The Exorcism
2 Can your hear Josephine calling from hell?
Notas iniciais
"Ave, María, grátia plena..." Irmã Wanda benzia a cruz, banhando-a sob o divino espírito santo.
"Dóminus tecum;" Vagarosamente, ela ajeitava os objetos purificados na maleta preta.
"Benedícta tu in muliéribus..." A Irmã tomou a imagem da Santa em mãos. Colocou-a em seu pequeno altar e dele puxou a medalha da Virgem Maria, mergulhando-a em água benta.
"Et benedictus fructus, ventris tui Jesus." Ela marcou as páginas que precisaria em sua bíblia. Cada marcação tinha a imagem de um santo.
"Sancta María, Mater Dei, ora pro nobis peccatóribus..." A Irmã tomou em mãos um grande e fino frasco, banhando-o e enchendo-o de água benta. Logo, fechando-o com a rolha banhada em água benta.
"Nunc et in hora mortis nostrae... Amen" E então ela fechou a maleta escura, fazendo o sinal da cruz em seguida. Mergulhou um pano limpo na água benta e esfregou-o sobre a caixa, enquanto ditava o Pai Nosso em latim.
"Pater noster, qui es in cælis: sanctificétur nomen tuum;" Ela limpava e abençoava a maleta, em movimentos suaves.
"Advéniat regnum tuum; fiat volúntas tua sicut in cælo, et in terra." A Irmã se concentrava no Espiríto Santo, preparando-se para o que iria enfrentar em poucas horas. Sentia o poder de Deus tocar-lhe a cabeça, a abraçar suavemente.
"Panem nostrum cotidiánum da nobis hódie; et dimítte nobis débita nostra, sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris; Et ne nos indúcas in tentatiónem; sed líbera nos a malo." Irmã Wanda guardou o pano e tomou a maleta em mãos. Suspirou, fez o sinal da cruz e andou até a porta. Olhou para a pequena mesinha ao seu lado e dela puxou o pesado "Rituale Romanum", acomodando-o debaixo do braço.
"Amen." E desligou a luz, saindo em direção ao corredor vazio.
Quando a Irmã chegou até o altar da Catedral, descendo de seu quarto e cruzando o corredor vazio que a levava até as escadarias, Padres, bispos, o sacerdote e um Camerlengo vindo diretamente da Cidade do Vaticano, já esperavam-na. O grupo se formava em oito. Padre Silas e Padre Ventresca, Bispo Josias, Bispo Abdon, Sacerdote Lamech e Camerlengo Baruc. Walter se mantinha ao lado do Camerlego, que segurava uma velha caixa Dybbuk, aberta para mostrar que nada habitava na madeira. A jovem freira assustou-se.
"Camerlengo, já esteve conosco uma vez, e temo que tenha descoberto que nosso exorcismo será perigoso. Pois se está aqui, sob a graça de Deus, significa que será perigoso." Irmã Wanda apertou a alça da maleta nas mãos. "Carmerlengo Baruc, por favor. Com a divina vontade nosso senhor Jesus Cristo, feche tal artefato em tuas mãos."
"Irmã, acalme-se. Sabemos da história de uma caixa dybbuk, mas esta, esta foi feita para tal exorcismo. Estamos lidando com um exorcismo real, Irmã. E não estamos falando de encosto, espírito opressivo ou obsessão. Estamos falando de possessão. Uma forte possessão. E com a graça de Deus, iremos prender o demônio nessa caixa." E sorriu discreto para a Irmã.
"Certo, Camerlengo. Será feita a tua vontade, pois és a maior figura católica nesse local. Irmãos, não devemos perder tempo."
A Irmã terminou a frase e o grupo católico seguiu para fora da Catedral. Benzeram-se no sinal da cruz e entraram em uma van estacionada na frente da igreja.
Sairam da Cidade do Vaticano e seguiram para a cidade de Craco, uma cidade abandonada de (número arredondado) aproximadamente 800 pessoas.
Lá morava a pequena Josephine. Pobre menina de 12 anos, possuída por um espiríto maligno.
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Chegaram em Craco após horas rezando e entoando louvores.
Walter, que se mantinha no volante, não entoava louvores juntos dos homens da igreja, mantia seu coração e mente em uma concentração única.
Estacionaram na frente de uma casa completamente suja e acabada, em uma rua completamente deserta.
O grupo católico desceu da van, abençoando o automóvel com uma breve oração.
Irmã Wanda sentiu o peso diabólico assim que pôs os pés na frente da porta. Quase desmaiou, mas o irmão a segurou pelos braços.
O Camerlengo apertou a campainha e logo foi recebido por uma mulher que chorava bastante, desesperadamente.
