The Gângster
4 Verdadeira Face Parte - 2
Notas iniciais
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Cloe Narrando:
Optei por sentar na cadeira atrás de mim, com o estofado branco de couro como o do sofá enorme.Eu continuava os olhando.Admito, eu sentia um aperto em meu peito, odeio falar do passado e do quando foi péssimo.
—Cloe Blutter Simons. — Ian diz meio baixinho.Depois dar um sorriso sacana. — Foi adotada aos 4 anos, pela família Simons.Conhecidos pela famosa empresa Simon's corporation. Terminou o ensino médio aos treze anos.Passou pela faculdade de Havard e San Diego. — Ele fez cara de quase impressionado — Mas parece que você ainda está na faculdade, não é mesmo? Medicina, né? — Assenti. -Falta só uns meses para você terminar, pelo o que estou vendo aqui.E parece que não tem nada falando da sua família, coitada. — Sinto sarcasmo em seu tom. — Você é inofensiva, temos nada a temer. — Ele joga a pasta na mesa de centro.
—Na verdade, não teríamos a temer desde o início.Olha a cara dela. — O de cabelo tingido fala, porém, agora sei seu nome: Thomas.
—Concordo com o Thom.Ela deve tá confusa, coitada. — Agora é a vez do ruivo.
Abaixo o olhar.Preciso fugir daqui, preciso fazer algo, eu preciso agir! Levanto meu olhar.Ele logo se direciona para Ian, que me olhava friamente, normal.
—Você quer fugir, que eu sei — Ele dá um sorriso maroto.Como ele sabe que quero fugir?! Desgraçado...) Porém, Clô, não é seu dia de sorte. — Diz sarcasticamente.
Passo a mão na testa.Visivelmemte frustada.Só queria estar na faculdade, ou até em casa.Não chore, pelo amor dos Deuses.Não se mostre mais fraca que já parece.Sinto que esse dia vai ser ótimo.
****Algumas horas depois.
—Se fudeu! Caiu na minha propriedade! — Falazombeiramente Nícolas.Logo em seguida, ele bagunça seus cabelos morenos.
Isso pode até se considerar uma piada.Depois daquele momento, que Ian pegou aquela pasta.Todos eles começaram a fazer o que eles fazem — tirando o que eles estão fazendo agora — Depois, eles me amarraram, para eu não tentar fugir ou algo do tipo.Depois de uns minutos de solidão na sala.Chegou o ruivo, que agora sei seu nome, Dylan.Com o que? Sim, Monopoly! Dá para acreditar? Agora, a horas, eles todos — tirando Ian — Estão jogando esse jogo.Suspiro.Eles só tem cara de perigo mesmo.
—Que porra. — Reclama o Thomas. — Ae Andrew, me vende o Copacabana?
—Nem fodendo. — Andrew abana-se com os milhares de dinheiro em sua mão esquerda, com um sorriso vitorioso nos lábios.
—Carai.Acho que tô na merda, tô na prisão a mais de três rodadas. — Diz Dylan, visívelmente irritado.
—Você não tá na merda, você já é a própria merda. — Thomas fala.Admito, choraria depois dessa.
—Qual foi oh unicórnio azul.Tá me tirando? — Dylan começa a dá uns socos no Thomas, de brincadeira.
Eles dois rolam pelo tapete, se socando.Tento segurar a risada.Chega, não aguento, eles são tudo idiota.Explodo numa risada meia alta.Que chegou meus olhos ficarem marejados.Todos eles me olham.Paro de rir instantemente.
—Tá rindo do que, oh projeto de puta? — Thomas me olha friamente.
Abaixo a cabeça.Ofensa e mais ofensas, é única coisa que recebo dele.Há! Como se eu fosse receber um buquê de flores e elogios vindo deles.
—Calma aí viado.Pra que agredir ela assim. — Obrigada Andrew.
—Qual é a tua, fica protegendo essa garota? Esqueceu que logo em seguida vamos matar ela? — Um cala frio ataca todo meu corpo.
Todos eles me olham.Passo a mão na testa.Admito, agora estou com medo.Mal sei quem são eles, mal sei o que realmente aconteceu lá.
O som do elevador é ouvido.Dylan rapidamente joga todo o jogo no chão.Ian aparece diante de nossos olhos.Com sua famosa expressão séria.Ele entra e vem até nós.
—Soltem ela.Eu e ela vamos ter uma conversa séria. — Diz ele friamente.
Andrew me solta.Depois todos eles vão em direção o elevador.O elevador era a porta de entrada desse apartamento luxuoso, como deu para notar.
—Dylan! Fica comigo, por favor! — Imploro ao ruivo.
—Foi mal gatinha.Mas tô sem uma foda boa desde ontem! Falows!
Ele acena e todos entram no elevador.As portas se fecham.Enguli um seco.Me levanto, passo as mãos em meus pulsos, que estavam meio dormentes.
—Você quer respostas? Correto? — Desde quando ele é tão direto assim? - Só direi uma vez, uma única vez.Não house falar para alguém ou até para o Chaz. — Meu irmão não sabe nada dessa palhaçada toda?.
Assenti vagamente.Só queria respostas, agora vou te-las.Eu sinto que depois de hoje, nunca mais minha vida poderá ser a mesma de antes.Foi tudo tão rápido...tão rápido.
—Eu sou chefe da maior gangue do país.Somos os The Foxys.Somos os fodões, eu sou o mais claro, e gostoso também — Reviro meus olhos. - Somos do bem sabia?
—Vocês? Uma gangue? Acredito, acredito muito. — Digo sarcasticamente — E se uma moça for assaltada?
—A gente impede e depois roubamos ela.Claro que a gente faz calmamente.Viu? Somos do bem, não precisa temer, Clô.
O olho rapidamente.Desde quando ele me chama pelo apelido? Respiro fundo.Eu o beijo no natal, ele é o chefe de uma gangue.Justo eu? Logo eu? Será que eu poderei voltar para casa? Aposto que ele não irá me deixar voltar tão cedo para casa.
—Perguntas? Não? Okay, okay. — Ele dá as costas.
Eu o olho novamente.Que costas, Deus.Chaqualho minha cabeça.É normal que eu esteja traída por ele, que garota não estaria, correto?
—Quando eu poderei voltar para casa? — Pergunto já sabendo minha resposta.
—Hoje mesmo, se quiser, porém...- Ele se vira — Pode ficar aqui, eu adoro uma companhia feminina.
Ele anda até mim.Se abaixa um pouco e olha profundamente em meus olhos.Que perigo Deus.Sua mão para em meu queixo e aperta um pouco.
—Ainda não esqueci do tapa que você me deu no natal.A última pessoa que me bateu antes de você, está morta agora.Você nem imagina quantas formas de torturar você eu pensei.Tão sem importância, sem amigas, a família longe, irmão já tendo família.Quem sentiria falta?
Suas palavras saem tão frias quanto um próprio gelo.Eu poderia estar chorando por cada frase que sai de sua boca, porém, prefiro recuar e ficar no canto, enquanto cada frase me esfaqueie.
Foi tudo muito rápido.Sentir uma picada em meu braço, logo já me sentir mole e foi aí que eu sabia que ele me drogou.
—O que...o que você está fazendo? — Pergunto vagamente.
—Te levando para casa, Cloe — Sinto suas mãos em mim.
Sinto-me mais leve.Talvez ele tenha me pegado no colo.Não me lembro, apaguei muito rápido.
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