The Five Legends

3 Capítulo 3: Fogo contra Raio


Roy e Tatsu estavam parados frente a frente, ambos se encarando com desprezo no olhar. Roy recordava do fatídico dia, onde, por um ato selvagem de Tatsu, teve seu braço arrancado em uma mordida, para que o jovem não fosse atrás dele. Já Tatsu apenas pensava que em sua frente estava o homem que havia tentado lhe matar por algum motivo desconhecido por ele.

– Então, como foi colocar a prótese hein moleque? – Dizia Tatsu rindo.

– Logo você vai saber como é, farei questão de arrancar suas duas pernas seu imbecil. – Respondia Roy, que estava ansioso pela vingança.

Logo Roy estalava os dois dedos e saiam rajadas de fogo e gelo de sua mão direita e esquerda, respectivamente. Tatsu em segundos fazia a metamorfose para Lobisomem rapidamente, e desvia dos ataques com facilidade, e em sequência já emenda com uma rajada de raios que saiam de sua boca.

É isso que o Iron Flame consegue? É patético! – Dizia Tatsu, rindo de Roy.

– Não é só isso! – Respondia Roy, que trocava de luvas para mudar o estilo de ataque.

Nas novas luvas haviam círculos diferentes dos que haviam nas outras. Então Roy juntava sua mãos e as tocava no chão, e da terra saiam várias mãos feitas de pedra, e todas atingiam Tatsu com socos violentos. Tatsu encarava Roy, que demonstrava o nojo que sentia naquela situação.

– Eu esperei por isso muito tempo Wolf... E hoje eu acabo com você! – Exclamava Roy, que mostrava a fúria que sentia.

Hahahaha! Eu acho que ainda não tem o suficiente pra isso... – Dizia Tatsu, que mesmo muito ferido, parecia se divertir com tudo aquilo.

– E o que te faz pensar assim? – Perguntava Roy.

Ora, basta eu ativar meu poder supremo, e aí você morre. É simples. – Respondia Tatsu com um olhar sanguinário.

Os dois ficavam se encarando, até que Tatsu se levantava e retornava a sua forma humana.

– Vou acabar com isso. – Dizia Tatsu, estralando os dedos.

– Digo o mesmo. – Dizia Roy.

Então os dois preparavam seus poderes. A mão de Roy estava tomada por fogo, enquanto a de Tatsu estava cheia de raios, então, quando os dois começam a correr , um carro do exército para entre os dois, e desse carro saem o Coronel Lucas, e o líder do país, o Kaiser.

– Ai meu Deus... – Dizia Roy quando via a cena.

Lucas se dirigia até Roy, enquanto o Kaiser se dirigia até Tatsu.

– Vocês dois, danificaram essa aldeia e ainda por cima estão sujando o nome do exército nessa luta boba. – Dizia o Kaiser, enquanto olhava para Tatsu, mas se dirigindo aos dois.

– Vocês dois irão entrar nesse carro, e voltar à Central comigo e com o Kaiser, entenderam? – Dizia Lucas, que parecia irritado.

– Senhores, me desculpem, mas eu não vou sair daqui enquanto não acabar com esse imbecil! – Dizia Roy, que demonstrava a frustração na possibilidade de encerrar a luta com Tatsu.

– Digo o mesmo! – Dizia Tatsu.

O Coronel e o Kaiser apenas trocaram um olhar, e o Kaiser apenas acenou positivamente para o Coronel.

– Eu não queria ter de fazer isso Roy... Mas não me dá outra escolha. – Dizia Lucas, e colocava a mão na cintura.

Em um movimento veloz, Roy sacava a espada e dava uma pancada em Roy, se feri-lo, apenas desacordando-o, e quando Roy havia caído, o Kaiser desferia um golpe na nuca de Tatsu, que caia sem sentidos no chão.

– Ponha-os no carro, vamos levá-los para a Central. – Dizia o Kaiser.

– Sim senhor... – Consentia Lucas, que pegava Roy e colocava ele nos ombros.

Central do Exército, Abranorth, no mesmo dia.

Roy acordava com dor de cabeça. Estava em seu quarto na Central, com o Coronel sentado em uma poltrona ao lado da cama.

– Coronel... O que houve... – Perguntava Roy, que sentia fortes dores de cabeça.

– Eu o desacordei para que deixasse de lutar com o Tatsu. – Respondia Lucas.

Roy se lembrava do que havia ocorrido, e começava a olhar para os lados.

– Onde está ele? Cadê o Wolf? – Gritava Roy.

