The House...
1 Capítulo 1 (Cap. único)
Notas iniciais
2 - A fic não tem quase nada a ver com Sexta-feira 13.
Matt(personagem principal) narrando.
Era uma linda manhã de sexta, e lá estava eu. Em minha maravilhosa e linda cama, dormindo depois de uma quinta super agitada.
– Brrr, brrr. — Ouvi um barulho da mesinha do lado da minha cama e acidentalmente acordei. Peguei ele e atendi.
Começo da ligação: — Alô? — eu disse.
– Cara, tu dorme muito mesmo. — a voz misteriosa disse.
– Quem é? — perguntei.
– SOU EU SEU RETARDADO. O Zach. — A voz misteriosa, agora que se revelara, disse.
– Retardado é o teu cu e porque você está me ligando ás....[olhei pro relógio]....9:00hs? — eu disse.
– Ah, é a louca da VicJ. A Candice ligou pra mim, dizendo que era pra falar pra você. -
– Disser o que? — perguntei.
– Ah, é que a VicJ teve uma ideia de todos nós viajarmos. -
– Hmm, pra onde? -
– Pra California. -
– CALIFORNIA?! Moramos em Seattle, nunca chegaremos lá. -
– Keep Calm, Matt. Falei com meu pai pelo telefone e ele deixou levar o antigo carro dele. -
– Então tá bom. Vai ser quando? -
– Amanhã. -
– Porra, vou ir arrumar as coisas então. -
– Vai lá. — Zach desligou.
Fim da ligação.
Ainda com os olhos fechados, sentei na cama. Abri um olho e fui até o banheiro, lavei minha cara de zumbi e escovei os dentes. Agora eu já parecia mais normal. Voltei até o quarto, como não sabia quantos dias íamos ficar lá, peguei quase todo o guarda-roupa. Meti em 2 malas, fiquei tipo 2 horas, só tentando colocar as coisas, as roupas e fechar a mala. Depois que eu consegui, minha barriga começou a doer, desci as escadas, liguei a TV, fui até a cozinha, abri o armário e peguei "Nescau: O cereal radical". Peguei o leite na geladeira também. Coloquei os dois numa tigela e deixei eles se amando lá. Uns 3 minutos depois, peguei a tigela, e fui até a sala. Comi, enquanto via MAD, na TV. Acabei e peguei o DVD de KPOP e POP que eu tinha. Coloquei ele pra ouvir, e dancei ao som de "TVXQ — Catch Me", depois pra animar: "David Guetta — Titanium". Escutei o DVD todo e quando olhei era 16:00hs. Fui me arrumar, e assim quando terminei de me arrumar um carro buzinou, peguei minhas malas, entrei no carro. Todo mundo estava no carro. Saímos dali e pegamos a estrada. Foram 2 horas de viajem, faltavam uns 1.000km, quando caiu uma tempestade.
– Afs. Puta que pariu. — Penn disse, com raiva da tempestade.
– E agora, gente? — Candice perguntou.
– Olha ali. — VicJ apontou para uma pequena casa.
– É a única opção, gente. — VicJ disse.
– Pois é. A gente pode ficar lá até a tempestade. — Nina sugeriu. Tiramos nossas coisas da mala do carro, entramos na velha casa que havia na estrada.
– Olá? — dissemos em coro, e recebemos em troco um eco. Percebemos que ali não havia ninguém ali. Subimos a escada que lá havia. Havia apenas 1 enorme porta no andar de cima. Parecia ser um enorme quarto, havia 3 camas. Por sorte, tínhamos trago colchonetes. Jogamos todos eles no chão. Há não ser Leight, VicJ e Nina que preferiram ficar nas camas. Quando todos nós estávamos pegando no sono. Escutamos um barulho.
– Ei, ouviram isso? — perguntei.
– Sim. — todos disseram em coro. VicJ pegou a lanterna que havia em sua mala. Descemos as escadas, lentamente. Sem causar nenhum barulho. Escutamos novamente o barulho. Olhamos para trás e nada. Olhamos para a frente novamente.
