The Guardian

27 Bem vindo Nate!


Notas iniciais
Obrigado pelos reviews Marcela, Carolpass, CatyTS, sissy, Eclipse She, Cris, Lolitasss, Brunaras Bella Cullen, sil masen cullen, Gilda, Belita, Tamara Almeida, angel bad, carlinhamaral, JuhRodrigues, verinha, laryssa, Flávia Regina, club, LêhRobsten, bjos.
Vamos a mais um capítulo!

Capítulo anterior – Eu não sabia que você era dada a esse tipo de coisas. Disse Edward em meu ouvido enquanto estávamos na banheira.

– Você gostou? Perguntei virando meu rosto para encontrar o dele.

– Se eu gostei? Bella... Qualquer coisa com você é sempre mais do que perfeita! Disse me beijando e mais uma rodada foi servida pra fechar a noite com chave de ouro... Estar casada estava sendo muito bom!

...

– Mamãe eu quero! Disse Mel entrando na sala com o frasco de chantilly na mão.

– Não! Soltou Edward quase em desespero... O tal frasco de chantilly havia sido esquecido em nosso quarto depois da brincadeira da madrugada... Edward tomou o frasco da mão de Mel.

– Por que não? Perguntou séria e eu tive vontade rir.

– É amor por que não? Perguntei provocando e Edward me olhou com os olhos arregalados.

– É aquele branquinho de bolo... Eu gosto! Disse Mel ainda esperando a resposta do pai.

– Esse aqui está estragado... Isso está estragado! Declarou Edward e Mel inclinou a cabecinha para o lado confusa... Minha vontade era de gargalhar.

– Ah está estragado Edward? Soltei e ele se virou pra mim com a expressão derrotada.

– Bella... Baby... Disse quase em suplica.

– Papai? Chamou Mel e ele se voltando para ela...

– O papai compra um pra você ok? Disse e eu parei de sorrir me recompondo.

– O que a minha baixinha acha de fazermos uma torta doce bem gostosa? Perguntei me levantando e minha formiguinha se mostrou empolgada... Pisquei para Edward passando por ele e pegando o frasco praticamente vazio pra jogar no lixo enquanto Mel me seguia até a cozinha... Eu estava me sentindo uma pervertida, mas sinceramente não estava dando a mínima!

(...)

– Por que jogar bola? Mel perguntou para Sondra, minha obstetra, depois dela dizer a Edward que se preparasse para jogar muita bola...

– Porque é um menino Mel! Respondeu Sondra enquanto encerrava minha ultrasom, e eu via lagrimas expostas no rosto de meu marido ao passo que percebia as minhas caindo... Agora eu teria um casal... Mais perfeito impossível!

– Baby... Obrigado! Disse me dando um beijo... Mel permaneceu calada e eu achei aquilo estranho, mas a emoção daquele instante não me permitia buscar respostas dela... Após sairmos do consultório paramos em frente ao elevador esperando o mesmo. – Mel, tudo bem? Perguntou Edward se antecipando e minha filha apenas assentiu... Eu previa problemas vindo por aí... Ela passou o caminho todo até em casa muda e aquilo estava me deixando tensa, Edward não estava diferente e vira e mexe me olhava e eu insistia sorrindo tentando tranqüilizá-lo... Mel adentrou a casa sem ao menos dar atenção a Boris, aquilo pra mim foi a gota d’água... Ela marchou para o seu quarto. – Amor? Chamou-me Edward e eu me virei para fita-lo.

– Eu vou falar com ela! Afirmei e ele assentiu... Entrei em seu quarto e eu a encontrei deitada em sua cama virada pra janela.

Turning Page intrumental – Sleeping At Last (ouça)

– Todas as vezes que a minha pequenina fica triste o meu coração também fica... Falei e ela não se virou... Aproximei-me da cama e me sentei ali. – Será que podemos conversar? Perguntei.

– Eu não to triste! Disse baixinho.

– Ok! Então o que deixou a minha garotinha assim tão calada e pensativa? Perguntei.

