Notas iniciais
esse cap tem um pokinho de terror
mas não é nada muito assustador não
*medrosa*
espero q gostem!
bjs
Pouco mais de uma hora depois chegamos na casa de fazenda dos avós do Frank. A fazenda é enorme, e a casa também não poderia ser diferente. 6 suítes, sendo 4 no 2° andar e as outras duas pros empregados, que eram Maggie e um tal de Jared, um mordomo muito mau amado e mau humorado.

No 1° andar ficava a cozinha, a sala de estar, a sala de jantar, uma sala de tv com uma lareira, o escritório da avó do Frank, srª Elizabeth e, do lado de fora, uma área com piscina e um vestiário para meninos e para meninas.

Conhecemos toda a casa, arrumamos nossas malas nas suítes, almoçamos e fomos passear. Andamos por toda a fazenda, até acharmos uma área onde havia grama, uma enorme árvore fazendo sombra e um balanço nela.

K: Eu vou balançar primeiroo!! — corri igual criancinha pra pegar o 1° lugar na fila de sorvete.

M: Voltou à infância, é?

K: Aham — carinha de anjo — Me balança?

M: Faz um favor?

K: Depende.

M: Vem cá. — me puxando num canto — Me ajuda a ficar com a Lana?

K: Claro Mi! Ela também tá afim de você, mas a timidez dos dois acaba com o clima.

M: Tá falando sério?

K: Óbvio. Eu te ajudo.

M: Ai, eu te amo, Kate!! — me abraçando — vou te ajudar com o Frank!

K: Quê?? Eu não preciso de ajuda.

M: Tem certeza? Vocês vivem se desentendendo.

K: Tá, uma ajudinha vai bem.

Voltamos pra perto do povo, e Frank e Lana estavam nos encarado com caras feias.

K: Ih, cara feia pra mim é fome! Vamos lanchar então.

R: Claro!

G: Rachel é tão...comilona!

R: Não enche, Way! Eu tô falando com o pessoal, não com você!

K: Gee, podia ter ficado sem essa!

G: Vai defender ela ou eu??

K: Nenhum dos dois. Você tá errado por chamar uma garota de comilona, isso quer significar que ela tá gordinh, o que não é o caso da Rachel. E você, mocinha, tá errada em tirar ele tão categoricamente, e tão friamente. Meninos também têm sentimentos!

R: Tá bom. Me desculpa, Gerard.

G: Me desculpa, Rachel.

F: Ótimo, agora vamos porque demoramos pra chegar aqui e se demorarmos mais, vai escurecer e nos perderemos nesse mato.

K: Tá falando sério?

F: Claro. Pelo menos nisso não minto. — ele me encarou, acho que ficou triste com minhas acusações no dia retrasado. Apenas abaixei a cabeça, me virei e fui guardar algumas frutas que achamos e trouxemos para comer.

L: Então vamos, neh?

M: Claro. — os dois coraram.

K: Posso falar com você, Lana?

L: Claro.

K: Boa notícia: ele tá afim de você.

L: Quem??

K: Quem, criatura?? O Mikey.

L: Jura??

K:Não, tô mentindo pra te ver com a cara no chão depois. É óbvio que tô falando sério!

L: =D

K: Vamos, né gente?

Seguimos o caminho de volta pra casa e chegamos quando estava escurecendo. Tomamos banho, jantamos e fomos ver tv. Ah, sim. Dona Elizabeth não estava em casa, segundo Jared, ela havia viajado. Começou a chover forte, e relampiava cada vez mais. Acordei com o barulho do trovão e não consegui dormir novamente. Me virei para o teto e fiquei esperando o sono chegar. Nisso, um raio caiu perto e um clarão iluminou todo o quarto. Pude ver, além das meninas em suas camas, a figura de uma mulher parada no meio do quarto, me olhando fixamente.

Ela tinha os cabelos negros como a noite, a pele branca e pálida, como se não corresse mais nenhuma gota de sangue por suas veias e o olhar suave, mas ao mesmo tempo transmitindo tristeza, sofrimento e angústia. Tomei um susto com a imagem da mulher e me sentei na cama assustada. Outro raio forte caiu por perto e iluminou todo o quarto. Vi que ela estava saindo do quarto, e me olhando, como se quisesse que a seguisse. Assim fiz.

Me levantei e fui para o corredor, onde ela estava parada, me olhando fixamente. Nisso Frank sai de seu quarto e fica parado, se saber se olha pra mim ou pra mulher. Ela então vai virando-se lentamente na direção dele, mas sem tirar os olhos fixos de mim, até que olha para Frank. Este vem em minha direção e fica do meu lado. Peguei em sua mão e entrelacei nossos dedos, como um meio de tentar me acalmar.

A mulher apenas sorriu para Frank, chegou perto dele, passou sua mão levemente pelo seu rosto e se foi. Frank sorria, mas eu não entendi nada.

K: O...quê...quê...foi...i..isso?

F: Vem. — me levando para seu quarto. No começo achei que ele iria fazer alguma besteira, mas tentei confiar nele pela 1ª vez.

K: O que foi aquilo? Quem é ela? O que faz aqui?

F: Calma, Kate! Me deixa explicar. Aquela mulher... era minha mãe.

Notas finais
nao percam o proximo cap!
bjs