The History Before History
1 Primeiro Capítulo
Notas iniciais
essa fanfic é uma fanfic que eu já postei a muuuuuuuuuuuuito tempo atrás, ela foi minha primeira fanfic sozinha. Mas, relendo-a, vi que podia melhorar MUITAS coisas, então aqui está, a repostagem da minha primeira fanfic. quem já tinha a lido, vai ser surpreender com algumas coisas, quem está lendo pela primeira vez, seja bem vindo!
Boa leitura!
Eu sou Thalia Grace. A história que vou lhe contar já faz um tempo... Na época eu tinha doze anos. Aonde vivia? Pelo mundo. Está bem, não é o mundo, passávamos apenas pelas cidades dos Estados Unidos, mesmo que nosso sonho fosse o mundo. Luke tinha quatorze anos, era o mais velho. Annabeth – uma criança – tinha sete. De adolescentes a crianças semideusas... Metade humanas e metade deuses. Luke, filho de Hermes, eu de Zeus. Ainda não sabíamos de quem Annabeth era filha e só descobriram logo depois.
Estava sentada, comendo uma maçã. Era a época, e o único alimento que conseguíamos pegar de graça era a fruta. Não que eu fosse fã de maçãs, mas era questão de sobrevivência. Mordi um pedaço da maçã, que não se decidia se era seca ou aguada, enquanto observava o por do sol, o quão bonito era o lugar onde estávamos, o fato da luz bater nas arvores dando-lhes um tom meio avermelhado. Gostava de ficar assim, quieta apenas observando os outros vivendo suas vidas miseráveis.
Quando escutei um som. Por defesa, apertei o bracelete no meu braço. A primeira vista era apenas um bracelete comum, mas com um botão ele se transformava na Aegis, meu maravilhoso escudo. Não teria tempo de pegar minha lança.
Mas era apenas Luke se aproximando com um sorriso no rosto. Olhei para ele a fim de saber o que houve e ele jogou sua mochila na minha frente. Abri-a, e não acreditei no que vi: alguns tipos de frutas, pães, queijo, e algumas bebidas. Fora band-aid outras coisas que são ótimos para cuidar dos machucados causados nas batalhas.
– Onde conseguiu isso? – perguntei, abrindo um pacote de Doritos.
– Roubei um mercadinho enquanto você e Annie dormiam. – ele sorriu, mostrando seus dentes incrivelmente brancos.
Annabeth se aproximou de nós, pegando a mochila. Era incrível o quanto ela era bonita. Seus olhos cinzentos combinavam perfeitamente com seus cachinhos loiros. Eu iria chama-la de cachinhos dourados, mas Luke me proibiu. Só ele podia a chamar de alguma coisa carinhosa.
Nós tínhamos encontrando Annie fazia pouco tempo, num galpão onde tínhamos parado para respirar depois de quase morrermos. Annie parecia tão frágil – por causa de noites mal dormidas e fome – mas ela era mandona e extremamente forte. Luke e Annie amaram um ao outro, Luke era como se fosse o irmão mais velho de Annie – por mais da menina achar oura coisa.
A Cachinhos Dourados sentou-se do meu lado, puxando Luke consigo.
- O que vamos comer? – ela perguntou, fixando os olhos cinzentos nos meus azuis.
- Não podemos comer tudo nem em uma grande quantia, temos que... – comecei a dizer, mas Luke me cortou.
- Escolha o que quiser Annie. Se acabar eu busco mais para nós três.
Annabeth sorriu, pegando dois pães e recheando-os com algumas coisas. Eu gostava de Annabeth, gostava mesmo. Mas Luke me irritava inúmeras vezes por deixar Annabeth fazer algumas coisas que não me deixaria. Ainda bem que Annie era inteligente e sabia muito bem o que era certo e o que era errado, o que queria fazer e o que deveria.
Saber a diferença entre essas duas coisas é saber sobreviver.
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– Annabeth já foi deitar? — Luke sentara do meu lado. A noite estava extremamente bela. As estrelas brilhavam no céu. Concordei com a cabeça, me deitando na grama – Que bom. Quero falar como você...
– O que houve? – levantei-me num pulo – Acha que estamos sendo seguidos? Temos que levantar acampamento?
– Não – ele riu – só porque quero conversar com você não quer dizer que seja algo sério.
– Ah. – voltei a me deitar. Luke girou, ficando em cima de mim. Seu sorriso era acolhedor, ele botou a minha franja que havia caído em meus olhos, e antes que eu pudesse sequer argumentar, seus lábios encostaram-se aos meus.
Notas finais
Beijocas, e seja bem vinda, A CASA DE HADES!
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