The Gângster
21 Boy
Notas iniciais
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Era a tarde.Hoje era meu dia de folga, coisa que eu não gosto muito.Eu adoro meu trabalho, gosto do que me tornei.O diretor do hospital que me deu o dia de folga.
—Está brincando!? — Sarah quase de engasga com a água. - Esses deliquentes, como eles ostentam tanto!?
—Droga, tráfico de armas e coisas do tipo. — Eu e Sarah olhamos para Karla. - O que foi!? O Dylan que me contou.
—Hum, o Dylan, em? — Sarah olhou maliciosamente para Karla.
—N-não me olhe assim! O Dylan é afim de outra garota.Ele só me disse isso por que eu perguntei quando estávamos sozinhos. — Karla volta a tomar seu Milkshake.
—Ainda tô a espera que Andrew admita seus sentimentos por mim e me dê um anel deslumbrante. — Sarah sonhou sorridente.
—Porquê você não dá o primeiro passo? — Pergunto.
—Você sabe, não é muito do nosso fetiche nós mulheres nos declarar primeiro. — Disse Sarah. - Eles são tudo convencido e metidos.
—Arrogantes e imorais. — Karla acrescentou.
—Doces e divertidos. — Sorrio.
Elas duas me olham feio.Bom, eu gosto dos garotos, eles me tratam bem e nos divertidos.Lembro até hoje do primeiro dia que eu conheci eles.Pelo o que eu me lembre, eles queriam me vender no mercado negro ou me transformar em uma empregada sexual.
—Eu estou indo para o mercado, querem algo de lá?
Me levantei.O dia estava bastante quente e nós três estávamos sentadas perto da piscina em uma das cadeiras de praia.
—Um homem que preste. — Disse Sarah.
—Tem certeza que quer ir sozinha? — Karla tira o óculos escuro.
—Sim, é perto o mini-mercado.
Acenei para elas e andei até lá dentro.Peguei algum dinheiro e sair de casa.Ian disse que não queria que eu saísse muito de casa, ele acha que podem me sequestrar ou algo do tipo.
Não duvido
Olhou pros lados.Bom, meu bairro atual é quieto.Desço a ladeira e comecei a andar até o mini-mercado.As vezes é bom sair de casa, pensar em tudo que está acontecendo.
Depois de minutos, chego no mini-mercado.Aceno com a cabeça para o senhor do caixa conhecido.
—Bom dia, senhorita Cloe. — Ele deu um sorriso de lado.
—Bom dia. — Respondi de volta.
Fui para parte de trás.Peguei solgadinhos.Ouvir o sino da porta.Depois um tiro.Tremi e me agachei.
—Abaixa essa arma, jovem. — Diz o senhor do caixa.
Depois ouço outro tiro.Me abaixei mais e tampei minha boca.Sim, eu estava com medo e tremendo.Deus, o que vou fazer!?
—Cloe. — Ouço o homem me chamar.
Como ele sabe meu nome!? Será que ele sabe que estou envolvida com Ian? Quem é esse homem, afinal? De quatro, fui andando até a outra fileira.Olhei para o meio e vi ele andando na minha direção.Ele me viu!? Me levantei e joguei os solgadinhos em sua cara.
—Vem cá, mini putinha!
Ele aponta a arma para mim.Eu arregalei meus olhos.É esse meu fim? Eu não consigo correr.
—Cloe, cuidado! — Ouço uma voz de um garoto.
Alguém deu uma panelada na cabeça do homem e o mesmo caiu no chão duro.Com o coração na mão, caiu no chão.Eu ia morrer...Eu ia.Levantei meu olhar.Um garoto, adolescente eu acho, todo sujo e com roupas rasgada, está com a panela em mãos.
—Obrigada, obrigada mesmo. — Digo nervosa.
—Cloe é seu nome, certo? — Assentir. -Temos que ir Cloe, eles vão atacar a sua casa.
—O que!? Como? — Ele entendeu a sua mão.
—Confie em mim, por favor.Eu sou um garoto de rua e acabei ouvindo homens nada bons, dizendo que ia atacar você e sua casa.Eles até mencionaram seu nome, Cloe. — Ele diz tudo quase tão rápido.
—Sarah e Karla! Deus, elas estão lá dentro!
Aceitei a sua mão e eu me levantei rapidamente.Ele parece ser um garoto tão bom.Segurei a sua mão e o arrastei comigo.Ele me salvou, agora não posso deixar ele para trás.Sair do mini-mercado e começamos a correr para a minha casa.Eu estou com medo, sim, eu sinto medo.
Entramos dentro de casa e eu dei uma bica na porta.Soltei a mão do garoto e fui até o quintal.
—Meu Deus Clô, o que foi? — Karla tira o óculos.
