The Fairy
1 Prólogo
Notas iniciais
Em um lugar distante, há muito tempo atrás, havia uma caverna secreta onde dois bruxos poderosos, mas fugitivos, conversavam sobre uma profecia, que talvez selasse o mundo mágico com o mundo mortal, onde uma garota especial faria o mundo ver através do véu que escondia o mundo mágico das vistas dos mortais, o véu que fazia eles verem o que queriam o véu mágico de Brakeland. Era uma floresta comum para as vistas dos mortais, mas nas vistas de bruxos era uma caverna mágica a fonte de toda magia, onde os bruxos nasciam e morriam esses bruxos conversavam esperando suas mortes.
–Você acredita nessa história? – disse o ancião moreno – Eu particularmente acho a maior baboseira, que mulher, ainda mais uma criança, conseguiria mostrar nosso mundo para os mortais idiotas? – levantou-se para apagar a fogueira.
–Ah Bart eu acredito sim! Creio que essa garota consiga fazer isso, mulheres soa fortes meu amigo, mais um motivo para temê-la – disse confiante o amigo se deitando.
Bart resmungou algo e se deitou esperando a morte, a boa e doce morte, onde você descansa sem perturbações, esperou a sua ida ao paraíso e com isso seu amigo adormeceu.
(...)
Muito tempo depois e não tão longe dali uma menina acabara de nascer uma menina realmente linda, que exalava poder. Sua alma brilhava tanto quanto o sol, seus olhos eram como um caleidoscópio que mudava de lilás pra azul, e de azul para cinza claro, cabelo cinza tão claro que chegava a ser branco, mas um branco azulado, pele branquíssima e lábios incrivelmente vermelhos, Nhoya acabara de nascer com um choro agudo e irritante e com muita demora a menina saiu de sua mãe, que não agüentou o tanto do poder da menina que havia nascido ao luar, se fora como o sol se vai como chega a noite, como um arco-íris some com o tempo e como uma flor quando se é arrancada da terra.
A menina sem mãe de cabelos cinza branco azulado, chorou, gritou, se esperneou muito para uma criança que acabara de nascer, como se ela soubesse que sua mãe havia partido. As parteiras ficaram sem saber o que fazer, a mãe da criança se fora, como ela seria criada? Era poderosa demais para uma família comum desse mundo, o que fariam com a pequena Nhoya? Sem saber o que fazer a mulher que tirara Nhoya da barriga de sua mãe enviou a pequena menina, dentro de uma cesta , para o mundo mortal, onde ela aprenderia coisas que nenhum ser de sua espécie havia aprendido.
Nhoya acabara de ir pra o mundo real, recém-nascida.
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