– Eu não sou boa com bolas... Toda vez que o Tomy quer jogar bola... Baseball ou basquete e até mesmo futebol eu... Ah eu não gosto, porque nunca consigo pegar a bola e nunca consigo rebater... A Lauren consegue e ela já jogou com o Tomy... Disse e ao final sua voz ficou chorosa... Eu a virei com desespero... Minha Mel nunca poderia se sentir inferior... Eu jamais iria admitir... Ela podia fazer o que quisesse, era capaz de qualquer coisa!

– Você é a menina mais perfeita do mundo todo, meu anjinho... O amorzinho da minha vida... Disse e ela se escondeu em baixo do meu braço ainda chorando e aquilo me quebrou ainda mais. – Mel... Por favor, não chora gostosa! Pedi a abraçando de forma desajeitada por conta da barriga já avantajada. – Eu te amo tanto... Tanto! Falei puxando-a pra beijar seu rosto.

– O papai não vai mais gostar de...

– Não diga isso, pois é mentira! Afirmei cortando-a.

– É realmente eu não vou gostar mais de você... Disse Edward na porta do quarto de Mel e eu me virei para vê-lo segurando as lagrimas pela dor de minha pequenina. – Eu nunca gostei... Na verdade eu sempre amei... Desde o primeiro instante que vi a minha sapequinha nadando na piscina com Tomy... Ali naquele dia eu me apaixonei de forma definitiva... Então realmente não vou gostar mais de você... Disse se sentando a minha frente. – Porque não tem como eu gostar mais! Concluiu e eu sorri para ele.

– Mas eu não sei jogar e... E...

– E nada gatinha... Princesa... Se você sabe ou não sabe isso não importa... Mesmo porque qual o problema em não saber jogar, se aprende e se mesmo assim não for boa segue-se em frente... Você é boa em um milhão de outras coisas... É boa em desenho, por exemplo... Dizia ele e Mel saiu de seu esconderijo em meu pescoço. – É boa em computador... Disse e com essa eu ri lembrando do anunciou que ela colocou na internet.

– Isso é verdade! Afirmei e Edward sorriu. – É boa em investigar, em listas e em achar coisas perdidas...

– Listas e achar coisas perdidas? Perguntou confusa e Edward também me olhou de forma questionadora.

– Sim... Quem fez a lista de como deveria ser o papai? E quem achou esse papai perdido aqui? Perguntei apontando para Edward e ela se levantou para me ver melhor, olhou de mim para Edward e se voltou em seguida para mim com o semblante completamente mudado.

– Fui eu! Disse orgulhosa.

– Viu? Soltei sorrindo e ela me abraçou e Edward se aproximando de nós participou do abraço como pode.

– Teve uma lista é? Perguntou Edward brincalhão.

– Sim teve! Afirmei e Edward riu.

– Nós amamos você sapequinha e isso nunca vai mudar! Disse beijando a cabeça de Mel e eu sem me conter mais comecei a chorar.

– Como vai ser o nome dele? Perguntou Mel um tempo depois colocando a mão em minha barriga e eu me vi com a mesma pergunta, o semblante de Edward era tranquilo.

– Bem... Eu... Eu pensei em um nome...

– Diz papai! Disse Mel empolgada e eu compartilhava de sua emoção.

– Nathan... Soltou Edward desconfiado e eu sorri ao ouvir... – Era o nome do meu avô, pai da minha mãe e... Bem... Ele era um homem bom sabe e...

– Vai ser Nathan! Declarei e um sorriso radiante se instalou nos lábios de meu marido refletindo em mim a alegria.

– Oi Nate! Disse Mel beijando minha barriga em seguida, minha gostosa havia acabado de criar o apelido de seu irmão... Estávamos bem, em paz a espera da chegada de Nathan em nosso convívio!

...