– VicJ? — Nina perguntou. Imediatamente o corpo de Victoria caiu no chão.
– AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH — gritamos em coro.
– Porque? Ela era maluca e não sabia andar de patinete, mas era uma boa amiga! — gritamos. Fomos até a cozinha, lá havia outra escada(nova moda). Subimos os degraus, caminhamos e havia apenas um grande corredor. E aí em um certo momento, Leight pisou em falso, e acabou caindo, por sorte Nina segurou sua mão.
– Cuidado, Leight! — Nina gritou. — Não olhe para baixo. -
– Porque? — Leight perguntou.
– Não olhe! — Leight, de teimosa olhou. Lá havia um chão com pontas afiadas, a garota ficou super-nervosa e a sua mão escorregou da de Nina, fazendo Leight cair no chaõ afiado.
– Ai, que PORRA! — Nina gritou. — Estamos fudidos! -
– Pois é, Nina. Já que estamos fudidos, Lucy.. — a garota se virou e eu lhe tasquei um beijo em sua boca.
– Own! Eu te amo! — Lucy voltou a me beijar.
– Como eles conseguem se beijar neste tempo? — Emma perguntou.
– Assim! — Penn disse, e na mesma hora tascou-lhe um beijo em Emma.
– GENTE, DÁ PRA PARAR. — Zach, Candice e Nina gritaram.
– Façam isso quando chegarmos em casa! — Nina disse. — Que horas são, Matt? — olhei em meu relógio.
– São 4:30hrs, Nina. — eu disse.
– Ótimo, vai amanhecer e nada desta PORRA DE TEMPESTADE ACABAR. VAI TOMAR NO CU, TEMPESTADE! — na mesma hora, um negócio veio em direção de Nina.
– Cuidado! — gritamos a tempo. A mesma se abaixou na hora.
– Bem feito, não conseguiu. — Nina disse, debochando. Descemos os degraus e voltamos até a sala. Lá encontramos a faca que tinha entrado em VicJ, agora a faca estava em cima de uma pequena mesa.
– AI CARALHO, FUDEU! — saímos correndo, até que Nina caiu.
– VENHA NINA! — Emma gritou.
– Vão sem mim! — ela disse. — Eu vou conseguir! — dissemos para ela ficar firme e crer em Deus. Fomos e nos escondemos em uma cobertura que lá havia.
– Estão ouvindo? — Candice disse.
– O que meu amor, não escutei nada. — Zach disse.
– A tempestade. Ela parou! — Candice disse, agora com alegria. — Matt, que horas são? — olhei novamente em meu relógio.
– São 6:00hs, em ponto. — eu disse. Saímos do esconderijo e caminhamos até a sala, onde tudo começou. Vimos baratas vindo em nossa direção.
– Saiam pisando! — Zach disse. Saímos pisamos como ele mandou, subimos a escada. Pegamos nossas malas, até que escutamos uma voz.
– Oi gente. — a voz disse. Demos um pulo, olhamos e era Nina, ensanguentada de sangue.
– Menina, que susto. O que houve com você? — Lucy perguntou.
– Nada. Naquela hora que vocês se esconderam, um cara com mascará veio me pegar, sendo que eu peguei a faca que ele tinha assassinado VicJ e enfiei nele. Me escondi aqui no quarto. Pois descobri que ele odeia luz. E tem uma janela aqui.
– Esperta você. — Candice a elogiou.
– Sou mesmo. — ela riu. Pegamos nossas malas, agora estávamos com uma lanterna que Emma pegou em sua mala. Saímos e entramos dentro do carro.
– Rumo á Seattle! — eu disse, agora animado.
– Isso aí, meu amor. — Lucy disse, que logo após começou a me beijar.
Até hoje sinto pena de Leight e VicJ, mas não posso fazer nada. Ah, e cuidado. Pois, a casa pode estar mais perto de você quanto imagina...
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