The Fate Of All
10 Capítulo X
Notas iniciais
Capitulo X
Depois de três longas horas um médico foi dar as noticias. Edward se levantou ansioso e foi até o homem de branco.
-Então como ela está? –o loiro perguntou apreensivo
O médico olhou para Edward com uma expressão um tanto preocupante. Provavelmente as noticias não eram boas.
-A senhora Pinako está descansando da cirurgia. Já fizemos os exames e os resultados não são muito bons, vai depender dela para que a situação não piore. –o médico falou com receio
-Podemos vê-la? –Edward perguntou
-Sim, mas não poderão ficar por muito tempo. –o médico avisou
-Só um minuto. –o loiro pediu indo acordar a garota que dormia tranquilamente- Winry acorda.
A loira abriu os olhos lentamente demorando um pouco para reconhecer o lugar onde estava foi então que se lembrou do que havia acontecido com sua avó.
-Como ela está? –Winry perguntou aflita
-Ela está descansando da cirurgia. –Edward falou poupando as outras informações
Ela se levantou e ambos foram até o quarto onde a senhora descansava serenamente, assim que a viu Winry começou a chorar se aproximou da cama a passos lentos e ajoelhou-se segurando a mão da avó e olhando-a com olhos chorosos.
Edward apenas observava a cena com dor no olhar, ele conseguia sentir claramente a dor que ela sentia, na mesma intensidade, era como se todas as emoções dela estivessem sendo compartilhadas com ele incondicionalmente.
-Vovó, por favor, não me deixe. –a garota pediu limpando as lagrimas
Ela passou a mão pelo rosto da senhora e se surpreendeu quando a mão da mesma segurou a sua. Pinako abria os olhos vagarosamente vendo o rosto da neta vermelho de tanto chorar.
-Vovó! –Winry gritou abraçando-a
-Eu te preocupei não foi Winry? Mas não há motivo para isso esses ossos velhos ainda agüentam muita coisa. –Pinako respondeu com um leve sorriso
-Ainda bem! Ainda bem! –Winry falava abraçando a avó
-Vou ter que pedir para que se retirem, vamos continuar os exames. –o médico falou abrindo a porta
Winry saiu meio contragosto, mas não tinha escolha, por mais que quisesse ficar perto dela tinha que deixar os médicos a examinarem. Edward estava aliviado, podia sentir uma boa parte de aquela tristeza desaparecer dos olhos da loira que agora possuíam um brilho de esperança.
-Onde está Rose e Keita? –Winry perguntou sentindo a falta deles
-Eles já foram. Rose estava muito cansada e Keita a levou pra casa. –Ed respondeu
Já eram quase 6h da manhã, o dia amanhecia devagar e nublado. Um barulho alto ecoou pelos corredores do hospital, Ed olhou para Winry que já estava com a face rubra e tinha as mãos sobre o estômago. Ele riu fazendo-a ficar ainda mais vermelha.
-Acho melhor irmos fazer uma boquinha na cantina. –Ed falou rindo
Ela apenas afirmou com a cabeça e seguiram para a cantina, depois de fazerem um lanche resolveram ir para casa buscar algumas coisas para Pinako. Ao chegarem, Winry separou algumas roupas e itens pessoais.
-Eu levo. –Ed falou pegando as coisas das mãos dela
-Não, você não dormiu a noite toda, eu levo. –Winry falou tentando pegar as coisas de volta
-Não, tudo bem. Eu ainda tenho muita energia. –ele mentiu
-Bem, se você diz. –ela se convenceu
-Ok, vou indo. –ele caminhou até a porta- E Winry, não se preocupe ela vai ficar bem.
Ela sorriu e ele saiu. Winry estava exausta, precisava de uma boa cama para dormir, mas antes disso queria um banho bem gostoso. Ela encheu a banheira e mergulhou na água quente, pode sentir cada músculo seu relaxar ao entrar em contato com a água.
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Edward estava morto de sono, mas queria que Winry descansasse afinal ela teve uma noite difícil. Ele entregou os pertences da senhora ao médico responsável por ela e voltou para casa, não via a hora de tomar um banho e ir dormir. Provavelmente dormiria o dia todo.
A casa estava muito quieta, Winry já devia estar dormindo a aquela altura. Ele subiu as escadas e andou até o banheiro, notou a porta fechada, mas não ouvia nenhum barulho do lado de dentro. Bateu e ninguém respondeu, abriu a porta.
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Winry tinha adormecido na banheira, acordou quando ouviu batidas na porta, mas estava meio zonza e não respondeu. Pensou que tivesse trancado a porta, mas logo viu que não havia o feito quando a porta se abriu.
Ela se abaixou na água até o pescoço quando viu o loiro entrar, ele arregalou os olhos quando a viu. Saiu apressado e fechou a porta, encostou-se à parede do lado de fora e esperou.
Em poucos minutos a loira sai do banheiro com o rosto em brasa, ela nem o olha, vai direto para seu quarto. Aquela situação foi muito constrangedora.
