The Gângster

26 The Gângster


Notas iniciais
Aqui está o último capítulo! Espero que "gostem" ele, ele está bem longo! despedidas no final do capítulo ;). (nota: para dá mais emoção, leiam esse capitulo ao som de Blue Jeans da Lana Del Rey)



Cinco anos depois...

Tomei o gole da minha bebida.Vodka pura.Olhei para o lado, Angélica brincava com seus brinquedos inocentemente.Ouço o som das portas de casa abrindo.

—Tio Dylan!

Angel correu até o Dylan.Me remexo e olhei para trás.Dylan pegou Angel no colo rapidamente, e a encheu de beijos.Dylan e Angel sempre foram bem juntinhos.
Dylan veio até mim e se sentou em uma poltrona perto de mim.Colocou Angel no chão.

—Você parece exausto. -- Comento.

—Mas eu estou. -- Sorrio de lado fraco. — Geral dos The Foxes estão prontos.

—Ótimo. -- Levo minha bebida até meus lábios e tomo um gole.—- E como Drew está em relação as câmeras e a segurança da casa?

—Ele diz que está tudo na palma das mãos dele, e eles mal desconfiam disso. -- Assentir.

—Sente esse cheiro, Dylan? -- O mesmo respirou fundo. -- Cheiro de vingança e vitória. -- Dou um sorriso irônico.

Me levanto e tomo toda minha bebida, deixando o copo ali na mesinha de centro.Vou até Angel e passo a mão em seu cabelo negro que está amarrado em um rabo-de-cavalo.

—Sabe, você não precisa participar do plano. -- Paro no mesmo instante.

—Aquele pessoal faz algo com seu EX-CHEFE, fizeram algo com MEU IAN.E eu não vou deixar essa página virada não tão cedo.Eu quero vingar Ian, e matar aqueles filhos da puta. -- Digo com fúria em meu tom.

—Eu só me preocupo com sua saúde mental, Clô. — Dylan se levanta.

—Ah chupa meu pau, vai. — O mostrei o dedo do meio.

Me agachei na frente da minha filhinha.

—Porquê você está falando assim com o titio Dylan, mamãe? -- Angélica me olha triste com seus olhinhos verdes.

—A gente está só discutindo coisa de adulto, meu amor. -- Sorrir de lado para Angel. -- Já te disse sobre ouvir conversa de adulto.

—"Quando começarmos a falar palavrinhas feias, pare de ouvir", eu sei mamãe, não sou um bebê. -- Ela me fez uma carinha emburrada.

E acreditar que minha querida só tem 4 aninhos.A olhei sorrindo.Me levantei.

—Vai subir pro seu quarto, querida.O vovô e a vovó jajá estão chegando. — Digo a ela.

—Sim, mamãe. — Ela se levantou.

Pegou seus brinquedos e se virou para mim e me abraçou pelas pernas, sorrir emocionada e a abracei de volta.

—Eu te amo muito, Angel. -- Digo.

—Eu também te amo, mamãe. — Ela se afastou.

Acenei para ela.Ela saiu saltitando até o quarto.Ela sempre me pergunta de Ian e quando ele vai voltar, eu sempre digo que ele está viajando.

—Mãe!

Ouço Sebastian me chamar.Ele aparece na sala de estar — onde eu exatamente estou.Ele me olhou triste e se aproximou de mim.

—Você disse que não ia junto pro plano! -- Sebas cruzou os braços.

—Eu disse para você que eu ia PENSAR na hipótese de eu não ir. -- O corrigi.

—É perigoso, mãe. -- Ajustou o óculos. -- E se aquela gente não fez nada com o papai? E estamos pegando as pessoas erradas?

—Eu te disse milhões de vezes que são eles, eu passei anos estudando eles. -- Cerrei meu punho.

—Mas mãe!

Mas mãe o caralho, vai subir vai.Vê se o Drew precisa de ajuda. — Falei.

