The Greatest Love of All
4 Capítulo 4 - Recorrendo ajuda
Notas iniciais
Tomados pela emoção de poder rever a pessoa que eles tanto amaram na juventude após tantos anos sem se ver desde o dia que Mônica havia se mudado para o Rio de Janeiro com Do Contra, eles sentiam um misto de sentimentos de alegria com surpresa e nostalgia. Estas emoções haviam os dominado tanto que fazia ambos ficarem inertes, completamente estáticos sem mover um misero musculatura dos seus corpos. Apenas um encarando o outro sem conseguir desviar os seus olhares pra outra direção oposta. Os dois permaneciam assim por um tempo não determinado por eles. Judite percebendo pelo desagradável silêncio que ambientava todo o cômodo por causa dos jovens que não pronunciava nenhum ruído se quer, viu que eles tinha muito que conversa e pra isso o melhor era se retirar da sala pra deixa-los mais a vontade.
–Com licença, senhor Cebola! Tenho que voltar pros meus afazeres, se precisar de mim é só chamar, tudo bem?! _Informou Judite pronunciando.
–Ah... Claro Judite, tudo bem! Pode deixar, se caso precisar de você eu te chamo. _Cebola concedeu com um pequeno sorriso formado em sua face, fitado a governanta.
–Com licença, meus queridos! _Após ter pedido licença, Judite foi caminhando em direção até a cozinha da mansão com intenção de retorna ao seus afazeres que fazia minutos antes da Mônica ter chegado na residência.
Percebendo que a presença da governanta já não existia mais naquela sala, sinal que a mesma havia se retirado do local. Os deixando com aquela estranha sensação de estarem ambos completamente sozinhos naquela grande sala de estar e com os seus pensamentos vagando: "o que fazer agora só nós dois aqui". Contudo, tanto o Cebola quanto a Mônica viram que eles deviam ter mais do que a obrigação de dizer algum ao outro o quanto antes se não pretendiam permanecer naquele interminável silencio insuportável por resto da noite — quem sabe até não duraria até no outro dia seguinte.
–Você! _Mônica e Cebola pronunciaram ao mesmo tempo em um perfeito uníssono, o que os deixou ainda mais sem graça e corados de constrangimento.
–Haha... Não dá pra acreditar, depois de tanto tempo você voltou, Mônica. _Mencionou o moreno com um encantador sorriso contornado em seus lábios e fitando intensamente a dentuça que estava na sua frente.
Ele se sentia profundamente feliz por reencontrar o seu grande amor do passado e sua melhor amiga desde a infância.
–Haha.. É nem eu mesma acredito! _Mônica concordou retribuído o mesmo sorriso para o Cebola e o fitando o mesmo.
Como o Cebola, ela também se sentia muito feliz por esse reencontro, após tanto tempo sem poder ver o seu amado melhor amigo de infância.
–Er... É melhor a gente se senta primeiro. Você deve ter muita coisa pra contar, né?! _Cebola sugeriu caminhando até o sofá e por fim se sentando no mesmo.
Mônica por sua vez, fez o mesmo gesto se sentando no sofá também, ela se sentou próxima aonde estava o Cebola.
–Haha... É sim! Muita coisa mesmo! _A linda dentuça afirmou com um leve sorriso divertido.
–Mas... Então... Por que o Dc não tá aqui com você? _Perguntou o Cebola estranhando por seu irmão não esta ali junto da Mônica.
Afinal, por que motivos Mônica viria visitar a família do seu namorado sem esta junta com o próprio!?
–Ham... _A morena grunhiu pensativa e com a sua cabeça baixa, já sabendo que chegou a hora de contar tudo para o Cebola.
–O que foi? Aconteceu alguma coisa rui? Foi com meu irmão? Ou foi ele que te fez alguma coisa? Porque se for isso pode ter certeza se eu ver aquele contra... _O ex troca-letras indagou já bastante apreensivo, só que antes que pudesse termina de falar havia sido interrompido por Mônica.
–Calma, Cebola! Calma! Não é tão serio assim. Quer dizer... Até que é... Só que nem tanto. _A dentucinha tenta o acama-lo com um tom de voz cauteloso que acabou falhando o timbre da voz na ultima frase por receio de conta ao Cebola tudo que aconteceu com ela e o Dc.
–Se você poder me contar, por favor então me diz. O que aconteceu? Por que você esta aqui? E onde estão o idiota do meu irmão? Você sabe que eu só quero te ajudar. _Cebola pediu segurando as duas mãos da Mônica enquanto a fitava com um olhar de apreensão pra ela.
–Eu sei que sim Cê! _Ela afirmou com convicto, ao mesmo tempo o fitava com um doce sorriso singelo.
–Então... Se não puder contar tudo agora, beleza, sem problemas! _Ele disse amostrando toda sua compreensão e retribuído o mesmo sorrido pra sua amada amiga.
–Não! Eu preciso te contar, é importante que você e toda sua família saiba. _A dentuça declarou com determinação de continuar a contar tudo de uma vez.
–Hm... _O jovem apenas grunhiu esperando ouvir tudo que Mônica tinha para lé contar.
