The End Is Coming

39 Capítulo 39 - A bravinha acordou


Notas iniciais
Oi gente, minha inspiração é pouca ultimamente então... Espero que gostem!
Beijão.

Molly estava na vigia. Ela podia ver alguns carros se aproximarem, mas como era longe, ela achou que fossem os integrantes de seu grupo.

Logo, Molly ouviu o choro de Judith. Ela desceu correndo da torre.

Enfim ela viu Judith nos braços de um estranho entrando em um carro. E quem estava ao lado do estranho? O Governador.

— Não! – Molly gritou o máximo que pode.

O carro saiu em disparada e Molly tentou correr, mas os caras estavam muito rápidos.

Rick desceu as escadas do refeitório.

— O que aconteceu? – Rick não era o único lá.

— Eles pegaram... Pegaram Judith... – Molly estava ofegante.

— Como? – Daryl apareceu.

— Eu não sei... Achei que Beth estava com ela. – Molly chorava um pouco.

— Beth saiu faz tempo! Como você pode deixar raptarem minha filha?! – Rick chutou o chão. – Se foi o merda do Governador, ela estará morta!

— Eu... – Molly soluçava.

— Calma aí, cara! Ela tentou ajudar! – Jake entrou na frente de sua amada.

Molly se agarrou em Jake e chorava sem parar em seu ombro. Jay não olhava para sua namorada. Ele olhava feio para Rick.

Rick subiu para sua cela e Emma foi atrás.

— Acalme-se! Vamos à busca dela ainda hoje, o que acha? – A voz de Emma acalmava Rick.

— Ela é minha filha... Tenho que protegê-la.

Emma abraçou Rick. Ele e ela choravam.

[...]

Woodbury

O Governador caminhava normalmente nas ruas, em seus braços, estava Judith. A garota chorava.

— Governador? Quem é essa criança? – Juliana parou o homem.

— A encontramos sozinha.

— Sem mãe e nem nada?

— A mãe dela... Havia sido mordida então... Matamos ela!

Júuh estranhou, mas aceitou e foi embora.

— Ufa. –O Governador suspirou.

[...]

POV – Mari

Eu estava já em Woodbury. Andei um pouco pela rua. Dei de cara com o Governador.

— Mari, você se lembrou de algo do passado?

Estranhei o tom dele. Sabia que tinha algo de errado.

— Não. – Menti.

— Ah... Ok... Encontramos essa criança e quero que você tome conta dela.

— Mas...

— Por favor, faça isso!

Ele me entregou a criança que tinha um lenço no rosto. Retirei o lenço e tive uma surpresa. Judith.

A menina que chorava agora estava calma em meus braços. Ela não lembrava muito Carl. Exceto pelos olhos.

Tinha que levá-la para Rick. De algum jeito... Mas como?

Peguei o atalho e encontrei um canivete por perto. Pura sorte. Peguei uma mochila que eu escondia por perto. Caso eu quisesse fugir.

Catei o canivete e saí correndo com Judith no colo. A Prisão não ficava tão longe de Woodbury.

Judith sorria para mim. Até onde sei, ela não sorria para quase ninguém.

Avistei uma das torres. Fiz um sinal pedindo para que abrissem o portão.

Glenn e Maggie o abriram e eu entrei correndo. Caí de joelhos ainda segurando Judith. Maggie a pegou de meu colo e Glenn apontou a arma para mim.

— Você que a pegou?

— Não... Eu a achei. E eu estou trazendo para vocês.

Glenn abaixou a arma. Carl apareceu.

— Mari! Você achou Judith? – Ele sorria. – Meu pai vai te amar eternamente agora!

Eu sorri para ele e logo meus braços foram ao encontro com os dele.

Rick apareceu cortando o clima.

— Então... Você que achou Judith?

— Hum... Sim. – Falei coçando a nuca.

Rick apontou a arma e eu me espantei, mas logo, ele a abaixou e estendeu os braços em gesto de abraço. Ele me abraçou fortemente. Acho que foi o único contato que tive com meu sogro.

— Você precisa voltar para Woodbury? – Carl perguntou ao lado de seu pai.

— Acho que posso sumir por alguns dias.

Rick sorriu para mim e me guiou até uma cela.

— Eis seu quarto. Serviço de quarto é com Carol. – Ele riu e deu um tapa leve em minhas costas.

A cela era só minha, mas mesmo assim, preferia dormir na cela de Carl. Mas como minha vó dizia, “cavalo dado não se olha os dentes”.

Joguei minha mochila na cama superior e me deitei na inferior.

— E então... – Carl apareceu com a arma na mão.

— Afe, largue essa arma e venha cá! – Falei para ele.

Nós estávamos nos beijando até ouvir alguém passar.

— Seus olhos são perfeitamente verdes. – Parecia Beth.

— Os seus são perfeitamente azuis. – Era um homem.

Carl olhou para mim.

— Que tal ver quem é o novo “amigo” de Beth?

— Espionar não é errado? – Sorri.

— Não nesse mundo. – Carl me puxou e nós ficamos escondidos ao máximo para não sermos pegos.

Beth parou de andar e ficou ao lado do garoto. Pelo que eu vi, o cara era pálido com cabelos negros.

— Então... Como chegou aqui?

— Sabe guardar segredo? – O cara sorriu para Beth.

— Pode falar.

— Eu estou aqui para me vingar do Governador. Quero que aquele filho da puta morra queimado no inferno.

— Todos nós queremos. – Assim que Beth falou, os dois se aproximaram.

Carl caiu da posição esbarrando em uma parede de gesso. Isso fez barulho e Beth e o cara se separaram.

— Vamos logo! – Falei puxando Carl pelo braço.

[...]

Mari foi para sua cela. Ela só trocou a calça jeans por um short de malha e se deitou. Foi um dia cansado para ela e assim, ela logo adormeceu.

Kelly apareceu na cela. Ela estava segurando uma faca.

— E então priminha... Não sabia que você estava no nosso lar... – Kelly passava a faca pelo corpo de Mari, mas Mari ainda dormia. – Você deve ter vindo atrapalhar minha vida novamente, né? Isso sempre acontece. Quem sabe se eu te der um fim, Carl não será meu?

Kelly ria. A faca deslizou da barriga para o pescoço. Kelly levantou a faca. Ela iria colidir contra o pescoço delicado de sua prima.

Notas finais
Comentem o que vocês entenderam.
Minions e bananas pra vocês.