The Heart Never Lies

19 Ciúmes e coisas estranhas.


Notas iniciais
RÉLOOOOOOOU, TUDO BEM COM VOCÊS? Eu espero que sim. E então, sentiram minha falta? Eu sei que não '-' Eu sei q iria postar todos os dias e tal, mas eu só consegui terminar esse capítulo agora, sorry ;-; vou tentar cumprir a partir de agora, ok? ok. Esse capítulo é dedicado a Beatriz *--* sua linda! Olia, o capítulo n tá bom, mas oq vale é a intenção k k k e.e É isso, boa leitura. Capítulo não revisado '-'

Para minha sorte ou azar, Ryan estava no quarto. Mas assim que me viu entrando pela porta tratou logo de se trancar no banheiro. Qual é? Tô tão fedida assim? Eu sei que não tomei banho hoje cedo, mas não precisa disso. Como se ele não fedesse. Ok Eliza, chega disso.

– Será que a gente pode conversar? — Bati na porta do banheiro.

– Não temos nada pra conversar – Dava pra perceber que ele estava próximo da porta.

– Você sabe que temos, Ryan. Deixa disso, anda logo. — Soquei a porta.

– Fala logo – Ele abriu a porta bruscamente o que ocasionou em uma Elizabeth caindo nos braços de Ryan.

– Calma aí cara – Me desgrudei logo, antes que eu ataque aqueles lábios de mel.

– Não tenho muito tempo pra você – Ah, é assim agora?

– Antes você tinha né? Largava o que fosse pra ficar comigo – O olhei nos olhos. Ok, esse negocio de “ficar comigo” pegou mal, eu sei.

– Ah John, não me venha com essa agora. — Saiu do banheiro me empurrando. O que deu nele?

– Cara, o que deu em você? Eu só quero conversar... — O segui.

– Ainda pergunta o que deu em mim? Acha que eu não percebi você e o Dylan? Tão de caso? Não sabia que você partia para esses lados cara – Se jogou na cama. Ciúmes? É isso mesmo?

– Eu e Dylan? Você realmente não está bem... Não tenho nada com ele, para com isso. — Me sentei ao seu lado.

– E porque estão sempre juntos? Eu vi a cena de vocês dois hoje na árvore, estavam bem íntimos – Afundou o rosto nas mãos. Por mais que isso esteja errado, eu estou amando essa crise de ciúmes.

– Ele é meu amigo cara, como um irmão pra mim, não viaja. — Coloquei minha mão em seu ombro – Está com ciúmes? — Resolvi brincar.

– Ciúmes? De você? Para com isso – Ryan segurou meu braços.

– É o que tá parecendo...

– Pelo que eu sei você que está com ciúmes. Aquela briga toda hoje? — Ryan ia se aproximando. O que ele pensa que está fazendo?

– Não é ciúmes... — Estávamos sussurrando já.

– Tem certeza? — Ryan segurou meu queixo. Socorro.

– Sai daqui Ryan! — O empurrei. — Temos um assunto sério a tratar. — Me levantei.

– O teu ciúmes? — Mas que garoto chato.

– E se for? — Soquei a parede. — Não vejo nada demais nisso.

– Só me explica o porque disso...? — Ryan caminhou lentamente até mim.

– Não tem explicação – Encostei a testa na parede.

– Você anda tendo sentimentos estranhos? — Ryan sussurrou.

– Eu estou confuso, Ryan. Não complica as coisas. Só vim aqui pedir desculpas pela briga de hoje mais cedo, espero que não aconteça novamente – Sai de perto de Ryan.

– John, eu preciso te contar uma coisa... — Ryan me olhou sério.

– Eu também preciso... — O encarei. Não deveria ter feito isso.

– Você primeiro – Ele coçou a nuca. Eu conto ou não a verdade? Ele vai ficar com raiva de mim, eu sei.

– Não, conta você. É mais importante. — Desviei o olhar.

– John, eu... — Alguém invade o quarto.

– Desculpa atrapalhar, mas o diretor quer conversar com você Ryan – Uma das serviçais do Ryan entra no quarto atrapalhando o momento. Suspirei aliviada, menos pressão.

