Notas iniciais
Oiiiiiiiiiiiiiii meus cupcakes de nutella ♥
Desculpa pela demora :/
To puta com o Nyah que não aceitou pela milésima vez a recomendação que uma amiga fez para a fanfic. Sacanagem isso!
Enfim, para deixar claro: Os fantasmas vão voltar nesse capítulo, pois a Esther deixou a porta do outro lado aberta.( A anna e aqueles outros vampiros que apareceram nesse capítulo na série, não aparecem. Com exceção da Lexi) Sophia ainda tem tempo de matar Kol. Digamos que por Mikael voltar a vida de novo nesse capítulo (já que a porta foi aberta, ele não morreu mesmo), a hipnose dele continua intacta.

Música: Ghost - Slash ♥ (#mt meu)
BOA LEITURA!!!!!!!!!
CAPÍTULO DEDICADO A Lêeh Malik Salvatore Jones!

Capítulo XVIII

“Ghost.”

–Sua humanidade é mais forte do que uma hipnose.

–Eu não consigo. Eu preciso matá-lo. — disse raivosa.

–Olhe para ele.

Olhei para seu rosto angelical e deixei a estaca cair no chão. Meus olhos estavam com lágrimas e minhas pernas totalmente bambas. Ouvi o suspiro de Joanne e a abracei.

–Obrigada por voltar. – deixei uma lágrima cair.

–Desculpa por tudo... Ah, parabéns! – sorri em resposta.

–O que esta acontecendo? – ouvi a voz rouca de Kol. – Por que essa estaca ta no seu pé, amor?

Sabe aquele momento que você pensa “fudeu”? Então, foi basicamente isto. Separei-me do abraço com minha bruxa e olhei nos olhos castanhos do Mikaelson. Encarei-o e mordi meu lábio superior pensando numa resposta.

–Eu voltei! – Joanne exclamou.

–E a estaca? – Kol perguntou-me.

–Caiu da minha roupa. – menti.

–Eu sei quando você mente.

–Depois vocês conversam. – Joanne falou. – Esta tarde e eu quero repousar sem escândalos. – ela disse, indo para o quarto. Sussurrei “obrigada”.

Entrei no quarto, após recolher a estaca, e fui ao banheiro. Tomei um banho, sai – enrolada na toalha branca – e fui pegar uma roupa qualquer. Optei por uma das blusas pretas de Kol e minha calça branca do pijama. Vesti-me no banheiro e sai de lá.

Ao abrir a porta de madeira, vi Kol deitado na cama usando apenas sua calça preta. Caminhei até a cama e sentei-me. O original virou seu olhar para mim e se sentou. Deitei-me no seu colo e ele tirou minha franja – que estava tapando a sua visão dos meus olhos -. Olhei para ele com uma cara triste, pois me lembrei da hipnose. Se Joanne não tivesse chegado, não sei se seria capaz de não matá-lo.

–Diz a verdade. – ele pediu.

–Não posso.

–Lucy ...

Sim, ele ainda me chamava assim. Para ele eu sempre seria a Lucy. Sempre. Pelo menos foi o que ele disse. Odiava não poder dizer a verdade. Porra, não podia simplesmente chegar e dizer: “Oi amor, sabe eu fui hipnotizada e se não fosse a Joanne eu teria te matado.”

– Vou dormir em outro quarto. – falei.

Andei até o quarto de Joanne e bati na porta. Kol encarava-me do outro lado do corredor. A bruxa abriu a porta para mim e eu entrei. Joanne estava com uma camisola verde escuro. Argh, eu odiava verde, mas combinava com os olhos dela. Minha amiga trancou a porta do quarto.

–Por segurança. – ela disse.

–E-eu não vou matá-lo.

–Sophia!

–Como você sabia?

–Dakota apareceu para mim.

–Isso significa que ....

–A porta do outro lado foi aberta. Dakota teve uma visão e me contou.

–Ela ainda esta no outro lado?

–Sim.

–Então ela não encontrou a paz. –conclui.

–Ela não é a única.

–Os fantasmas voltaram.

–E cabe a você me ajudar a fechar a porta e expulsá-los da cidade para sempre.

–Eu não quero expulsar Dakota.

–Mas você tem que. – ouvi a voz da minha vampirinha e virei para sua direção.

–Dakota?

–Oi. – ela disse e me abraçou.

–Me perdoa. – pedi.

–A culpa não foi sua.

–Eu prometi não deixar você cair.

–E eu prometi esta do seu lado sempre.