Sebastian bufou e saiu furioso daqui.Sebastian já é quase um homem, com apenas 16 aninhos.O tempo passou tão rápido.

—Sebas tem razão, Clô. -- Ouço Dylan abri a boca novamente.

—Xiiu, não quero mais saber desse assunto. -- Me virei na direção de Dylan, furiosa.

Ouço com de carro e vou até a entrada.Abro as portas.São meus pais! Sorrir para eles.

—Filha! -- Diz Melissa.

—Oi mãe. -- Sorrir de lado.

Ela veio ao me encontro e nos abraçamos.Meu pai me deu um beijo em minha bochecha.

—Como está as coisas? -- Meu pai pergunta.

—Tudo nos conforme. -- Respondo de volta, com toda certeza.

Fecho as portas.Saco meu celular e vejo que são cinco e pouco da manhã.

Já está na hora

—Estou orgulhoso, todos estão em força total, sem deixar visível que estão com um plano grande em mente. -- Sorrir convencida para meu pai. -- Uma perfeita chefe de gangue.

—Eu sei que sou. -- Dou um sorriso sarcástico. -- Angel está no quarto dela.Sebas está com Andrew, acho que Sebas vai ajudar o Andrew na segurança.Todos já estão postos, só falta eu executar.

—Filha, ainda tem certeza que quer ir? Eles podem executar sozinhos. -- Me aproximo da minha mãe.

—Mãe, eu quero acabar com eles, do jeito que eles acabaram comigo. -- Toco seu rosto. -- Eu não aguento a Angel sempre perguntando sobre o Ian, eu tenho que ter uma resposta fixa a ela.

—Eu entendo minha filha. -- Minha mãe sorrio tristemente.

—Já está mais da hora de contar pra ela né, Mel. -- Diz papai.

—Vai acontecer uma guerra entre gangues, e você quer contar AGORA? -- Mãe olhou o papai pelo canto o olho séria.

—Agora que tocaram no assunto, eu quero saber. -- Cruzo meus braços. -- Tenho um tempo ainda.

—Sabe filha. -- Mamãe juntou as suas mãos, parecia tensa. -- Quando eu estava grávida de você, ocorreu uma briga entre gangues.

—Entre eu e o Rustem. -- Rustem? Pai do Ian?

—E bom, eles me sequestraram.Foi aí que eu vi pela primeira vez o Ian, com apenas cinco anos de idade, coitado. -- Minha mãe suspirou. -- Como eu já estava quase no final da gravidez, acabou o que, você nasceu no casarão que estavam me mantendo.Você tinha que vê, quando Ian te segurou nos braços, parecia que você era a joia dele.

—Ele o que? -- Murmuro.

Nunca me passou pela cabeça que Iam e eu nos conhecemos desde...Sempre!? A cada minuto que passa mais eu sinto a falta dele.

—E bem, eu não queria que ninguém tomasse meu bebê de mim. -- Sorrir de lado. -- Pedir ao Ian para fugir com você nos braços.Eu ia destrair os gângsters, mas Rustem e Darya -- Os pais de Ian... — chegaram, e eu fiquei em choque.

"

Você quer que eu faça o que, tia? — Ian me olhou meio confuso.

Quero que você saía correndo com a Natasha, para longe! Consegue me entender? É como um pique-esconde!

— Pique-esconde? Papai não gosta que eu brinque de brincadeiras de criancinha. — Rustem é perfeito de um filho da puta mesmo.

—Te prometo, seu papai nunca vai descobrir. — Passo a mão nos seus cabelos. — Só faça isso Ian, por favor.

—Claro titia. — Sorrio inocente.

Meus olhos começaram a ficar lacrimejados.Minha filha só tinha um mês de vida e já tem a vida agitada.
Me levanto e abro a porta.Enquanto eu distraia os gângsters o Ian irá correr com ela para fora daqui.

—E depois titia? O que eu faço? — Ian sussurra para mim.

—Se eles te seguirem, corra! Só corra.Eu vou te achar, não se preocupe Ian. — Beijo o topo de sua cabeça. — Agora vai.

