The Golden Angel
13 O Último Suspiro (Última Parte)
Notas iniciais
Espero que gostem.
Observação: Escute a música citada no capítulo enquanto o lê. É muito bom para refletir e faz o capítulo ficar show *--* rsrsrs
Se a música acabar e não estiver terminado o capítulo, escute-a novamente até que se encerre.
Farei isso com alguns capítulos;
Boa Leitura.
Elegecky 360º — The Golden Angel
Episódio 13 – O Último Suspiro (Última Parte)
Soundtrack: http://www.youtube.com/watch?v=rPRsuxOk8Kk
Você diz que não vai lutar
Porque ninguém iria lutar por você.
E você acha que não há amor suficiente
e ninguém para receber
e você tem certeza que se magoou por muito tempo
você não tem mais nada à perder
Então você diz que não vai lutar
Porque ninguém iria lutar por você
Você diz que o peso do mundo
Te impediu de não se importar
e você acha que compaixão é culpa
e você nunca vai mostrar
e você tem certeza que se feriu de um jeito
que ninguém nunca vai saber
mas um dia o peso do mundo
lhe dará a força para continuar
(Oh, oh) (yeah!) (Yeah!)
Segure o peso do mundo
lhe dará a força para brilhar
Então segure-o peso do mundo
lhe dará a força para continuar
Então segure-o peso do mundo
lhe dará a força para continuar
(Yeah, yeah)
Basta segurar (segurar)
O peso do mundo
lhe dará a força para continuar
Retrospectiva: Elegecky resolveu ficar alguns minutos na praia. Porém sua tranqüilidade foi interrompida por pedófilos que o assediaram. Jogaram-no no mar quando viram que seus amigos haviam chegado. E agora?
Uma noite calma como as outras... Um mar calmo e pacífico, esperando qualquer indivíduo se banhar em suas águas escuras, refletidas na noite, para então tragar a pessoa para seu destino final.
É o que acontece muito hoje em dia. Pessoas vão se banhar no mar sem qualquer tipo de proteção. Em muitas praias não há supervisão de um salva-vidas. Isto é um fator de grande importância, e o Brasil deve cuidar disto para evitar acidentes – ou incidentes -.
Com Elegecky foi diferente, foi jogado cruelmente no mar, como se fosse um peixe fora D\'Água. Por pouco não fora violentado e estuprado por pedófilos, o que seria uma tortura para o garotinho. Quando seus amigos chegaram, Guilherme foi direto mergulhar no mar à procura de Kale, enquanto seus amigos barraram os vilões. Porém, como ele o encontraria se estava tudo escuro? Seu único guia e apoio seria alguns postes que ficavam nos a redores da praia. E ele foi mergulhando, em busca de seu amigo, sempre pensando no pior. Teria Kale morrido? Se afogado?
Guilherme foi nadando o mais profundo que podia, sem contar que ele aguentava ficar um minuto e vinte segundos sem respirar. Seus pulmões eram como aço, um aspecto positivo. Navegando pelas partes escuras do alto mar, o moreno finalmente encontrou o vulto de algum garoto, que era nada mais e nada menos que Deipu, que estava ao fundo. Sua vontade era de gritar, não dava nem para reparar que estava chorando, pois como estava no mar, as lágrimas eram imperceptíveis.
Jenkis, astuto, pegou seu amigo “pelo colo” e nadou com ele para a superfície. O tempo de Guilherme estava se esgotando, não tinha mais como prender a respiração. Fechou os olhos e, ligeiramente, conseguiu trazê-lo de volta à superfície.
Entretanto, será que Elegecky estava bem?
Guilherme Jenkis chegou até a praia com seu amigo no colo, que estava inconsciente. Sem forças, ele sentou e parou para respirar. Voltou sua face para cima, cerrando seus olhos, tentando recuperar o ar perdido. Seus pulmões doíam um pouco.
Naquele momento, teria que ver onde estavam Spencer e Nathan. Não precisou dar dois passos – nem ao menos um – para enxergar a cena do crime.
– AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHH!
Guilherme deu o maior grito da sua vida, até aquele dia. Suas pernas ficaram tremulas, e seu olho lacrimejando. Advinha? Spencer estava baleado com um tiro na testa, aparentemente morto ao seu ponto de vista.
– Não! – Guilherme se ajoelhou e caiu em lágrimas – Quem poderia ter feito isso? – suas lastimas estavam “transmitidas” com uma voz chorosa e fina.
Levantou da areia, e viu que Nathan estava com um ferimento leve na barriga. Ligeiramente, correu até seu mais novo amigo e exclamou:
– Eu consegui salvá-lo, mas ele está inconsciente! – alertou o garoto desesperado – O que eu faço? – gritava.
– Você tem... você tem que fazer... reanimação... cardio pulmonar, junto de uma respiração... – instruía Nathan, com dificuldade à fala – … boca a boca.
– Hei, eu não sei fazer isto!
– Eu sei fazer, mas não tenho como. Por Favor... não deixe Elegecky morrer – este foi o último suspiro de Nathan, antes de adormecer.
Guilherme sabia que havia penas desmaiado, mas seu principal desafio era fazer uma reanimação cardio pulmonar no amigo. Ele não saberia como fazer, mas ao menos poderia tentar uma respiração boca a boca. Era tudo ou nada.
Sentou-se à areia da praia, pondo o amigo no colo, para que pudesse efetuar a ação. Olhou fixamente para Elegecky, observando seu rosto pálido e molhado. Logo as lágrimas vieram.
– Elegecky... Não vou deixar você ir!
E pulsou uma mão na testa e outra no nariz – é necessário cerrar qualquer tipo de lugar onde o ar possa escapar, então primeiro ele haveria de assoprar bastante para encher seus pulmões de ar – , levantando seu queixo e abrindo sua boca para que pudesse proceder. Respirou profundamente por meros dez segundos e comprimiu sua boca na de Kale, assoprou com toda a sua força para que pudesse salvá-lo. A primeira tentativa não deu certo, então ele teve de executar novamente a ação, forçando ainda mais sua respiração.
Quando viu que a respiração de Kale havia retornado com sucesso, lembrou de algo que viu da TV, e pulsou o peito do mesmo para fazer o ar expirar.
– Kale!
Gritou o amigo de felicidade, ao ver que havia cuspido toda a água ingerida no afogamento. Elegecky ainda estava com os olhos fechados. Ainda com Kale em seu colo, Guilherme o abraçou, dizendo:
– Você não sabe o quanto fiquei preocupado – contristado ele desabafou.
– Obri_ga_do, Guih – agradeceu o paranormal com os olhos semiabertos, prestando uma atenção especial ao amigo.
Rostos próximos, lábios em uma curta distância, um sentimento repentino tomou conta de Guilherme. Os olhos do adolescente ficaram colados nos olhos de Kale. Estava tão concentrado no amigo, que mal se movia. Elegecky fizera o contrário, devastou um sorriso largo no rosto, como se soubesse o que Guilherme estaria pensando.
Imaginação de Guilherme: O que está havendo comigo? Por Que me sinto assim? Minha vontade é... de... Não devia estar pensando nisso.
A sensação do momento era boa. Elegecky, simplesmente, estava com um sorriso no rosto – com um pouco de dificuldade –. Logo, uma das mãos de Guilherme se passou pelos cabelo ruivo do amigo. Acariciava enquanto cogitava em seus pensamentos.
TOBECONTINUED
Notas finais
Gente, no próximo capítulo se encerra a primeira temporada de Elegecky 360.
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