Narração em terceira pessoa

No dia seguinte:

Rebekah estava passeando pelas ruas da cidade. Tentava todo dia ligar para Sophia/Lucy e ela nunca atendia. Para aliviar o estresse, a vampira estava fazendo compras e mais compras. Parou em frente a uma vitrine e viu um novo modelo da Dior. Balançou a cabeça e virou-se para a esquerda a fim de entrar na loja. Seu coração quase saiu pela boca quando viu a pessoa a sua frente.

–Elijah.

–Bekah. — abraçou a irmã.

(...)

Do outro lado da cidade, Jeremy estava tristonho no quarto. Sim, aquilo tudo ainda era pela morte da Dakota. O Gilbert saiu do quarto e foi para o lado de fora da casa– onde geralmente ficava com a vampira-. Sentou-se no banco branco. Sentiu a presença de alguém ao seu lado e virou seu olhar.

–Oi Jer. – Dakota disse e o beijou.

–Dakota? Como?

–Longa história. Tudo começou ...

(...)

Stefan e Damon estavam na pensão Salvatore bebendo uma boa dose de Whisky. Do nada, atrás de Stef, surgiu Lexi. O mais novo Salvatore a olhou assustado e a vampira deu um tapa na cara dele.

–Quem você acha que é para beijar a Soph daquele jeito?

–Oi para você também. – respondeu sínico.

–Stefan! – Lexi berrou.

–Eu sei que estou agindo como um estúpido.

–Esse papo tá muito chato. Adeus. – Damon disse saindo da casa.

–Pare de agir assim. – a vampira disse a Stefan.

–Eu não sei como agir perto dela.

–Por que não faz como fez em Chicago?

–Porque agora ela ta com um original.

–Vou te ajudar. Digamos que eu tenho só hoje.

–Por quê?

–A bruxa da caçadora vai tentar fechar a porta para o outro lado. Ela é poderosa, mas ...

–Mas o que?

–Esther esta aqui. No corpo de Bonnie.

(...)

Sophia acordou e foi até o seu quarto. Kol não estava ali. Caminhou até ao banheiro e trocou de roupa. Colocou uma saia preta, uma blusa de meia-manga branca e calçou uma sapatilha dourada. Pegou sua jaqueta de couro e foi para a cozinha. Ao chegar ao local, encontrou Kol bebendo sangue. Abriu a geladeira e apanhou uma bolsa de sangue A+.

–Lucy ... – ouviu a voz de Kol.

–Oi. – respondeu.

–Fala a verdade. – ele disse sério.

–À noite eu conto.

–Mas ...

–Tchau Kol.

Saiu da casa rapidamente. Sabia que se ficasse mataria Kol. Suas mãos ficaram pinicando querendo apanhar a estaca e matar Kol. Entrou em seu carro e dirigiu até a antiga casa das bruxas. Joanne estava dentro da casa quando a caçadora chegou. As duas arrumaram as coisas para o feitiço. Estava no inicio da tarde. Elas tinham até meia-noite.

–Precisamos achar o amuleto que Esther usou para canalizar energia para atravessar a porta.


–Não precisa. O amuleto dela esta bem na sua frente. – Sophia disse. – O amuleto sou eu.


–Como?

–Eu fui criada por Mikael. Era para eu matar os seus filhos. É meio obvio.

–Ela esta certa. – ouviram uma voz e viraram-se em direção a porta. – Achou que iria livrar-se de mim tão fácil? – Mikael questionou.

–Sua presença é um insulto as bruxas. – Joanne disse.

–Não estou aqui para falar com você. – o caçador falou, ignorando-a. –Ainda não matou seu namorado, mas vai.

–Saia daqui Mikael. – Sophia falou.

–Não.

A original pegou sua estaca e correu até ao original. Ele se esquivou. Joanne não podia gastar suas forças ajudando-a. Sophia deu um chute na cara do vampiro. Acertou em cheio. Mikael não deixou de lado e deu um tapa na cara da caçadora. Ela rungiu.

Deu um soco no original, fazendo-o cair no jardim da casa. Pegou a estaca e estalou o pescoço. Antes que pudesse atacar seu “mestre”, ele a surpreendeu com um chute em seu calcanhar.

–Dessa vez não vai ser tão fácil. — ele disse.

–Ok, vovô. – ela disse e atacou sem sucesso. – Esther está te dando forças. Trapaceiro.

–Você não aprendeu a me respeitar. – ele imobilizou seu braço.

–Por que deveria? – ela tentava se soltar. –Olha no que você me transformou. – gritou.

–Você deixou. – ele disse, recebendo um soco e caindo do chão.

