The Hunter

20 Stefan ... What I feel for you?


Notas iniciais
Olha a senhora Mikaelson de volta *----*
OIIIIIIIIIIIIIIII MEUS CUPCAKES *-*
Tudo bem?
Esse capítulo é mt stephia, mas é para o futuro do kophia.
Prestem atenção: se tiver um número suficiente de comentários nesse capítulo, eu postarei nas respostas dos comentários o pov do kol desse capítulo.
bjs

Ouçam a música que eu pedi na parte que eu pedi '-'
Capítulo dedicado a Carol Somerhalder por ajudar na parte hot (que eu já ia esquecendo de comentar sobre) e pelo melhor review.

Capítulo XX

“Stefan... What I feel for you?”

-Como você não sabe? – ele perguntou.

Olhou-me nos olhos. Ele estava sentindo dor. Eu estava machucando o meu original.

-Eu só não sei. – disse sincera. –Anjo ...

-Não me chama de Anjo!

-Kol, você esta sendo infantil. – Rebekah disse ao irmão.

-Não se mete. – o irmão disse ríspido para a irmã. –Enquanto a você, — foi até mim e olhou dentro dos meus olhos. – acabou até você decidir de uma vez por todas que merda você sente pelo Salvatore.

- Eu amo você, Kol.

-Ama ele também? – ele perguntou a mim, entretanto, não obteve resposta. –Quando isso acabar você vai me dizer a resposta que eu preciso.

-Eu quero você. – segurei as mãos dele.

-Eu só vou querer você de novo quando decidir o que sente por ele. – retirou as minhas mãos das suas. – Eu também te amo, mas ...

Ele não terminou a frase e foi embora. Minhas pernas ficaram bambas. Rebekah me segurou antes que eu caísse no chão frio. Abri a boca inúmeras vezes, mas as palavras não saíram da minha boca.

-Shiu. – Bekah acariciou meus cabelos. – Você sabe que foi necessário.

-Eu sei, mas como eu vou descobrir o que eu sinto pelo Stefan?

-Indo atrás dele. – a loira me disse. – Volte ao tempo Sophia. Acho que se lembrar de Chicago vai te ajudar.

-Obrigada pela ajuda.

(...)

Acordei na manhã de sábado às 10 horas. Mal tinha pregado o olho. Bocejei e levantei-me na cama lentamente. Andei, ou melhor, arrastei-me até ao banheiro. Olhei o meu reflexo no espelho e levei um susto. Olheiras de baixo dos meus olhos, cabelo todo bagunçado e lábios ressecados. Bufei. Levei meu corpo até ao chuveiro e tomei banho. Sai depois de trinta minutos enrolada numa toalha salmão. Abri a porta do closet e peguei o que iria vestir. (Look Sophia: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=83414539&.locale=pt-br)

Troquei de roupa e desci as escadas rapidamente. Joanne, a bruxa, estava na cozinha fazendo café com toque de verbena. Ri baixo. Fui até lá e abri a geladeira pegando uma bolsa de sangue. Sentei-me no banco e bebi tudo rapidamente.

-Só isso? – Joanne perguntou-me.

-Não estou com fome.

-Tem haver com ontem?

-Você ouviu? – ela assentiu. – Tem.

-Não pode ficar sem comer por conta disso. – ela falou, depois de beber seu café.

-Depois eu como. – disse subindo para o quarto.

Fechei a porta e fiquei andando de um lado para outro. Olhei para meu iphone em cima do criado-mudo e bufei. Caminhei e peguei o aparelho eletrônico. Coloquei-o no ouvido depois de digitar o número dele.

-Alô?

-Oi Stefan, é a Sophia.

-Você me ligando?! Isso é uma surpresa.

-Pois é. Tem como a gente se encontrar?

-Claro! – ele disse animado. –Que horas?

-14 horas no grill?!

-Te vejo lá.

Desliguei o telefone e deitei-me na cama. Fechei meus olhos azuis pensando nas palavras sinceras de Mikael. “Você é perfeita como caçadora agora com seus sentimentos é uma merda. Notasse pelo jeito que tratou o Salvatore. Só foge dos problemas. Você o abandonou que nem uma “Maria mijona” e fez o mesmo quando Kol descobriu a verdade sobre você. Cresça emocionalmente, Sophia. Ou simplesmente não tenha sentimentos.”

Peguei meu diário, minha caneta e comecei a escrever.