"Graças aos céus!" Ela gritou, tirando um sorriso do jovem Padre do grupo. "Entrem, entrem, por favor. Eu sou Lucy."
"Obrigado, senhora." Bispo Josias agradeceu. Entraram um por um, atravessando a porta pequena da casa.
Foram obrigados a sentar-se no sofá da mulher. E então ela explicou o que estava acontecendo com sua filha, Josephine.
"Ela não é mais minha filha.... Não é..." Ela dizia, desesperada. As lágrimas corriam em seu rosto, inchando seus olhos e avermelhando suas bochechas.
"O que você tem percebido de sua filha? Você poderia nos contar?" Padre Ventresca perguntou, fitando-a. No sofá, ajeitaram-se os dois padres e Irmã Wanda. O resto, manteu-se em pé.
Josephine gritou de seu quarto, como se rugisse. Irmã Wanda baixou a cabeça.
"Ela... Ela... Ela se auto-mutila, ela pragueja, diz blasfêmias. Ela se tornou bastante agressiva e violenta..." Lauren disse, por entre os soluços fortes e descontrolados.
"Diga-me, você já a encontrou batendo ou matando algum animal?" Padre Silas perguntou, com sua calma habitual.
–Sim. Sim, sim. Ela matou todos os gatos dessa casa, durante a noite.- A mulher tremia, soluçava ao falar. Esquivava ao ouvir cada grito da filha. -Ela tem tido aversão a todos os objetos religiosos que temos. Grita e pragueja quando uma figura religiosa entra em casa. Sua cruz está virada de cabeça para baixo.-
"Ela teve alguma perda de apetite ou coisa assim?" O Padre fez mais uma pergunta.
"Sim. Ela não come há um dia, apenas belisca a comida. E se come, vomita." A mãe de Josephine respondeu, com a voz trêmula.
"Há algo mais?" Irmã Wanda perguntou, pondo sua maleta no colo.
"Josephine grita e chora quando dorme. Ela geme e grita em prazer quando está sozinha em seu quarto. Eu escuto vozes em seu quarto, como se ela estivesse imitando alguém. Ela perde a memória com muita facilidade desde que isso tudo começou. Ela parece deslizar em vez de andar ou até mesmo pode contorcer seu corpo de forma estranha e aparentemente impossível." Senhora Lauren estava tão pálida quanto os papéis que tinha espalhados pela casa, apenas a vermelhidão de suas bochechas escondia um pouco da palidez.
"Possessão." Bispo Abdon comentou com Sacerdote Lamech, que fez que sim com a cabeça.
"Será difícil." Padre Ventresca disse em um suspiro. Bispo Josias concordou com ele, com um aceno com a cabeça.
"Estamos falando de uma possessão, senhora Lauren." Irmã Wanda se pronunciou.
"É a pior invasão por demônios no corpo humano." Padre Silas ditou, tão pálido quanto Lucy Lauren.
"Por favor, diga que vão me ajudar. Eu preciso... Por favor. Por favor..." O choro obrigava a cansada mulher a fazer pausas longas. De modo sincero, ela parecia cansada de tudo. Os cabelos enrolados e acastanhados se mostravam sujos, os olhos verdes pareciam mostrar sua dor, deixando-a com olheiras profundas.
"Nós iremos, senhora. Mas precisamos saber com o que estamos lidando nesse momento." A freira disse, tentando não mostrar seu medo. Ela o engoliu e respirou fundo. "Me diga, sua filha já mexeu com algo relacionado aos demônios?"
A mulher baixou a cabeça.
"Isso é um sim?" Walter se pronunciou, temendo saber com que demônio estava mexendo.
"Eu sempre disse para ela parar de brincar com demônios! Mas ela nunca me escutou, nunca. Ele continuou brincando e brincando com jogos do copo, lápis ou com um tal tabuleiro." E então ela voltou a chorar mais.
"O jogo do copo, os lápis em cruz... O tabuleiro Ouija." Irmã Wanda arregalou os olhos. "Walter, estamos falando de..."
"Pazuzu."
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Pazuzu, o maldito demônio dos ventos do sudoeste. Um demônio vindo da mitologia babilônica e assíria, filho de Hanbi, Senhor de todos os espíritos. Um demônio cruel e maldoso, Pazuzu não poderia ter saído muito diferente do pai.
Segundo historiadores Pazuzu era invocado para proteção do lar, os assírios e babilônios costumavam pedir sua proteção contra uma outra deusa igualmente cruel conhecida como Lamashtu. Mas naquele momento, Pazuzu não estava ali para proteger ninguém.
Um demônio traiçoeiro, maldito, que se dizia Zozo em seus jogos, quase rituais.