–Cebola, o que aconteceu foi que... O Dc.. Ele... Ele me deixou! Terminou tudo comigo e foi embora pra bem longe, eu não faço ideia onde ele poder estar agora.
Enquanto Mônica contava tudo o ocorrido com muito receio que continua nas suas palavras, seus olhos já começava a ficar marejado só de novamente pensa na dó que sentia por seu amado namorado havia deixado, e justo no momento que ela mais precisa dele. Mesmo assim Mônica fazia de tudo para se manter forte naquela situação e não ter que chorar de novo prum homem que não valeria apena suas lágrimas.
–Hã?! _Cebola exclamou abismado por saber que o seu irmão terminou tudo com a garota que ele tanto amava e ainda ama.
–E tem mais... Eu estou gravida. Esperando um filho dele. _Ela completou, em seguida abaixou a cabeça para não ter que encara-lo e sentindo um certo anseio em saber o que Cebola iria dizer sobre tudo isso que ela havia acabado de contar, principalmente sobre sua gestação.
–Hã?! O que? Espera ai tá me dizendo que o imbecil do meu irmão mais velho te abandonou com um filho dele na sua barriga sem se importa com você e nem com essa criança? Isso mesmo que eu entendi? _Cebola questionou incrédulo e sentindo muita raiva do seu próprio irmão mais velho.
Sua raiva era tanta que ele não se aguentou e acabou sobressaltado do sofá ficando em pé de frente pra morena do cabelo chanel.
–É mais ou menos isso! Mas Cebola não fica... _Mônica tenta argumentar defendendo o Do Contra, só que acabou sendo impedida de continuar por causa do Cebola que interferiu.
–Mas que filho da... Não, ela é minha mãe também, não posso xinga-lo disso (infelizmente). Como aquele viadinho de merda, corno, bastardo, puto, imbecil, vadio, travesti de quinta fez isso com você!? Como ele pode! Se eu colocar as minhas mãos naquele babaca... Argh! Farei ele conhecer Jesus antes da hora. _Cego de ódio Cebola esbravejava cuspindo todas suas palavras da sua boca sem se importa por ter dito elas e também ele cerrava os punhos de tanta raiva.
"Se o Dc estivesse na sua a frente naquele momento não existiria mais Do Contra pra contar historia, de tanto ódio que o Cebola tava sentido"
–Cebola! Para por favor! Não se esqueça que ele é o seu irmão. E também ele teve lá seus motivos. _Ela o repreendeu nem um pouco satisfeita pela atitude do seu amigo e encarando seria o mesmo.
–Ah Mônica dá um tempo! Vai mesmo defender aquele credito agora?! Eu confiei a pessoa mais importante nas mãos dele, achava que ele nunca te faria sofrer. Como eu puder ser tão idiota... _Cebola se justificou se sentindo indignado por Mônica defender o seu irmão mesmo ela sabendo que as atitude do Do Contra estava complacente errada.
Em seus pensamentos completava a frase que ele não podia dizer na frente da amada dentuça: "...Por não ter lutado por você a cinco anos atrás"
–Por favor Cê! Eu não quero brigar com você por isso. _Mônica sendo mais cautelosa e compreensível possível pediu ao Cebola com uma expressão de redenção, ela não queria mesmo discutir com o Cebola, não com ele que sempre foi uma das pessoas mais importante pra ela e ao mesmo tempo eles dois sempre tiveram suas desavença desde infância.
Cebola também viu o mesmo, assim ele se acalmou e por fim se sentou no sofá no mesmo lugar que se encontrava minutos antes.
–Sei que o Dc vacilou feio comigo me deixando quando mais precisava dele. Mas é só que... No tempo que vivi ao lado dele, Dc foi tão bom pra mim. A única vez que ele me magoou mesmo foi agora. _Respondeu a dentuça e suas orbes novamente voltaram a lacrimejar.
Cebola por sua vez, sentiu um breve aperto no seu coração vendo o quanto o Dc parecia ser importante pra sua Mônica. Mesmo sendo contra sua vontade ele sabia que a única coisa que tinha que fazer era se conforma com esse fato pra sempre, afinal ele já havia aceitado que tinha a perdido pro seu irmão a cinco anos e que nunca mais a teria de volta. Por que agora seria diferente?!
–Esta certa Mô! Não vou ficar com ódio dele, só por sua causa. Hahaha... _O moreno aceitou debochando na brincadeira pra descontrair o ambiente entre ele e a Mônica
–Hahaha... Ai Cebola! Haha!
–Você não sabe mesmo pra onde aquele cre... Digo, meu querido mano se meteu? _Perguntou o Cebola se controlando a imensa vontade de xingar ainda mais o seu irmão.
–Hum hum! Não faço a menor ideia! Hoje cedo de manhã quando eu acordei vi que o Dc já não estava mais no apartamento onde nós estávamos morando e nem as suas roupas estavam lá. A única coisa que encontrei foi essa carta que ele me deixou antes de desaparecer completamente. _Mônica explicou todo o ocorrido e por fim ela entregou uma carta, que estava dentro da sua bolsa, nas mãos do Cebola.