“É uma pena que ela tenha se abaixado”
Edward pensou, mas logo se deu conta do que havia pensado. Ele se repreendeu mentalmente e resolveu tomar um banho com água fria.
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Lanfan estava no quarto esperando por May, com aquela chuva lá fora nem podia sair se não acabaria ficando doente. Ling apareceu na porta e perguntou:
-Ela já chegou?
-Não. –Lanfan respondeu- Estou começando a ficar preocupada, onde será que ela se meteu?
Lanfan ficou na esperança que a chuva diminuísse para sair e procurar pela a menina, porém a chuva só fez aumentar. A noite chegou e nada da pequena chegar.
Ela acabou dormindo sem sentir, acordou com a claridade batendo em seus olhos, olhou para o quarto e viu a pequena May andando de um lado para o outro cantarolando feliz.
-Onde a mocinha estava?! –Lanfan perguntou irritada
-Bom dia Lanfan. –May respondeu sorridente
-Dá pra responder a minha pergunta? –Lanfan fala sem paciência
-Eu estava com o Al. –May respondeu com os olhos brilhando- Quando começou a chover estávamos perto do hotel dele.
-E você passou a noite lá? –Lanfan falou arregalando os olhos
-Passei e foi a melhor noite da minha vida! –May exclamou feliz
-Não vou nem perguntar o que fizeram porque já estou com uma leve desconfiança. –Lanfan falou levantando e indo para o banheiro
-E é isso mesmo que você está pensando. Foi tão....MÁGICO! –May falava com os olhos brilhando
-Me poupe os detalhes porque eu não quero saber. –Lanfan gritou
-Não se preocupe Lanfan logo você terá o seu momento especial também. Logo, logo. –May falou maliciosa
-Que momento especial? –Ling perguntou entrando no quarto
-Não é nada! –Lanfan gritou corada saindo do banheiro- Por acaso não sabe bater?
-É que eu ouvi a voz da May e vim ver se ela está bem. Que negócio de momento especial é esse que vocês estão falando? –Ling perguntou inocente
-É que... –May foi interrompida
-Não é nada! É coisa de garota. –Lanfan falou tampando a boca da pequena que tentava falar
-Ok. –Ling falou saindo do quarto
-Você é louca?! –Lanfan perguntou soltando a menina que sorria maliciosamente de orelha a orelha
-Qual o problema Lanfan? Você é tão envergonhada. –May falou rindo
-Não é questão de vergonha. Eu só não quero falar sobre isso! –Lanfan falou corando- Muito menos com ele.
-Você diz isso agora, mas quando chegar a hora essa sua vergonha vai desaparecer rápido. Eu sei Lanfan que por traz dessa garota comportada tem uma felina selvagem pronta para atacar. –May falou fazendo até as garras de gato
-PARE COM ISSO!!! –Lanfan gritou perseguindo May pelo quarto que corria rindo
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Winry deitou em sua cama e fechou os olhos, mas ainda estava acordada. Estava pensando sobre ela e Edward, até agora não haviam se declarado um pro outro, mesmo sabendo que se amavam não conseguiam dizer com palavras apenas com gestos.
Ela queria dizer, mas não sabia quando ou como. Estava perdida, sem saber o que fazer. Precisava dizer a ele o quanto o amava e o quanto queria ficar com ele, mas não tinha coragem. Adormeceu pensando nele.
Quando acordou já estava de noite, saiu do quarto e foi até a cozinha, seu estômago reclamava por comida. Ela preparou um lanche e fez um para Edward também. Sentou-se a mesa e começou a comer, estava distraída e nem percebeu quando o loiro entrou.
-Boa Noite. –ele falou passando por ela e indo até a geladeira
-Boa Noite. –ela respondeu- Ed. –ela o chamou e apontou para o sanduiche em cima da pia junto com o copo de suco
Ele sorriu, pegou o lanche e sentou-se a mesa de frente para ela. Winry se sentia um tanto incomodada com ele a observando, estava numa situação desconfortável até que alguém bate na porta.
-Eu abro. –ela falou se levantando
Foi até a porta e a abriu se deparando com Keita e Rose.
-Oi Winry-chan. –Rose falou sorrindo
-Oi Rose e Keita. O que fazem aqui? –Winry perguntou
-Bem, é que trouxemos notícias da sua avó. –Keita falou
-Ela já está melhor? –Winry perguntou preocupada
-Sim, ela vai ter alta amanhã de manha. –Rose respondeu- Ah e também tem mais uma coisa.
-O que? –Winry perguntou curiosa
-Nesse final de semana vai ter o Festival da Primavera na Central, queríamos saber se você e o Edward vão. –Rose respondeu
-Eu não sei. Acho que não. –Winry respondeu
-Vamos Winry. Dizem que é lindo. –Rose insistiu
-Não sei, vou ver. Mas vocês dois estão agindo estranho, aconteceu alguma coisa? –Winry perguntou ao notar que estavam de mãos dadas
-É que nós...estamos namorando. –Keita falou sorrindo com a mão atrás da cabeça
-Bem que eu desconfiei! –Winry falou rindo
-Nós já vamos indo. Até mais. –Rose falou
-Até. –Winry respondeu fechando a porta
-Quem era? –Ed perguntou saindo da cozinha
-A Rose e o Keita. –Winry respondeu- Eles queriam saber se nós iríamos ao Festival da Primavera e também trouxeram notícias da vovó, ela vai ter alta amanha de manhã.
