The Gray Garden-Outro Mundo
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Não sou muito boa de escrever, estou fazendo apenas por diversão.
Me desculpe pelos erros...
Esse mundo não existe em nenhum dos projetos de Mogeko, é um mundo que eu inventei.
Então é isso... Espero que gostem! :)
—"Não quero… Não sinto vontade… Porque?
É tudo a mesma coisa… Não existe diferença…
É tudo tão… Chato."
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Hum…
Oi… Acho que não me apresentei.
Sou Maria, sou uma humana. Sim, uma humana que vive em um mundo de demônios…
Não aqui não é inferno… Aqui é o lado negro do mundo, apesar de sermos felizes aqui.
E... Também sou conhecida por não ter sentimentos algum.
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[Floresta negra-14:57]
Maria anda pela escura floresta, que mesmo sendo de dia é escuro como a noite, sendo apenas iluminada por pedras brilhantes que marcavam os caminhos a serem seguidos. Maria sempre passeia pela floresta para pensar em tudo- mesmo não se importando com nada-, ela já andou tanto por aquela floresta que decorou os caminhos. Fazendo tudo ficar mais chato.
[Cidade negra-15:01]
— Cheguei…- Maria fala para si mesma.
Maria continua andando pela cidade quando…
—CUIDADO!!!
—” Essa não…”-Maria pensa continuando sem nenhuma emoção.
A dona da voz trombou em Maria fazendo as duas caírem no chão.
— Você…- Maria fala olhando fixamente nos olhos vermelhos da garota que estava com um sorriso insano e ensanguentada.
— Eu!
—Sempre você…
— Sim!
— Sai de cima de mim…
— Ta bom! Hihihi!- a garota sai de cima de Maria.
— Insanidade já te falei para tomar cuidado.
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Essa é a insanidade.
Como o nome já diz ela é insana, ela é uma demônio maluca das idéias. Tem uma irmã anjo, não sei como, que se chama sanidade que é totalmente o contrário dela.
Sem falar que tem como passatempo fazer humanos enlouquecer.
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— Desculpa- ela fala de uma maneira nada convincente- Hihihi…- fica em silêncio por um estante- Ei! Quer matar humanos comigo?
— Não, obrigada.- Maria fala sem se importar.
— Então tá... Xau!- ela começa a correr de novo, em uma velocidade surpreendente.
Depois disso Maria volta a seguir seu caminho finalmente chegando em casa, o lugar que ela mais gosta, mesmo não gostando de nada, e deita em sua cama de lençóis cinzas.
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