Ao pegar a carta nas mãos da morena, Cebola pôs a ler a carta por completo com toda sua atenção em cada palavras que eram ditas com as letras do seu irmão que se encontravam escritas naquele simples pedaço de papel de caderno.
–É... Bem o típico do Do Contra. Agora tá explicado porque ele caiu fora te deixando nessa situação. _Cebola comentou irônico, em seguida entregou a carta pra Mônica, pra ela poder guardar no mesmo lugar que estava antes, que era sua bolsa. E foi exatamente o que ela fez.
–Olha Cebola, não vim aqui causa nenhum transtorno pra você e sua família, mas nessa circunstância eu não tenho pra onde ir. A casa da minha família daqui no Limoeiro tá alugada, e não posso pedi pros inquilinos saírem do nada. E eu preciso de um lugar pra ficar até consegui emprego e um canto onde eu posso chamar de lar. Mas com essa criança as coisas ficam mais complicada pra mim. _Ela esclareceu encarando o Cebola com uma expressão apreensiva e mantendo o seu cenho franzindo.
–Esta bem Mônica! Você não precisa explicar mais nada. A parti de hoje você poderá ficar aqui o tempo que você quiser. _O antigo troca-letras deu o seu consentimento e em segundo formou um lindo sorriso amigável reconfortante para a jovem.
–M-mas.. E os seus pais!? Se eles não me aceitarem aqui? _A dentuça indagou um quanto apreensiva.
Para silencia-la, Cebola pausou o seu dedo indicador gentilmente nos lábios da dentucinha, deixando-a um pouco surpreendida e corada com esse tal ato vindo do jovem.
–Mô, relaxa! Eu falo com eles de boa e eles vão entender. Você devia saber que meus pais são boas pessoas e vão te ajudar com toda certeza, principalmente agora que você esta esperando um netinho deles. _Ele a encorajou no mesmo instante que a fitava com um olhar meigo e com carinho, após te desfeito o seu dedo que estava pousado nos lábios de Mônica.
–Tomara que você esteja certo. _Mônica afirmou tentando manter o seu otimismo e com um sorriso doce direcionado ao seu querido amigo.
–Mô...
–Sim, Cê! _Ela exclamou retoricamente o estimulando a continuar.
–Só queria te dizer que você não precisa se preocupar com mais nada, porque daqui em diante eu vou cuidar muito bem de você e também do meu sobrinho que esta ai dentro. Pode ter certeza que se depender de mim nada faltará para vocês dois, pois nunca vocês estarão sozinhos. _Ele a incentivou dando-lhe todo seu total apoio, enquanto o próprio segurava delicadamente o queixo de sua amada amiga a fitando com um doce olhar e um sorriso carinhoso.
–Ah muito obrigada, muito obrigada mesmo! Eu não tenho agradecimento o suficiente pra colocar tudo em palavras o quanto que você esta me dando forças essas horas. _Mônica em agradecimento abraçou o Cebola com todo seu carinho por ele e o mesmo imediato retribui o carinho com mesma intensidade.
–Que isso, você não tem que agradecer nada, faço isso porque quero e também porque nunca deixaria alguém tão importante na minha vida precisando da minha ajuda. Pode soar meio estranho pra você com o que vou dizer. Mas eu... Eu senti tanto sua falta e estou feliz que você voltou... Pra minha vida. _O moreno não se contendo mais revelou tudo que sentia naquele momento em sussurros próximo ao ouvido de Mônica, numa voz rouca e doce ao mesmo tempo, que fez a jovem se arrepiar um pouco.
–Oh Cê, eu também senti tanto, tanto sua falta. E eu estou tão feliz por ter você de volta na minha vida. _A dentuça murmurou com um sorriso de felicidade desenhado em sua face, se sentido feliz por ter ouvido as palavras do seu amigo e também por esta nos braços do mesmo.
–Mônica! _Cebola balbuciou não resistido ao ouvir sua amada e trouxe o corpo dela mais próximo do seu impressionado o ainda mais o abraço.
–Caham! _Pigarreou o senhor Menezes, o pai do Cebola, assim que o mesmo havia chegado na sala acompanhado por sua esposa, a senhora Menezes e se deparando com a cena dos dois jovem compartilhando aquele aconchegante abraço.
–Papai, mamãe! _Exclamou o Cebola surpreso e um tanto corado de constrangimento, após ter desfeito o abraço com a Mônica e se levantado do sofá pra dar atenção ao seus pais.
Entretanto, Cebola não era o único a estar corado naquele instante, pois Mônica estava tão corado quanto ele.
–Interrompo alguma coisa!? _O homem indagou sarcástico arqueando uma das suas sobrancelhas enquanto fitava os dois jovens.
–Não! Er... Se lembram da Mônica? Mônica Sousa?! _Cebola, ainda sem graça, perguntou num ato voraz de conseguir o mais rápido mudar a conversa.
Nesse instante, a jovem dos deites saliente ergue-se o corpo se levantado do sofá para atende aos mais velho ali presente na sala.