– Oh Deus! Disse Esme emocionada ao saber o nome do novo membro da família. – Meu querido obrigado! Disse beijando Edward. – Esse pequenino já seria muito amado... Agora então! Disse se soltando de Edward e tocando em minha barriga ao se inclinar e beijar a grande bola. – Vocês sabem o que significa esse nome? Perguntou agora com as mãos nos ombros de Mel e ambos permanecemos em silencio... Eu confesso que estava curiosa, mas ainda não tinha tido um tempo de qualidade para investigar o significado. – Significa Presente de Deus! Afirmou satisfeita e aquilo me encheu o coração.

– Que será um presente eu não tenho duvida e que também será um bagunceirinho como certos pequeninos que eu conheço também não tenho a menor duvida! Disse Carlisle.

– Ai Carlisle não diga isso, por favor! Pedi de forma brincalhona.

– Sinto muito filha, mas as crianças Cullen são sempre arteiras! Devolveu sorrindo e todos rimos do comentário mais do que verdadeiro.

POV Edward

– Ai... Isso amor... Assim... Dizia Bella ao relaxar em quanto massageava seus pés e panturrilha que se encontravam levemente inchados... Mel já estava no décimo sono e nos encontrávamos em nosso quarto... E como agradecimento Bella vindo em minha direção se sentou em meu colo de frente pra mim. – Você merece um premio amor! Disse me beijando e de imediato me animei... Ela começou a se esfregar em meu membro recém ereto me levando ao delírio... O fato dela estar sem calcinha em muito ajudou... Bella não se demorou em puxar minha boxer expondo meu membro e sem demora sentando nele... Minha sanidade se perdeu no meio do caminho e eu comecei a chupar e beijar seus seios... A movimentação frenética de nossos corpos nos levava próximos a liberação... Bella começou a puxar meus cabelos e morder e chupar meu lábio inferior... – Uhm... Gostoso! Disse ela e sem mais nos contermos nos derramamos em um orgasmo intenso.

– Benditos hormônios! Soltei buscando regularizar a respiração... Bella estava insaciável e eu estava amando isso.

– Quando eu estiver bem mau humorada vou perguntar se ainda está feliz com meus hormônios malucos! Declarou se recostando em mim e foi uma surpresa pra ambos sentir em nosso contato um tremor além do normal vindo um pouco abaixo.

– O que foi isso? Perguntei me afastando assustado e Bella sorriu.

– Ele se mexeu! Disse puxando minha mão e colocando-a em cima de sua barriga... E eu senti no segundo seguinte meu garotinho me dando “Oi” pela primeira vez.

– Oi campeão! Soltei emocionado.

(...)

– Será que vamos ter que esperar muito mais? Perguntou Emmett... Estávamos no tribunal, era o julgamento de James Gigandet, eu havia prestado depoimento e agora aguardava ser liberado, Gusman e Harry haviam dado seus depoimentos também e haviam sido dispensados... O julgamento era a portas fechadas assim como havia sido o de Caius, o Volture pegara cinco anos por trafico de animais depois que seu advogado convenceu o juiz de que ele realmente não sabia sobre as pedras e já estava cumprindo sua sentença em uma penitenciária... Eu queria ir embora assim como meu irmão, nada mais tinha a fazer ali...

– Eu não sei, pediram que eu aguardasse... Mas se você quiser ir sem problema! Respondi, Emmett já havia dado seu depoimento e tinha sido dispensado.

– É que Rose não estava muito bem pela manhã sabe e...

– Eu sei mano, pode ir... Sem problemas! Disse cortando-o, Rosalie estava grávida de quatro meses e meu irmão assim como eu era marinheiro de primeira viagem... Já minha Bella estava entrando na reta final da gestação... E nos últimos dias estava resmungona o que eu entendia... A barriga já estava grande e pesada e seu corpo frágil estava sendo castigado... Sem falar na ansiedade que se abatia sobre todos nós... Em seu ultimo ultrasom meu garoto se mostrou completamente inquieto pra variar e deixar claro que era realmente um Cullen... Emmett se despedindo foi me deixando ali... Um tempo depois percebi a movimentação vinda da sala onde ocorria o julgamento... Não demorou muito e vi sair de lá o promotor de justiça acompanhado de Sam Uley e ambos sorriam, logo atrás deles vinha James sendo escoltado por dois policiais e seguindo ele vinha seu advogado... Quando ele me viu sorriu presunçoso...

