Notas iniciais
Olá pessoas! Ta ai, mais um capitulo para vocês. BOA LEITURA!!!

Capítulo V



May andava distraída pelas ruas, finalmente havia conseguido despistar aqueles dois. Lanfan lhe seguiu, mas ela foi bem mais rápida e usou sua baixa estatura a seu favor.



Sair correndo que nem uma doida pela Central não foi uma boa idéia, havia ido até a parte ruim da cidade. Mas não estava preocupada, se algum engraçadinho tentasse algo ela lhe dava uma surra. Olhou para trás e viu que alguém a seguia.



Começou a correr sem rodeios só que uma parede apareceu na rua, do nada, o homem era um alquimista. Ele a encurralou, mas este não esperava que a pequena soubesse lutar tão bem. Ela deferiu diversos chutes e socos no sujeito, usou sua habilidade nas artes marciais até que ele segura sua perna, virando-a de ponta-cabeça.



–Me solta! –ela gritava



–Quieta! – falou irritado por causa da surra que levou



Ele colocou o pano sobre o rosto dela que desmaiou em seguida, a carregou dentro de uma mala e a levou para um lugar desconhecido.



OoOoOoOoOoOoOoOoo



Winry acordou com um pouco de dor na cabeça, a visão estava um tanto embaçada, mas foi ficando nítida com o tempo, foi tentando se levantar mas percebeu que algo prendia suas mãos e suas pernas. Começou a se desesperar ao lembrar-se do ocorrido.



Olhou em volta e viu May adormecida do outro lado da sala, o lugar era meio sujo e escuro. Só havia uma geladeira, uma portinha onde deduziu ser o banheiro e uma cama. Engoliu seco.



–May! –ela chamou pela garota que começou a acordar



–Hum... –resmungou- Onde eu estou? –ela perguntou olhando para todos os lados



–Estamos presas em algum lugar. –Winry falou apavorada



–Um homem me seguiu na rua, eu lutei com ele mas era um alquimista. –May falou se lembrando de tudo



–Já acordaram meninas? –uma voz tenebrosa falou



–Quem é você? E o que você quer da gente? –May perguntou autoritária



–Pode abaixar o tom de voz mocinha. Vocês duas vão ficar quietinhas aí, até eu vir soltá-las. – falou rindo — Os irmãos Elric vão ter uma baita surpresa quando souberem disso.



–O que você tem contra eles?! –Winry perguntou desesperada



–Vocês vão ver. – ele riu e saiu



Elas se olharam assustadas, agora mais ainda sabendo que Al e Ed estavam envolvidos.



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Os irmãos Elric corriam pelas ruas da Central em direção ao QG, haviam recebido a poucos minutos uma ligação urgente do Coronel Mustang. Ambos sentiam um mau pressentimento horrível, um aperto no peito que não sentiam desde o dia que perderam seus pais.



Entram no quartel como dois furacões dourados e partiram em direção a sala do Coronel, nem pediram licença para entrar, abriram a porta, ofegantes.



–O que aconteceu? –Ed perguntou pausadamente tentando respirar



–Sentem-se, essa notícia pode chocá-los. –Roy falou sério



–Diz logo e para de enrolar! –Edward falou irritado



–Hoje o QG recebeu uma mensagem codificada do alquimista foragido que estamos procurando. – o Coronel falou cruzando os braços- Ele quer dinheiro o suficiente para sair do país.



–É claro que não vamos dar. – Alphonse falou



–É, mas ele sequestrou duas garotas: Winry Rockbell e May Chang. – contou fazendo com que os irmãos Elric fizessem uma cara de espanto



–Onde ele está?! – perguntou o mais velho batendo na mesa



–Se acalme, Nii-san!



–Nós ainda não sabemos. Ele disse que irá fazer a troca na fronteira da Cidade Central.



Do nada um vulto preto entra pela janela da sala assustando todos, Lanfan parou atrás do Coronel junto o com o príncipe de Xing.



–Onde está a May? –Lanfan perguntou com seu rosto coberto pela máscara



–Ainda não sabemos. –Roy respondeu



–Assim que eu colocar as minhas mãos nela vou arrancar aquelas trancinhas uma por uma. – falou irritada- E a culpa é sua por ajudá-la.



–Mas eu só queria que ela parasse de me irritar. –Ling choramingou



–Eu tenho um plano. –Lanfan falou encostando-se na parede



Começou a contar tudo que havia pensado enquanto Roy passava as ordens para seus subordinados.



OoOoOoOoOoOoOoOoo



May e Winry ficaram se encarando assustadas, na tentativa de alguém chegar e lhes tirar dali.