– Ele está longe daqui a essa hora, ele não mora na Central. – Respondia Lucas, que antes de sair do quarto de Roy, já o alertava. – Se você por um acaso, sair daqui pra ir atrás do Wolf, eu irei pessoalmente caçá-lo, entendeu? –

Roy engolia seco, e esperava o Coronel sair de seu quarto.

– Até logo Firce. – Dizia Lucas, que saia batendo a porta.

Roy se deitava e ficava olhando para o teto, lembrando do que havia ocorrido. Depois de anos, ele finalmente havia encontrado seu carrasco, e poderia ter sua vingança, se não fosse pelo Coronel e pelo Kaiser.

– Vou ter minha revanche... Eu juro – Pensava Roy, que sorria ao pensar em uma nova possibilidade de matar Tatsu.

Templo de Hiachi, um pouco depois

Um monge corria ao longo dos corredores do templo, queria chegar até algum lugar, e rápido.

– Esses desgraçados, não vou deixar que tirem o segredo do templo! – Dizia o rapaz, que corria mais rápido.

Logo então o rapaz chegava até uma sala, que estava com a porta encostada. Ao entrar lá, se depara com dois homens, que estava no centro da sala, prestes a pegar o livro que estava localizado no centro da sala.

– Não toquem neste livro! – Dizia o rapaz. – Quem são vocês? – Completava.

Os dois homens se entreolhavam, e respondiam ao garoto sem exitar.

– Meu nome é Senbou, e este é Okui, muito prazer. – Dizia um deles, chamado Senbou, que usava apenas um colete e bermudas.

– E você, quem é? – Perguntava Okui, o rapaz parecia pesar na média de 100kg.

– Eu sou o líder dos monges! Meu nome é Daisuke, o Mago Cinza! – Dizia o rapaz, que unia as mãos.

– Olha só, é um alquimista! – Dizia Senbou, que ficava animado esperando uma batalha com um Alquimista.

– Não, isso é apenas meu ritual religioso. Eu oro antes de matar pessoas, para pedir perdão á Deus. – Dizia Daisuke, que estava mais concentrado em sua oração do que nos dois homens.

– Ai ai, você me dá náuseas. – Dizia Senbou, que havia perdido a animação.

– Ok... Vou matá-los seus hereges! – Falava Daisuke, que conjurava um cajado para suas mãos, e lançava uma esfera de aura na direção dos homens.

– Ai, Okui, se livre dessa esfera. – Dizia Senbou, enquanto bocejava.

– Sim... – Respondia o outro.

Okui se posicionava em frente a esfera, e engoli-a inteira, sem esboçar nenhum ferimento ou efeito aquilo.

– Mas... Que merda vocês são? – Perguntava Daisuke.

Os dois se olhavam, e respondiam.

– Nós somos algo que contraria sua religião e seus bons costumes... – Dizia Senbou

Daisuke olhava para eles, e logo uma coisa despertava em sua cabeça.

– Espere... Esses nomes, essas feições... Vocês são de Goen... – Dizia Daisuke, que começava a ligar informações.

– Tá chegando perto! – Dizia Senbou, parecendo animado.

Daisuke seguia pensando, e logo ele havia se dado conta de quem enfrentava.

– Meu Deus... Vocês são... Fumetsus... – Afirmava Daisuke, que tinha uma expressão de pavor.

– Fumetsu, Humunculus, Filosofais... Já nos deram muitos nomes ao longo da história desse mundo... Desde o ano Zero d.e parece que nos chamam de Fumetsu, parece que é para excluir as lembranças que as pessoas tinham dos Humunculus... – Dizia Senbou. Daisuke não entendia nada, não entendia o que o homem dizia. O que eram Humunculus? Ano zero? Eles não estavam em 1914? O que estava acontecendo ali era um mistério.

– Ok, esse livro não tem nada que vá nos ajudar na guerra, vamos embora Okui. – Dizia Senbou.

– Não vou deixar que saiam daqui com vida seus monstros! – Dizia Daisuke segurando o cajado.

– Ai ai, idiota... Okui, de um jeito nele. – Dizia Senbou, querendo sair logo dali.

– Ok Senbou... – Dizia Okui, que se posicionava, e em uma velocidade incrível, atropelava Daisuke, o jogando para fora do templo, montanha abaixo.

– Exagerou um pouquinho... Mas tudo bem, esse não vai mais nos incomodar. – Dizia Senbou, que se transfigurava em um monge, para sair dali sem atrair suspeitas.

Notas finais
Caso tenha algo a acrescentar, seja elogio, crítica ou sugestão, comente. Próximo capítulo sexta, dia 04/07
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.