The Evil Is In My Side
12 Chapter Eleven
Notas iniciais
" Nunca se deixe levar pelo ódio porque ele só traz a vingança
e se vira contra você mesmo "
Algumas semana longas se passaram após o incidente com Mike, que quase afetara o casamento de Helena e Henrique, ao acordar, ela olhara o relógio e vira que já era meio-dia, ela saiu correndo e foi na cozinha preparar algo pra Tiffanny — que ja estava acordada na sua cama, se alimentar. Ela a pegou no colo e colocou-a na cadeirinha. Ela preparou um leite morno, colocando-o em uma mamadeira entregou-o para Tiff que estava faminta.
– Mamãe — Tiff a chama de repente, Helena se vira.
– Fale amor. — ela pega um prato com os ovos que acabara de fritar e senta ao lado de Tiffanny.
– Tive um pesadelo estranho. — ela faz uma cara um pouco assustada.
– Do que se tratava? — um frio se espalhava no estômago de Helena, ate que Tiff começou a falar.
– Eu ja era mais velha estava num quarto muito escuro e frio, não achava um saída e eu queria sair dali, até que corri sem parar e de repente surge uma luz e encontro sangue espalhado por toda a parede e no espelho esta escrito em sangue "Assassina" — Tiff respira fundo ainda um pouco assustado, Helena fica completamente chocada, mais não demonstra nervosismo para tranquilizar Tiffanny.
– Tiff meu amor é so um pesadelo — Helena a abraça fortemente e lhe da um beijo no rosto.
– Obrigada mamãe — ela sorri e Helena a leva para o quarto de brinquedos para ela brincar com suas bonecas.
O dia se passa mais rapido que de costume, Helena com sua enorme barriga de 8 meses arruma a casa enquanto Tiff brinca animadamente com seus brinquedos, assim que termina, Helena sobe para tomar um banho quente e aconchegante, ela termina de se arrumar e desce até Tiff.
– Que ir no mercado com a mamãe? — Helena pergunta sentado ao seu lado.
– Pode ser. — Helena a pega no colo e elas vão para a garagem e Helena dirige até o mercado mais próximo que continha mais variedades. O caminho para o mercado foi rápido, chegando lá Tiff apontou pra sessão de guloseimas e pegou um montem Helena comprou comidas que estavam faltando, assim que acabou elas foram pagar e voltaram para o estacionamento e partiram para a rua, porém chegando lá viram que estava com um enorme trânsito, ao se aproximar elas perceberam que um homem fora atropelado por um carro em alta velocidade, ao chegar perto do local do acidente, Helena pensara que estava tendo alucinações — ou estava realmente– ela viu que o homem morto se levantara como um zumbi e estava se aproximando em sua direção com o sangue caindo sob o corpo, Helena estava branca, pálida, com o coração a mim por hora, ele deu dois socos na janela e apenas sussurrou, quase em uma voz nítida:
– Você é a próxima! — sua voz era grave com um toque demoníaco, parecendo duas vozes. De repente, Helena sente alguém sacudindo-a.
– Mamãe! Mamãe! — Tiffanny a cutuca sem parar, já que Helena estava suando frio. — A senhora está bem?
– Sim, foi só minha pressão se abaixando.- ela sorri fraco e beija a testa de Tiff, ela olha pra direção do corpo do homem e ele continua intacto, ela suspira fundo e vê que a passagem já fora liberada e dirige de volta para casa. Assim que chegaram em casa, percebera que as luzes estavam acesas, ela entrara e vira Henrique tirando o palitó, ele vai até elas e dá um selinho em Helena e pega Tiff no colo.
– Papai! — Tiff beija o rosto de Henrique, Helena os abraça.
– Onde estavam? — Henrique pergunta.
– Fomos no supermercado. — Helena responde colando as compras na cozinha. — Vou cozinhar. — ela diz e Henrique fora brincar com Tiff na sala e colocou um desenho pra ela assistir. Helena começara a suar frio novamente, ela se perguntava em tantas bilhões de pessoas no mundo todo, porque esses sonhos e alucinações macabras tinham que ser justo com ela? O rosto desfigurado, o sangue frio jorrando, e principalmente as palavras "Você é a Próxima" a estava perturbando, suas mãos estavam frias e tremendo, até que elas sente mãos calorosas a abraçarem por trás e sentiu um beijo em seu pescoço.