– Acha mesmo que me pegou sargento Cullen? Perguntou a poucos metros de mim e todos pararam para olhar.

– Não... Não acho... Tenho certeza! Afirmei confiante

– Gosta de surpresas? Questionou e eu achei estranho. – Bom eu gosto e gosto muito! Declarou rindo e foi levado pelos policiais...

– Ele pegou dez anos por trafico internacional... Estará bem guardado em uma penitenciaria em Riverside*... Dizia Sam ao lado do promotor, esse episódio em minha vida estava encerrado.

POV Bella

– Eu acho que não falta mais nada! Disse Alice parada ao lado do berço de Nate... Sim o quarto de meu garotinho estava pronto e eu estava me deliciando com cada detalhe e embora estivesse me sentindo cansada e incomodada com a demora de Edward naquele tribunal eu estava feliz... Feliz por ver que meu bebê estava tendo uma atenção gigantesca de nossa família coisa que não aconteceu na minha espera por Mel... E confesso que isso às vezes me dava uma tristeza, não por mim que agora estava vivenciando esses bons momentos, mas sim por minha filhinha que não tinha tido essa atenção toda por seu pai e pela família dele.

– Sim está perfeito! Afirmei jogando pra longe qualquer pontinho de tristeza... O quarto com detalhes de bichinhos nos tons claros de verde, marrom e azul e com fundo branco era aconchegante e iluminado na medida certa para as sonecas que meu pequeno teria no berço todo azul... Enquanto eu olhava suas roupinhas penduradas no armário ficava imaginando como seria sua carinha... Seu jeitinho... Meu Nathan era esperado e absurdamente ansiado.

– Bem rapazinho venha logo para fazermos a festa aqui nesse quarto ok? Disse Alice passando a mão em minha barriga.

– Obrigado! Declarei e ela me olhou com aqueles orbes verdes que sempre transbordaram alegria e carinho pra mim.

– Não tem nada que me agradecer... Ele é meu sobrinho ora essa... Faria até mais se precisasse... Mas como ele tem um papai pra lá de atento eu acho que o meu trabalho se encerrou por aqui! Disse sorrindo.

– Estou vivendo um sonho Alli! Afirmei tentando não chorar.

– Não você está vivendo o que merece... O que sempre mereceu... Então trate de viver... Aproveitar... A vida passa rápido demais... Daqui uns dias Nate estará indo pra universidade e vai nos restar apenas agüentar uma a outra... Se bem que sempre teremos o shopping não é? Soltou e eu ri limpando uma lagrima traiçoeira que caiu.

– Quer dizer que minha velhice vai ser passada seguindo você nas compras? Questionei e ela me deu a língua saindo do quarto e eu a segui rindo.

...

– Mamãe deita aqui com eu! Pediu a minha manhosinha sonolenta... Edward estava no banho enquanto eu a colocava na cama... Deitei-me de lado e Mel me abraçou escondendo o rosto em meu pescoço como de costume.

– Meu bebê está carente? Perguntei e ela riu fazendo cócegas me meu pescoço.

– É que eu tenho que aproveitar, depois o Nate nasce e aí a senhora vai ficar muito ocupada! Disse com sua sabedoria infantil.

– Ah mais eu vou sempre arrumar um tempinho pra ficar com a minha gostosa! Disse beijando seus cabelos e a ninando ao mesmo tempo... Cantarolei uma canção que minha mãe cantava pra mim quando tinha a sua idade e logo Mel ressonava tranqüila, sai de seu quarto após me despedir.

(...)

POV Melany

– Esse leite ta ruim! Falei... O papai fez o meu leite, porque a mamãe ficou na cama... Acho que ela tava com preguiça e o papai tava fazendo o café dela e colocando num prato bem grandão.

– Ué eu fiz como sua mãe falou! Disse o papai, mas eu não gostei e então resolvi só comer meu lanche de paste de amendoim com geléia que eu mesma tinha feito... Eu sujei um pouco a toalha da mesa com geléia mais a mamãe nem ia ver mesmo.