–Mônica?! Aquela adorável garotinha dentucinha, do vestidinho vermelhinho que nunca desgrudava daquele coelho azul de pelúcia? Que na adolescência namorou com o meu filhinho Cebola, e atualmente esta com meu outro filhinho Dc? _Questionou a senhora Menezes surpresa, com um sorriso gentil e animado formado nos seus lábios.
–Sim, ela mesma mamãe! _Cebola confirmou.
–Ola Senhor e Senhora Menezes! _Mônica cumprimentou os pais do amigo de tantos anos com um simpático sorriso contornado em seu rosto.
–Oh Mônica! Querida a quanto tempo! _A senhora Menezes cumprimentou a jovem abraçando a mesma, que a seguir o abraço foi devolvido por Mônica. Não demorou muito pro abraço ter sido desfeito pelas duas.
–Ola Senhorita Sousa! Fico feliz de revê-la após tantos anos. _Cumprimentou o senhor Menezes formalmente, mas também de modo gentil.
–Ah! Só Mônica já esta bom! Por favor! _A dentuça pediu de modo educado, pois ela nunca gostou de ser tratada com tanta formalidade por vim de uma família de classe media baixa, bem diferente da família dos seus dois ex.
–Se a senhorita esta aqui, onde esta o meu filho? Sinto muita falta daquele irresponsável, do Do Contra. _Perguntou o senhor Menezes, estranhando pelo filho primogênito não esta ali junto na presença da namorada.
–É mesmo! Também sinto muita falta do meu querido filhinho mais velho. _Afirmou a mulher cheia de saudades, concordando com o seu marido.
–Ar... Sobre isso é melhor que nós três conversamos no seu escritório, papai. _Cebola propôs.
–Esta bem, vamos pra lá imediato. _O senhor Menezes concordou caminhando em direção ao escritório sendo acompanhado por sua senhora logo atrás dele.
–Enquanto isso querida, sentasse a vontade, tá!? _A senhora Menezes concedeu permissão com um sorriso simpático no rosto para a Mônica. –Eh... Judite poderia pedir para umas das empregadas pra servi alguma coisa pra nossa visita, enquanto conversamos no escritório?! _A mulher pediu para a sua governanta no momento exato que avistou a mesma entrar na sala de estar.
–Sim, senhora Menezes! _Judite concordou formalmente.
–Eu volto logo tá, Mô! _Cebola avisou com um sorriso meigo no rosto fitando a bela dentuça.
–Tá! Huhu! _Afirmou a Mônica devolvendo o mesmo sorriso, após seguindo com uma risada abafada fitando o moreno.
–Huhu! _Antes de segui com os seus pais até escritório, Cebola retribuiu o mesmo riso abafado pra Mônica.
Após isso já não exista rastros da presença do Cebola e nem a dos seus pais naquela sala de estar, só restando a presença da Mônica na companhia da governanta, Judite.
–Então, a senhorita deseja comer alguma coisa?_Perguntou a mulher num misto de gentileza com formalidade.
Horrr! _Este foi o som que era produzido pelo estômago da Mônica que implorava por comida pois havia ficado antes horas sem comer direito dentro do ônibus do Rio de Janeiro até São Paulo.
–Haha... Acho que o meu estômago já respondeu por mim. _Disse a dentucinha um quanto sem jeito.
–Haha! Tudo bem senhorita, pedirei pra empregada sirva um bom lanche pra você. _Informou a mulher já se virando para ir pra cozinha.
–Pede pra ela fazer um pra mim também, Judite. Porque estou basicamente morta de fome e não vou aguenta até o jantar. _Pediu a Mariângela que estava descendo da grande escada da casa que ficava localizada na sala.
Mariângela era uma linda jovem adolescente de 15 anos, suas madeixas assim como todos da sua família era preto, mantido num corte curto até a nunca, pele bem clara, orbes num tão chocolate, dona de um corpo bem cuidado estando em forma e altura razoavelmente mediana pra uma garota da sua idade que estar em fase de crescimento.
–Claro que sim, senhorita Mariângela! Pedirei pra trazer um lanche pras duas. Com licença, já volto logo! _Judite pediu consentimento e a seguir dirigindo-se até a cozinha deixando as duas jovens garotas na sala a sós.
–Oi, boa noite! Eu sou Mariângela, você é quem? Puxa seu rosto é bem familiar, já nos vimos de algum lugar?! _Mariângela indagou com uma mão no queixo e arqueando uma das sobrancelhas.
–Certamente sim, eu sou Mônica Sousa! E você sem duvidas deve ser a Maria Cebolinha, certo? _Indagou a dentuça retoricamente ao se lembra da Maria Cebolinha, a travessa garotinha que é era a irmãzinha mais nova dos seus ex.
–Certo! Mas como você sabia o meu apelido de infância? Espera... Já sei! Você é a Mônica né? A mesma Mônica que namorava o meu irmão Cebolinha na adolescência e atualmente namora com o meu irmão Do Contra?! _Questionou a mais nova surpresa e ao mesmo tempo entusiasmada ao se recorda de Mônica.