Sair do mini quarto e olhei para a cômoda do lado da porta.Tentando ser silenciosa, peguei o vaso da mesa e ataquei no gângster.Ele caiu duro no chão de lado.

—AGORAIAN!

Ian começa a correr com a Natasha nos braços.Ele abriu a porta.Porra.Darya e Rustem estavam ali, prestes a abrir a porta.Na outra porta, dois gângsters chegaram e me pegaram pelo braço, comecei a me debater.Se eles fazerem algo com minha princesa, eu não sei o que eu faço.

—Ian, me dê essa criança. — Disse a minha ex-melhor amiga.

—Vem cá Ian, nos dê a criança. — Falou Rustem, se aproximando aos pouco.

Ian negava e andava para trás.Era como se Ian quisesse proteger Natasha.Ian se abaixou e pegou o revólver do gângster caído.Arregalei os olhos.Apontou a arma para seus pais.

—Eu estou brincando com a titia mel! Nat também está brincando!

—Pare de agir assim! Sua besta! Me dê essa criança!

—Ian, chega! — Diz Darya.

Comecei a me debater.Não, não, não! Algo inesperado ocorre.Ian destravou a arma e atirou em Darya e Rustem.Cristo...Darya...Rustem.Meu coração começou a acelerar.O choro da minha filha era alto.Ian ficou imóvel.

—Ian! Ian! — Tentei acordar ele para voltar a realidade.

Ele largou o revólver e saiu correndo.Os dois gângsters que me seguraram, me soltaram e foram indo atrás de Ian.Segurei um deles pelo cabelo e o joguei para trás.

—Vocês não vão fazer nada com eles! — Sentir a fúria em mim.

Joguei meu sapato na cabeça do outro gângster.
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°Enquanto isso com Ian°
Narrador:

Ian correu tanto, mas tanto, que nem sabia a ideia de onde estava.Ele se perdeu, definitivamente.Ian olhou pros lados, ofegante.Ouviu o som dos pneus de carro, derrapando no asfalto.Sabia que era os homens de seu pai, atrás dele.
O bairro luxuoso e com várias casas de rico, cheira a burguesia.Ian teve uma ideia, se pegarem ele, seria só ele.Pegou uma caixa no lixo e colocou a pequena dentro da caixa.O mesmo passou a mão em seu rostinho.

—Um dia a gente vai brincar de pique-esconde de novo. — Disse Ian, baixinho.

A bebê apenas se calou.Ian pegou a caixa e deixo em frente à alguma daquelas casas luxuosas.

—Simons... — Sussurrou o nome da residência.

Apertou a campainha e saiu correndo.Com os braços ainda para frente, para parecer que estava com o bebê ainda no colo, saiu correndo.Ian conseguiu ouvir o som do choro de Natasha de longe.Ian apenas correu e correu, como Melissa pediu.
"

Narradora:

Cloe arregalou os olhos.Ela não acreditou no que estava ouvindo.

—Depois que joguei o sapato no gângster, eu não sabia para onde o Ian tinha ido ou se vocês dois estavam vivos.Procuramos e procuramos, mas não havia NENHUMA pista.Ian cresceu e culpou o Drigo pela morte de seus pais, achando que o mesmo matou ambos.Nunca conseguimos nos aproximar de Ian, ele nunca deixou. -- Falou Melissa. -- Você sempre nos perguntou o porque você tinha se perdido da gente, aí está o motivo.

—Que caralho em. -- Cloe passou a mão em seus olhos e suspirou fundo. -- Olha...depois discutimos isso mais afundo, preciso ir correndo.

Cloe saiu correndo para fora e pegou a chave de seu carro.O plano tinha que se executar perfeitamente, como eles planejaram.

—---¥¥¥

—Eu amo quando você rebola assim em meu colo. -- Diz Drago.

