The Exchange - Brittana (Season 2)
31 Essência do amor
Notas iniciais
BRITTANY'S POV
Eu não fazia ideia do tempo em que eu e San ficamos ali, apenas naquele abraço. Seus lábios beijavam meu pescoço algumas vezes, e eu não me lembrava do quanto aquilo era gostoso. Estar com ela... Só daquele jeito, era tão perfeito naquele momento.
– Eu acho que nós ainda precisamos terminar o jantar. — Sussurrei e ela apenas me apertou um pouco mais por alguns segundos antes de me soltar e sorrir de forma relaxada, San ficou me encarando por alguns segundos antes de colocar a mão em meu rosto, fechei os olhos sentindo seu toque, não demorou até seus labios virem de encontro aos meus. Foi só um selinho demorado, mas era de San e isso fazia ser perfeito. Ela se afastou novamente.
– Vamos terminar isso logo.
Sorri e assenti, me afastando dela a contra gosto. Nós passamos aquele tempo sorrindo de forma boba uma para a outra e eu estava amando aquilo. Quando eu terminei o jantar, Lucy e Vero entraram pela porta, as duas sorrindo abertamente, me perguntei qual era o motivo daquilo, mas deixei pra lá.
O jantar com aquelas tres não poderia ter sido melhor. Santana admitiu que minha comida era boa. Vero estava toda boba e eu sabia que algo acontecera quando ela e Lucy estavam do lado de fora.
As duas pombinhas ficaram de lavar a louça e depois de dizer a Lucy que ela devia me procurar caso sentisse algo, fui para o quarto. Eu queria ir com calma com San entao apenas beijei seus labios de forma calma e a deixei na porta de seu próprio quarto.
Ela sorriu e acariciou meu rosto antes de me soltar e me deixar seguir para o meu lugar preferido naquela casa. Tomei banho, não consegui tirar o sorriso do rosto. Eu estava tão feliz. Deitei na cama com o mesmo sorriso besta, estava esperando o sono chegar quando a porta abriu e San entrou no quarto com uma camisa longa e um sorriso pequeno em seu rosto.
SANTANA'S POV
Eu sabia que depois de tudo aquilo, eu não conseguiria dormir sozinha. Quatro anos sem Britt ja foram demais e eu sabia que ela iria com calma por minha causa, mas desde que meus labios encontraram os dela na cozinha, meu medo sumiu... Eu só queria ter ela logo, sem calma, eu queria minha Britt. Levantei da cama e fui a passos lentos até o quarto dela, entrando sem pensar. Ela estava deitada, com o abajur asceso e um sorriso nos lábios, que se alargou ao me ver.
Eu havia parado de pensar no que podia acontecer no futuro. Ela era minha felicidade e eu sempre soube disso.
Rastejei até ela e me deitei em cima de seu corpo, encarando aqueles olhos azuis apaixonantes.
– Eu passei quatro anos sem você, passei mais meses agora tentando superar esse meu medo que eu tenho de te perder de novo... Quando você me beijou hoje, só isso fez tudo ficar bem... Eu não quero ir com calma B... Não mesmo. — Cheguei mais perto, quase tocando seus labios. — Faz amor comigo Britt. Agora.
Eu não deixei que ela me respondesse. Ataquei seus lábios de forma calma, mas cheia de desejo. Britt colocou suas mãos em minha nuca, beijando-me de volta com a mesma intensidade. Senti novamente as borboletas em meu estômago, se misturando com o desejo que eu sentia naquele momento. Demorei-me em seus lábios, apenas beijando-a de forma apaixonada. Eu não estava com pressa, não, depois de quatro anos, eu só queria voltar a conhecer seu corpo. Afastei-me o suficiente para olhar suas esferas azuis brilhantes e escuras agora. Sorri, maliciosa e apaixonada ao mesmo tempo. Retirei a larga camiseta que usava e fiz o mesmo com a dela, deixando meus olhos percorrerem aquele corpo perfeito que Brittany tinha. Suspirei, sorrindo novamente.