“Dear Diary,

Acho que tenho que explicar algumas coisas desde a morte de Dakota ou talvez eu deixe isso para depois. Já que Rebekah está em sua casa e Dakota morreu, vim recorrer a você. Joanne só ficaria preocupada, então ai vai:

Estou devendo uma explicação sobre o que eu sinto por Stefan. Não posso nem ao menos ousar mentir dizendo que eu não sinto nada por ele. A verdade é que eu sinto sim, mas não sei que sentimento é esse. Kol me pressionou logo para descobrir isso. Não posso reclamar afinal ele está certo em me cobrar isso. Até eu estou curiosa sobre isso e não vou parar até descobrir a verdade sobre meus sentimentos pelo Salvatore.

Naquela última noite em Chicago eu fui fraca, muito fraca. Eu devia ter ficado lá e ajudá-lo. Não posso dizer que não podia, porque eu podia, mas eu não era forte o suficiente para ficar com alguém que precisasse da minha ajuda, alguém que descobriu meu passado, alguém que eu menti e continue mentindo, alguém que eu amasse ... Espero que hoje eu realmente consiga descobrir e dar uma resposta para Kol. Afinal tanto ele quanto eu e Stefan merecemos saber isso.

Sem mais demoras,

Sophia Adams.”

Entrei no grill duas horas depois. Na mesa perto do bar estava Stefan. Seus olhos verdes se direcionaram para porta assim que eu entrei. Respirei fundo e fui até lá. Não tinha um encontro com ele desde 1920. Sentei-me na cadeira antes que ele a puxasse para mim. Stef riu.

-Continua a mesma. – ele disse.

-Não posso dizer o mesmo. Você esta bem melhor. – disse sorrindo.

-Por que me chamou aqui?

-Porque eu quero descobrir o que sinto por você.

– Quer dizer que você sente alguma coisa por mim?

-S-sim. – gaguejei. – Só não sei o que é.

-O que pretende fazer para descobrir?

-Não sei. – disse colocando as mãos no rosto.

-Mas eu sei. Vem comigo. – ele disse pegando na minha mão.

Meus olhos foram ao encontro dos seus. Eu sorri de orelha a orelha. Aqueles olhos verdes me fizeram me lembrar de Chicago com a maior emoção que eu já senti. Saímos do grill e entramos no carro de Stefan. Ele dirigiu até uma loja de doces. Saímos do carro e eu fiquei imóvel quando vi o letreiro.

-A loja de doces que você amava em Chicago. Eles abriram uma filial aqui há pouco tempo. – ele me olhou sorrindo. –Vamos. – Stef falou e puxou-me para dentro da loja.

-Ah me dá o doce vai! – fiz biquinho.

Stefan não queria pegar meu doce favorito que estava lá no alto e eu não alcançava. Eu pulei nas costas dele e peguei o pacote de donuts cobertos de chocolate. Stefan me colocou no chão e me pressionou na parede.

-Isso foi igual em Chicago. – ele disse rindo e pegando o pacote da minha mão. – Vamos pagar logo isso.

-Pegou meus morangos cobertos com chocolate branco? – perguntei e ele riu.

-Sempre madame. – mostrou o pacote.

Nós rimos e fomos pagar. Depois entramos no carro de Stefan e fomos para a pensão Salvatore. Já eram 15 horas. Ah claro, como eu me sinto? Estou feliz. É como se nada daquilo tivesse acontecido e nós estivéssemos recomeçando do mesmo lugar. Chegamos a casa e sentamo-nos na grama do jardim. Ele me abraçou e fiquei sentada entre suas pernas, como nós fazíamos antigamente.

-Eu quero te pedir desculpas. – disse ao antigo estripador. – Eu devia ter ficado lá Stefan. Tinha que ter te ajudado. Eu queria ter ficado lá ... É minha culpa! – disse com lágrimas escorrendo em minha face.

-Não é sua culpa.

-Eu queria te ajudar, mas não esta pronta emocionalmente para isso. Eu te deixei igual a uma “Maria mijona” como Mikael disse. – ele olhou-me franzindo a testa. – Eu amava tanto você ... Acho que no fundo eu também queria que você seguisse sua vida sem tanta destruição como eu causei para Joanne e Dakota. Eu vivo me perguntando “será que seria diferente?”.