Cloe sorrio e rebolou mais em seu colo.Drago é um mafioso/gângster de várias facções pesadas.O plano era: se infiltrar na gangue deles, arrancar informações, deixar o líder deles na palma da mão, e meter bala em todo mundo no fim.
Cloe já tinha ele na palma da mão.Ela conquistou ele aos poucos, com seu jeitinho de inocente.

—Sabe Clô, as vezes tenho a impressão que você me tem na palma da mão. -- Sorrio Drago, atrevido.

—Você acha é? -- Cloe o beijou. -- Será? -- Sorrio inocente.

—Eu te amo.

Isso não estava bem no plano.Cloe arregalou os olhos, realmente surpresa.Ela saiu do colo dele.Drago abriu uma das gavetas de sua mesa do escritório, e de lá, tirou uma caixinha.

—Você quer casar comigo, Cloe? -- Sorrio Drago, realmente feliz.

Cloe sentiu seu coração palpitar.Nada disso estava no plano! Era só para deixar ele na palma da mão dele! E não fazer ele se apaixonar por ela perdidamente.Cloe olhou para o copo, sim, ele bebeu tudo.Ela sorrio maligna de lado.Som abafados fora do escritório, é ouvido.Drago se levanta num pulo.

—O que foi isso!? -- Franziu o cenho.

—Quietinho. -- Sussurrou Cloe.


Cloe o fez se sentar de novo.Colocou o pé no meio das pernas dele, se apoiou no seu joelho, e ficou bem perto dele.Um sorrio maligno surgiu em seus lábios.

—Você acha mesmo que eu te amo? -- Disse num tom zombeiro.

Drago começou a tossir fortemente.Cloe se afastou e pegou o celular.Mandou mensagem para Dylan, dizendo: Gavião neutralizado.Depois colocou o celular em seu bolso.

—O que...Quem é você? Cadê minha Cloe? O que...Colocou em minha... bebida!? -- Diz Drago, pausadamente.

Drago caiu no chão, tossindo mais ainda.Cloe se abaixou e apertou a bochecha de Drago.

—Sou a pessoa que você queria pendurar a cabeça. -- Diz friamente.

Ela se levantou e saiu do escritório.Viu seus gângsters entrando e matando os outros gângster.

—Pegue o gavião e depois o leve lá para baixo. -- Disse para um de seus subordinados.

Thomas subiu as escadas e entregou uma mochila para Cloe.Cloe foi até o banheiro e se trancou lá.
Enquanto isso com os outros.Thomas desceu e se juntou com os caras.

—Filho da puta, fugiu. -- Disse Dylan, enquanto apontava a arma para a janela.

—Depois vamos achar ele, o foco foi claro: vasculhar a mansão por alguma pista do Ian. -- Disse Thomas.

Thomas, Jhonathan, Nícolas e Dylan foram juntos até o porão.

—Cloe disse que eles NUNCA deixaram ela vim pra essa parte. -- Comentou Dylan.

Era um porão totalmente escuro, até Nícolas procurar pelo interruptor e ascender a luz.A visão deles clareou e viram alguém com as mãos amarradas, largado no chão.Esse alguém tampou sua visão.

—Tá podre esse cara em. -- Diz Thomas.

—Gente... -- Dylan se aproximou.

O cara que estava jogado no chão se levantou meio capenga.Havia muita barba e seu cabelo estava bagunçado, com o corte bem acima dos ombros.Dylan se aproximou desse homem.

—Mas que...Porra! IAN CARALHO!

Dylan abraçou o homem, quero dizer, o Ian.Todos se juntaram e abraçaram o Ian.Ian estava só o pó, sumiu por anos.

—É um sonho...? -- Disse Ian.

Todos riram.Ian sorrio com os olhos lacrimejados.

—Que isso mano, vai chorar!? -- Disse Nícolas.

—Eu pensei que eu morreria aqui. -- Comentou Ian. -- Pensei que vocês nunca iam me achar.

—Cara, tem tanta coisa para te contar! -- Disse Nic, sorrindo animado.