–Deus. Tão linda.
Britt sorriu sem graça e eu logo voltei a beijá-la. Minhas mãos percorriam seu corpo, reconhecendo todas as curvas da mulher abaixo de mim, enquanto as suas enroscavam-se em meus cabelos. Nossos seios se tocavam, fazendo leves gemidos sairem de ambas as bocas. Afastei os fios loiros que me atrapalhavam e, sem tirar os lábios daquela pele branca, fui até seu pescoço, chupando-o fortemente e beijando o mesmo também. As mãos de Brittany agora passavam por minhas costas de maneira relaxada enquanto seus lábios tentavam achar um jeito de beijar minha pele. Sorri um pouco, não parando com os beijos. Demorei em seu pescoço também, sem pressa alguma, eu tinha a noite toda.
Voltei aos seus lábios apenas para um selinho rápido e parti para seu peito. Beijei entre o vale de seus seios, trilhando um caminho até as costelas abaixo dos perfeitos seios dela. Afastei-me mais uma vez, encarando-a. Britt já estava um pouco soada, me encarando cheia de desejo e eu sorri vendo que continuava fazendo o mesmo efeito nela, depois de anos. Voltei ao meu trabalho, me concentrando em seus seios agora. Massageei o direito enquanto sugava o mamilo esquerdo, invertendo os papéis depois de alguns minutos. Os gemidos de Britt me faziam querer mais e mais. Depois de terminar meu trabalho ali, meus lábios voltaram a percorrer seu corpo enquanto minhas mãos ja estavam em suas pernas. Beijava sua cintura quando minha mão esquerda encontrou o que procurava. Sorri ao sentir o quanto Brittany estava molhada. Tentando não tirar meus lábios de sua pele, arranquei desajeitadamente sua calcinha, acariciando a parte sensivel dela com a ponta dos dedos, ouvindo seus gemidos enquanto suas mãos agarravam meus cabelos. Resolvi ser mais rápida, passando de sua barriga para suas pernas, chupando com vontade suas coxas. Dei beijos ali e fui me aproximando do que mais me interessava. Beijei ali, sorrindo ao ver o estado dela.
– Você está tão molhada B... — Sorri. Afastei-me e ela abriu os olhos um pouco.
– Vai San... Por favor. — Sua voz estava fraca.
– O que você quiser. — Sussurrei.
Voltei a trabalhar, beijei suas coxas por mais algum tempo e depois, enquanto minhas mãos passeavam pelas pernas de Britt, introduzi minha língua no centro molhado dela, ouvindo-a gemer mais alto e agarrar meus cabelos com força, ela remexeu as pernas. Chupei seu centro e movimentei a lingua calmamente dentro dela, suas mãos revezavam entre agarrar meu cabelos e arranhar meus braços e eu nao podia gostar mais daquilo.
– Deus San! — Escutei-a quase gritando. Nao sei quando tempo passou, eu não me importava, continuei movimentando-me dentro dela ritmicamente. — San eu vou...
Suas paredes iam se fechando em volta de minha língua e eu continuei movimentando, esperando pacientemente que seu orgasmo viesse. Mais alguns minutos e ela amoleceu, deixando-me provar de seu sabor. Chupei até a última gota, sentindo seus espamos.
Deitei ao seu lado, encarando-a enquanto se recuperava. Me perguntava como consegui ficar sem ela por tanto tempo, aquela sensação de tê-la ali era tão bom, tão perfeito, gostoso. Eu não sabia mesmo como havia ficado sem aquilo por tanto tempo. Quando se recuperou, seus azuis encontraram meus castanhos e ela sorriu, cansada, mas era um sorriso enorme. Ela me puxou para deitar mais perto, arrumando-me em seu peito e apagando a luz logo em seguida. Seus dedos começaram a acariciar meus cabelos e eu sentia o cansaço tomar conta de mim. Nós não dissemos nada, não precisávamos, não naquele momento. Antes de apagar por completo, porém, consegui ouví-la sussurrar:
–Eu amo você.
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