Notas iniciais
Primeiramente, queria agradecer a Rory por ter feito uma recomendação da fic, eu amei flor *-* e dedico esse capitulo pra você. Eu particularmente, amo esse capitulo :3 espero que vocês também amem ele e comentem. Vocês viram o Trailer??!! Fui só eu que morri quando vi ele, mds e aquela cena FourTris :3 ,e deixou com gostinho de mais :3 Fantasminhas, meus amores, apareçam , bejokas. Ps.: Tretas... prevejo tretas....

[...] What would I do without your smart mouth

Drawing me in and you kicking me out [...]

As duas semanas seguintes, passaram rápidas, de manha e a tarde eu treinava, já a noite, passava ela com Tobias. Will estava conquistando Cristina, então tudo ia bem, a única coisa que não entendi até hoje, é o porque do Tobias ter ficado com Cris mas, perguntaria hoje a ele.

Como sempre, esperei todos saírem, Tobias e eu éramos os últimos a sair, todos os dias, estão eu tinha como falar com ele, sem que nos observassem a todo tempo. Quando todos saem, vou em sua direção.

– Será que posso ir pro seu apartamento hoje — lhe dou um beijo.

– O que você quer fazer lá Milena? — ele pergunta, e faz cara de desconfiado.

– Eu só quero ficar com você, eu gosto da sua companhia — falo com cara de inocente — A não ser...

– A não ser o que? — ele faz cara de safado.

– Quatro! — exclamo — Eu ia dizer, a não ser que você não me queira lá.

– Claro que eu quero — ele diz — Vou te esperar, okay?

– Okay — então saio.

Mas antes que eu possa me afastar, sinto ele me puxando, então ele me imprensa na parede e me beija, coloco minhas mãos em sua nuca, agarrando com força seu cabelo, então ele desce suas mãos e aperta minha cintura. Retribuo toda paixão e intensidade que ele coloca no beijo, até que...

– Ei vocês ai! — grita Uriah — Desculpa atrapalhar, mas é que preciso da minha irmão.

Tobias me encara, então me solta, pensei que ele ia ficar com raiva, mas ao invés disso ele ri.

– Já estou indo Nicolas! — digo e dou um ultimo beijo em Tobias — Você é irritante sabia?

– Sei, sei — diz ele, com uma cara de desconfiado — Agora vamos pequena.

Vou o caminho todo reclamando, mas o que ele faz é somente rir. Uriah insinua que, se não tivesse chegado a tempo, teríamos feito algo a mais.

– Você acha que eu faria o que ali! — exclamo irritada.

– Do jeito que iam? — fala ele rindo — Me agradeça, se não vocês estariam fazendo sexo, ali mesmo.

– Eu nunca faria isso! — falo — Muito menos ali.

– Ta, ta, agora vamos — ele fala — Estou morrendo de fome!

[...]

São quase sete, então decido me arrumar e ir para o apartamento do Tobias, coloco uma calça e uma blusa regata. Não queria demorar mais, queria saber o porque dele ter ficado com Cris.

Quando estou chegando, apartamento dele, quase dou um grito — não de medo ou tristeza, e sim de felicidade — Will e Cris estão se beijando, parecia haver paixão e loucura no beijo, ele esta imprensando ela na parede, com a as mãos em sua cintura, e ela, coloca uma mão em sua nuca, aprofundando o beijo.

– Ninguém disse que é feio espionar — escuto uma voz familiar.

Me viro e o encaro.

– Eu não tenho culpa, se quando estava indo para seu apartamento, me deparo com meu irmão na maior agarração — falo — Não tem como espionar!

– Agora chega né? — ele ri — Vamos, estava mesmo te esperando.

Ele me da um breve beijo e depois nos guia para seu apartamento. Quando chegamos, ele diz que vai tomar banho e que logo volta, me sento em sua cama e espero. Eu avisto um caixinha em cima da como, pego ela e abro, dentro dela tem um colar, com uma inicial, "T".

– Você não devia mexer, onde não foi chamada — diz ele atrás de mim, acabo levando um susto — Me dá isso — ele pega e o guarda, depois senta ao meu lado.

– Me desculpe — digo — Você ia dar isso a ela?

– Sim — diz ele — Mas quando ia fazer, era tarde demais.

– Quatro, eu sei que não me interessa, mas, se você a amava tanto, porque estava com Cris — ele me olha duvidoso — Quer dizer, não parecia que você gostava dela.

Ele fita o chão e passa um bom tempo em silêncio, então quando eu penso, em falar que vou embora, ele se pronuncia.

– Eu nunca a amei, nem mesmo gostava dela — ele fala — Cris era a melhor amiga de Tris, quando ela morreu, a Cris ficou ao meu lado e meu ajudou, eu nunca entendi porque eu fiquei com ela ou porque passei quatro meses assim, era como se, eu quisesse que ela fosse a Tris, e por Cris ser a mais próxima a ela, eu podia fingir.