–"Acho que sou lembrada desse jeito nessa casa". _Mônica pensou ironicamente.
–Sim! Sou eu mesma! _Mônica confirmou com um levo sorriso desenhado em seu rosto.
–Nossa quanto tempo, Mônica! É legal você esta de volta. Eu me lembro mesmo que eu era criança naquela época, você era super gente boa comigo e até brincava de vez enquanto quando via aqui em casa ver os meus irmãos mais velhos. Puxa você não mudou quase nada, esta mais bonita do que antes, se bem que você sempre foi. Estou falando demais né?! É que eu tenho essa mania de falar muito quando estou empolgada, foi mal tá?! Hahaha!
–Hahaha... Não, tudo bem! Não precisa se desculpar por isso. Você cresceu muito Maria Cebolinha... Ops digo Mariângela. Olha você, cresceu e se tornou uma moça muito linda. _Mônica a elogiou com um sorrindo gentilmente para a mais nova.
–Valeu Mônica! _Mariângela agradeceu se sentido elogiada e retribuiu o mesmo sorriso para a mais velha –Ah! E você pode me chama apenas de Maria ou Mari. Mari é como os meus amigos me chamam, sabe?!
–Então tá Mari! Você pode me chamar de Mô. _A dentuça permitiu com um sorrindo animada.
–Ai que da hora! Então tá bom, Mô! Sabe de uma coisa Mô, sinto que seremos ótimas amigas! _Mariângela mencionou com um sorriso divertido contornado em seus lábios.
–Eu também sinto o mesmo! _A morena mais velha concordou.
–Maria, esta amolando as visitas como sempre é!? _Alegou Nimbus debochadamente na brincadeira enquanto descia as escadas da casa.
Nimbus é o terceiro filho do Senhor e da Senhora Menezes, ele é um jovem de 20, muito lindo e simpático, possui um corpo atlético bem cuidado, suas madeixas são negros como um ônix e olhos da mesma cor do cabelo.
–Nada disso Nimbus! Eu não fico amolado visita nenhuma. _Protestou a morena de braços cruzados, fingindo indignação pelo irmão ter dito isso.
–Har! Sei! (¬¬) _O jovem insinuo ironicamente.
–Deixa de ser um pé no saco e olha só quem esta aqui. _Mariângela retrucou já sem paciência com o seu irmão.
–Mônica?! É você mesma? A minha velha amiga Mônica que namorava o meu irmão Cebola na adolescência e atualmente namora com o meu irmão Do Contra?! _Questionou o rapaz um tanto quanto entusiasmado no momento exato que reconheceu sua antiga amiga que a tempos não havia mais.
–"É não há mais duvidas, sou lembrada desse jeito nessa casa." (¬¬) _Pensou irônica a dentuça.
–Sim, seu eu mesma, a própria! _Mônica confirmou com um pequeno sorriso.
–Caramba, já faz muito tempo, Mô! _Nimbus comentou admirado e com simpático sorriso divertido em sua face.
–É! Bota tempo nisso! _Concordou a dentucinha sorrindo divertidamente.
–É bom saber que você esta de volta. Mas e o Dc... Por que não esta aqui? Era pra ele ter vindo com você, não!? _Ele questionou estranhando por não ter visto o seu irmão ali junto com a Mônica.
–Ai Nimbus é uma longa historia. Mas sei que você e a Mariângela devem saber também. _Mônica respondeu com uma expressão melancólica em sua face.
–E o que aconteceu então? _Perguntou o moreno um quanto preocupado.
–É o que aconteceu, não me deixa na curiosidade hein?! _Perguntou a Mariângela não sabendo se estava mais era curiosa ou preocupada, certamente era os dois.
–Claro que vou contar! Aconteceu que o Dc me deixou e eu estou esperando um filho dele. _Sem mais rodeios Mônica contou tudo e seguida abaixou a cabeça se sentindo um quanto sem graça.
–Pera ai! Isso quer dizer que eu vou ser titia?! Ai que fofo! Não vejo a hora do meu sobrinho nasce. _Mariângela comemorou entusiasmada dando pulinhos de alegria.
–Pera ai! Tá dizendo que o Dc fez isso mesmo com você?! Ele te deixou assim sem mais nem menos mais e ainda sabendo da existência dessa criança?! _Indagou o Nimbus com uma expressão de desapontamento, afinal ele sempre foi muito apegado ao seu irmão Do Contra mais do que os seus outros irmãos, sempre o admirou e não imagina que um dia Dc viria fazer uma coisa dessa.
–Sinto muito em dizer isso Nimbus, sei o quanto vocês sempre foram muito ligados ao outro. Sim você esta mais que certo! _Com receio Mônica confirmou tudo que Nimbus já sabia, em seguida ela preferiu fitar o chão para não ter que o encara-lo.
–Ah Mônica... Sinto muito eu que digo, não esperava disso do meu irmão mais velho. _O moreno se desculpou com uma expressão de lamentação.
–Mas não fica assim não, ele tinha os seus motivos. Foi melhor assim. _Mônica tenta o anima-lo, o fitando com um leve sorriso.