—Temos que sair daqui, rápido! Peguem o dinheiro e vamos! Tem que ser rápido meninas! — Digo rápido.
Elas saem correndo.Fui lá para cima.Tirei uma pintura do lugar e abrir o cofre.Esse dinheiro que está aqui é só um pouco.Ian disse que poderemos abrir quando for necessário.Se eles vão invadir, eu não posso deixar o dinheiro de bandeja assim.Pego uma mochila em meu quarto e coloco o pouco do dinheiro em minha mochila.
—Cloe, o que está acontecendo!? — Sarah para ao meu lado.
Fechei o cofre e me virei para ela.Joguei a mochila pesada em minhas costas.Sarah só estava com uma mochila em seu braço.
—No caminho eu explico, temos que vazar daqui. — Digo.
Vejo Karla sair do quarto e descemos as escadas.O garoto ainda estava na porta, parecendo que estava nos esperando.
—Quem é o pirralho? — Diz Karla.
—Nem eu sei. — Sorrir nervosa.
Formos até a garagem e olhamos um carro qualquer de lá.Entrei no banco do motorista e o garoto se sentou ao meu lado.
—Todos aí? — Ligo o carrom
—Sim. — Disse Sarah.
Saiu acelerando o carro e os grandes portões se abrem.Dou uma derrapagem e pelo retrovisor, vejo carros se aproximam.
—São eles! — Diz o garoto, olhando para trás.
Troco a marcha e acelero.Alguns carros ainda estavam nos seguindo.Pelas ruas fui tentando despistar eles.
Em menos de uma hora, conseguimos.Ouvir todos suspirarem aliviados.
—Agora que estamos livres, alguém me explica...— Ouço Karla dizer. — O QUE ESTÁ ACONTECENDO?
—Eu não sei exatamente. — Digo. - Foi ele que me disse e me ajudou.
—Qual é o seu nome garoto? — Sarah coloca a mão no ombro dele.
—Sebastian. — Ele sorrio. - Bom, eu vou explicar para vocês.Eu estava na frente de um bar, pedindo dinheiro para quem passava.Então um monte de homens saiu do bar, dizendo que hora era o dia de aterrorizar.Disseram que iam acabar com a gangue de um tal Ian.E foi aí que um deles mencionou seu nome, Cloe. — Engoli um seco. - Ele disse que recebeu um telefonema que Você estava fora de casa.Ele estava com arma, então eu imaginei o que ele faria.Eu não podia abaixar a cabeça e deixar isso passar.Eu seguir ele até aquele mercadinho, e foi aí que eu ajudei.
—Ela gentileza toda é estranha, e se você for um deles? — Disse Karla.
Karla tinha razão.Deu sinal vermelho e eu dei uma freada.Todas nós olhamos para ele.Ele tinha olhar tão triste.
—Eu não faria isso. — Ele negou com a cabeça. - Meu pai era policial, e eu prometi no dia que ele morreu, que eu salvaria qualquer um.Apenas confiem em mim.
—Sinto muito. — Disse Sarah. - Ele parece que está dizendo a verdade.
—Senão estivesse, Sebastian teria deixado que aquele Homem me matasse, correto? — Olhei para Sebastian.
—Sim. — Ele disse.
Um silêncio desconfortável ficou entre nós.Só fui dirigindo para lugares.Mas o tempo passou e formos conversando bastante.Paramos em uma lanchonete e comemos algo.
Bom, já se passou horas e já está escurecendo.Quero nem ver a reação dos rapazes.
—Sério que todos nossos celulares descarregaram? — Disse Sarah.
Todos nós voltamos para o carro e nos sentamos.Satisfeitos por termos comidos, finalmente.Liguei o carro e peguei meu celular.Só restava 1% de bateria.
—Só tenho 1% de bateria, nem daria para ligar pra eles. — Digo.
Vejo muitas ligações perdida dos rapazes, principalmente de Ian.Com certeza ele vai me matar por ter deixado a casa.Guardo meu celular.
—Obrigado por me darem comida. — Diz Sebastian sorrindo.
—Não precisa agradecer, garoto.Você pareceu estar com bastante fome. — Diz Sarah.
—Fazia dias que você não comia, correto? — Dou a ré no carro.
—C-como sabe? — Ele me olhou sem jeito.
—Eu sou médica.E bem, seu corpo parece bem fraco e magro, só deduzir. — Digo.
Acelero com vontade, fazendo a trajetória de casa.Espero que não tenha acontecido nada com a nossa casa.
—Ah sim, fazia dias. — Ele coçou a nuca.
—Você tem quantos anos, Sebastian? — Diz Karla, animada.
—Tenho onze. — Nós três olhamos para ele. - O-o que foi?
—Você é bem alto para a sua idade, estou surpresa. — Diz Sarah. — Ainda não agradecemos por você ter nos salvados, né?