Ian sorrio fraco.Nem parecia o mesmo Ian, com aquela aparência podre.Dessamarraram Ian e o tiraram do porão.

—Nem me lembro direito quando foi a última vez que vi a luz do sol. -- Ian zombou um pouco. — E a...

—Cloe? -- Completou Jhonathan.

Ian assentiu.Mas um assobio alto chamaram atenção deles.Três pessoas estavam de joelhos em frente a escadaria.Os gângsters estavam lá fora, menos Cloe, ela tinha que resolver algo antes.
Alguém foi descendo as escadas, assobiando alguma música.Cloe apareceu lá no meio da escadaria.Seu cabelo estava arrumando, e sua roupa era aquele vestido da formatura dá faculdade de anos atrás.A mesma estava com um taco de beisebol apoio no ombro.

—Mas que merda, né. -- Disse ela, depois soltou uma risada sarcástica.

Ela foi descendo as escadas e ficou na frente dos três.Drago, o braço direito de Drago — Carlos — e Dako, sim, Dako faz parte de tudo isso.Dako que teve a ideia de colocar a cabeça da Cloe como "prêmio", à anos atrás.Ele se sentiu ameaçado, pensando que seu pai deixaria todo o império Volsky para a Cloe.

—Clô, irmãzinha, por favor, você não vai fazer nada com seu irmãozinho, né? -- Disse Dako.

—Hum... -- Ela colocou a mão no queixo, fingindo pensar.

Se aproximou do mesmo e lascou um soco no nariz de Dako, ele caiu no chão.

—Você não ouse opinar com o que eu devo ou não fazer, seu traidor do caralho! -- Esbanjou fúria.

Ela rodou o taco de beisebol.Todos assistiam isso, os garotos não estavam surpresos, eles sabiam o quanto ela mudou depois de ter "perdido" o Ian.Mas Ian via tudo aquilo rejeitando acreditar que aquela era a Cloe, a garota chatinha.

—Hum, perdi a conta de quantas vezes o teu braço direito ali, deu em cima de mim. -- Cloe apontou o taco de beisebol para Carlos. -- Não vou suar com você.

Ela sacou um revólver e deu um tiro no meio da testa de Carlos.Ian arregalou os olhos.Cloe guardou a arma no cinto.Drago começou a tremer na base.

—Eu te amava Cloe, você dizia que me amava também.Tranzavamos como dois amantes! -- Drago começou a falar. -- Eu ia te pedir em casamento!

—Bobinho, é tão fácil conquistar os caras com a inocência, né. -- Cloe de uma risadinha. -- Você Drago, você não faz IDEIA do quando eu queria te matar, e olha que tive várias chances! — Rodopiou o taco de beisebol. — Mas sempre me segurei! Esperando o momento certo, e agora estamos aqui. -- Ela abriu os braços. -- O dia chegou!

—Como pôde!? Você me enganou! Vadia. -- Drago se remexeu, mas suas mãos e pés estavam amarrados.

—Deixa os insultos pra depois, duvido que exista um depois, mas foda-se, eu que faço as regras! -- Disse zombeira.

Ela pegou com as duas mão no taco e o jogou para trás.

—Você me tirou o que era mais precioso. -- Sussurrou Cloe.

Ela tacou o taco de beisebol na cabeça do Drago, bateu e bateu, até sua cabeça ficar destroçada.Ela jogou o taco de beisebol pro lado e suspirou fundo.A sua vingança estava feita, o que ela fez, ela cumpriu, poderia dormir sem arrependimentos.

—Acabou já, querida? -- Diz Jhonathan. -- Tem alguém aqui abismado.

Os olhos de Cloe voam para os garotos.Os olhos de Ian cruzam com o dela.Ela arregalou os olhos, não acreditando que Ian estava diante dela.Cloe correu até ele e se jogou nos braços de Ian, chorando horrores.Com apenas um olhar ela sabia que era ele, sem dúvidas.

—Você está vivo! EU SABIA! -- Choramingou.