-Você quer ir Winry? Ao Festival? –Ed perguntou
-Eu não sei, é nesse final de semana e vou ter muito trabalho acumulado por causa da vovó e.... –ela parou de falar quando ele já estava próximo o bastante para beijá-la
-Por favor? –ele pediu
-Ta-ta bom. –ela respondeu
E em seguida ele a beijou, um beijo carinhoso e amável. Até que se separaram sem ar, ele encostou a cabeça na dela e respirou fundo, a olhou nos olhos tentando reunir toda a sua coragem.
-Ashi-Teru. –ele falou
Winry ficou em estado de choque, o seu coração estava batendo rápido e devagar ao mesmo tempo, ela o beijou, um beijo com todo o fervor do seu coração, ela se afastou um pouco e sussurrou no ouvido do loiro:
-Ashi-Teru Edward Elric.
Finalmente! Finalmente haviam se declarado um ao outro, Winry sentia seu corpo ficar mais leve e talvez se ele não a segura ela sairia flutuando. Mais um beijo, desta vez cheio de desejo e paixão, as línguas faziam um dança erótica que os estava excitando.
Edward a prensou na parede erguendo-a, ela enlaçou sua cintura com as pernas e continuaram a se beijar daquele jeito quente, se desejavam mais do que tudo e aquele desejo precisava ser saciado o mais rápido possível.
Winry desabotoava a camisa dele com pressa beijando-lhe o pescoço com volúpia, Ed subia a blusa dela vagarosamente colocando as mãos por dentro causando arrepios na loira que suspirava a cada toque seu. Ele tirou sua blusa por completo deixando os seios fartos expostos, pois a mesma não usava soutien, Ed a levou até o sofá e continuaram as caricias.
Ele brincava com seus seios a fazendo delirar, ela desmanchava a trança do cabelo dele vagarosamente, Edward lhe deu mais um beijo de tirar o fôlego enquanto acariciava a parte interna de suas coxas. Ela começou a abrir a calça dele e com a ajuda do mesmo conseguiu tirá-la, ele colocou a mão por baixo da saia dela tocando em sua intimidade ainda coberta pela calcinha já umedecida.
Ed tirou a saia dela junto com a calcinha, parou entre suas pernas e passou a língua suavemente pela a intimidade da garota que agora gemia seu nome pedindo por mais.
-Ed...ahhh
Aquele gemido o fez ficar ainda mais excitado, ele sentiu a intimidade dela se contrair e em seguida o liquido doce preenche sua boca, ele voltou a beijar-lhe e se surpreendeu quando num movimento rápido ela inverteu as posições.
Winry beijava o pescoço do loiro deixando algumas marcas, passou pelo tórax e o abdômen definido até chegar ao cós da boxer preta que ele usava, ela olhou pra cima vendo o loiro com os arregalados sem conseguir acreditar no que ela faria.
Ela tirou a ultima peça que faltava para ambos ficarem completamente nus, passou a mão pelo membro duro e já pulsante de excitação, ela lambeu levemente a ‘cabeça’ torturando-o, ouvindo ele gemer seu nome.
Ela o colocou inteiro na boca e começou a chupá-lo com movimentos de vai e vem, quando estava quase gozando ele a puxou, não queria gozar naquela boquinha linda. Ele sentou no sofá e Winry sentou em seu colo sentiu a ereção dele roçar em sua entrada.
Ela virou de frente para ele sentando em seu membro deixando que o mesmo começasse a penetrá-la, Winry mordia o lábio inferior ao sentir algumas pontadas de dor, até que ele já estava totalmente dentro dela.
Edward encarou os orbes azuis esperando que ela desse o sinal para que ele continuasse, até que ela balança a cabeça e ele começa a se movimentar, aos poucos o desconforto foi se transformando em prazer e sem perceber ela já cavalgava em cima dele.
Ainda dentro dela ele a deitou no sofá e continuou a movimentar-se cada vez mais rápido, os gemidos já ecoavam pela sala, os corpos suados em movimento sentindo o fervor de pele com pele. Não sabiam dizer o quanto esperaram por aquele momento.
Desde o ocorrido no porão que estavam a se satisfazer sozinhos, mas sem dúvida alguma a dois era muito melhor. Winry sentiu um calor subir por todo o corpo e em seguida arqueando-se chegou a clímax junto com seu amado, ele saiu de dentro dela e a pegou no colo. Subiu as escadas e entrou no quarto da garota.
Depositou-a com delicadeza na cama e deitou ao seu lado, ela o abraçou sentindo o sono tomar conta de si, ele ficou encarando-a até a mesma dormir. A partir daquele momento ela era dele e somente dele, nada nem ninguém poderia separá-los.
Continua....
Notas finais
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