Notas iniciais
Gente, estou sem computador meeeesmo! Todos aqui em casa estão quebrados, to escrevendo pelo celular. Quando que essa versão pra celulares do Nyah vai ficar pronta? Que horror escrever por aqui! Peço perdão por qualquer erro de escrita, estou sem o corretor... Boa leitura!

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– Ei, olhe para mim – Ele disse e foi a sua vez de segurar o meu rosto, acariciando as minhas bochechas. – Você me ama?

O que? Como ele pode perguntar isso?

– Eu... Eu não sei. – Disse, achando que fui sincera.

O que eu tinha esquecido era que, ainda estávamos no jogo. E eu tinha que responder com sinceridade.

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Fiquei sem ar. Então era mentira? Eu o amava? Malfoy ainda esperava por uma resposta, resolvi dar a ele a mais provável.

– Não. — vi o seu sorriso desmanchar-se — Não o amo, você sabe disso.

– Certo. Boa noite, Granger.

E em questão de segundos ele não estava mais ali, e eu não estava passando mal. A verdade é que eu não o amava.

E fiquei sem ar novamente. O pânico tomou conta de mim, não pelo o fato do ar não conhecer mais os meus pulmões, mas sim por ter acabado de descobrir que eu pertencia a ele. Que eu amava um garoto metido da Sonserina que é meu inimigo dês de que coloquei os meus pés em Hogwarts.

Procurei por Malfoy, lembrando de que ele já tinha subido para o seu quarto. Eu estava passando muito mal, sentia como se a morte já estivesse me acariciando. Queria gritar, chamá-lo, dizer que o amava, mas tudo estava acontecendo muito rápido.

Vi um garoto ruivo entrar, dizendo algo como "Hermione, quero falar com você" e "eu a amo", mas não lembro direito do que vi, ou do que ouvi. Eu estava morrendo.

O garoto me segurou nos braços em puro pavor enquanto eu tentava dizer a única frase que me salvaria:

– Eu te amo.

Senti os meus lábios serem tocados por um impostor, por quem não deveria estar ali. E ao fechar os meus olhos vi as lágrimas de um garoto loiro.

Segundo Harry, acordei depois de três dias, as portas da enfermaria abriram-se assim que Ronald chegou até elas caregando-me em seus braços.

– Você esta melhor? — Perguntava-me Gina.

– Espero que não — Respondeu Lilá.

– Cala a boca, Lilá! — Harry, Gina e Ronald responderam em uníssono.

Apesar dela estar reclamando ela estava ali, assim como todos os cinco. Todos os cinco não, todos os quatro.

– Onde está Malfoy? — Foi a primeira coisa que consegui falar, deixando-os surpresos. Ronald revirou os olhos.

– Ah, não sei... Mione. Acho que ele não sabe da situação em que você se encontra, aí não veio... — Respondeu Harry. Sou tão insignificante assim para o meu colega de quarto não notar o meu sumiço após três dias? Algo deve ter acontecido.

Então lembrei de tudo. Lembrei de quando Ronald me beijou, achando que eu disse que o amava quando na verdade disse isso para o Malfoy, para o Draco! Lembrei das lágrimas cheias de decepção caindo pelas bochechas daquele rosto de Deus grego.

– O QUE VOCÊ FEZ? — Gritei, levantando-me da maca e avançando pra cima do Weasley.

– Meu amor, acalme-se. — Ronald disse, segurando os meus braços. — Ei, eu também amo você! — Lilá disse algo incompreensível e saiu aos berros da sala. Todos os outros também estavam surpresos.

– Você entendeu tudo errado... — Disse, tentando ficar calma.

– Hermione, me desculpe por tudo. Sempre fui seu, você sempre será minha. Ontem fui dizer isso a você... Você disse que me amava e passou mal... — Ele falava quando eu resolvi lhe explicar de forma curta e simples.

– Não foi pra você, foi para o Draco. Eu disse que o amava, não que te amava. Sinto muito pela confusão, mas preciso vê-lo.

E sem mais nem menos deixei-os ali e sai correndo a procura do loiro mais irritante do planeta.

Notas finais
Desculpem pelo tamanho do capítulo, sinceramente não consigo escrever tão bem por aqui.. Irei dar um jeito logo. Uma boa semana a todos!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!