – ele disse, desligou o telefone e o tacou no sofá.
– E aí? – perguntei.
– Ela vai colocar policiais para vasculharem a cidade, mas é bem provável que Caroline já esteja com Klaus a muito tempo e que talvez ele tenha a levado para bem longe daqui. – disse Stefan e eu não queria acreditar nas palavras que ele havia dito.
– E o que vamos fazer agora? – perguntou Elena.
– Temos muitas estacas para preparar. – disse Damon, pegando a mala.
– Ótimo, vou ligar pro Sam e mandá-lo vir aqui. – eu disse.
Peguei meu telefone e o chamei, ele disse que já estava indo.
POV Caroline Forbes
Acordei sentindo que umas cordas me prendiam, e era verdade. Abri meus olhos lentamente e observei, eu estava amarrada em uma cama com umas cordas de pano e quanto mais eu me mexia, mas elas me queimavam. Droga, havia verbena nelas.
Tanto minhas mãos quanto meus pés estavam queimando com aquelas cordas. Só depois eu pude reparar onde estava. Era um quarto, bonito por sinal mas pouco iluminado. Talvez porque já estava noite lá fora. Eu estava sentada em uma cama, tentava me soltar mas não havia jeito, aquilo me machucava cada vez mais.
– Tem alguém ai? Socorro! – gritei, mesmo sabendo que não iria dar em nada aquela gritaria, mas eu precisava tentar.
– Olá amor. Que bom que acordou. – disse Klaus, aparecendo na porta e me olhando.
– Klaus, que porcaria é essa? Me tira daqui. – eu disse, tentando me soltar.
– Não adianta tentar se soltar, amor. Você não vai conseguir. – ele disse.
– Eu vou matar você! – gritei, com muita raiva.
– Nossa, quanta agressividade. – ele disse, sínico. – Você precisa descansar mais um pouco. – ele disse, vindo até a mim e enfiando alguma coisa no meu pescoço e me fazendo apagar.
[...]
Acordei de novo e fiquei observando o lugar novo por algum tempo. Era uma sala pequena, com a parede de pedra e uma porta enorme de metal. Dessa vez eu não estava mais amarrada em uma cama, era uma cadeira. E ao invés das cordas, eram algumas correntes que amarravam meus pés e minhas mãos ali. A única coisa que não havia mudado era a verbena. Sim, havia muita verbena na corrente.
Olhei para a minha mão e reparei que eu estava sem meu anel. O meu anel que me livra de queimar no sol. Fiquei procurando-o no chão, mas ainda não havia achado.
Do nada, senti minhas costas queimarem e a luz do sol invadiu aquela sala. Parou de repente e eu olhei em volta.
''Droga, quantas horas eu fiquei apagada?'' pensei.
– Ah, me desculpe querida. Machucou você? – perguntou Klaus, de uma forma sínica.
– Por que está fazendo isso comigo, Klaus? – perguntei.
Ele se aproximou de mim e foi andando em volta da cadeira, até parar na minha frente de novo e chegar perto do meu rosto.
– Acho que você sabe o motivo. – ele disse, passando a mão no meu rosto. – Eu quero você perto de mim, querida. – ele disse.
Na mesma hora eu senti um nojo e no impulso, cuspi em seu rosto.
Ele limpou com as mãos e se virou, foi caminhando até uma mesinha onde havia algumas estacas de madeira. Ele pegou uma e veio até a mim, enquanto brincava com ela nas mãos.
A segurou com mais firmeza e enfiou a estaca na minha barriga, me fazendo gritar de dor.
– Para com isso, Klaus! – gritei e ele tirou a estaca da minha barriga.
– Oh, está doendo? – ele perguntou, sínico e enfiou a estaca na minha perna, me fazendo gritar de novo.
– Para! – gritei.
– Desculpe querida, eu não queria te machucar. – ele disse, ainda mais sínico.
– Vá pro inferno! – gritei e ele me olhou com uma cara feia.
Foi caminhando até a mesinha e colocou um par de luvas, pegou uma garrafa com água que estava lá. Se aproximou de mim de novo e tacou a água em mim.
Na mesma hora eu comecei a queimar. Aquilo era verbena, pura verbena.
Eu gritava, mas parecia que aquilo ainda era pouco para ele. Klaus estava querendo me ver sofrer ainda mais, e realmente já estava conseguindo.
– O que mais você quer? – perguntei, enquanto ele se separava de mim de novo.
– Eu poderia fazer tudo por você, Caroline. udo o que você quisesse, mas você escolheu ao caçador não foi? Então, eu vou te matar. Mas não imagine que vai ser tão fácil, eu vou te torturar. É como dizem, ''se você não for minha você não será de mais ninguém.'' Vai aprender isso da pior maneira possível. – ele disse, me encarando.
Aquele discurso ridículo dele me fez ficar arrepiada, agora mesmo é que eu estava com medo. Medo sim, do que ele poderia fazer comigo e ainda mais do jeito que ele havia falado. O olhar dele de raiva e todas essas coisas.
Uma menina desceu as escadas, eu tinha certeza que ela era humana porque eu já conseguia sentir seu cheiro de longe. Claro que eu estava com fome, ainda mais porque eu estava fraca.
– Ora Ora, o lanche chegou. Bem na hora que combinamos não foi, querida? – disse Klaus, indo até a garota e a mordendo no pescoço.
Eu realmente não sabia mais o que eu poderia fazer, me transformei na mesma hora quando senti o cheiro de sangue ficar ainda mais forte.
– Por que está fazendo isso, Klaus? – perguntei, com raiva.
– Você odeia machucar alguém não é? – ele disse. – Engraçado, essa é exatamente a intensão. – ele disse.
– Por que não me mata logo? – gritei.
– Porque seria fácil demais. – ele disse, sorrindo.
POV Dean Winchester
O dia já havia clareado completamente, estávamos terminando de fazer as últimas estacas, tinham muitas. Mas o que eu precisava agora era saber como Caroline estava.
O telefone de Stefan tocou e ele foi correndo atender.
– Oi Liz, novidades? – ele perguntou. – Sério? – ele dizia, olhando para nós. – Obrigada Liz, não se preocupe... Nós vamos fazer alguma coisa agora mesmo. – ele disse.
– O que foi dessa vez? – perguntou Sam.
– Acharam o carro da Caroline. – disse Damon.
– Ta, e encontraram ela? Como ela está? – perguntei.
– Acharam o carro dela, completamente amassado e estava em uma montanha aqui em Mystic Falls. – disse Stefan.
– Montanha? – perguntei.
– É, uma montanha. – disse Damon.
Seria a mesma montanha onde levei Caroline um dia? Talvez...
Agora sim, tínhamos certeza de que Klaus havia pego Caroline.
– Hora de agir. – disse Stefan.
Notas finais
Falta pouquíssimos capítulos para terminar a primeira temporada, :((
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Podem deixar que eu não esqueci da outra fic The Case, ok? Mas só estou tentando terminar a primeira temporada logo de The Hunter and The Vampire. huahua
Beijos ♥
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