–Winry, eu estou com medo. – falou com os olhos marejados



–Eu também. – respondeu



–Vocês ainda estão falando? Eu não mandei ficarem em silêncio! –o homem falou indo até elas- Já que vocês estão muito falantes, que tal nos divertirmos um pouquinho enquanto esperamos a troca, hein? –ele as olhou maliciosamente



Ele passou a mão de leve nos seios de Winry ainda por cima da blusa.



–Para! –ela gritou começando a chorar- Não me toque!



–O que foi? Eu sei que você quer. –ele falou maliciosamente



Ele segurou ainda mais forte o seio dela machucando-a, May conseguiu ficar de pé e acertou um soco na cara do homem.



–Sua Vadia! – gritou segurando-a e rasgou o kimono que ela sempre usava- Olha só o que temos aqui, debaixo de todo aquele tecido tem alguma coisa



Ele apertou os mamilos dela que rangeu os dentes, May já estava chorando, mandando ele parar, Winry tentava se soltar, mas ele rasgou sua blusa e continuou a passar as mãos nos seus seios.



–Para com isso! –Winry falou chorando, se abaixando no chão tentando se cobrir



O homem pegou um pedaço de pano e a amordaçou, ela continuou chorando, ele levantou a saia dela e acariciou sua intimidade ainda por cima do tecido. A outra garota tentou se soltar, mas ele a segurou e rasgou o que restava do seu kimono.



May tentou fugir, mas ele a segurou e colocou a mão por dentro da calcinha dela, a cara de sofrimento que ambas faziam o divertia. Ele já não agüentava mais esperar e começou a tirar seu membro de dentro da calça, elas ficaram mais assustadas ainda.



Até que um vulto preto passou por elas e as carregou, vários soldados do QG adentraram no local prendendo o homem, logo em seguida os irmãos Elric entraram preocupados.



Lanfan tinha desamarrado as duas, colocou parte da sua armadura em May cobrindo-a e outra parte em Winry, ficando apenas com a calça e uma blusa de manga branca.



Ed e Al olharam para as meninas com as roupas rasgadas e quase nuas, eles olharam com raiva para o homem que sorria de orelha a orelha malicioso.



–Foi bom enquanto durou. –ele falou olhando para Ed e depois para as meninas



Edward na mesma hora fechou os punhos e deu um soco na cara dele, continuou batendo com uma fúria ensandecida. Alphonse também bateu no homem, quando os soldados começaram a ver o sangue descer em grande quantidade pararam os irmãos.



–Winry. –Ed falou se abaixando ficando perto dela



Ela o olhou chorando e o abraçou, ainda segurando as vestes contra o peito, Al abraçou a morena que desabou a chorar.



Elas entraram no carro do exército e foram levadas a seus respectivos hotéis, Winry passou por eles sem dizer uma palavra. Entrou no quarto e tomou um banho demorado, se deitou e começou a tentar lembrar-se de qualquer outra coisa que não fosse aquela noite.



Foi então que Keita surgiu na sua mente, o beijo que ele lhe roubou, ainda podia sentí-lo, fechou os olhos e soltou um longo suspiro. Ela estava confusa, não conseguia pensar direito. Até que foi tirada de seus pensamentos por vozes no corredor.



Ela identificou na hora quem era, Keita e Ed discutindo.



–O que você veio fazer aqui? –Edward perguntou fechando o punho



–Vim falar com a Winry, fiquei sabendo do que aconteceu. Quero saber se ela está bem. –Keita falou o encarando com uma cara de poucos amigos



–Ela está bem, não precisa perturbá-la. –Ed falou fechando com ainda mais força o punho



–Quero ouvir isso da boca dela. –Keita respondeu no mesmo tom



–Ela não quer te ver. — falou já ficando sem paciência



–Ela quem decide isso, não você. – respondeu



Winry abriu a porta, eles olharam para ela surpresos, Keita a abraçou.



–Você está bem? – perguntou



–Uhum. – ela respondeu sem reação



Edward a olhava com certa dor nos olhos, ela conseguia ver o desgosto estampado na face dele, não tinha como reagir a aquele abraço com ele ali.



–Fizeram alguma coisa com você? –Keita perguntou se afastando e analisando-a, procurando qualquer marca de machucados



–Eu estou bem. –ela forçou um sorriso



–Não quer que eu fique aí com você. – ele perguntou



Nessa hora Ed o segurou pelo colarinho e o jogou contra a outra parede.



–Ela não precisa de um pervertido numa hora dessas. –ele respondeu



–Eu não te perguntei nada! –Keita falou furioso



–Parem já com isso! –Winry gritou se irritando- Parecem crianças! Eu estou bem Keita, pode ir.



–Ouviu? –Ed falou se sentindo vitorioso



–Não provoca, Edward. –Winry falou pegando a chave inglesa



–Eu já vou indo então, nos vemos amanha Win. –ele deu um selinho rápido nos lábios dela


E encarou Edward que ficou atônito com aquilo, saiu andando até desaparecer da vista dos dois.



