The End Is Coming
4 Capítulo 4 - Chegou a hora
Notas iniciais
Boa leitura p/ vcs!
Nova York, 16h23min, Domingo
Giuliana estava deitada no sofá, cochilando. Quando cochilava, voltava a sua cabeça os traumas de infância. Ela tivera câncer aos nove anos e foi adotada por uma médica, que foi quando se separou de seu irmão querido, Hunter.
- Você não trabalha hoje Ice? – Giuliana gostava de ser chamada de Ice ou Black.
- Hoje estou de folga. – Disse ela, levantando calmamente.
Anne, a médica que a adotara estava vestindo um blazer branco sobre uma blusa verde-clara, e calças brancas. Seu cabelo estava preso em um coque, deixando a mostra sua franja.
Ice abriu a geladeira, ela estava faminta. Tirou um pote de sorvete e o devorou em menos de dez minutos.
Anne ligou a TV.
Repetindo, sobreviventes corram para o Centro de Refugiados. As forças aéreas estão a caminho. Fique longe da nova espécie, ela é perigosa.
- Nova espécie? – Disse Anne, fazendo biquinho.
- Não tava sabendo disso – Disse Black, com um jeito confuso.
A energia acabou do nada. Elas moravam em um prédio pequeno.
Ice levantou a cortina da sala e viu que outros lugares estavam sem energia, viu também vários acidentes de by safesaver\">carro e vários helicópteros sobrevoando o céu.
- O que está acontecendo? – Disse Anne, preocupada.
- O que era o centro de refugiados? E a nova espécie? – Ice parecia mais confusa ainda.
Anne se levantou e pegou sua bolsa.
- Temos que ir ao Centro de Refugiados!
- O que? Como? As ruas estão impedidas! – Disse Black
- Vamos logo!
As duas desceram pelas escadas e foram correndo para o estacionamento. Anne se acomodou no carro e o ligou. Foi dirigindo até o centro de refugiados.
- Sabe mãe – Anne a acostumara chamando de filha – Ás vezes eu penso que meu irmão pode estar vivo.
- Giuliana, tem algo que eu preciso lhe contar! – Disse Anne, abaixando a cabeça.
Neste momento, um carro preto apareceu do nada e colidiu com o carro delas.
Durante minutos elas ficaram desacordadas.
Ice levantou-se devagar.
- Mãe? Você está bem? – Disse ela by safesaver\">começando a soluçar ao ver um pedaço de aço perfurando a barriga de Anne, sujando seu blazer branco, de sangue.
- Giu-Gi-Giuliana... – Disse Anne, respirando com dificuldade.
- Não morra, por favor! Eu não aguentaria perder mais alguém além de meu irmão! – Disse Ice, chorando sem parar.
- Seu irmão está vivo!
Foram as últimas palavras de Anne. Após isso, Black virou-se, enxugou suas lágrimas e seguiu andando até o Centro de Refugiados.
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Nova York, 18h21min, Domingo
Melanie estava de ponta cabeça no sofá e ouvindo música no volume máximo de seu Ipod. Ela já se dera conta de que havia uma infecção misteriosa circulando, mas ela não dava a mínima para essas coisas.
A bateria do Ipod havia acabado, e ela se ajeitou normalmente no sofá.
- Ai, ai... – Suspirou.
Pensou em cochilar um pouco, até que alguém bate na porta.
Ela vai andando em direção da porta.
- Sim? – Ela abre e vê uma pessoa cuspindo sangue do outro lado da rua.
Achou que era apenas algum bêbado de ressaca.
- Ei, você! – Grita ela – Foi você quem bateu na minha porta?
O cara se vira, mostrando vários machucados no rosto, que sangrava com frequência.
O homem começou a correr, ou quase, porque parecia ter uma das pernas quebradas.
Mel fechou a porta, com raiva, aquele cara a queria na cama, era certeza.
A porta foi arrombada em poucos segundos, o homem caiu e engatinhou em direção dela.
- Vaza cara, sei que você tá bêbado!
O homem respondeu gemendo. Ele mordia o nada enquanto engatinhava.
Melanie pensou melhor quando viu abrindo e fechando a mandíbula.
Ele era um infectado. Não era possível.
Ela logo pegou um abajur e jogou no abdome do cara. O homem não parou de engatinhar.
Ela pegou um garfo de churrasco, que deixara cair no chão fazia pouco tempo. Ela enfiou com força na cabeça dele, fazendo com que ele parasse de andar. Agora, o infectado estava morto. Literalmente.
Mel se beliscou, torcendo para que fosse sonho.
Ela se lembrou do Centro de Refugiados, a palavra que estava na boca de todos os jornalistas.
Melanie não possuía carro, mas pensou que não faria mal se pegasse “emprestado” de seu vizinho. Provavelmente ele estava morto.
Ela achou a chave perto do chão e ligou o carro, dirigindo até o Centro de Refugiados.
Notas finais
Comentem, é importante!
Beijooks pra vcs
-Máh!
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