– Está tudo bem amor? — Henrique pergunta preocupado e Helena assente fraco. — Você está tão pálida.
– Deve ser a gravidez, as vezes a pressão abaixa e fico mais pálida e fria que o normal. — ela ri sem humor e ele beija as mão dela.
– Tem certeza?
– Sim. — ela o beija e volta a cozinhar, assim que ele volta para dar atenção a Tiff que cantava com o desenho. O jantar ficou pronto algum tempo depois, ela arrumou a mesa e colocou um macarrão penne ao molho branco com pedaços de bacon e colocou uma coca-cola em cima da mesa, para Tiff entregou um suco de morango natural, eles jantaram em silêncio, ao terminarem de recolher e de limpar tudo, Helena colocou Tiff para dormir e foi para seu quarto enquanto Henrique tomava banho, ela vestiu uma camisola de seda e pegou um livro para ler e ligou o abajur.
Henrique saíra do banho já de pijama, deitou ao lado de Helena a admirando enquanto ela lia o livro.
– Por que tão linda? — ele diz sorrindo e ela lhe dá um beijo castro nos lábios. — Boa noite. — ele beija a barriga dela e se deita para dormir, Helena demora para pegar no sono, e fica olhando fixamente para o relógio de cuco que fica pendurado no quarto, em volta estava um crucifixo que de repente começou a se mexer sem parar, para o seu espanto não havia vento algum e ela avistou luzes piscando do banheiro, ela fechou os olhos com força e se virou abraçando Henrique com força, Helena não era muito de frequentar a igreja, apesar de que sua mãe era muito religiosa, ela rezou baixo até que conseguiu pegar no sono mais rapidamente. As horas passaram rápido, Helena já estava num dos seus costumes pesadelos.
" Helena chegou do trabalho, em seu sonho ela não estava grávida, mais estava com Tiffanny em seu colo brincando com uma Barbie, de repente um vento frio e forte assoprou e as folhas voavam sem parar, ela entrou em casa, que não parecia ser a casa em que morara, na verdade nunca tinha visto aquele lugar na vida, era todo branco, ela começou a andar e viu poças de sangue fazendo uma linha de caminho, Tiffanny já estava dormindo em seus braços — ou ela pensava que estava dormindo. — ela se aproximou de uma sala vazia e abriu a porta, ela se espantou e encontrara ninguém menos que Mike com um sorriso maligno, ele puxou uma corda e o corpo falecido de Henrique caíra em seu pés, suas lágrimas eram extensas e caíam sem parar, ela estava sem o que pensar, ao olhar para o lado direito não se via mais Tiffanny e sim uma mulher com roupas pretas e um manto com um olhar endiabrado e a atacou"
– AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA — Helena acorda com um grito que chega a arder sua garganta. Henrique quase pula da cama e acorda assustado, acedendo o abajur.
– Amor, o que houve? — ele pega em sua mão que estava trêmula.
– Eu tive um pesadelo horrível. — ela começa a chorar sem parar. — Henrique, eu não aguento mais isso, esses sonhos ruins, não dá, eu não consigo mais. — ele a abraça.
– Nada vai lhe acontecer, eu estou aqui — ele a beija na testa. — Agora vai tomar um copo d'água e relaxe. — ela assente devagar e vai até a cozinha e bebe um copo gelado de água e respira calmamente, de repente ela sente sangue caindo em suas pernas e uma dor enorme no útero, ela grita alto de dor e Henrique vai até lá correndo. — Amor, o que está havendo?
– A... A Bolsa. — ela diz tremendo e desmaia batendo a cabeça no balcão com força, tudo fica preto, ela só vê Henrique assustado correndo em sua direção.
" Hoje sou apenas uma pessoa sem rumo e inconsciente que esta perdida entre os mundos e que só deseja se libertar de um demônio. Dizem que se ao menos eu tentasse talvez conseguiria me libertar mas procurando luz me perderei entre as sombras "
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