The Hunter and The Vampire

21 Capítulo 20: Planos


Notas iniciais
Hello Leitores! *-*
Mil desculpas mesmo pela demora, eu já tinha escrito esse capítulo, mas o google chrome fechava e me deixava sem nada :/
Então fiquei com muita preguiça, mas aqui está :D
Espero que gostem.

Por Caroline Forbes

– POR QUE ESSE CARA ESTÁ AQUI? – ouvimos Dean gritar, nervoso. Damon me soltou e eu fui até a sala com ele e vimos Dean olhando para Tyler, enquanto Sam ficava ao seu lado, com a mão no sem ombro. Stefan estava ao lado de Tyler, sem entender nada.

– O que ta acontecendo? – Eu perguntei, me aproximando deles.

– Caroline, o que ele ta fazendo aqui? – perguntou Dean, nervoso e se virando para mim enquanto apontava o dedo para Tyler.

– Ele está aqui para nos ajudar Dean. – eu disse, tentando acalmar.

– Então ele também é um vampiro? – perguntou Dean.

– Não, ele é um híbrido. – disse Stefan e Dean se virou para ele.

– Um híbrido? Que isso? – perguntou

– Parece que o caçador ali não está fazendo a tarefa direito. Tyler é metade vampiro e metade lobisomem. – disse Damon, sarcástico.

Dean encarava Tyler e eu ia ficando com medo. Eles se sentaram no sofá com Sam no meio deles, Damon sentou em uma cadeira e Stefan na outra. A campainha tocou e eu fui correndo atender.

Abri a porta e dei de cara com Bonnie e Elena, conversando.

– Entrem logo, por favor. – eu disse, puxando o braço delas e as levando para a sala. Bonnie sentou no chão, de frente para a mesinha do centro e Elena sentou do lado dela. Eu sentei na cadeira vazia.

– Então, como vamos matar Klaus? – perguntei, tirando o silêncio.

– Sabemos que não pode ser tão simples assim, precisamos nos desligar dele ainda. – disse Stefan.

– Vocês estão ligados a Klaus? Ou seja, se ele morrer vocês morrem também? – perguntou Dean.

– É, como sabe? – perguntou Damon

– Fiz minha tarefa direitinho. – disse Dean, sínico.

– Ok, mas então precisamos nos desligar dele. Como fazemos isso? – perguntei quebrando a tensão entre Damon e Dean.

– Eu achei isso. – disse Damon, jogando um livro na mesa na frente de Bonnie. – Acho que nossa bruxinha pode nos ajudar.

– Bruxa? Vocês tem uma bruxa? – perguntou Sam.

Gelei no mesmo momento e olhei para Bonnie, abaixei a cabeça. Droga, ele não sabia sobre Bonnie e iria descobrir.

– É, a Bonnie. – disse Damon e senti os olhares de Sam para Bonnie.

– Conversa para outra hora. – Bonnie falou olhando para Sam que continuou quieto, mas parecia confuso

– Então, será que isso pode ajudar eles Bonnie? – perguntou Elena.

– Não sei, precisamos de algumas coisas. Não vamos desligar todos os vampiros de Klaus então muitos vão morrer. – ela disse.

– Então podemos nos desligar, certo? – perguntei.

– É, vocês podem. Aqui diz que eu preciso do sangue de cada um de vocês e do Klaus também – ela disse e nós oito nos olhamos.

– Como vamos conseguir o sangue de Klaus? – perguntei.

– Conseguiremos Barbie, pode deixar. – Damon disse – Vamos arrumar algo.

– Mas nós nem sabemos onde Klaus está. – falei.

– Ele vai aparecer alguma hora, só temos que saber pra quem ele vai aparecer primeiro. – disse Tyler

– Falando nisso, fique atenta Caroline. Provavelmente ele vai vir atrás de você primeiro. – disse Stefan.

– Atrás de mim? Como assim? Por que? – perguntei.

– Qual é, sabemos que Klaus é apaixonadinho por você. – disse Damon.

– Não sei do que vocês estão falando. – eu disse, cruzando os braços.

– Car, acho que você sabe sim. – disse Elena – Klaus sempre foi caidinho por você. Deve te procurar primeiro.

– Ta, tanto faz. – eu disse, percebendo os olhares de Tyler e Dean. – Então vamos esperar ele aparecer e vemos o que fazemos. – eu disse. – Agora eu preciso ir embora, ok? – eu disse, me levantando da cadeira.

– É, a gente também. – disse Dean se referindo à ele e Sam.

– Também tenho que ir. – disse Tyler.

Me despedi do pessoal, saindo da casa dos Salvatores. Abri a porta do meu carro e senti alguém puxando meu braço. Me virei.

– Car, podemos conversar? – Tyler me perguntou, com cara de triste.

– Ok Tyler, pode falar. – eu disse.

– Sinto muito por tudo, sei o quanto eu errei depois que nós terminamos e eu não te culpo por nada. Você está vivendo sua vida agora e eu deveria estar fazendo isso também, mas eu não consigo. Eu te amo demais Car, não consigo te esquecer. Parece que sua voz faz eco na minha cabeça toda vez que eu ouço você falar. Sei que você não sente mais nada por mim e talvez ainda sinta raiva, mas eu sei que eu mereci. Sei de tudo o que eu fiz com você Car, e eu me arrependo. Só quero que você me desculpe, desculpe por tudo o que eu te fiz. Principalmente por causa daquela noite do baile. Que foi o dia que eu tenho certeza que eu te magoei. Você me desculpa Car? – ele perguntou, enquanto ele falava eu ficava estática, mas eu aprecio por ele estar se desculpando assim.

– Tyler, eu te desculpo, claro. Vivemos muita coisa juntos e eu queria muito ser sua amiga. Claro que aconteceu várias coisas e no dia do baile você realmente me magoou muito, mas eu te desculpo. Sei o quanto deve ser difícil você estar falando agora comigo ou mais difícil ainda você ter me visto com o Dean logo depois que nós dois terminamos. E em parte, eu te entendo... Por isso te desculpo. – eu disse, pegando na mão dele.

Senti Tyler me dar um selinho e eu aceitei. Depois eu o abracei e fechei meus olhos. Quando eu os abri, meu olhar foi em direção ao outro lado da rua. Onde Dean estava olhando toda a cena, perto do Impala e prestes a entrar no carro.

Soltei Tyler e dei um sorrisinho para ele. Ouvi o som do motor do Impala e logo o perdi de vista.

[...]

Parei meu carro na frente de casa e desci. Estava indo até a porta procurando a chave dentro da minha bolsa.

– Droga de chave! – gritei.

Senti um vento atrás de mim, olhei e não achei ninguém. Achei aquilo super estranho mas não liguei, continuei procurando a chave e nada.

Senti de novo o mesmo vento e olhei para trás, novamente eu não vi ninguém.

– Tem alguém ai? – perguntei, olhando pela varanda.

Seria maluquisse perguntar, mesmo se tivesse provavelmente não iriam me responder, e foi o que aconteceu.

Virei de novo e continuei procurando a chave, e finalmente eu achei.

Enfiei a chave na fechadura e virei, abrindo a porta. Senti novamente o vento atrás de mim e virei. Encontrando com ele.

– Que diabos você está fazendo aqui? – perguntei, assustada.

– Olá Caroline, sentiu minha falta? – perguntou Klaus, com aquele sotaque e o mesmo tom irônico de sempre.

Notas finais
Ficou pequeno? Mil desculpas.
Deixem review pessoal, por favor! *-*
Para quem quiser ler minha outra fic, ai está: http://fanfiction.com.br/historia/307180/The_Case
Beijos ♥