"Você tem certeza?" Padre Silas perguntou, assustado.
"Absoluta, padre. Nós vamos lutar contra uma entidade muito forte. Temo que passaremos meses em exorcismo." O Merrien apertou os punhos contra o corpo, em um sinal de desconforto.
"Nós vamos cuidar de tudo a partir daqui, senhora Lauren. Fique calma." A irmã a tranquilizou. Olhou pela janela a noite cair vagarosamente, de modo calmo. "Mostre-nos o quarto da pequena Josephine. Iniciaremos o exorcismo o mais rápido possível."
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Foram 20 longos minutos de preparação.
Walter Marrien preparou os objetos abençoados dentro da maleta de irmã Wanda, enquanto a mesma, ajoelhada no chão do corredor, humilhava-se, pedia perdão por tudo o que fizera, pedia a Deus para iluminar cada um daquela casa naquele momento. E então, espiritualmente, ela se conectou com o espírito santo, como se ambos andassem de mãos dadas.
Com o consentimento de Lucy Lauren, Wanda e Walter entraram no quarto. Irmão Walter logo sentiu o poder maligno que existia naquele lugar, parecia sentir cheiro de enxofre, enquanto Irmã Wanda sentia o peso do ar ali.
Os padres Silas e Ventresca, Bispos Josias e Abdon, sacerdote Lamech e Camerlengo Baruc entraram atrás dos Marrien, junto de Lucy.
Antes de tudo, os irmãos Marrien assustaram-se com o quarto da jovem atormentada.
As paredes brancas estavam cobertas por sinais desenhados a dedo, feitos de sangue. Os símbolos se voltavam em satanismo. A "anarquia", o pequeno ponto dentro de um círculo, pentagramas dentro de círculos, cruzes invertidas, cabeças de bodes "sujas" com gotas de sangue bem espalhadas, desenhos envolvendo um mesmo número ("Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis." Apocalipse, 13:18).
No chão, um pentagrama maior, com uma tábua Ouija em seu meio.
Na cama, a pequena Josephine jazia, em sono profundo, amarrada em sua cama, coberta em vômito esverdeado e sangue.
Na parede atrás de sua cama, um crucifixo sagrado havia sido virado de cabeça para baixo.
Irmã Wanda abriu sua maleta e respirou fundo. Ajeitou-a no chão e puxou o primeiro frasco de água benta, jogando-a sobre o pentagram no chão. O sangue pareceu queimar e sumiu, como se a água corroesse todo o mal. Padre Silas tomou em mãos o tabuleiro e o colocou dentro da caixa dybbuk do Camerlengo. Quando olhou suas mãos, as viu vermelhas em fogo, com pequenas bolhas, como se queimasse.
"Adjure te, spiritus nequissime, per Deum omnipotentem" Apenas Wanda se aproximou da cama, iniciando a aspersão de água benta com sal sobre a criança atordoada e sobre os demais presentes ali.
Mesmo amarrada, Josephine começou a se revirar e urrar com uma forte e distorcida voz masculina.
Sacerdote Lamech, sem demora, convidou todos a orar.
"Pater noster, qui es in cælis: sanctificétur nomen tuum; advéniat regnum tuum; fiat volúntas tua sicut in cælo, et in terra. Panem nostrum cotidiánum da nobis hódie; et dimítte nobis débita nostra, sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris; et ne nos indúcas in tentatiónem;sed líbera nos a malo. Amen" A oração fez Josephine urrar com mais força, quase pulando em sua cama. A água benta parecia queimar o corpo da menina possuída.
"Finalmente, fortaleçam-se no Senhor e no seu forte poder. Vistam toda a armadura de Deus, para poderem ficar firmes contra as ciladas do Diabo, pois a nossa luta não é contra seres humanos, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais. Por isso, vistam toda a armadura de Deus, para que possam resistir no dia mau e permanecer inabaláveis, depois de terem feito tudo. Assim, mantenham-se firmes, cingindo-se com o cinto da verdade, vestindo a couraça da justiça e tendo os pés calçados com a prontidão do evangelho da paz. Além disso, usem o escudo da fé, com o qual vocês poderão apagar todas as setas inflamadas do Maligno." Irmã Wanda puxou a biblia sagrada de sua maleta, abrindo-a em página marcada. Padre Silas e Padre Ventresca, junto de Camerlengo Baruc começaram a procurar e quebrar todo e quaisquer objeto que poderia ser possuído, apanhadores de sonho, pequenos bonecos de vodu, uma tábua Ouija que se encontrava em baixo da cama de Josephine, materiais e livros sobre bruxaria satânica e escrituras profanas vindos de uma sessão restrita na biblioteca da cidade. Josephine urrava e se contorcia na cama de modo que parecia impossível para um ser humano comum em questões espirituais.
