The Fate Brings Surprises
1 O começo da vida
Notas iniciais
Oi, eu sou Angela e moro em Londres, tenho 20 anos e vou contar para vocês um pouco da minha vida.
Nasci e cresci no Brasil, e quando completei meus 15 anos, eu e minha mãe nos mudamos para Londres, pois era meu sonho morar lá, mas não tinhamos tanto dinheiro para isso, então durante alguns anos guardando dinheiro, conseguimos uma boa quantidade e nos mudamos, eu iria terminar a escola e fazer faculdade em Londres, e logo minha mãe conseguiu um emprego lá e eu fui para a escola.
Eu já tinha conhecido meus vizinhos e minha vizinha de frente virou minha amiga e a mãe dela era amiga da minha mãe, nós eramos melhores amigas, e ela também só morava com a mãe dela, então eramos muito parecidas, pois nossos pais se separaram quando eramos novinhas. Nos davamos muito bem, como se fóssemos irmãs, O nome dela é Eleanor.
Hoje começa nossas aulas, sim nós estudamos na mesma escola. Estava saindo de casa e vejo El sair da casa dela também, então corro até ela e dou um grande abraço de bom dia e um beijo estalado na bochecha dela e ela ri e retribui o abraço.
– Oi Angel! — diz ela toda sorridente.
– Oi El, porque o sorriso no rosto? — pergunto sem entender o sorriso dela já na manhã.
– Ah, é que hoje é o primeiro dia de aula e tem alunos novos, adoro alunos novos, haha. — diz ela sorrindo e me abraçando de lado.
– Haaa, eu sabia senhorita Eleanor, você é safada, eu sabia. — comecei a gritar e olhando vitoriosa.
– É eu sou e daí? — Ela me olha como se ela estivesse com nojo de mim.
– Tátá, então vamos para a escola porque o tempo está passando e vamos ficar atrasadas. — disse eu.
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Chegamos na escola e estava bem cheia, Eleanor já estudava lá desde criança, então ela conhecia muita gente, mas só tinha uma amiga, a Bridda, ela é uma gracinha, meiga e linda, tinha o cabelo loiro, olhos azuis bem claros, é magra mas tem um corpo legal, branquinha e baixinha, e Eleanor tem cabelos castanho médio, olhos cor de mel e pele branca, tem um corpão cheios de curvas e alta, elas são lindas. Já eu tenho cabelo castanho escuro, olhos verdes escurecidos, pele um pouco bronzeada, magra mas com curvas e estatura média.
Eleanor nos apresentou e fomos na diretoria pegar nosso horário, e nós tinhamos o primeiro horário juntas, fomos para sala e já tinha alguns alunos lá, eu estava meio tímida e logo que eu entrei, avistei um garoto lindo sentando perto onde nós iamos sertar, ele tinha alguns cachos e olhos azuis, eu fiquei muito encantada e acho que fiquei secando ele, mas deu para disfarçar, mas não para Eleanor.
– Que cara é essa dona Angel? — pergunta ela com cara de sapeca.
– Ah nada, é que eu achei aquele garoto muito lindo, só isso. — Disse.
– Eu nunca o ví antes, deve ser novato, vamos lá conversar com ele? Parece que ele tem uns amigos legais e eu me interessei em um do grupo. — disse ela dando uma guargualhada baixa.
– Ei, do que vocês duas estão falando? — Disse Bri virando para a gente.
– Vamos conhecer aqueles gatinhos alí. — Disse El.
– Hmm, então vamos. — Disse Bri.
– É que.. eu to morrendo de vergonha. — Disse olhando para baixo para disfarçar a vergonha.
– Ah, para com isso Angel, vamos lá só ser simpáticas e conhecer eles ué. — Disse Bri.
– Tá eu vou, mas estou com medo de falar algumas besteiras, é que eu nunca tive um namorado, apenas fiquei com 2 garotos, mas nem me lembro como eles se chamam, e foi no Brasil, faz muito tempo e eu não sou acustumada ter amigos homens. — Disse explicando minha vergonha.
– Vai dar tudo certo Angel, vamos lá. — Disse El me puchando de leve para o lado dela.
Chegamos lá e ele nos olharam, dizemos oi para eles e eles retribuiram. Nos apresentamos e eles também, ficamos conversando por um bom tempo, até que o professor chega na sala e pede para cada um sentar em seus lugares.
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Nós estavamos na porta da escola, prontas para irmos para casa e Harry, o garoto que eu achei bonito, chega perto de mim e diz para a gente sair em grupo hoje, então digo que vamos sim e que falarei com as meninas que estavão entretidas conversando do lado. Então ele se despede e vira para ir embora, e nós vamos também.
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