-Nós nunca vamos saber. – Stefan me virou para ele. Estava de sentada de joelhos na sua frente.- Não precisa se desculpar. Foi a pior época da minha vida, mas eu consegui, não? – assenti. — Não dá para voltar no passado, Soph, mas podemos ajeitar as coisas e .... – ele acariciou minha bochecha. – Eu ainda amo você. – mordi meu lábio inferior.

-Já te disse que uma parte de mim sempre será sua?!

-Já. – ele riu.

-Eu ainda amo você. Por maior ou menor que seja esse sentimento, ele ainda está dentro de mim. – olhei dentro dos seus olhos.

-Acho que encontrou sua resposta. – ele disse e parou de sorrir.

Coloca para tocar Hanson – Save me.

Meu corpo ficou bambo quando ele se aproximou. Stefan puxou-me para perto dele – quase me fazendo cair em cima dele – e colocou suas mãos nas minhas bochechas, que deviam estar vermelhas agora. Seu hálito bateu no meu rosto.

Seus lábios estavam a tão poucos centímetros dos meus. Ele tratou de retirar essa distancia depois que eu olhei dentro de seus olhos verdes. Seu beijo era doce e desejoso. Esse beijo foi igualzinho ao nosso primeiro. Deu-me uma carga elétrica na espinha que percorrei o corpo todo.

-*Won’t you save me? – perguntou-me. – Saving is what I need. – olhei em seus olhos. – I just wanna be by your side. Won’t you save me? – murmurrei “sim” enquanto ele cantava e beijava meu pescoço e minha boca. – I don’t wanna to be just drifting through the sea of life.

Pulamos a janela juntos entrando no quarto do Salvatore. Ataquei seus lábios com vontade. Tirei sua blusa enquanto ele me beijava. Olhei nos seus olhos verdes.

-**Listen please; baby ... – beijou meu pescoço. – don’t walk out of the door. I’m on knees, you are all I’m living for. – acariciou meu rosto. – Amo você. – beijou-me.

Stefan caminhou até a cama comigo e retirou nossas roupas, tacando-as no chão. Deitei e ele deitou-se em cima de mim. Encaramo-nos e sorrimos. Ok, não pensem que eu sou uma safada. Cara, eu gosto dele e quero descobrir o quanto eu gosto. O Salvatore deu chupões em meu pescoço, ele ainda lembrava que ali era meu ponto fraco. Fechei os meus olhos azuis sentindo seu toque.

Afoguei minhas mãos frias em seu cabelo loiro escuro. Ele olhou para mim e nossos rostos se aproximaram. Tocou meus lábios iniciando um beijo lento e apaixonante. Suas mãos percorreram meu corpo. Deslizou seu membro em mim. Gemi enquanto arranhava suas costas de leve. Stefan olhou em meus olhos e sorriu beijando-me. Sua língua explorava minha boca. A corrente elétrica que seu toque me permitia voltou a reinar. Logo chegamos ao ápice.

(*Você não vai me salvar? Pois a salvação é tudo que preciso. Eu apenas quero estar ao seu lado. Você não vai me salvar? Eu não quero ficar apenas vagando através desse mar da vida.)

(**Preste atenção. Por favor, não saia pela porta. Estou de joelhos, você é o motivo pelo qual eu estou vivendo.)

(...)

Já eram 19h45min quando eu acordei enrolada nos cobertores de Stefan. Ele não estava ao meu lado e ouvi sua voz nas escadas. Sentei-me na cama e procurei minhas roupas. Estavam espalhadas pelo chão do quarto. Stefan abriu a porta do quarto e me viu. Devia esta toda descabelada.

-Achei que não ia acordar tão cedo. – ele disse.

-Tenho que ir daqui a pouco. Joanne deve esta preocupada.

-Te levo em casa. – assenti com a cabeça.

Tomei banho e tirei todo o suor que estava grudado em meu corpo. Coloquei minhas roupas e penteei meus cabelos. Estavam encharcados. Stefan bateu na porta do banheiro e sai de lá. Fomos andando até a porta da casa. Assim que abrimos a porta e saímos, fomos surpreendidos por híbridos de Klaus.

Antes que nós pudéssemos reagir, fui presa numa corda de carvalho branco que queimava a minha pele toda e Stefan foi apagado com uma seringa de verbena. Entramos num carro preto e fomos para um lugar desconhecido e longe pela demora.

Ótimo, eu estava quase morrendo com essa corda, Stefan estava dopado e eu ainda tinha que sair daqui e dá uma resposta para Kol, sendo que nem ela eu sabia.

Notas finais
comentem!!!!!!!!!!!