Notas iniciais
Este capítulo tem continuação, digamos assim, pois o capítulo 4 seria parte dele, mas não achei que ficaria legal juntar a outra parte com essa, compreendem? Acho que não kk, mas mesmo assim, espero que gostem =3
Eu fiquei totalmente desnorteada, sem jeito, não sabendo onde era meu lugar, onde estava, sobretudo aquilo era incrível, só via ele, somente ele e mais ninguém ao redor. Resumindo, me perdi nos olhos dele.
Quando finalmente me sentei, comecei a pensar no quando fui ridícula, parada feito idiota e o observando sem nem picar, mas apesar de tudo, devo estar apaixonada, mas não seria possível, pois o vi em tão pouco tempo, ele acaba de chegar, não o conheço, não o tiro da minha cabeça nem por um segundo. Apesar de nem ter visto o rosto dele no início, ele prendeu-me a atenção, e só bastou eu olhar em seus olhos.
Depois de dez minutos, chegamos. Antes de você criar falsas expectativas sobre minha escola, eu vou te dizer exatamente como ela é e de como deveria ser: Primeiramente, ela é totalmente branca por fora, totalmente. Sinceramente, pra quem a vê na primeira vez batendo-se os olhos, achariam que é um hospital, ou algo relacionado que simbolizam o branco, pois deveria pelo menos ser coberto com azulejos de pedra cinza, ou algo mais retrô; tem uma área verde, com bancos e poucas árvores, que seria devidamente para os alunos na hora do intervalo, mas aquilo é apenas enfeite, porque nem ao menos deixam nós ultrapassarmos a área do refeitório. Dizem eles que é pela segurança do aluno, claro; no refeitório é uma parte espaçosa, próprio para todos os alunos, óbvio. Tem mesas gigantes e bancos da mesma medida das mesas, como de uma prisão. Nem se fala da comida, que juntando isso com as mesas/cadeiras e paredes sujas, torna-se uma prisão de fato, pois deveriam dar alimentos mais saborosos, e sólidos, digamos assim. A comida da escola é da mesma textura de um purê de batata, ás vezes líquidos ou pastoso demais, seja arroz ou feijão. Repetindo, é do mesmo jeito; os corredores são repletos de armários semi enferrujados cinza, bem pequenos que mal cabem três livros, e o motivo dele ser tão pequeno, é por conter mais de mil alunos em um só período integral, e não seria possível o armário ter uma medida padrão pra cada aluno em apenas dois corredores não muito longos. As portas da escola toda são de madeira tratada; maçanetas de ferro texturizadas; carteiras universitárias, que particularmente pra mim, são horríveis; os quadros são brancos que usam se canetões ao invés de giz, que é apropriado para o quadro negro, mas isso é devido aos alunos e professores que tem alergia a poeira, como no caso, a Rinite; as salas de aula são bem desorganizadas, no inverno são bem geladas e no verão bem abafados, mesmo com a ajuda dos ventiladores pendurados em dois cantos da parede. Poderiam expandir as janelas, porque esses “pequenos” probleminhas com o clima, dificulta um pouco na concentração da matéria. Não que eu seja bem exigente e do tipo que reclama de tudo, mas é uma escola pública, que não nos agrada muito, e claro, é super normal reclamarmos, temos direito afinal.
Notas finais
Eu ainda estou elaborando o próximo capítulo, que será publicado brevemente.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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