The Famous Singer Santana
6 Brittany
Notas iniciais
Aqui está, vou ver se publico outro capitulo amanha. Bjs
Boa leitura
Brit POV
Já passara uma semana desde a última vez que vira a Sant, de um momento para o outro ela desaparecera da minha vida, não sabia se ela algum dia voltaria. Não sei o que aconteceu, se eu fiz algo de errado ou se ela estava demasiado ocupada para mim. Não tinha forma de a contactar e nem queria. Claro que sabia onde ela morava, mas não era o mesmo. Não poderia simplesmente aparecer á frente da sua casa. Acho que a consegui esquecer, pelo menos por agora, ela não podia aparecer mais, simplesmente não podia. Ai dela que o fizesse!O meu mundo pode ter parado, mas as aulas continuavam, sendo as mais secantes da minha vida. Não me perguntem porquê. A minha relação com o Sam continuava, ele nem sequer sabia do meu beijo com a Sant. Não lhe contaria, a não ser que fosse mesmo preciso falar …Estava aos beijos com o Sam perto do ginásio quando ouço um assobio e somos interrompidos. –Puck? – Disse o Sam–Sam, bora lá faltar ás aulas. Tá a ser uma seca do CARALHO. Vamos beber uns copos ou algo do género.–A Brit pode vir?–Não meu. É uma cena só de Homens! Percebes?–Também não quero ir. Não te preocupes Sam, eu estou bem. E também não é muito aconselhável eu andar a faltar às aulas, a minha mãe não ia gostar minimamente. E ainda por cima, ela está agora a pressionar-me para tirar boas notas, ou melhores às que eu estou agora a tirar. –Está bem, loirinha. – Fiquei petrificada quando ouvi o Sam me chamar «LOIRINHA». Isso é que a Santana me chamava. Relembrei-me logo dos nossos momentos. Da piscina, do seu corpo perfeito um. Porque é que me estava a lembrar dela, constantemente? – Brit? Que se passa, parece que viste um morto!–Ah, nada. Apenas me lembrei de algo, mas não é importante.Despedimo-nos e beijei uma ultima vez o Sam. Decidi ouvir uma música no meu tele, «Break» da Santana Lopez. Sim eu ia ouvir uma música da Santana só para me lembrar dela e matar as saudades. Ela cantava tão bem, a sua voz era tão melodiosa. Senti-me imediatamente melhor, foi como um alívio no meu corpo. O resto do dia correu á velocidade da luz. A caminho de casa passei por um quiosque parei um pouco para ver as capas. Fiquei chocada quando vi a Sant numa revista de adolescentes. Na capa não estava sozinha tinha uma rapariga com ela. Esta foto não estava muito focada. Queria dizer que ela não estava a pousar para a foto, ou nem sequer sabia que estava a ser fotografada. No título desta notícia dizia «Lopez e a sua nova namorada». Comprei a revista para saber mais a cerca de que se passava. Quando cheguei ao meu quarto deitei-me na cama e saltei todas as páginas até o artigo de meu interesse. Todo aquele artigo me deixou triste, comecei a chorar sem saber o motivo ou a razão. A IMAGEM DELAS AOS BEIJOS NÃO ME SAIA DA CABEÇA. Como é que ela fez isso comigo? Beijou-me e agora estava com outra. Se calhar ela beijava todas as raparigas, que quisesse. Queria ficar zangada com ela, mas apenas conseguia ficar triste com a Situação. Eram namoradas, mas eu queria saber o porque de isto acontecer. Á noite custou-me mas acabei por adormecer.Na manhã seguinte tudo voltou á minha cabeça, a recordação daquele maldito artigo. Olhei para o telemóvel alguém me estava a ligar, o número era desconhecido. Não me apetecia falar com alguém que nem tinha a coragem de me dar seu número. Á tarde voltei a ter mais umas duas chamada, já estava a ficar super chateada decidi atender o maldito telemóvel.–Estou!? Despacha-te a falar que não estou com a Puta da vontade para atender o telemóvel para desconhecidos.–Desculpa, tá? Não queria chatear-te. – Esta voz era-me conhecida, mas ainda não estava a reconhecer–Diz de uma vez quem és! Ou vais querer que adivinhe?–É a Santana. – Falou com uma voz de assustada. A serio que ela estava a ligar-me? Porquê? Ainda por cima agora que eu estava a sofrer. Pedi desculpas, fui mal-educada.–Desculpa San, eu não sabia que eras tu. Não devia ter-te falado daquela forma.–Não faz mal, já passou! Eu queria perguntar-te, se podíamos nos encontrar. – Ela pensava que ia ser sim, de certeza.–Não! – Respondi sem pensar–Porque não?–Você não tem namorada? Não acho que ela vá gostar disso.–Ah, sabes disso? Como? Não queria que soubesses disso. Queria te contar melhor, toda a história.–Não precisa de me explicar nada! Não somos nada. Nem sequer amigas, tá?–Mas eu … Desculpa mesmo. Pareces magoada.–Não! Eu estou bem, sabe nunca tive melhor. – Ironizei–Esquece, estou a ver que isto não vai funcionar muito bem. Mas eu realmente gostava de e explicar as coisas. Eu gostei de ti mal te vi, mas agora eu tinha … a Dani, minha ex namorada. Tornou-se tudo tão complicado. Eu amo … — Ela não terminou a frase–Está bem!–Está bem oque?–Estou disposta a ouvir-te, mas vamos lá despachar isto.–Quando te dá mais jeito?–Logo, lá para as 17:00 depois das aulas. Vens ter á minha escola, sim?–Sim. E mais uma vez desculpa, e não queria magoar-te, até pelo contrário. Até logo loirinha. Sorri apos desligar o telemóvel, por muito que quisesse ficar cativada, não podia e ao ela me chamar loirinha recordei-me de todas as vezes que ela fez isso. Estava ansiosa pelo nosso encontro, se é que podia chamar disso…
POV OFF
Notas finais
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