Acordamos no meio da moite pois a leve chuvinha que caia quando fomos dormir se transformou em uma tempestade de raios, e tinham algumas goteiras na cabana.

-E agora oque fazemos?

Perguntou Thalia, eu peguei a mochila que tinha sido acertada com a bola de fogo e dei uma olhada no forro da barraca, ele estava rasgado sim mais se prendessemos no teto de modo que o pedaço rasgado ficasse de fora ele viraria um isolante para a chuva.

-Vamos prender isto no teto da cabana, vai ajudar a segurar a chuva, só que tem que ser do lado de fora.

-Tudo bem.

Pegamos algumas lascas de madeira e as moldamos para servir de pregos e fomos la para fora, estava chovendo, relampejando e estava muito frio, mais se não prendessemos a barraca a água iria inundar a cabana, passamos quase uma hora prendendo ela pois Thalia teve que subir nas minhas costas para alcançar o teto e toda vez que prediamos um lado o outro saia por causa do vento.

-Acabei!- ela gritou por cima da tempestade-pode me descer.

Eu tirei ela dos meus ombros e nós voltamos para dentro da cabana.

-Bem melhor pelomenos agora não tem goteiras.

Assim que eu terminei de falar alguém bateu na porta. Nós nos olhamos desconfiados, eu peguei minha espada e Thalia acionou seu escudo, nossa como aquela coisa era medonha, e abriu a porta. Esperavamos um monstro, uma Hidra um cão infernal mais a única coisa que tinha á nossa porta era uma velhinha com um chiuaua.

-Ah olá queridos.

Ficamos confusos fomos para o lado de fora ainda com as armas em nossas mãos, senti Thalia tensa ao meu lado, como diabos uma velha foi para no meio da floresta e bem na frente da nossa cabana?

-Abaixem essas armas elas não serão necessárias afinal a morte de vocês será rápida e talvez indolor....

Assim que ela terminou de dizer isso o seu pequeno cachorrinho se transformou em um animal de uns 3 metros de altura cabeça de leão, o corpo e os cascos de um bode gigante e uma serpente no lugar da cauda, e tina vários losangos gigantes brotando de seu traseiro.

- Eu sou Equidna e este meus queridos semideuses este e meu bebezinho- ela disse com uma voz estridente que não combinava com sua aparência- a Quimera.

-Thalia! Cuidado ela cospe fogo.

Nós desviamos de sua primeira rajada que quase atingiu a cabana, ainda bem que estava chovendo se não ela teria pegado fogo, nós tentavamos golpear a Quimera mais parecia que ela desviava com facilidade de cada golpe que davamos, tentamos de tudo, mais ela era muito rápida. Enquanto isso sua dona se sentava atras dela assistindo a luta e rindo.

-Vocês nunca conseguirão matar meu bichinho rendam-se!

De repente eu senti um cheiro de ozônio, e um raio inrompeu das pontas dos dedos de Thalia até a Quimera o que á assustou e fez ela sair correndo com Equidna resmungando logo atras.

-Oque.. oque aconteceu, eu senti um cheiro de ozônio e um formigamento nos meus dedos e de repente a Quimera saiu correndo.

Ela falou, tremula.

-Você não viu?- ela balançou a cabeça em negação- saiu um raio da ponta de seus dedos!

-Nossa que... impressionante. Mais isso me deixou muito cansada, acho que preciso voltar a dormir...

Ela desmaiou de cansaço ali mesmo, tive que arrasta-la para a cama e depois disso me joguei na minha e cai num sono profundo.

Notas finais
capitulo pequeno, eu sei