...

Eu ganhei uma bicicleta nova porque a que eu tinha o papai falou que estava pequena pra mim e aí agora ele tava montando minha bicicleta.

– Não... Droga... Esse parafuso não vai aqui... Dizia o papai quase deitado no gramado de casa e o Boris tava sentado do meu lado olhando.

– Vai demorar muito papai? Perguntei... Eu já tava cansada de ficar só olhando, eu queria é andar na minha bicicleta nova.

– Só um pouquinho mais princesa... Disse o papai.

– EDWARD... Gritou a mamãe de dentro de casa e o Boris latiu.

– Estou aqui fora... Falou o papai e o Boris se levantou e continuou latindo

– EDWARD...

– Mel vá ver o que sua mãe quer, por favor! Pediu o papai e eu levantei pra ver o que a mamãe queria, o Boris me seguiu ainda latindo... Ai que chato! Quanto eu cheguei na sala a mamãe tava com uma cara feia e tinha feito xixi na calça.

– Mel... Disse com a voz estranha. – Chama o pa... Papai pra mim... Pediu com a mão na barriga e eu fui fazer o que ela me pediu... Ela tava estranha.

– Papai a mamãe pediu pro senhor ir lá. Disse.

– O que ela quer? Ele perguntou.

– Eu não sei... Ela tá estranha e fez xixi na calça. Respondi.

– Xixi na calça? Perguntou e eu assenti.

– É... Ela fez e tá estranha. Disse.

– MEU DEUS! Gritou o papai e saiu correndo e o Boris continuava latindo... Que gente mais maluca né? Eu segui o papai, fazer o que... Acho que ele ia ajudar a mamãe a trocar de roupa... Olha eu já fiz muito xixi na calça, mas eu sou criança né? Nunca vi adunto fazendo xixi na calça... Será que não deu pra ela chegar no banheiro? É pode ser porque agora ela anda mais devagar que a tataruga que eu vi no zoológico.

– Edward... Falou a mamãe na hora que eu entrei na sala... Ela tava chorando...

– Não chora mamãe... Não tem problema... A gente não conta que você fez xixi! Falei e o Boris continuava a latir... Meu Deus! — Para Boris! Falei brava.

– Ok... Ok... Eu... Eu vou pegar as malas e...

– Edward... Disse a mamãe ainda chorando. – Liga pra Sondra e... A mamãe dizia, mas aí ela parou e segurou a mão do papai fazendo careta.

– Está tudo bem... Tudo bem! Disse o papai.

...

Depois da correria toda em casa... O papai colocou a mamãe no carro, trancou o Boris em casa e me colocou na cadeirinha do carro e disse pra eu ficar quietinha que o Nate tava nascendo... Mas eu queria saber por onde? Por onde o Nate ia nascer? Ia sair pela boca da mamãe? Nossa ela gritava às vezes e eu fiquei meio com medo sabe... Ai agora eu to aqui esperando a vovó e a tia Alice chegar dentro da sala do vovô... É eu to no hospital dele e do tio Jass... Mas num sei to com um medo sabe... Eu num gostei de ver a mamãe chorando e eu nem pude dar um beijinho nela... Por que eu não podia ficar com ela?Aí eu pensei, hospital é lugar de gente dodói... Será que ela tinha ficado dodói?

– Aqui está você... Oi meu amor! Disse a vovó beijando minha testa.

– Vovó a mamãe tava gritando bem alto e tava chorando... E o papai falou que o Nate tava nascendo... Expliquei e ela sorriu.

– Está tudo bem meu amor... Seu irmãozinho está nascendo sim e aí ela ficou um pouco assustada... Mas está tudo bem! Disse a vovó sentando comigo no sofá grande da sala do vovô.

