The End Is Coming
6 Capítulo 6 - Entrada Negada
Notas iniciais
Hufflepuff Pride (Emma)
JakePower (Jake/Jay)
Espero que gostem!
Nova York, 20h18min, Domingo
Emma comemorava seu 22° aniversário em uma das baladas mais movimentadas da cidade.
Emma não ligava muito para sair de casa, mas hoje, ela queria festejar.
Ela usava um vestido vermelho, meio vinho e saltos pretos. Seus cabelos loiros estavam presos em um coque meio desajeitado.
Emma havia ficado com vários caras na noite, mas nenhum a agradara.
Ela dirigiu-se até o barzinho e pediu uma caipirinha, que ela amava. Ela deu longos goles e depois foi ao banheiro, para retocar sua by safesaver\">maquiagem. Ela viu outra mulher, ajoelhada no vaso, parecia estar vomitando. A mulher se levantou e limpou a boca. Ela parecia alguma atriz, possuía cabelos loiros e curtos na altura dos ombros e usava um vestido rosa-choque nos joelhos.
- Bebi muito hoje – Disse a mulher, com hálito de cerveja.
- Eu tenho remédios para enjoo! – Disse Emma, vasculhando a bolsa. Ela gostava de by safesaver\">andar com remédios na bolsa, ela era um pouco preocupada.
- Não precisa, deve ser só início de febre. – Disse a mulher, jogando água no rosto. – Desculpe, eu sou a Irene.
- Emma, prazer. – Emma estendeu o braço.
- Emma, parece que eu te vi com o Jorge Hellin! – A mulher olhou com um jeito meio estranho. – Sabia que ele é o mais gato dessa balada?
- Mas ele não tem pegada. – As duas riram.
Algum tempo se passou.
- Bem, tenho que ir, minha filha está na casa da minha irmã, tchau! – Irene saiu rebolando.
Fazia tempo que Emma não se socializava com pessoas. Ela tinha esquecido como era legal ter amigos. Após a morte de seus pais, ela virou uma garota fechada, que não saía de casa, apenas chorava.
Emma terminou de passar o batom vermelho e saiu.
A balada havia virado um caos. Todos corriam e... Era isso mesmo? Canibais na balada?
Emma não sabia por que havia tantos canibais lá. Ela olhou para o canto e Irene estava sendo devorada por um.
- Merda, a única amiga que eu faço, é engolida por canibais.
Emma foi atacada por um “deles” e deu um golpe na cabeça. A criatura caiu para trás. Outros deles ouviram.
Emma catou qualquer um dos carros no estacionamento e foi até sua casa. Ela achou alguns revólveres, mas todos tinham entre 1 a 3 balas. Ela levou três consigo e viu luzes acesas no centro da cidade.
Ela já sabia para onde iria.
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Nova York, 20h32min, Domingo
Jake estava em casa, sem luz, apenas com uma lanterna ele lia uma história em quadrinhos. Era sobre zumbis.
Jay gostava dessas histórias. Ele era policial, e solteiro.
Ele estava em sua casa, ela era térrea e bonitinha. Jay se sentia bem lá.
A TV já estava apagada e o resto da casa também.
Jake estava de folga do trabalho. Aproveitou para ficar em sua casa.
As ruas estavam barulhentas, todos pareciam gritar. Jake achava que era alguma manifestação, mas estranhou dos guardas não ligarem para ele antes do apagão.
Jake já enjoado da calmaria pegou o by safesaver\">carro e foi dirigindo devagar, rua por rua. Ao chegar perto do centro, pessoas atacavam umas as outras. Ele estranhou e saiu do carro. Um segundo após sair, uma criatura veio correndo em sua direção, e Jay apenas entrou no carro para se defender.
O ser batia na janela do carro, jorrava sangue pelo nariz e pela boca.
Jake se enjoou um pouco. Um carro se aproximou e colidiu com o de Jay.
[...]
Jake se encontra desacordado por horas. Ele ainda estava no carro e percebeu alguns cacos de vidro em seu braço direito. Ele os retirou com raiva e começou a empurrar a porta do carro com os pés.
A porta se abriu e ele saiu cuidadosamente. Já estava escuro e ele viu o Central Park lotado de sangue.
A imagem predominou sua mente.
Ele não sabia o que acontecia. Uma mulher bonita apareceu correndo com seus saltos altos. Aquela mulher era uma amiga dele. Ele se lembrava dela. Chelsea Londie.
Seus cabelos loiros voavam contra o vento e o salto quebrou. Ela caiu e uma criatura subiu nela.
Jay não pensou duas vezes e foi socorrê-la. Ele deu socos no rosto deformado do homem e o matou com um galho forte ao seu lado.
Chelsea o envolveu em um abraço longo que terminou em um beijo no meio do caos.
Eles terminaram o beijo.
- Jay! – Chelsea segurou em seu rosto. – Como você chegou aqui?
- Como assim? – Ele removeu as mãos dela delicadamente do rosto. – De carro, óbvio!
- Eles te morderam também? – Ela mostrou algo no braço. Era uma mordida com sangue em volta. – A coisa que me perseguia fez isso!
- Ele te machucou? – Jake estava nervoso.
- Sim, e ouvi falar que depois de duas horas, qualquer um mordido vira um deles. – Chelsea soluçava. – Acabou pra mim Jay! Acabou.
Jake ficou sentado com ela embaixo dos destroços do carro. Esperando tomar coragem para dizer algo.
- Você tem arma? – Chelsea apontou para o bolso dele, com um revólver.
- Ahn, tenho uma. – Jay tocou o bolso. Ele se esqueceu da arma.
- Me mata. – Chelsea soluçou mais ainda.
- O que? – Ele se afastou dela. – Pirou?
- Eu vou virar um deles, me mata logo. – Chelsea colocou a mão no rosto.
Jay fez um sinal.
- Venha comigo, quando você virar um deles eu te mato.
Eles foram correndo para o Centro de Refugiados. Jay já sabia dele, a TV anunciava antes do apagão.
Chelsea começou a ter quedas de pressão. Eles chegaram à entrada. O CDR (Centro de Refugiados) estava lotado de gente, que chorava. Os policias aproximaram um aparelho nos olhos dos dois. Chelsea foi barrada.
Jay foi correndo para fora, mas já era tarde. Os policiais já haviam atirado nela. Chelsea estava morta.
Jay limpou as lágrimas e entrou pelas grades do Centro.
Ele prometera à Chelsea que ele a mataria quando chegasse a hora. Mas ele não cumpriu.
Notas finais
-Máh
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