–Winry. –Ed abaixou a cabeça- Você tem alguma coisa com ele?



–Não. –ela respondeu sem voz estava envergonhada por causa daquele beijo



–Então por que deixou que ele te beijasse? –ele perguntou encarando-a sério



Ela virou o rosto, nada respondeu. Ele vendo aquela reação, sorriu sem vontade, aquilo confirmava as suas expectativas.



–Era só isso que eu queria. Boa noite. –ele falou entrando no quarto



Assim que ele entrou, ela voltou a chorar, seu coração doía, entrou e fechou a porta. Deitou novamente na cama e continuou a chorar.



A cara que ele fez, a decepção naqueles orbes dourados, a quebrou em pedaços. Se sentia culpada, amava-o, mas também sentia alguma coisa pelo moreno pervertido que a divertia tanto.



Aquele sentimento de culpa a deixava ainda mais confusa, queria escolher, mas não achava a escolha certa. Adormeceu com esses pensamentos.



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Lanfan deu uma bronca bem dada em May que teve que ouvir calada, elas dormiam no mesmo quarto. May tomou um banho e ficou de cabeça baixa o tempo todo, Lanfan a olhava pelo canto do olho enquanto limpava suas kunais.



–May... –a menina a interrompeu



–Você está certa Lanfan, eu não devia ter fugido, desculpa. –May falou sem encará-la



Lanfan soltou um suspiro, sentou-se ao lado da pequena e passou o braço por cima dos ombros dela. Elas nunca se deram, sempre brigavam, mas com o tempo passaram a conviver e até a ficarem mais amigas.



–May, quando você pediu para vir a Amestris foi por causa do Alphonse, não foi? –Lanfan perguntou e ela balançou a cabeça afirmando



–Eu gosto muito dele, Lanfan. –ela falou corando



–É eu percebi. – sorriu



–Será que ele também? – perguntou começando a ficar mais sorridente



–Acho que sim. – falou fazendo uma cara pensativa- Na verdade não sei, não entendo muito dessas coisas.



–Mas você gosta do Ling, não gosta? –May perguntou rindo



Lanfan levantou nervosa e com o rosto completamente rubro, foi até o interruptor e apagou a luz.



–Está na hora de ir dormir. Boa noite. –ela se deitou



–Por que você sempre foge? –May perguntou deitando-se



–Não estou fugindo. Não há do que fugir. – mentiu dando graças a deus que estava escuro, assim não dava para ver a cor do seu rosto



–Que isso, Lanfan. Todo mundo já percebeu. –May falou se animando



–Não há nada para se perceber.



–Para de falar assim! Você gosta dele.



–Não gosto não! –ela revidou



–Gosta sim! –May respondeu



–Gosto nada! –ela respondeu novamente



–Gosta nada! –May falou tentando pegá-la



–Exatamente. –Lanfan falou vitoriosa



–Droga! –May falou irritada



Elas ficaram em silêncio por um tempo até que o barulho da maçaneta girando as faz ficar atentas, quando a porta se abre uma carinha sorridente aparece com cara de sono.



–Será que vocês podem falar mais baixo, não consigo dormir com essa gritaria. –Ling pediu olhando para as duas



–É, parece que atrapalhamos o sono da princesa. –May falou debochando



–Ora sua...! –ele foi interrompido



–Jovem Mestre, você ouviu tudo que dissemos? –Lanfan perguntou



–Não dava pra entender direito. –ele respondeu pensativo- Mas porque a pergunta?



–Nada não. Sabe como é que é, papo de garota. –Lanfan disfarçou



–Sei... –ele falou desconfiado fechando a porta



Lanfan olhou para May que inchou as bochechas segurando o riso até que ela desistiu e gargalhou à vontade.



–Não tem graça May! –Lanfan falou deitando na cama



–Eu não entendendo, se você diz tanto assim que não gosta dele por que fica tão preocupada dele ouvir a nossa conversa? –May perguntou fazendo a morena corar



–Porque é vergonhoso! –Lanfan respondeu cobrindo a cabeça- E... Mesmo que eu gostasse dele, eu saberia o meu lugar, ele é o príncipe e eu só sirvo o clã ao qual ele pertence. –ela respondeu um tanto triste



Depois de ouvir essa resposta a pequena resolveu se calar, só agora ela entendeu porque ela negava tanto. Não era só teimosia, era para fazer com que seu coração se conformasse com aquela verdade.



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O dia amanheceu chuvoso, o tempo estava muito ruim, uma tempestade daquelas caía sobre a cidade Central. A, geralmente, tão agitada Central ficou calma, quase ninguém nas ruas, pouquíssimos carros, quase deserta.