—Não precisam me agradecer. — Diz Sebastian, sem jeito.
O caminho todo conversamos, como se já fossemos bastante íntimo.Sebastian é apenas uma criança de rua.Tímido e fofo.
Já chegando em casa, as grandes grades estavam abertas.Entrei com o carro até lá para frente.A porta da entrada está aberta.E os carros dos rapazes estão na garagem.O jardim está tão judiado.
Saímos do carro rapidamente e entramos.Abrir só mais um pouco a porta, para chamar a atenção de todos.
—Andrew! — Sarah chamou.
Os rapazes nos olharam.Eles pareciam tão perdidos.A casa está tão bagunçada.Sarah correu pros braços de Andrew, chorando.Dylan chegou na Karla e a abraçou, sério.
—Que bom que vocês estão bem. — Disse Dylan. - Tive medo que algo tivesse acontecido.
Olhei pro lado e Sebastian estava só meu lado, imóvel.O peguei pelo braço e o puxei.Eu quero que ele fique com nós, que ele seja da nossa família.Já na frente de todos.Os rapazes olharam para o Sebastian, como se ele fosse uma ameaça.Ouço passos e alguém sair da cozinha.
—Ian!
O chamei.Seus olhos percorrem por todo meu corpo.Ele correu em minha direção e me abraçou, me cobrindo com seus braços.Sorrir, é tão bom abraçar ele.
—Que bom que você está viva. — Ele sussurrou. — Tive medo...
—Do que? — Sorrir, querendo que ele terminasse a frase.
Ele se afastou.Foi quando ele notou a presença de Sebastian.E como Ian é super bom em dar primeira impressão — sarcasmo — Sebastian tremeu e ficou sério.
—Quem é você, pirralho? — Diz Ian.
—S-sebastian senhor. — Sebastian fez uma postura reta.
—Sebastian, ah...— Ian o olhou de cima abaixo. - O que você fazia com as nossas garotas?
—Ian, ele nos salvou. — Digo.
—Realmente, senão fosse ele nem faço idéia do que tivesse acontecido com nós.Mortas? Sequestradas? Há tantas alternativas. — Diz Karla. — Obrigada, Sebastian.
—Poderiam ter matado a Cloe, Ian. — Diz Sarah.
—Se lembra de quem queria fazer isso? — Os punhos de Ian estão cerrados.
—M-mais ou menos. — Me sentir nervosa. - Fiquei tão em choque. — Sorrir nervosa.
Sentir seu braço em meu pescoço.Seu olhar era triste e preocupante.
—Depois você me diz como era esse cara, gostaria muito de estorar miolos hoje. — Ian sorrir travessom
Todos nós rimos.As vezes não sei se esse lado travesso é maligno ou só é por diversão.Sebastian nos olhou.Deu as costas e saiu andando.
—Sebastian, espera! — Digo.
Dei um passo.Talvez Ian não deixe o que eu irei fazer agora, mas eu não importo.Sebastian parou na entrada, mas não se virou.
—Ei pirralho. — Ian o chamou.
Todos nós olhamos para Ian.Okay, talvez eu não esperava que Ian iria agradecer o mesmo.
—Você salvou a Cloe, correto? — DizIan.Sebastian assentiu lentamente. - Valeu, não sei o que faria se ela tivesse morrido.
—Ian? — Não sabia onde Ian queria chegar.
—Você tem algum lugar para ir, pirralho? — Diz Ian.
—Não, nenhum lugar. — Sebastian se virou.
—Quer começar a ter a um lugar a ir? — Arregalei meus olhos. - Quer ser da nossa família estranha?
Sebastian arregalou os olhos.Ian sorrio de lado e colocou as mãos no bolso.Os olhos se Sebastian se encheram de lágrimas.Ele correu até nós e abraçou Ian.Ai meu deus, sei que Ian não é muito fã de afeto.
—Para de chorar, muleque. — Diz Ian.
Sebastian chorava no peito de Ian.Isso fez o mesmo suspirar impaciente.Isso fez meus olhos se encherem de lágrimas.
—Agora é você!? Porra, o que tá acontecendo? — Ian me puxou.
Seu braço me envolveu.Sentir seus lábios em minha testa.Estou emocionada, talvez Ian não seja uma pessoa tão ruim quanto eu pensava.
—Temos mais um membro! — Diz Karla, pulando de alegria.
—Temos mais um pirralho, acrescentando. — Diz Thomas.
—Tu é outro, Thomas. — Diz Nicolas.
—Bem-vindo, Sebastian. — Ouço Ian sussurrar.
Sebastian se afastou e passou a mão em suas bochechas.Sorrimos para ele.Estou tão feliz que ele vai sair das ruas.
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