–Er... Talvez você esteja certa. Eu acho! _Nimbus afirmou um quanto duvidoso, forçando um sorriso.
–Olha Mô, não fica triste pela pisada na bola do meu mano Dc não, porque você agora tem a gente com você. E nós garantimos com toda certeza que tudo vai acaba dando certo, você vai ver. _Mariângela encorajou a dentucinha amostrando sua toda determinação
–É, a Maria tem toda razão! Se depender de nós, você e o bebezinho terão total apoio. _Concordou o Nimbus confidente.
–Ooh! Muito obrigada gente! Bem que algum me dizia que eu podia contar com vocês dois e com o Cebola. _Comentou a Mônica se sentindo mais confidente e animada, abraçando Nimbus e a Mariângela num abraço coletivo que imediato foi retribuído pelos dois. –Só espero que a conversa do Cebola com os seus pais ocorra tudo bem! _Ela disse um pouco apreensível, após ter desfeito o abraço com os dois irmãos.
–Mas vai sim, você vai ver! Mamãe e papai são super gente boa. _A jovem mais nova encorajou com convicto
–Escuta a Maria, que ela tá certa! _Nimbus concordou com um sorriso.
–Haha! Bom, só espero que sim! _A dentuça afirmou esperançosa.
[...]
–Ela esta o que? _Exclamaram o Senhor e a Senhora Menezes em perfeito uníssono, estando perplexo após terem ouvido a noticia que o seu filho Cebola havia lês contando.
Enquanto Mônica aguardava o Cebola sair de dentro do escritório acompanhado pelo pais do mesmo, o ex troca-letras havia contado tudo para os seus pais sobre o que a Mônica havia lé dito sobre o Dc e inclusive sobre a gravides da mesma.
–Gravida! Esperando um filho e no caso o Do Contra que é o pai! _Disse o Cebola.
–O que?! Mas como...? _Exclamou senhor Menezes incrédulo.
–Oh! Não dá pra acreditar... _A mulher exclamou com as duas mãos pousada uma em cada lado da sua bochecha.
–Não dá pra acreditar sou eu que digo! Como aquele moleque pode!? Engravida a namorada e depois simplesmente a abandona sumindo totalmente do mapa sem deixar nenhum rastro onde possa estar. Agora vejo porque chamo de irresponsável. _Esbravejou o homem incrédulo e irritado com o seu próprio filho.
–Não é isso meu querido marido! O senhor não ver!? Nós vamos ter um netinho ou uma netinha. Isso é mais que do que perfeito. Um neto é tudo que eu sempre quis ter. Eu não acredito que vou ser vovó! Apesar que ainda estou na flor da idade, mas que se dane-se a minha idade, eu vou ter um neto, o meu netinho. Meu e o seu também, meu querido. _A senhora Menezes maravilhada dizia com todo seu entusiasmo.
–Nossa mãe! Estou feliz pela sua empolgação. _Cebola comentou sarcasticamente e com um sorriso divertido no rosto.
–É minha adorada esposa, até que você tem razão. Um neto sempre é querido pelo avós. Hum! Tá ai pra comprovar por incrível que pareça que pelo menos uma besteira que o Do Contra fez na vida dele que valeu realmente a pena. _O senhor meia idade debochou irônico com um sorriso sarcástico.
–Ah...! Pai, mãe! Mas, e sobre a Mônica, como ela fica? É que ela não tem um teto pra ficar por enquanto. _Questionou o jovem apreensivo por sua amiga.
–Cebola meu filho, sobre isso você não tem com que se preocupar. A Sousa poderá ficar aqui o tempo que for necessário. _Respondeu o senhor Menezes, fitando o filho com um pequeno sorriso gentil.
–É claro que ela pode ficar aqui quanto tempo que ela quiser. Eu seria incapaz de não ajudar uma pessoa nessa situação, além do mais essa pessoa sendo a mãe do meu netinho adorado. _Concedeu a senhora Menezes, com o seu jeito meigo e animado de sempre.
–Ha ha! Valeu mãe, valeu pai! Eu sabia que vocês iam concorda! _Cebola muito feliz agradeceu ao seus pais os abraçando, que imediato o abraço foi devolvido pelo senhor e a senhora Menezes.
–Cebola! _Chamou o homem, após o abraço foi desfeito.
–Sim, papai! _Exclamou o jovem retórico estimulando o pai a continuar.
–Eu queria te pedir algum. Mas já sei que não será necessário fazer esse pedido. _Respondeu o pai.
–E o que é, pai? _Cebola perguntou sentido uma certa curiosidade repentina crescer dentro de si.
–Quero que você cuide da nossa hospede com todo carinho que sempre sentiu por ela. A senhorita Mônica esta passando por uma fase um quanto delicada e vai precisar de todo apoio possível, principalmente um apoio de alguém querido por ela. _Explicou o homem com o seu modo sensato de ser.
O senhor Menezes já prevendo que isso futuramente viria ajudar muito o seu segundo filho com os seus problemas amorosos e que Mônica agora sem a presença e o apoio do Do Contra ao seu lado ia precisa de um novo pai pro seu filho, fez ele enxerga que isso era que nem aquele velho ditado popular que se diz: "unir o útil ao agradável".