– Ok, estou indo – Ryan se virou pra mim – Me espera – Apenas acenei com a cabeça e esperei ele sair pra me jogar na cama.

Bendita seja essa mulher, eu daria um beijo nela agora por me salvar. Me livrei de uma tortura, de uma briga maior ainda.

–.-

O dia passou voando, já tá tudo escuro lá fora e nada do Ryan voltar. Acho que o diretor comeu ele, ou fez ele de comida de vaca. Vai saber.

Enquanto Ryan vira estrume eu fico aqui pensando e analisando a vida. Ryan disse que tem uma coisa pra me contar, certo? E eu também tenho. Aliás, eu tenho duas coisas pra contar pra ele, mas uma eu não tenho tanta certeza assim, pode ser só coisa da minha cabeça de pássaro cagado e do meu coração de elefante amassado. Olha, fiz uma rima. Ok, foco Eliza.

Será que Dylan tá certo? Eu estou realmente com ciúmes do Ryan? Não, impossível. Onde já se viu eu com ciúmes daquele ser? Ainda mais dele com a Cameron. Cameron... Como eu queria esmagar a cabeça daquela macaca agora, só por achar que manda em mim. Jamais vou me afastar do Ryan, nem com ele me pedindo isso. Ryan é meu. Opa, isso foi forte demais. Ok, é melhor eu parar de refletir na vida, minha cabeça é pequena demais pra isso.

Como Ryan não deu as caras, resolvi ir atrás dele. Qual é, tô ficando preocupada mesmo, admito. Saí as pressas do quarto e segui direto pra sala do diretor. Sem bater nem nada entrei com tudo na sala.

– Joe, viu o Ryan por aí? Eu tô esperando ele desde cedo e até agora nada, tô preocupado... — Morri. Mentira, só perdi a voz ao encarar os olhos cor de mel de Ryan me fitando como se eu fosse uma criminosa. — Ah, você está aí... — Tentei disfarçar.

– Sim...- Falou pausadamente – Eu avisei que estaria aqui – Franziu o cenho.

– Avisou? — Sorri forçado – Nem ouvi nada – Afundei as mãos no bolso. Joe só nos encarava sem dizer nada. Aí tem.

– Que história é esse de chamar o diretor de Joe? Estão tão íntimos assim? — Ryan se encostou na mesa do diretor. Ai que pose sexy. Foco garota.

– É o nome dele – Apontei para uma placa na mesa.

– Não sabia que tolerava isso p... senhor diretor. — Opa, ia sair outra coisa ali, eu sei.

– E não tolero, John é abusado – Joe me fulminou com os olhos. Barra tá pesada aqui.

– Quer dizer que sentiu minha falta, John? — Ryan caminhou lentamente até mim. Tremi as bases.

– E-eu disse isso? — Gaguejei. Droga.

– Sim... — Ryan parou atrás de mim. Parece até aquelas cena do filme Crepúsculo. Ok, menos Eliza.

– Você está escutando coisas mesmo – Me afastei. É melhor, assim eu mantenho o controle. — É melhor eu ir, depois a gente se fala – Ia me afastando, mas Ryan me segurou. Me ama demais.

– Não, espera. — Ryan encarou o diretor – Joe quer falar com você. Eu vou indo, te espero no quarto. — “te espero no quarto” isso parece até aquelas coisas de casal. Ryan saiu da sala me deixando sozinha com o diretor estranho.

– Estava mesmo a sua procura, John. Fiquei sabendo de algumas coisinhas, precisamos conversar... — É hoje que eu morro. Foi muito bom conhecer vocês, levem rosas pro meu velório e podem chorar, eu deixo.

Notas finais
E entãaaaao? Quem quer me matar por esse capítulo bosta? e.e *corre das pedradas* Mereço reviews? Diz q siiim *pisca olhinhos* Um obrigado enooooorme a todas as leitoras q não me abandonaram e comentaram, vcs são divas *-* Leitoras fantasmas? Tem alguma? Comentaaa, pliis *u* Ah, um aviso a todas as fogosas que querem seqçu. Vai ter o seqçu, mas antes o Ryan tem q saber de td né, n pode ser lá na hora '-' UAHUSHAUSHAU FORTES EMOÇÕES NO PRÓXIMO CAPÍTULO! 1bj na bunda.