Notas iniciais
Hey!! Olha, eu devo desculpas por estar demorando com as postagens, mas eu estou meio que sem cabeça pra escrever no momento, então eu preciso que vocês tenham paciência comigo ta? Boa leitura lindas! *NOTAS FINAIS*

Brittany’s POV

A volta pra casa foi feita em completo silêncio. O clima dentro do carro era tenso e a única que não sentia isso era Hanna que já deveria estar em seu quinto sono.

Eu podia sentir as mãos de San trêmulas entre as minhas, podia sentir que ela se segurava ao máximo para não chorar. Sua cabeça descansava em meu ombro e ela pressionava os olhos fechados.

Quando nós chegamos em casa, eu fui a primeira a sair do carro e a puxei comigo, entrando em casa rapidamente e subindo as escadas até o meu quarto. Deixei que San entrasse primeiro e tranquei a porta do quarto antes de me virar e vê-la parada, sem saber o que fazer.

– Você quer ir tomar um banho? – Perguntei indo para perto dela e acariciando seu rosto de leve.

E parece que o meu toque foi o que bastou para ela desabar. As lágrimas começaram a rolar por sua face e ela soltou um soluço baixinho. Suspirei e a trouxe para mais perto de meu corpo, ela rapidamente se encolheu em meus braços e escondeu o rosto em meu pescoço, chorando copiosamente. A puxei para sentar na cama e ela apenas se deixou levar. Seu corpo estava trêmulo e ver ela tão frágil daquele jeito me deixava com o coração em pedaços.

– Ele... Ele não tinha esse... Esse direito Britt... – Ela disse entre soluços. A apertei ainda mais contra meu corpo e beijei seus cabelos.

– Eu sei que não tinha San. Shh, tá tudo bem agora ok?

Continuei a acariciar seus cabelos por um bom tempo até que ela ficasse mais calma. Afastei-me lentamente para ver seus olhos vermelhos e inchados, sua expressão exausta por causa do tanto de emoções que aquele jantar havia trazido. Sua respiração ainda desregulada por causa do choro. Passei meu polegar por sua bochecha, enxugando suas lágrimas e ela fechou seus olhos por um segundo.

– Eu vou cuidar de você ok? – Disse e San somente assentiu.

Levantei da cama e me abaixei em sua frente, tirando seus saltos. Fui até sua mala e peguei seu pijama. Voltei para perto dela e desabotoei seu vestido lentamente. San facilitou meu trabalho e me ajudou a tirar seu vestido. Coloquei seu pijama e a deixei novamente sentada na cama. Fui até o meu banheiro e peguei o demaquilante. Tirei toda a sua maquiagem, lhe dando selinhos algumas vezes. Quando ela já estava pronta, eu a deitei na cama e a puxei pra mim. Não demorou para que as lágrimas voltassem a rolar por seu rosto e eu apenas deixei que ela chorasse.

Fiquei brincando com seus cabelos e cantarolando em seu ouvido até que, depois de um bom tempo, ela adormeceu. Sua respiração era pesada e ela murmurava coisas desconexas de vez em quando, mas pelo menos ela havia dormido.

Fiquei observando San por algum tempo antes de sair lentamente da cama e agora, finalmente, me arrumar para deitar.

Me arrumei rapidamente e depois de alguns poucos minutos eu já havia voltado a me deitar ao lado de Santana. Seus braços rapidamente procuraram por meu corpo e sua cabeça veio descansar em meu ombro. Suspirei e abracei sua cintura, depositando um beijo demorado em sua testa.

Por mais que eu estivesse cansada, meus olhos não queriam se fechar. Eu não conseguia parar de pensar em como tudo havia acontecido tão rápido.

Quais eram as chances de que, de todos os lugares do mundo onde ele poderia estar, ele estivesse bem aqui em Londres? E ainda mais... Quais eram as chances do pai idiota da minha namorada ser o chefe do meu pai?

Flashback on

Quando San terminou de cantar a música pra mim, nós continuamos dançando, mesmo sem musica alguma. Eu acho que se eu morresse naquele momento, eu estar totalmente realizada, nos braços da mulher que eu mais amo no mundo.

A bolha foi estourada quando Hanna saiu correndo do salão e veio até nós duas.

– Biiiiii, a mamãe pediu pra chamar vocês. O chefe do papai quer te conhecer. – Ela disse antes de voltar correndo pra dentro.

Suspirei ainda com o rosto escondido no pescoço de Santana e ela riu.

– Vamos. – Ela disse me oferecendo sua mão.

Nós voltamos de mãos dadas para dentro e na nossa mesa havia um homem a mais, de costas para nós. Nós nos aproximamos meio acanhadas e meu pai sorriu para nós, fazendo com que o cara virasse para nós duas. Seus cabelos já eram meio grisalhos mas ele não parecia ter mais de cinquenta anos e assim que seu olhar pousou em minha namorada, seu sorriso morreu. Encarei Santana e sua expressão era indecifrável. Sua mão apertou a minha mais forte e ela ficou inteira tensa.

O silêncio se instalou ali e eu e meus pais não podíamos estar mais confusos.

– Santana? – Ele perguntou abrindo um meio sorriso e minha namorada apertou ainda mais a minha mão. Ele se aproximou e Santana foi para trás rapidamente.

– Não. – Ela falou baixinho.

– Filha você... – Arregalei os olhos com o que ele falou.

– Não sou sua filha. – Santana falou entre dentes antes de se virar pra mim. – Vem comigo até o banheiro? – Pediu baixinho e eu assenti rapidamente, a levando para longe dali.

Nós chegamos no banheiro e as mãos de Santana estavam trêmulas. Ela se apoiou na pia e respirou fundo. Eu continuava sem conseguir ler sua expressão. Ela mordia os lábios, e seus olhos estavam fechados.

– San... – Cheguei mais perto, fazendo-a abrir os olhos e me encarar pelo reflexo do espelho. – O que aconteceu lá? – Perguntei.

Ela se virou pra mim e suspirou.

– Aquele lá... O chefe do seu pai... É... Seu sogro. – Falou tentando dar um sorriso.

Notas finais
Ok, 3 perguntas que eu preciso fazer: 1ª - Eu já estou pensando em mandar a San pra Miami de novo então se vocês querem mais alguma coisa entre elas antes da Santana voltar, me falem agora. 2ª - Como a Britt vai começar a faculdade agora, quero saber em que vocês querem que ela se forme. Só não dança pq eu quero fugir do normal. 3ª - Quando a San voltar pra Miami, elas vão ficar separadas por um tempo e eu quero saber se vocês querem que eu faça mais daqueles capítulos deprimentes, ou se eu posso dar uma pulada no tempo. É isso... Comentem gente, eu preciso da ajuda de vocês.