–Eu entendo pai! Pode ter certeza que cuidarei da Mônica e também do bebê, com todo carinho. _Cebola afirmou determinado e com um sorriso singelo desenhado em sua feição.
–Nós sabemos que sim, meu querido filho! _Disse a senhora Menezes sorrindo docemente pro filho, o fitando.
O casal estavam abraçados ao outro, com o braço dela envolta do pescoço do marido e com a sua mão planava no ombro do mesmo, já o senhor Menezes com o seu braço envolta das costa da sua esposa e com a mão pousada na cintura dela.
[...]
Judite estando na companhia de *Hortência, uma das empregadas da casa, serviam um esplêndido lanche muito bem preparado pela Matilde, a cozinheira da família Menezes, para a Mônica, Mariângela e também para o Nimbus. Enquanto lanchavam, Mônica aguardava o Cebola sair do escritório junto dos seus pais, pra assim finalmente saber se ela poderia ou não ficar provisoriamente até tomar a decisão do qual próximo passo que tomaria em sua vida.
–Deseja mais uma xícara de chá, senhorita? _Perguntou a Hortência educadamente e ao mesmo tempo de forma tímida, para a Mônica, enquanto ela segurava um bule contendo chá dentro do recipiente.
Hortência era uma bela jovem de 22 anos, de longa madeixas castanhos avelã e ondulados até cintura, suas orbes amendoadas, um corpo esbelto bem cuidado, altura mediana e ela estava vestida com um uniforme empregada tradicional. Seu comportamento era de uma jovem garota gentil, calma, contida e muito tímido.
–Não, obrigada! _Mônica agradeceu educadamente a fitando com um leve sorriso que foi logo retribuído o mesmo sorriso pela jovem criada.
Tudo naquela sala permanência ao mesmo estado de antes, com a Mônica, Nimbus e Mariângela se alimentado com o lanche, Hortência servindo aos três jovens contando com a ajuda da governanta, Judite. Desse modo tudo continuava procedendo assim, até que todos eles escutaram o som da porta do escritório sendo aberta e logo em imediato Cebola surgiu na sala de estar na companhia dos seus pais, o senhor Menezes e a senhora Menezes.
Ao avistarem o jovem Menezes e os seus pais, Mônica acompanhada pelo mesmo gesto de Mariângela e Nimbus, se levantaram do sofá para dá atenção ao que o senhor Menezes e sua senhora iam dizer que era um assunto que desrespeitava a jovem dos deites salientes, que nessas horas já estava com as batidas cardíacas do seu coração um pouco acelerado por estar tomada pelo certo nervosismo.
–Senhorita Sousa! _O senhor Menezes a chamou .
–Sim! _Mônica exclamou tentado controlar a sua ansiedade.
–O meu filho Cebola, me contou tudo que aconteceu com você e também com o meu filho Do Contra, por essa razão devo primeiro pedir desculpa pelo que o irresponsável do meu filho fez com você de te deixando numa situação tão delicada como essa. _Dizia o homem tentando se redimi com a jovem que estava na sua frente.
–Tudo bem senhor Menezes, o senhor não tem que se desculpar. Eu não culpo o senhor e já perdoei o seu filho. Apesar de tudo ele é importante pra mim. _Disse a dentuça amostrando toda sua sinceridade em suas palavras.
No momento onde o Cebola escutou a Mônica dizer que o Do Contra era importante pra ela mesmo com apesar de tudo que o próprio havia feito a magoando muito, fez o Cebola sentir um estranho aperto em seu peito que seguia de raiva, tristeza e frustração, isso tudo presumia só uma coisa: que ele estava com ciúme. Mesmo assim ele continuou permanecer calado sem emitir nenhum som, só tentando conter esse sentimento sem ter chance nenhuma de admite-lo perante de todos presentes naquela sala, principalmente pra pessoal que era a razão do seu ciúme.
–Gesto nobre de sua parte minha cara, mas mesmo assim minha família e eu devemos desculpas por isso. _Disse o homem insistente. –Bom, segundo quero te dizer que a senhorita poderá ficar aqui quanto tempo que quiser. Não só você mais também esse bebezinho, o meu neto, são muito bem vindo não só nessa casa mais também na nossa família. _Ele deu o seu consentimento formando um discreto sorriso em sua face.
–Estamos muito contente por você estar aqui conosco e também por esse lindo netinho que você esta nos dando como mais um membro na nossa família. A parti de hoje se sinta que essa casa também é sua minha querida. _A senhora Menezes também deu o seu consentimento muito feliz com um radiante sorriso contornado em seu lábios.
–Vocês estão mesmo falando serio?! É que eu não quero ser um incomodo pra ninguém, só recorri pela ajuda de vocês por falta de opção no desespero, mas saibam que não é pra sempre. Só é questão de tempo pra eu conseguir um emprego e um lar de verdade pra eu e pro meu filho vivemos. E também irei compensar pelas minhas dispersas gasta no tempo que estiver vivendo aqui.