POV Edward

Enquanto estive na universidade cheguei a ver e acompanhar alguns partos, mas ver o parto do seu filho... Ah isso é outra história... Confesso que não curti ver minha mulher sofrendo isso é fato... O trabalho de parto de Nate foi tranquilo ao estilo Leboyer* como era desejo meu e de Bella... Minha mulher foi valente me deixando orgulhoso... Fomos os primeiros a pegar Nathan no colo e meu garoto é claro aos gritos disso “Olá” para o mundo... Bella agora dormia após ser cuidada por Sondra e sua equipe e eu via meu garotão dormindo no pequeno berço de acrílico ao lado de sua mãe, a figurinha era saudavel e seu Apgar* de grau nove me deixara muito tranquilo.

– Papai? Chamou Mel baixinho ao entrar no quarto e ficar paradinha perto da porta... Ela estava desconfiada e deveria ter recebido mil recomendações antes de entrar.

– Oi gatinha! Falei baixinho e sorrindo. – Vem aqui. Disse e ela veio.

– A mamãe ta dormindo de novo? Perguntou e eu tive vontade de rir... Bella nos últimos dias estava bem dorminhoca por conta do cansaço e das noites mal dormidas em virtude da barriga.

– Sim, ela estava bem cansada sabe... Então dormiu, mas logo ela acorda! Expliquei pegando-a no colo.

– Ela ta bem né? Perguntou Apreensiva.

– Está, eu garanto... Você quer conhecer seu irmão? Perguntei e ela arregalou os olhos iguais aos meus assentindo, me virei levando-a próxima ao berço... Nate estava totalmente coberto tendo apenas a cabecinha de fora com um gorro na cabeça escondendo a cabeleira quase ruiva... Sim dessa vez eu tinha deixado a minha marca!

– Ele é muito pequenininho! Disse.

– Sim ele é! Afirmei beijando sua bochecha... Ali estava a minha família... Meu maior tesouro!

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Spoiler:

– James... Soltei assustada ao ver que o que me cutucava a costela do lado esquerdo era algo nada inofensivo.

– Nós vamos sair daqui em silencio e com tranqüilidade! Disse me empurrando em direção à porta. – Vamos...

– Espera... Calma...

– É melhor colaborar Isabella... Soltou apertando o meu braço com força exagerada. — E fique feliz que não peguei seus remelentos junto, infelizmente não consegui... Declarou e aquilo me trouxe calafrios nada bem vindos. — Anda...

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n/a: Riverside* — Condado de Riverside é o lar de uma das maiores operações de correctional facility, na Califórnia e nos Estados Unidos.

Laboyer* — Na década de 1960, o francês Frederick Leboyer lançou a obra Pour une Naissance Sans Violence, que iniciou um movimento em defesa de uma forma menos violenta de nascer. O objetivo era tornar o parto mais tranquilo para o bebê, com pouca luz, silêncio, massagem nas costas em lugar da tradicional palmada para abrir seus pulmões, banho perto da mãe e amamentação precoce.

Apgar*– É aquela nota que os bebês recebem logo ao nascer. Criado pela anestesista inglesa Virginia Apgar na década de 1950, o índice avalia cinco características do recém-nascido no primeiro e no quinto minuto de vida. O objetivo é checar sua vitalidade e como anda sua oxigenação fetal. Os cincos aspectos avaliados são: a cor da pele, a frequência cardíaca, o esforço respiratório, o tônus muscular e como o bebê responde a estímulos. Cada um deles recebe uma nota de 0 a 2. Se a soma dos pontos resultar em uma nota entre 7 e 10, a criança é considerada normal. Um resultado menor do que 6 sugere que ela sofreu consideravelmente durante o parto ou mesmo antes dele e o neonatologista deve tomar medidas imediatamente.

Notas finais
Ainda estou com problemas com relação a postar imagens então pra quem quiser conhecer Nathan e seu quartinho aí vai -
http://www.net-bebes.com/wp-content/uploads/2009/11/recem-nascido.jpg
http://25.media.tumblr.com/1964f4668f6d575387b0b75ac348165f/tumblr_mgs465lnTH1ro4sloo1_500.jpg
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Querem comentar?????
Eu quero muito ler o que pensam a respeito disso tudo... Vamos fantasminhas não se acanhem, por favor!
Bjos e até o próximo capítulo!