" Tudo começou a quatro meses, eu estava bêbado e Cristina me achou, ela me levou para casa e me mandou dormi. Eu disse que ia tomar banho e pedi para ela me esperar, foi o que ela fez, só que quando eu sai e fui me despedir dela, ela me beijou, eu não entendi o porque, mas não neguei o beijo e muito menos o aceitei. Até hoje não sei porque entrei nessa loucura, só sei que ela meio que me fazia bem, com todas aquelas loucuras dela, ela me fazia esquecer um pouco a dor, esquecer que por dentro, eu estava morto, mas tudo mudou quando você apareceu."

– Nossa, eu nem sei o que falar, então todo esse tempo, você estava com ela, não por amor, nem por nada, mais porque ela te fazia esquecer um pouco a dor? — ele concordou com a cabeça — Mas porque tudo mudou quando eu apareci?

– Eu não sei, você me faz sentir coisas que não entendo — ele fala — Sei que é errado, mas você me lembra ela, você é muito parecida com ela.

" Você me faz me sentir bem, como se estivesse complete, como se a Tris estivesse aqui, é como se você fosse ela, só que com outra aparência. Eu sei que não devia ta com você, que não é justo, mas não consigo me afastar, é como se você fosse a ultima chama de esperança existente em mim e na minha vida, eu preciso de você, mais que tudo, mas vou entender se você não quiser ficar comigo."

– Quatro — chamo-o — Eu não me importo, se eu ti faço bem, pelo simples fato de parecer com ela, eu fico feliz.

" Eu gosto muito de você, nunca o julgaria, muito menos sabendo da intensidade do seu amor por ela, eu estarei aqui para você, sempre. Não importa o que aconteça, me prometa que me entendera, cuidara de mim, me protegerá, mesmo que para você, seja a ela que esteja fazendo isso. E eu prometo que farei o mesmo com você."

Ele não fala nada, apenas me envolve em um beijo, longo mas delicado, simples, mas que é cheio de sentimentos e promessas, de palavras não faladas. Eu não tinha ideia do quanto minha morte tinha o afetado, não sabia que acarretaria isso, se o soubesse, nunca o teria abandonado eu ido no lugar do Caleb.

Tobias era e é a pessoa mais importante da minha vida, eu amo meu irmão, mas preferia deixar ele abrir mão da sua vida, por mim, do que abrir mão da minha e permitir que Tobias sofresse a esse modo.

– Milena? — ele me chama.

– Sim? — eu falo.

– Amanhã começaram as simulações, então se prepare e seja forte — ele me diz e beija minha testa.

Droga! Droga! Tinha me esquecido dessa parte, ele não pode ver meus medos, não quero que ele descubra assim. Pense Beatrice, pense!

– Você irá aplica-lo — pergunto.

– Sim — fala — Não quer que seja eu a aplica-lo?

– Claro que quero — minto — Quatro, eu tenho que ir agora, tenho que falar com Nicolas.

– Tudo bem — ele diz e me beija — Boa noite Milena.

– Boa noite Quatro — digo e saio de seu apartamento.

Vou o mais rápido que consigo, sem chamar atenção, é claro. Ele não podia ver minhas paisagens do medo, não por conhece-las e sim por fazer parte delas. Depois que fui tortura no departamento, eu tenho medo de perde-lo, de presenciar a sua morte. Eu poderia arrumar uma desculpa, para todas as outras paisagens, mas não para essa.

Quando chego no quarto, vejo que só Uriah esta nele, porém estar dormindo. Ahh não, ele que me mate, mas não vou esperar ele acorda, preciso dele e preciso agora!

– Uriah! Acorda! — digo pulando em sua cama.

– Tris! Será que da para você me deixar dormi! — ele fala ainda de olhos fechados — Que merda.

– Não, não dá — falo — Eu preciso de você e agora! — ele não da atenção, então sento na cama e lhe dou um beijo na bochecha — Por favor Uri, eu preciso do meu maninho — digo com a melhor cara de inocente que consigo.

– Esta bom — ele fala — Já que você esta apelando para esse lado, não tem como negar.

Ele se senta na cama e me puxa para um abraço.

– O que foi que aconteceu, para de deixar assim — ele pergunto — Não, pera! Você e Quatro transaram!

– Uriah! Claro que não — falo dando um soco nele — É que amanha começa as simulações e eu não sei o que fazer.

– Tris, você pode inventar mentiras para todas elas — ele começa — Afinal, você não decide seus medos.

– Eu sei, mas você se esqueceu do meu ultimo medo — ele me olha e seu olhar transmite duvida — O que eu vejo ele morrendo, o que ele morre na minha frente e eu não posso fazer nada.

Ele fica calado por um bom tempo.

– Tris — diz se sentando na cama e segurando minhas mãos — Esta na hora de você contar a verdade para ele, será melhor. Eu sei que é isso que você que e não tem nada que possamos a fazer em relação a paisagem do medo.

– Você tem certeza? — pergunto.

– Se ele te ama, ele entendera — ele fala com calma — Mas isso quem decide é você.

Concordo com a cabeça, digo que ela já pode dormi e agradeço. Uri tem razão, esta na hora de falar a verdade para Tobias.

Mas, como farei isso?

Notas finais
Comentem e comente, beijinhos mores. E mais uma vez, fantasminhas apareçam.