–Como assim um incomodo?! _Cebola exclamou indignado. –Mônica, você ainda não percebeu que você é mais do que super bem vida aqui na nossa família e também é um membro dos Menezes Takeda!? Por isso não tem como você ser um incomodo, você já é querida por todos nós. E não tem essa de compensar suas dispersas, estamos te acolhendo aqui porque gostamos de você e não por troca de favor.
–Ouve o Cebola minha querida, ele esta completamente certo. A única coisa que queremos é o melhor pra você. _interferiu a senhora Menezes.
–Mas eu me sinto mal em ter que abusar tanto da bondade de vocês. _Mônica alegou receosa.
–Quem disse que você estar?! Queremos muito mesmo você aqui com a gente. _Nimbus insistiu tentado convence-la.
–É! Vai ser tão divertido ter uma irmã mais velha. Sempre quis ter uma! Pena que só tenho três irmãos mais velho. _Mariângela tenta convencer a jovem também.
–Mônica por favor, deixa de ser orgulhosa uma vez na vida né?! Pelo seu bebê! _Dessa vez foi o Cebola, que a fitava com um olhar meigo que ele sempre olhou para ela assim.
–Ai! Está bem! Eu aceito! Mas prometo que não é pra sempre, hein! _Mônica se sentindo derrotada acabou aceitando com um sorriso de felicidade e também comovida por no fim das contas tudo acabou dando certo graças essa ilustre família que em tão poucas horas já se sentia parte da família deles.
–Não nos importamos se você quiser ficar aqui pra sempre ou por um tempo curto, só queremos que a senhorita se sinta em casa e que seja feliz vivendo aqui conosco. _Disse o senhor Menezes com um sorriso caloroso pra jovem, a recebendo de braços abertos em seu lar.
–Pode deixar comigo, senhor meu pai! Se depender de mim, Mô será muito feliz com a gente. Né?! _Cebola afirmou com convicção, colocando o seu braços em volta dos ombros da Mônica e pousando a sua mão no ombro dela.
–Uhum! É Sim! _A dentuça concordou sorrindo feliz por ter o Cebola ao seu lado.
–Ótimo! Agora que esta tudo resolvido, acho melhor a nossa hóspede descansar nos seus aposentos. _A senhora Menezes sugeriu. –Sei que você gastou muita energia na viagem do Rio até aqui né? Além do mais, com esse bebezinho ai você tem que se cuidar mais ainda. _Ela advertiu dando um piscada para Mônica
Que em seguida a jovem deu uma risadinha abafada pela atitude da mulher.
–É! A senhora tem razão, eu to mesmo exausta! E também tenho que descasar por nós dois. _Mônica concordou e por fim deu uma cariciada em cima da sua barriguinha de três meses com um sorriso.
–Haha! Como eu já imaginava! Judite! _A dona da casa chamou pela governanta.
–Sim, senhora! _Judite respondeu o chamado da sua patroa imediato.
–Você poderia levar a nossa adorada hóspede ao quarto de hóspede desocupado onde será a parti de hoje o aposento dela?! _Pediu a mulher.
–Claro senhora Menezes! _Concordou a governanta sem hesitar. –Vamos senhorita Mônica?! _Em seguida ela chamou gentilmente a dentucinha para acompanha-la.
–Sim dona Judite, vamos sim! Boa noite pra todos! _Mônica se despediu de todos, antes de começar a seguir a governanta.
–Boa noite Mô! _Nimbus e Mariângela se despediram da dentuça em perfeito uníssono.
–Boa noite querida, durma com os anjos! _Despediu a senhora Menezes com um sorriso maternal.
–Tenha uma boa noite, senhorita Sousa! _Se despediu o senhor Menezes.
–Boa noite Mô! Durma bem! _Cebola se despediu, só que ele a fitava profundamente com um olhar doce e sorrindo amorosamente só pra ela.
–Boa noite Cê! _A dentuça se despediu do seu amigo, com o mesmo sorriso e mesmo olhar o fitando, antes de segui o seu caminho acompanhando a Judite até onde seria os eu novo quarto.
Terminando de se despedir para ir dormi, Mônica subia na grande escadaria seguindo a Judite atrás da mesma, que a guiava pelo caminho até o quarto de hóspede que daqui entediante seria o seu novo quarto. Ao chegar as duas entraram no cômodo que era um quarto grande e muito bonito por sinal, tinha uma televisão de Led 40 polegadas, um guarda-roupa e uma cômoda pra Mônica poder guarda as suas roupa lá dentro, um banheiro só pra ela usar que era grande e luxuoso, uma cama de casal e entre varias outras coisas que havia por lá pra torna ainda maior o conforto da dentucinha. Em imediato assim que viu o seu novo quarto Mônica havia adorado muito, sem perde tempo deitou-se na cama sentindo toda a amacieis do colchão sobre a cama, em seguida sento-se na cama para se despedi de Judite, que menos de um segundo depois a governanta saiu do quarto encostando a porta por fim, para deixa a bela dentuça descasar a vontade o quanto que for necessário para a jovem.
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