The Garden of Everything
12 Estrelas Gêmeas
Notas iniciais
XII.
Então cá estamos
Estrelas gêmeas de brilho intenso
Dois anos e, finalmente, aquele dia havia chegado.
— Ansioso? — Marinette perguntou. Ele respirou fundo, anuindo.
— Nervoso também. — Confessou, sorrindo. Ela o acompanhou.
— Tudo vai ficar bem, minou.
— Com você ao meu lado, nada pode dar errado, Milady. — Ele abaixou-se para dar-lhe um selinho, carinhoso.
— Também quelo beijo! — Ouviram o protesto e começaram a rir, rompendo o contato.
Nos braços de Marinette, Emma fazia a expressão mais irritada que conseguia — o que era no mínimo adorável. Os cabelos, tão louros quanto os do pai, brilhavam contra a luz do Sol; os olhos, tão azuis quanto os da mãe, pareciam refletir tudo ao redor.
— Você também quer um beijo, gatinha? — Adrien provocou, esfregando o nariz contra o da filha. Ela gargalhou, deliciada.
— Quelo!
— E que tal ganhar dois, huh? — Marinette beijou a bochecha da filha e Adrien, sem esperar, beijou a outra. Ela riu ainda mais alto, adorando o carinho dos pais. — Melhor assim?
— Melhor, melhor. — Agarrou-se ao pescoço da mãe, escondendo o rosto ali.
Eles riram, mas o momento não durou muito. Logo os guardas vieram, pedindo para que ele se dirigisse ao local onde eles indicariam. Adrien trocou olhares com Marinette. Ela anuiu.
— Boa sorte. Nós vamos esperar aqui fora.
— Obrigado. — E, com um sorriso, ele virou-se, seguindo com os homens.
Lanternas acesas pela vida
para toda profunda escuridão da noite
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