Notas iniciais
Eu sei... vocês querem me matar.
Eu não tiro a razão de vocês, nesse tempo que eu fiquei sem postar eu também quis, e muito, fazer isso... Mas estou aqui agora com um novo capítulo e dois pedidos de desculpas... Primeiro pela imensa demora de 21 dias sem postar. Segundo, pelo capítulo fraco e bem chatinho que estou proporcionando a vocês. Confesso que a criatividade estava abaixo de zero.
Bom, aqui vamos nós...

O lugar que escolhemos para passar nossa lua de mel era deserto. O caminho era marcado por árvores altas, estrada não-asfaltada, pedras no caminho... a paisagem era linda.

Ao chegar no local, Jared desceu do carro e deu a volta para abrir a porta do meu lado; ele me fitava e sorria maliciosamente; deu a mão a mim e eu desci.

Paramos frente a casa; não era tão grande quanto a nossa mas era linda; sua cerâmica na faixada era em efeito de pedras; tinha uma bela porta de entrada (coisa do Jared) e tinham duas grandes janelas no segundo andar. Paramos frente a porta; ele me pegou no colo.

- Temos que seguir com a tradição — falou.

- Sim, é bom — eu tirei a chave do bolso de seu paletó e destranquei a porta, virei a maçaneta e abri; Jared entrou com o pé direito e logo de seguida virou-se para que eu pudesse trancar novamente a porta, coloquei a chave na fechadura e dei duas voltas.

- Pronto? — perguntou.

- Sim.

- Bem vinda a sala! — virou-se novamente. Andava comigo até a escada em espiral. A sala tinha um toque bem Jared... era uma decoração antiga, com muitos quadros mitológicos, muitas estátuas e vasos ao redor de toda a sala; no centro tinha um sofá e frente a ele uma mesinha com um conjunto de três espadas sobre ela. — Agora vamos para o melhor lugar.

Ele subiu as escadas comigo ainda em seu colo, quando chegou ao topo virou no corredor à esquerda e parou frente a porta; eu a abri e entramos; empurrei a porta às nossas costas e ela fechou num BAK; Jared andou até a cama e me jogou.

Eu o olhava provocantemente; ele segurou meu pé esquerdo e tirou meu sapato, jogou-o no chão; o mesmo fez com o do pé direito; ele tirou seus sapatos e de seguida se deitou sobre mim.

- Eu te amo! — sussurrou.

- Eu também te amo, muito! — disse igualmente num sussurro.

Ele foi me levantando junto com ele ao segurar minha cintura; me coloquei de joelhos e o encarei sorrindo maliciosamente; ele se deslocou para trás de mim; eu, já de joelhos, me encontrava entre os seus.

- Sabe... — falou enquanto abria o zíper do meu vestido — parece mentira... — deslizava suas mãos por minhas costas enquanto dava calorosos beijos — eu, casado... nem sei se acredito.

- "Se você não acreditar eu perco a chance.... — afastou o cabelo do meu pescoço e o beijou, me causando um arrepio — ... de ser muito feliz.", lembra?

- Oh, sim — beijava meu ombro. — Nossa, mas pra quê tanto pano!? — reclamava da lingerie por baixo do vestido, eu ri.

- Pra você aproveitar mais enquanto tira.

- Aí sim.

Ele se colocou na minha frente; tirei seu paletó e o joguei no chão; desabotoei sua camisa e comecei arranhar se abdômen com as unhas, quando a tirei, joguei-a no chão assim como o paletó; ele mesmo tirou sua calça e, assim que me deitou, terminou de tirar meu vestido.

Ele desamarrava calmamente minha lingerie e, de forma bem vagarosa a retirava, apertou meus seios fazendo com que arfasse, arranhava seus dentes entre eles enquanto segurava firmemente minha cintura; tirou sua cueca; afastou minhas pernas ao momento em que posicionava-se e penetrou-me.

- Ah! — puxava seus cabelos.

Ele empurrava; estava intenso; minhas unhas fincavam em suas costas; ele começava a suar, estava fervendo; minhas mãos perdiam a força e minhas unhas desfizeram-se de suas costas a medida que elas caíam; ele as segurou, elas ficaram trêmulas no instante em que as coisas giraram por um momente que durou alguns segundos; quando ele se defez de mim seu corpo caiu ao meu lado; estávamos arfantes.

- Você... sempre me deixando... maluco — falou ainda ofegante.

- Posso dizer o mesmo... de você.

- Sabe... — se virou para mim, eu o fitei sorrindo — eu disse que eu iria me casar com você no primeiro dia que a vi pessoalmente.

- Mentira — disse. — O primeiro dia que me viu pessoalmente foi numa entrevista, há dois anos atrás, na qual você me cantou bastante, mas não chegou a tudo isso.

- Mas eu não disse isso pra você.

- Disse pra quem?

- Eu disse em alto e bom som nos bastidores — riu. — Todos disseram que eu estava brincando, Tomo acreditou primeiro, daí depois disso os outros me deram uma força.

- Isso é verdade?

- Eu sei que parece piada, mas é verdade.

- Nossa!

- Eu só não imaginei como seria, onde seria, quanto tempo duraria até chegar lá... melhor... até chegar aqui.