–ESTOU CANSADA DE VOCÊ, MIKAEL! C-a-n-s-a-d-a! – Sophia disse. – Você é um monstro querendo matar os próprios filhos. Você os transformou em aberrações. A culpa é totalmente sua. – o vampiro tentou sair da guarda da caçadora.

–Quem você acha que é?

–Sou Sophia Adams, a caçadora de vampiros, e a última pessoa que você vai ver na vida. – Ah, dessa vez você não vai voltar. Digamos que você não serve nem para ser fantasma e essa estaca é especial. – enfiou mais profundamente a estaca de carvalho enfeitiçada. –Foi feita para você.

–Minha hipnose vai continuar até o prazo, Sophia. –ele disse segurando a estaca, tentando tirá-la.

–Cala a boca! – gritou com raiva.

–O que? Não gosta de ouvir a verdade? Você sabe muito bem que mataria Kol se sua amiga não tivesse chegado.

–Para!

–Não me criticou? Agora esta na sua vez de ouvir. – ele gritou com ela. – Vai sair correndo, fugindo dele para a hipnose não acontecer? Você é perfeita como caçadora agora com seus sentimentos é uma merda. Notasse pelo jeito que tratou o Salvatore. Você o abandonou que nem uma “Maria mijona” e fez o mesmo quando Kol descobriu a verdade sobre você. Cresça emocionalmente, Sophia. Ou simplesmente não tenha sentimentos.

O impacto das palavras sinceras de Mikael fez Sophia parar para pensar. Ele estava certo. Odiava admitir, mas ele estava correto.

–Decida-se, querida.

–Cala a boca, “pai”. – Kol disse, atrás de Mikael.

Com a distração de Mikael, Sophia enfiou a estaca no original, mas não foi preciso para matá-lo. Joanne tinha feito o feitiço enquanto eles brigavam. De todos os lados os fantasmas tinham ido embora para sempre. A única que restava, por pouco minutos, era Dakota. Ela estava com um vestido branco longo e caminhava até a amiga.

–Adeus, Soph. – ela abraçou a amiga.

–Adeus Dakota. – respondeu.

–Amo você. – Dakota disse e sumiu para sempre.

Ao ouvir um grito vindo da casa das bruxas, Sophia correu junto com Kol. O original não pode entrar. Joanne estava deitada no chão não tão limpo. Sua pulsação estava fraca. Sophia cravou seus dentes em seu próprio pulso.

–Não. – Joanne disse.

–Não seja teimosa. Eu não posso perdê-la. – deu sangue a bruxa.

(...)

Sophia tinha acabado de deixar a bruxa repousando no quarto. Kol estava parado na porta do quarto da sua namorada. Lucy saiu do banheiro e foi conversar com o original.

–Esqueceu de pegar isso. – ele disse, entregando a estaca.

–Tira isso de perto de mim.

–Por quê? Vai me matar?

–Você ouviu o que Mikael disse.

–Pensei que seus sentimentos fossem mais fortes. – largou a estaca nas mãos da caçadora. –Prove que estou errado.

–Você sabe que eu não consigo.

–Devia acreditar mais em você mesma.

–Kol ...

– Uma hipnose é mais forte do que seu amor? Eu sei que não!

As mãos de Sophia agarraram a estaca e ela se aproximou rapidamente de Kol. Empurrou-o para sua cama, fazendo-o cair. Aproveitou e aproximou a estaca dele. Seu físico estava louco pra gravá-la no coração do namorado enquanto suas emoções lutavam contra isso. Kol olhou nos olhos azuis de Sophia. A caçadora paralisou ao encará-lo e largou a estaca no chão frio do quarto.

–Eu disse que acreditava em você. – ele alisou os cabelos dela.

–Eu quase te matei de novo.

O original viu o relógio e o sorriu.

–Pela última vez. Meia-noite, Anjo.

–Amo você. – ela disse. – Me desculpa por quase matá-lo duas vezes.

–Também amo você. – ele a beijou profundamente.

Do seu quarto e ouvindo a conversa, Joanne sorriu feliz por eles. Ela sabia que aonde quer que Dakota esteja também estaria feliz por Kol e Sophia.



Notas finais
Comentem e recomendem.
Esse "anjo" me fez lembrar da minha outra fanfic "Essa Filha De Ares". #snif.
Ah a dakota não irá mais aparecer (eu acho).
Bom, próximo capítulo: Stefan põe em prática as dicas de Lexi (diva!). Os vampiros de Sophia voltam com uma nova aliada.

IMPORTANTE: Agora a cupcake de nutella que tiver o review marcado como o melhor review do capítulo, terá o próximo dedicado a ela. É uma forma de agradecer a vocês.