Era assim que estava o coração da jovem mecânica de automails, estava desolada, confusa, sem saber o que fazer. Ela e o loiro tinham uma ligação especial desde pequenos, mas então chega o moreno arrebatador de corações para abalar literalmente sua estrutura.



Levantou sem vontade, olhou para a janela vendo aquela chuva desabando e sentiu ainda mais vontade de voltar para Rezembool. E era isso que faria, só precisava de um tempo longe deles para colocar a cabeça no lugar.



Pegou a mala debaixo da cama e começou a esvaziar o armário, em pouco tempo já estava tudo arrumado. Ligou para a estação da cidade Central e comprou a passagem. Se ajeitou e saiu do quarto com a mala, mas deu de cara com Alphonse no corredor.



–Você já vai Winry? –Al falou surpreso



–Bom, é que eu tenho um monte de coisas para fazer em Rezembool. Devo ter muito trabalho acumulado. – ela falou forçando um sorriso



–Não vai se despedir do Ed e dos outros? –Al perguntou um tanto triste



–Vou sim, não se preocupe. Só vou deixar isso na recepção e tomar um café.



–Ok. Vou avisar ao Nii-san. – Al voltou correndo para o quarto



Assim que ele passou, ela soltou um longo suspiro e voltou a andar. Na recepção encontrou o grupinho de turistas que sempre a faziam rir.



–Oi, senhorita Winry! –Ling falou



–Oi. –ela respondeu



–Você já vai Winry-chan? –May perguntou



–É, eu tenho muitas coisas para resolver. –ela falou



–Que pena, pensei que fosse ficar até o Festival Anual da Primavera. –May falou um pouco tristonha



–Na verdade eu nem tinha me lembrado dele, mesmo assim não posso ficar. –Winry falou



–Entendo...Que horas você vai? –May perguntou



–As 13h00min.



–Você vai mesmo, Win? – Keita disse chegando de surpresa



–Oi, Keita. – falou sem graça- Vou sim.



–Fica aqui, por favor. –ele pediu



Os três que apenas assistiam saíram de fininho, eles precisavam ficar a sós.



–Não posso. Tenho muito trabalho para fazer. –Winry falou virando o rosto



Com um dedo, ele virou o rosto dela, fazendo com que se encarassem.



–Não minta pra mim. – falou se aproximando dela



–Keita... eu... –ela estava corada e não conseguia pensar direito



Ele já estava perto o bastante dela para lhe beijar, mas hesitou, queria ver como ela reagiria aquela distância mínima.



–Por que você está indo? É por minha causa? – ele perguntou com uma voz sexy



–Eu... –a respiração dela estava acelerada



–Winry. –ao ouvir a voz de Edward ela se afastou bruscamente de Keita e olhou na direção das escadas



O loiro estava parado ali, sem expressão. Chamou-a sem um pingo de emoção estava tão frio que chegava a arrepiar a menina.



–O Al falou que você esta voltando para Rezembool. – Ed falou olhando para Keita que o encarava com raiva



–É, o trem vai sair as 13h. –ela falou abaixando um pouco a cabeça



–Ok. Eu te levo lá. –ele falou indo para o restaurante do hotel



Assim que ele se afastou, Winry arranjou logo uma desculpa para sair dali. Desistiu até de tomar café, ficou andando por ali até que quando estava indo na direção da estação Edward a encontrou.



–Eu não falei pra você que iria te levar? –ele perguntou a olhando



–Eu esqueci. –ela mentiu



Ele não acreditou no que ela disse, mas deixou quieto. Andaram em silêncio até a estação, mesmo que ele estivesse sendo frio com ela, só fazia isso para esquecê-la, ela não sentia nada por ele. Comprovou isso noite passada.



Ela achava que ele estava irritado com ela, com raiva porque havia dado a entender que gostava do Keita, naquela hora a sua voz faltou, ela não sabia como explicar. E aquele silêncio confirmou algo que não era verdade.



Quando chegaram a estação, o trem já estava parado e os passageiros entrando, eles se entreolharam e ela foi andando na direção do entrada, parou na porta e ele lhe abraçou.



–Boa viagem. –ele falou



–Vê se não quebra o meu automail de novo, e toma cuidado. –ela falou correspondendo aquele abraço



–Ok. –ele respondeu rindo



–Liguem de vez em quando. –ela falou entrando no trem



Sentou na janela e olhou por ela, ele ficou ali sorrindo de canto e quando a máquina começou a andar, ela acenou e ele também.



O coração dela doía, ela deixou que algumas lágrimas rolassem. Pelo menos assim parecia amenizar a sua dor.



Continua...

Notas finais
Gostaram? Então deixem...
Reviews! *.*
E Recomendações *-*
Para que nós possamos continuar essa fic com animação! o/
Bjão!*o*