- Eu te amo, Jared! — acariciei seu rosto. — Você é tão importante pra mim... tão importante — o beijei. — Você me faz tão feliz.

- Eu sei. Eu sinto o mesmo.

Ele me envolveu em seus braços.

Repousei minha cabeça em seu peito descoberto e ele dispôs-se a mexer no meu cabelo.

Adormecemos desta meneira.

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Jared ON

Um novo amanhecer.

Mais um dia casado.

Eu parecia um bobo vendo ela dormir.

Olhei o relógio sobre o mesanine, marcava 07:09 am.

Tirei, com muito cuidado, a Keyte de cima de mim para não acordá-la.

Como algumas roupas minhas e da Keyte tinham sido trazidas e arrumadas no guarda-roupa assim que alugamos a casa, vesti uma calça preta, uma regata branca com um triad estampado em azul e calcei uma pantufa bege. Desci para a cozinha.

"O que você vai fazer, hein Jared?", perguntava a mim mesmo, "O que você sabe fazer, hein?", continuava a me questionar, "Panquecas vegana!", me respondia.

Peguei no armário tudo que era preciso para fazer uma boa massa e comecei. Depois de ter a massa pronta, coloquei um pouco de azeite numa frigideira e pus no fogo; assim que esquentou coloquei nela a massa feita. Eu a virava a todo momento, mas mesmo assim ficava grudando na panela. Continuei mexendo tentando fazer com que não grudasse muito. Desliguei o fogo... Ficou só um pouquinho queimada.

Terminei de preparar umas outras coisas e assim que deixei tudo pronto, os coloquei numa bandeja. Estava um belo café da manhã. Coloquei a bandeja numa mesinha de madeira própria para ser colocada e retornei ao quarto.

Jared Off

- ... Esposa ... — ouvia. — Acorda esposa!

- Hum... — disse em resposta.

- Acorda, amor — sentia sua mão acariciar meu rosto.

- Tá bom — abria os olhos lentamente e, a primeira visão do dia foram seus belos olhos e magnífico sorriso. — Bom dia! — me deu um beijo.

- Bom dia! — falou. — Olha só o que eu fiz — colocou uma mesinha com uma bandeja sobre mim.

- Calma aí — me sentei e me ajeitei nos travesseiros, ele se deitou ao meu lado. — Nossa! Você fez tudo isso? — perguntei ao ver tudo o que continha bandeja; panquecas vegana queimadas, torradas, biscoitos e sucos de laranja e de goiaba.

- Sim, eu tenho dotes culinários.

- Isso, joga mesmo na minha cara — brinquei com o fato de eu não saber cozinhar, ele riu. — Mas as panquecas estão queimadas.

- Só um detalhe — defendeu-se. — Eu te ensino depois.

- Seu bobo!

- Mas não se acostume com o café na cama, isso só acontece na primeira manhã de casados — informava-me.

- Ah, mais é claro! Os dotes culinários de Jared, que deve ter deixado a cozinha uma zona, só se mostra uma vez na vida.

- Sim, eu não sou exibido. E quanto a cozinha, vai ser um ótimo programa para a lua de mel nós dois, juntos, como um casal feliz, a arrumarmos.

- Mais como é descarado esse marido que eu arrumei!

- Vamos com o nosso café logo?

- Ok.

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Nós tomamos café juntos.

De fato, estava realmente muito bom.

Assim que terminamos, descemos para a cozinha. Estava num estado crítico, um caos total. Jared tinha sim, feito um belo e gostoso café da manhã, mas em compensação deixou a cozinha uma bagunça; a pia estava cheia de louças, o fogão todo sujo, até coisas espalhadas no chão tinha.

- Nossa! — falei, foi a única reação que tive.

- Toma — me deu uma vassoura e ficou com outra. — Como não quissemos empregada, a missão é nossa.

- Então vamos!

Empunhei a vassoura como se fosse uma espada, Jared automaticamente fez o mesmo e, como duas crianças de no máximo sete anos de idade, ficamos brincando... Depois fomos fazer o trabalho sério; Jared empurrava com a vassoura o lixo pro meu lado e eu empurrava o do meu para ele... Mas, no final, o lixo do chão foi todo removido e, enquanto o Jared passava o pano para dar brilho, eu arrumava toda a bagunça de cima da mesa. A parte da louça foi tranquila, tirando as partes em que o Jared jogava espuma em mim e eu nele, eu fiquei de lavar e o Jared secar.

- AH, tudo acabado! — dizia Jared ao jogar o pano, que antes secava a louça, pro alto.

- Finalmente, tudo arrumado!

- Sabe o que podíamos fazer agora? — envolveu suas mãos na minha cintura e me fitou.

- O quê? — fomos andando até a sala onde nos deitamos no sofá, ele sobre mim.

- Bagunçar a sala — me beijou. — O que acha?

- Com uma condição — falei séria.

- Qual? — pareceu frustrado.

- A condição é arrumar depois e em seguida bagunçar o quarto — ele sorriu maliciosamente. — Que tal?

- Ah, eu estou de acordo... se depois bagunçarmos e arrumarmos os outros cômodos.

- De acordo.

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Duas semana, muito bem aproveitadas depois...

Notas finais
Cometários? Xingamentos?
Eu sei que vocês tem, podem dizer.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.