The Gângster

13 O Quase Resgate


Notas iniciais
Aqui está mais um capítulo, espero que gostem :) Apreciem


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Ian Narrando:

Vejo Cloe saindo da ""festa"", com seu salto em mãos e a chave na outra.Sorrio.Seria até bizarro, mas porra, nunca transamos.Espero conquistar isso hoje.

Ela não é qualquer uma

É, tem essa porra.Essa festinha de formatura é muito entediante.Tirando as mulheres, porra, só tem mulherada.Infezlimente "prometi" para mim mesmo, que minha atenção fosse só para Cloe.
Depois que os cuzões — Vulgo, sua família — Viraram as costas para ela, decidir que eu criaria uma família só para ela.E por que eu fiz isso? Não faço a mínima ideia.Eu fico estranho perto dela, não tiro essa merdinha de sorriso na boca.E caralho, o beijo é outra coisa.
Me levanto.Não sei de devo fazer isso.Cara, porque eu fui comprar essa merda!? O que eu estava na cabeça!? Toco em meus bolsos, sinto o negócio e o pego.Abro a mini caixinha.

O que está dando em mim?

Tiro um dos anel.É diamante puro, custou um rim, mas...

Vale a apena


Eu tô louco, só pode.Sim, eu comprei a porra de um anel.Não, não vou fazer aquilo.Não sou disso.Ela vai gostar, eu sei que vai.Guardo a caixinha preta em meu bolso de volta.Ando para fora.Eu não devia deixar ela tão sozinha assim.
Paro na frente da faculdade.Puta que pariu.CADÊ A CLOE!? A porta do carro estava aberta, e a chave do carro no chão.Corro pro carro e nada.Bagunço meus cabelos.Na onde ela foi parar!? Cloe, na onde está você!?

**** Naquele mesmo dia, bem de manhã...

Reunir todos os The Foxys.Quero geral procurando por ela também.Estalei os dedos e os caras ficaram em silêncio.Até os viados estão aqui.

—Vou pedir um serviço a todos vocês. — Digo. - Quero que vasculhem toda casa abandonada e galpões.Quero todo mundo ligado.

—Chefe, estamos procurando por quem? — Diz um dos caras.

—Deve ser A Primeira Dama. — Outro cara diz.

—Cloe Blutter.Andrew, se você vê alguma coisa estranha em uma das câmeras da rua, tu fala.Nícolas, comanda a primeira linha, Thomas a segunda.Dylan se vem comigo.Vamos dirigir por aí e ameaçar alguma pequena gangue.

Todos começaram a se espalhar.Procurarei ela, nem que me custe a manhã toda.Eu e Dylan formos em carros separados.Falando ao rádio, sobre supostas pessoas que poderiam fazer isso.

—Cara, que ir nos Os Ratos, eles sempre tem algo pra falar. — Dylan propõe.

—Tanto faz, bora.

Mudamos nosso rota e formos para uma parte distante da cidade.Para umas pequenas favelas.Subimos os morros com nossos carros e uns caras começaram a nos olhar.
Paramos em frente a um beco.Esse é o ponto de encontro do Rato, o chefe deles.Os Ratos é uma gangue meio antiga, pequena, mas bem rápido e traiçoeiros.O chefe deles sempre me deu uma mãozinha, quando os policiais baravam na exportação.
Saímos de dentro do carro e uns pivetes chegaram e nos olharam, ou correção, olharam para o carro.

—Qual é a tua tio, quer falar com o Rato? — Diz um dos pivetes.

—Primeiro, me respeita pivete.Tio é o cara que come tua mãe.Segundo, eu quero falar com o Rato mesmo. — Falo, naturalmente.

Um homem negro e baixinho foi saindo das sombras do beco.Todo desleixado e cheirava a maconha.Ele deu um trago no cigarro e o jogou no chão depois.

—Fala Raposa. — Ele acena para mim. - Baitola. — Olhou para Dylan.

Dylan lhe mostra o dedo do meio.Rato dá as costas.Começamos a seguir ele e entramos no cubículo da casa dele.Várias mulheres na maior suruba na sala.

—Saiem! Chamo depois.

Caralho, até meu amiguinho aqui de baixo se animou.Meio peladas, elas saíram da casa.Sentamos no sofá.Menos Dylan, o viado ficou em pé, até entendo, o sofá cheira a sexo e gozo.

—Fala ae, qual é a nova? Qual serviço? — Diz o Rato.

—Tu tá sabendo de algum sequestro específico? Algo contra mim? Ou até alguém da minha família? Digo.Pego minha arma e coloco ao meu lado.

O Rato me olhou e depois para minha arma.Me encosto no encosto do sofá e lhe olho friamente.

—Eu não sei de nada. — Ele diz.

—Você sabe que tu me serve, né!? — Já me sentia impaciente. — Agora fala PORRA.Os caras tem algo me pertencem.

O Rato me olha.Parecia pensar muito, antes de fala.Se ele não quiser falar, faço do jeito melhor.Ameaçando, sei que ele tem uma filha.

