The Hunter and The Vampire

19 Capítulo 18: Precisamos conversar


Notas iniciais
Hello Leitores! *-*
Desculpas pela demora, mas hoje estou atualizando as fanfictions! :D
Espero que gostem do capítulo! *-*

Por Dean Winchester

Entrei no quarto e me deparei com Sam saindo do banho, então resolvi tomar um também. Sai de lá mais relaxado, mas a preocupação ainda estava na minha cabeça. Sam foi comer alguma coisa e eu estava sem fome, fiquei sozinho no quarto, deitei a cabeça sobre o travesseiro, mas não conseguia dormir. Eram 18hrs ainda, não tinha como dormir. Precisava conversar com Caroline, e seria agora.

Parei o carro na frente da casa de Caroline e desci, caminhando até a porta. Ouvia algumas risadas e toquei a campainha.

Elena apareceu abrindo a porta e parecia surpresa ao me ver.

– Caroline está ai? – perguntei.

– Dean, você acha que é uma boa hora para vocês conversarem? – ela perguntou.

– Ela te contou não foi? – perguntei. E Elena assentiu a cabeça, confirmando.

Claro que contou, elas são amigas. Provavelmente Elena sabia de tudo, sobre Stefan e sobre Caroline também.

– Por favor, vá embora. Estamos tentando destrair ela agora. – disse Elena.

– Elena é que... – eu tentei falar, mas ela me interrompeu

– Dean, Caroline sofreu demais pelo o que você fez. Ou pelo o que você é. – Elena disse, séria.

– Não acha que eu também sofri pelo o que ela é? – perguntei e Elena abaixou a cabeça, ficando em silêncio.

''ELENA SOCORRO!'' – ouvimos Caroline gritando.

Não pensei duas vezes, na mesma hora peguei a arma que estava no meu bolso e empurrei Elena, seguindo em direção ao quarto de Caroline.

Eu a vi com um cara, aquele garçom do Grill. Eles estavam se olhando, suas bocas a centímetros de distância e eles estavam rindo. Uma raiva me invadiu. Raiva, ciúme e tudo o que tem direito.

Só queria afastá-la daquele cara, mas ela parecia não estar triste.

– Espero não estar interrompendo nada. – falei. E ela olhou para mim, depois reparei que ela olhou para a arma, senti ela ficando com medo.

– Então não interrompa. – disse o garçom, em um tom ameaçador e se levantando da cama. Levantei meu rosto, de forma que ficasse olhando seriamente para aquele garoto.

– Não, não tem problema... Oi Dean. – Caroline me olhou fixamente, e eu olhei para ela também.

– Será que podemos conversar Caroline? – perguntei.

Ela assentiu a cabeça em forma afirmativa e olhou em direção a arma, me chamando a atenção. Olhei para a arma também e a guardei na calça.

Nesse momento eu ouvi Bonnie saindo do banheiro.

– O que eu perdi? – Ela perguntou, até que o seu olhar virou para mim. – Dean?

– O que ta fazendo aqui? – ela perguntou.

– Bonnie, você... – ia terminar de falar, mas Caroline me interrompeu.

– Bonnie é humana Dean, assim como Elena e Matt. – ela falou.

– Vamos lá pra fora? – perguntei e ela confirmou com a cabeça.

Saímos de sua casa e fomos até a varanda. Ela se sentou em uma cadeira que havia ali e eu me sentei na hora, ficando ao seu lado.

– Car... Na verdade eu não sei nem o que falar. – eu disse – Só queria conversar com você.

– Dean, por que não conta o que está fazendo em Mystic Falls? – ela perguntou.

– Bom, está havendo uma coisa aqui em Mystic Falls. Há muitas pessoas morrendo e eu vim pra cá por causa disso. – eu disse.

– Como sabia que havia vampiros aqui? – ela perguntou

– Tudo indicava que era, eu e Sam tivemos certeza quando chegamos aqui. Sabe Car, não sou caçador só de vampiros. – decidi contar logo.

– Não? Então é de que? – ela perguntou, confusa.

– Eu e Sam somos caçadores de coisas sobrenaturais. Como por exemplo: Demônios, fantasmas, lobisomens, vampiros... – eu disse.

– Demônios? – ela perguntou

– É, mas eu te explico isso depois. – eu disse. – Eu e Sam chegamos aqui e tínhamos certeza que havia vampiros envolvidos no caso. Então, estamos tentando investigar. Mas Cas disse que o vampiro que está matando é um original, aqueles que tem uma tatuagem no braço, perto do pulso.

– Quem é Cas? – Caroline perguntou.

– É um anjo – falei

– AHN? – ela me perguntou. – Então anjos e demônios existem mesmo? – ela perguntou.

– É, existem – eu disse, sorrindo. E ela me encarou.

– Dean... Eu, Stefan, Damon, Bonnie, Elena, Tyler, estamos tentando descobrir mais sobre esse caso também. Como você disse que é um vampiro original, agora eu posso ter certeza de que é Klaus.

– Quem é Klaus? – perguntei.

Foi ai que Caroline começou a me contar. Sobre quando Klaus pegava sangue de Elena, para formar seus híbridos e que Tyler era um deles. E que ele estava na cidade, provavelmente fazendo isso para chamar a atenção deles.

– Entendeu? – ela perguntou

– É, eu acho que sim. — eu disse.

– Dean, vocês precisam da nossa ajuda e nós precisamos da ajuda de vocês. Podemos trabalhar junto nisso. – ela disse e eu fiquei meio inseguro.

– Ok, podemos ver isso então. – eu disse, sem pensar.

– Vamos nos encontrar amanhã na casa de Stefan e Damon ok? – ela perguntou e uma raiva percorreu meu corpo.

– Nem pensar! – eu disse, com raiva.

– Dean, por favor. Eles são meus amigos também, e eles estão comigo nessa. E você? – ela perguntou.

Droga, eu não podia deixar de olhar para aqueles olhos que tanto me fitavam. Não resisti quando ela perguntou tão meiga.

– Ok Car. – eu disse.

Ela sorriu para mim, passando a mão sobre o meu rosto e na mesma hora eu me afastei.

– Por que é tão difícil você aceitar quem eu sou, Dean? – ela perguntou, se levantando.

– POR QUE ESSA NÃO É VOCÊ CAROLINE, VOCÊ ESTÁ MORTA. NÃO ENTENDE? – eu gritei.

– MAS FOI POR ESSA CAROLINE QUE VOCÊ SE APAIXONOU DEAN, QUE DIZIA QUE AMAVA. EU SER DESSE JEITO NÃO MUDA NADA! – ela gritou também.

– Muda Caroline, MUDA TUDO! – eu disse.

– O que muda Dean? – ela perguntou, com uma lágrima escorrendo em seus olhos.

– Você é uma vampira Caroline, você está morta e vampiros seguem sua natureza, sempre matam. – eu falei.

Ela me olhava, demonstrava decepção nos seus olhos.

– Acha que me transformei por que quis? NÃO DEAN, EU NÃO QUIS. EU PRECISO VIVER COM ISSO, MAS EU ME ACEITO, SABIA? POR QUE NÃO PODE FAZER O MESMO? – ela disse, gritando e entrando em sua casa, batendo a porta com força.

Eu fiquei ali por alguns segundos, sem reação. Mas eu não tinha opção, entraria nessa batalha com esses vampirinhos e depois que tudo acabasse, eu os mataria. Se a natureza deles é morder e matar os outros a minha é matá-los.


Ainda não leu The Case? Corre lá! rsrs

Notas finais
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Beijos ♥