Josephine Lauren se assemelhava a um cadáver. Esquelética, com seus ossos quase saltando para fora da carne. Os olhos revirados e veias saltadas, o nariz sangrando em filetes grossos, a boca suja de sangue e vômito. O rosto ferido, sua carne arranhada e suja, as presas como a de um ser inferior.
"E Ele disse: 'Tornem-se meus imitadores, como eu o sou de Cristo.' E logo assim, com todo o seu santíssimo poder tornou a dizer: ' Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados; E andai em amor, como também Cristo vos amou, e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave.'" Sem medo, abraçada ao Espírito Santo, a jovem freira repousou a bíblia em sua maleta e encaixou suas mãos na testa da criança amaldiçoada. Fechou os olhos enquanto a criança gritava blasfêmias na língua maldita, na língua de todos os demônios. "Estes sinais hão de acompanhar aqueles que creem: em meu nome, expelirão demônios; falarão outras línguas; pegarão em serpentes: e, se alguma coisa mortífera beberem, não lhes fará mal; se impuserem as mãos sobre enfermos, eles ficarão curados. Adjure te, spiritus nequissime, per Deum omnipotentem!" Ela desenhou o sinal da cruz com o polegar na pele ferida, fazendo a jovem se contorcer e gorfar um líquido esverdeado de cheiro forte.
"Irmão, eu preciso de ti!" Wanda clamou pelo irmão, que logo colocou suas mãos sobre as mãos dela.
"Irmã, somos unidos pela graça de Deus. E é a ele quem devemos seguir. Esqueça a minha, a tua religião agora. Que o senhor, Deus pai, nos guie nesse momento. E que todas as forças Dele estejam conosco agora. Que pelos poderes Dele, nosso senhor Jesus Cristo, e seu Deus pai, o demônio que invade o corpo dessa menina saia desse corpo que não lhe pertence, que deixe-a, que largue-a por nossa fé."
"Adjure te, spiritus nequissime, per Deum omnipotentem! Saia deste jovem corpo, saia serpente! E volte para o inferno que é o teu lugar, pelo poder de Deus!" Irmã Wanda gritava, enquanto Sacerdote Lamech e Padre Ventresca abençoavam o quarto com água benta, jogando-a sobre as paredes e sobre a garota. Camerlengo Baruc puxava orações com Bispo Josias e Bispo Abdon. Padre Silas humilhava-se como Irmã Wanda, ajoelhado, suplicando e pedindo perdão a Deus.
"Cruzes, homens velhos ou de alma tão velha quanto, palavras nojentas... Você acha que pode salvar sua garotinha, Lucy?" o demônio pronunciou-se com uma risada longa em voz distorcida.
Livre pelo Espírito Santo, Silas puxou um dos crucifixos da maleta. Walter se afastou e começou a pedir a Deus o perdão de Josephine, que se revirava e ria na cama.
"Em nome de nosso senhor, Jesus Cristo, identifique-se!" Padre Silas gritou, mostrando a cruz grossa a Josephine, que gorfou mais líquido esverdeado e mal-cheiroso por entre uma risada.
"Brincadeiras ou travessuras, brincadeiras ou travessuras, mande-a brincar com o tabuleiro novamente!" O demônio ria, se retorcendo, sangrando por suas narinas e boca em filetes grossos.
Os olhos da menina apenas ficavam mais profundos e a pele ao seu redor apenas escurecia e seus olhos saltados mantinham-se revirados, completamente revirados.
"Se revele!" Silas gritou novamente.
"Eu sou aquele que habita os jogos malditos, eu sou aquele já habitou lares, eu sou aquele que habita o inferno! Eu sou aquele que brinca com as almas daqueles que brincam com minha entidade. Eu... Sou... PAZUZU." O demônio apenas ria, parecia se divertir com a situação.
Irmã Wanda tomou outro crucifixo em mãos e junto de Padre Silas começou a orar.
Foram horas de orações e tentativas frustradas, palavras de Deus sendo ditas para uma entidade que apenas ria.
"E nos, com o poder de Deus, ordenamos que saia!" Gritaram Silas e Wanda, com as mãos sobre o rosto da menina.
O corpo frágil e esquelético deu um pulo na cama e ela adormeceu.
Irmã Wanda sentiu lágrimas descendo-lhe o rosto, desesperadamente, misteriosamente.
"Irmã, por que chora assim?" Silas perguntou, limpando-lhe as lágrimas. Com um sorriso, ele virou a cruz na parede da menina que dormia.
"Eu sinto... Que isso ainda não acabou, padre."
E então a Cruz virou, tornando-se novamente invertida.
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