—Você tem uma filha, né, Rato? — Pego minha arma e a analiso ela. - Seis anos, né? Bem novinha, para acontecer algo de ruim com ela.

E foi aí que suas estruturas de quebraram.Bingo, acabei com seu psicológico.Sorrio convencido.

—Por favor Ian, não faça nada com minha filha. — Ele súplica.

—É só começar a falar.Fácil, simples, e rápido.

—Okay, eu digo! Tem uma nova gangue crescendo por aqui, tanto na tua área, quando aqui nas favelas.Ainda não virmos os membros oficiais.Parece ser moleques, se metendo na onde não é brincadeira.Acho que se chamam Os Filependos. — E eu achando ruim o nome da gangue do Rato. - Conseguir sequestrar um deles.E bom, fiz ele comer rato e fazer os ratos comerem ele. — Essa é uma das técnicas de sua gangue. - Faz dois dias.Ele falou de roubar algo precioso seu e, disse que era bem gostosa? Bem, não saquei na hora, liguei o foda-se e o matei.

Levanto num pulo.Ninguém pode chamar a Cloe de gostosa além de mim! AGORA QUE TÔ PUTO! Pego minha arma e a coloco no cós da minha calça.

—Valeu ae, Rato. — Digo.

—Vou botar um dos fuzileiros para dar uma volta na favela.Ficarei de olho, Raposa.Deve ser algo importante para tu, cara.

Me viro para ele.Parece que ela é tão especial para mim?

—É, é algo bem especial. — Digo sem pensar.

Eu e Dylan saímos da sua casa e também do beco.Geral de antes passava a mão no nossos carros.Entramos e ralamos daqui.Agora vou ver como está as coisas com o viadão Hacker.Aperto o botão do rádio.

—Drew, alguma coisa? — Solto o botão.

—Sim, encontrei só agora.Tem uns pivetes dando uma de gângsters.Achei a Van que pegaram ela. — Meus músculos de contraem.

—Já rastreio!?

Se formou um silêncio.Só conseguir ouvir as teclas do seu computador, sendo clicadas rapidamente.

—Acabei de fazer isso, Chefia. — Odiava quando os viados que chamam de Chefe ou Chefia. - Vêm de um tal de... (Ele fez uma pausa)

Eu ouvia o 'cantar dos pneus', junto com Dylan.Corríamos a um milhão.Dylan estava bem caladão, acho que ele tá bolado por causa do sequestro, também.

—Ian, tem algo aí. — Drew volta.

—Porra Andrew, de quem é a Van!? — Questiono puto.

—O Rato me ligou e disse o que falou para vocês, isso meio que me ajudou.Porra Martinez, ele estava muito errado. — O que ele está dizendo!? - Essa "nova" gangue, entre aspas, não é nova porra nenhuma, é mais velha que a nossa.E a Van está no nome de Rodrigo Volsky Capone.

Gelo pela primeira vez.Eu pensei ter fugido desse cara, mas ele voltou.Porra, vai fuder tudo.Rodrigo Volsky Capone, é um cafetão Russo.A Rússia nem prefere se meter com ele, de tanta coisa que ele tem nas mãos.

—Martinez, ele é perigoso. — Nunca ouvir Drew 'andar para trás'.

—Porra tá metendo o loco, Drew!? Tá amarelando!? Eu vou resgatar Cloe.Se você quer sair dessa, sair e não volta nunca mais.Porque a minha gangue não é para fracos.

—TA BEM PORRA, EU FICO! SÓ ESTOU AVISANDO QUE ELE NÃO É BRINCADEIRA! Não estamos lidando com qualquer gangue, Martinez.

—EU SEI CARALHO, ME DEIXA PENSAR! — Jogo o rádio pro lado.

Vamos Ian, pensa.Se você fosse uma gangue na onde estaria? O rádio apita.

—Fala. — Digo.

—Martinez, encontramos eles. — Diz Thomas.

Sinto meu peito de estufar, olha, eu tenho coração.

—Onde?

—Num antigo casarão nosso.Foram espertos, escolher um local longe da cidade e burros, por escolher uma antiga propriedade nossa. — Foi a vez de Nicolas dizer.

—É aquele casarão que quase pegou fogo?

—Sim, Martinez.Vamos esperar vocês aqui. — Diz Thomas.

Jogo novamente pro lado o rádio.Acelero e Dylan foi pro lado, acompanhando.Passavamos entre a carros muito bem.Esse casarão é meio longe.
Porra, espero que Capone não esteja já aqui.Quem pensa que é para migrar em meu país e na minha área ainda!? Capone pode ter vindo da Rússia, foda-se, eu também vim de lá.Mas em minhas coisas, ele nem pense em tocar.

—Relaxa Cloe, já estou chegando. — Digo sozinho.


Se algo acontecer, o que eu farei com o anel? Porra, vou jogar essa merda fora, ando muito gayzinho.Porque eu comprei um anel!? Balanço a cabeça, para desviar dessas merda de pensamentos.Irei me concentrar em uma coisa; pegar o que é meu.

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Notas finais
Até o próximo capítulo!