—Eu pensei que nunca mais ia te ver. -- Lágrimas saíam dos olhos de Ian também.

O peito de ambos transbordavam alegria.Cloe se soltou dele e ambos sorriram.

—Deixou a barba crescer é? -- Brincou ela.

—Fazer o que né. -- Ele respondeu de volta, com um sorriso irônico

O coração de Cloe começou a saltitar.Ela pensou que nunca mais veria o famoso sorriso irônico.

—Vamos embora daqui logo! Eu preciso te contar tanta coisa! -- Disse Cloe, animada a mil.

Os garotos olharam para aquilo felizes, estavam felizes que ambos seus amigos estavam juntos de novo.Cloe pegou a mão de Ian e saiu arrastando ele.
Já lá fora.Cloe mostrou que o chefe deles estava de volta.Era aplausos e assobios para todo lado.

—VAI, AGORA RALEM DAQUI! Encontro vocês mais tarde no casarão! -- Cloe deu as ordens.

Eles foram embora, restando apenas o pessoal.Eles andaram até seus carros.

—Cloe, sabe a anos atrás, quando eu disse para você ficar pronta? -- Ian relembrou de algo de anos atrás.

—Meio que sim, foi a última coisa que conversamos. -- Ela sorrio de lado.

Ian se virou de frente para Cloe, sorrindo.Cloe levantou um pouco a sua cabeça.

—Bem...É que eu estava planejando o nosso-

Ian é interrompido.O som baixo de algo destravando é baixo, mas Cloe ouviu.Ela sacou sua arma, destravou e empurrou Ian.Ela se virou bruscamente, mas antes de atirar no tal que fez isso, o mesmo já disparou a bala na cabeça...De Cloe.

—CLOE! -- Ian berrou.

Os garotos atiraram no homem, era o mesmo homem que havia fugido.O homem caiu em segundos no chão, com tanta bala que levou.Todos se aproximaram de Cloe.Ian a pegou no colo, era tanto sangue na grama daquela floresta.A visão de Ian embaçou, por causa das lágrimas.

—Fica comigo, por favor. -- Ian implorou.

Cloe apenas abriu a boca.Era óbvio que eles não poderiam fazer nada, um tiro na cabeça é fatal.Os olhos de Cloe não se fecharam, assim então, ela morreu.

—Cloe! Cloe! -- Ian a remexeu.

Todos começaram a sentir um peso.O único forte ali, era Thomas, tentando conter as lágrimas, enquanto Jhonathan chorava em seu ombro.
Dylan sacou a arma e apontou para Ian.Ian, com os olhos molhados levantou a cabeça.

—É TUDO CULPA SUA! -- Dylan choramingou. -- Se ela nunca tivesse ficado obcecada em te achar e vingar você...Ela estaria viva! -- Dylan destravou à arma. -- Eu a amava pra caralho.

—Dylan, abaixa essa porra. -- Disse Nícolas.

Nícolas empurrou Dylan.Dylan começou a bater em sua cabeça, mordendo os lábios.Saiu correndo até seu carro e foi embora acelerando.

—Ian...Vamos enterrar ela. -- Disse Nícolas.

Dako saiu para fora da casa, rastejando.Ian pegou Cloe no colo e saiu andando.Ele só queria acabar com a dor que crescia em seu peito.Cloe nunca saberia o que Ian estava planejando para ela era nada mais e nada menos, que, um casamento surpresa.

...
...

FIM

...

°

Notas finais
JÁ PODEM ATACAR PEDRA EM MIM, EU DEIXO, TÁ OKAY? Sinceramente, eu espero que vocês tenham gostado dessa história, tanto quanto eu gostei de escreve lá e sentir o que eles sentiram. Eu só queria mostrar que, nem tudo tem um final feliz, creio que quase todas as histórias dessa plataforma tem - ESSA É SUA JUSTIFICATIVA!? Enfim, espero que tenham gostado dessa aventura.Beijos, mores! :3